História Minha tentação - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Armin, Castiel, Dakota, Kentin, Lysandre, Melody, Nathaniel, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Pai Do Meu Namorado, Romance, Sogro
Visualizações 261
Palavras 2.928
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Ecchi, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Cap novo? SIIIM
Capa da fic nova? SIIIM, e os créditos vão todos para a linda da ~Beditt eu amei a capa ♥♥♥

Capítulo 11 - Que p...


Fanfic / Fanfiction Minha tentação - Capítulo 11 - Que p...

    “Às vezes nós nos encontramos em alguma situação que chega a ser difícil pensar em algo ou tomar alguma decisão, sem importar qual seja. Você se sente tão confuso que não consegue nem ao menos entender os seus próprios sentimentos. De fato, eu não conseguia mesmo entender o que era tudo aquilo, o que era aquela sensação e eu me enganei tantas vezes tentando me convencer de algo que seria bem mais simples… Acontece que nada é simples, a vida não é assim.”

Eu estava tremendo por inteira e meu coração com certeza poderia parar a qualquer momento do quão rápido ele batia dentro do meu peito, mas o que eu tinha na cabeça afinal de contas? Eu não sei nem como é que eu tive forças pra chegar até aqui. Eu não estava nem ligando pro quão gelada aquela parede atrás de mim estava, eu só queria ficar encostada ali tentando me recuperar e colocar a cabeça no lugar, tentando pensar direito e voltar ao meu normal o mais rápido possível, se é que eu sabia ainda o que era isso. Eu realmente não estava conseguindo reconhecer a mim mesma, eu NUNCA faria uma coisa dessas na minha vida, eu não sou louca a esse ponto, admito que sou curiosa na maioria das vezes, mas eu sei dos limites e eu tinha ultrapassado todos eles agora. Eu não era de agir dessa maneira, isso não condizia comigo, simplesmente não fazia o menor sentido pra mim. Mas o que foi que aconteceu comigo agora, que porra foi essa que eu fiz? Gente, mas o que está acontecendo comigo? Eu não sou assim! Devia ser por que eu estava nervosa e as coisas estavam parecendo bem mais complicadas e confusas dentro da minha cabeça, fazendo com que eu não conseguisse pensar direito. Eu estava inegavelmente excitada, não poderia negar isso nem a mim mesma, o incômodo na minha intimidade deixava isso bem claro, mas eu não acho que era por causa do Castiel, claro que não, que loucura! Não era por causa do senhor Collins, ok que vê-lo se masturbando pode ter ajudado, mas não era especificamente por causa dele. Eu só estava tensa sexualmente e precisava me aliviar, é, era isso, com certeza era isso.

Isso ainda juntava com toda a pressão do trabalho, escola e faculdade, era por causa disso que eu estava perdendo a linha já, essa era a explicação e ela fazia sentido. Minha cabeça estava um caos e por isso eu estava agindo de uma forma completamente diferente do meu normal. É, a Rosa poderia ter razão, acho que já estava na hora de perder a virgindade, ver se isso era tão bom assim como ela dizia, por que eu estava quase explodindo aqui. Mesmo não sabendo como era e qual era a sensação, eu só conseguia pensar que eu queria transar, eu precisava me livrar desse calor absurdo que eu estava sentindo, minha intimidade formigava e eu já não estava aguentando mais, era uma sensação tão estranha, mas de alguma maneira eu sabia como ela ia passar. Com a ponta de dois dos meus dedos eu toquei levemente a ponta do meu clítoris, que eu percebi estar inchado e bem sensível, o que fez com que eu fechasse os olhos e suspirasse. Deslizei os dedos pela extensão da minha intimidade e percebi que eu ainda continuava terrivelmente molhada, havia uma quantidade bem grande de fluídos saindo da minha intimidade que me deixava até assustada. Eu precisava fazer algo que eu nunca imaginei fazer, não por achar errado ou… Sei lá, eu só nunca realmente imaginei que precisaria fazer isso, a real era que eu era tímida demais até mesmo pra mexer no meu próprio corpo, eu não sei, eu não tinha coragem, só que hoje estava sendo bem diferente. Eu precisava me masturbar ou não conseguiria nem sair debaixo desse chuveiro, eu sentia como se eu fosse explodir ou pegar fogo. Deslizei os dedos novamente sobre o meu clítoris, mas dessa vez com um pouco mais de pressão, o que me fez gemer e sentir minhas pernas mais bambas ainda. Ok, eu não sabia como fazer isso, mas aparentemente quanto mais pressão e quanto maior a velocidade em que eu fazia isso, melhor era e… Meu Deus, eu não podia negar que isso era muito bom mesmo sendo uma sensação bem nova pra mim. Mas como é que eu ia fazer isso? Comecei a movimentar os meus dedos mais rapidamente e com mais pressão em cima do meu clítoris, me fazendo soltar um gemido mais agudo e reprimido com medo de que alguém escutasse, mesmo que a água do chuveiro caindo no chão abafasse bastante o som, mordi os lábios tentando impedir que meus gemidos saíssem pela minha boca, eu não queria que ninguém escutasse afinal de contas, seria bem constrangedor. Meu corpo inteiro amolecia e meu olhos se reviravam a medida que uma nova sensação diferente, mas incrivelmente gostosa, ficava mais forte. Eu estava sentindo uma vontade de ter algo dentro de mim que… Eu nem conseguia explicar direito pra mim mesma o que era isso, de repente uma corrente elétrica forte atravessou por todo o meu corpo fazendo com que um líquido saísse da minha intimidade molhando minha mão, minhas pernas fraquejaram e eu me desabei no chão completamente cansada e ofegante. Eu sentia o meu corpo inteiro tremer tendo espasmos ainda do meu orgasmo recente, abri os olhos ainda ofegante e sentindo a água quente cair sobre o meu corpo. Ok, eu precisava sair daqui, não tenho ideia do tempo que eu estava levando para “me arrumar”. Ainda meio mole eu me levantei do chão e desliguei o chuveiro, enrolei na toalha me enxugando rapidamente e a deixando em volta do meu corpo, limpei o espelho com a mão tirando o embaçado dele e me encarando.

Kate - O que está acontecendo comigo? (Eu disse pra mim mesma me encarando no espelho.)

Eu era a mesma pessoa, parecia a mesma pessoa, mas estava tendo uns pensamentos que não condiziam comigo. Suspirei indo pro quarto e pegando o vestido leve que eu tinha deixado em cima da cama o vestindo rapidamente. Era um vestido claro estampado com flores e um detalhe preto na barra dele, apenas um vestido normal. Apenas passei os dedos rapidamente pelo cabelo a fim de arrumá-lo pelo menos um pouco, calcei uma sapatilha e saí do quarto descendo as escadas, pedindo mentalmente a Deus para que o Nathan já estivesse lá embaixo e que o Castiel não estivesse lá também, e por sorte ou não, isso realmente aconteceu.

Nathan - Você está diferente. (Ele disse com humor assim que eu cheguei perto, apenas engoli seco. Como assim eu estou diferente? Eu não estou diferente!) Ah, é por que você está sem maquiagem. (Soltei o ar pela boca que eu nem tinha percebido que eu tinha prendido.)

Kate - Oh… É… Eu esqueci de passar. (Eu disse forçando um sorriso. E realmente, eu tinha mesmo esquecido de passar.)

Nós acabamos indo a um restaurante não muito sofisticado, Nathan sabia que eu não ficava lá muito à vontade e confortável em lugares muito chiques, por isso nós acabamos indo a um médio. Era bonito, arrumado, mas as pessoas ali dentro não precisavam usar ternos e vestidos longos. O almoço foi bem tranquilo, daria realmente pra distrair se a minha mente não estivesse vagando, por mais que eu tentasse prestar atenção em alguma coisa que ele estava falando, ou na comida, no lugar, em qualquer coisa, eu não conseguia. Era somente eu piscar e novamente aquelas imagens invadiam a minha cabeça. A imagem do senhor Collins segurando o seu membro tão grande e duro em suas mãos, a movimentando pra cima e pra baixo, gemendo demonstrando o quão prazeroso era aquilo pra ele, o quanto ele estava gostando. Oh céus! Imaginar as suas mãos percorrendo o meu corpo me fazia ficar arrepiada, ele não deveria ser do tipo carinhoso, não parecia fazer o gênero dele, pelo menos não enquanto ele estivesse fazendo sexo. Ele deveria ser tão bruto, mas ao mesmo tempo isso deveria ser tão bom, me faria querer gritar embaixo dele, deveria ser muito melhor do que os meus dedos, principalmente a sensação de senti-lo dentro de mim. Será que eu aguentaria?

Quase dei um pulo da cadeira me assustando não apenas com os meus próprios pensamentos, que por Deus, o que foi isso? Qual eram os meus valores e princípios, eu estava me sentindo a pior das vadias da terra só por pensar esse tipo de coisa, eu estava enlouquecendo com certeza. Me assustei também com o Nathan. Acabei me distraindo com essa merda toda passando na minha cabeça e não percebi o tempo que eu tinha ficado calada apenas perdida nos meus pensamentos. Ele estava tentando colocar a mão na minha testa, mas parou rindo pra mim quando eu me assustei me afastando um pouco.

Nathan - Relaxa. (Ele disse com humor.)

Kate - O que você está fazendo? (Eu perguntei confusa ainda travada na cadeira.)

Nathan - Vendo se você está com febre. (Ele disse colocando a mão na minha testa.)

Kate - O que? Por que? (Mas que aleatório.)

Nathan - Você está com as bochechas vermelhas, se não tem um por que de estar com vergonha de nada, pode estar com febre. (Eu engoli seco sentindo minhas mãos tremerem.) Não, você está normal. (Ele disse olhando pra mim.)

Kate - Estou bem. (Eu disse sorrindo minimamente sem mostrar os dentes.) Vamos embora? (Por favor!)

Nathan - Não quer ir pra nenhum outro lugar? (Ele perguntou confuso, normalmente eu aceitaria, mas dessa vez não.)


Kate - Não, só vamos pra casa descansar mesmo. (Sorri minimamente de novo.)

E então nós fomos pra casa, não demorou muito pra que chegássemos lá, nós nem tínhamos ido de carro, o restaurante era perto então estávamos a pé. Droga! Eu estava excitada de novo e isso era bem incômodo, eu realmente precisava transar, eu não estava aguentando mais. Era tensão sexual acumulada não é? Claro que era isso, e tê-lo visto se masturbando só fez com que eu percebesse isso. Mas não dava simplesmente pra chegar pro Nathan e dizer, “vamos transar? Por que eu estou ficando louca aqui”. Se bem que até daria certo, mas não era bem assim que as coisas funcionavam. Eu nunca imaginei perder a virgindade assim, mas já que eu não me importava com o lugar e de fato eu queria, então por que não? Eu não conseguia realmente pensar em um por que que me impedisse de fazer isso realmente, eu estava pronta e eu queria, eram motivos o suficientes. Eu estava nervosa é claro, ainda mais por que eu teria que dar um jeito de mostrar à ele que eu queria, mas eu não tinha coragem o suficiente pra falar isso, o que seria muito mais fácil se eu tivesse.

Nathan - Pai? (Ele o chamou assim que chegamos em casa.) Acho que ele saiu, ele também não gosta muito de ficar em casa, ainda mais quando não tem ninguém. (Ótimo! Parece que as coisas estavam indo bem até agora.)

Kate - Hum… Ver um filme? (Que desculpa é essa?)

Nathan - Tudo bem, eu vou colocar um aqui. (Ele disse indo pra perto da televisão da sala.)

Kate - Ah... Não podemos assistir no seu quarto? Deitar é mais confortável que ficar no sofá. (Eu já estava querendo me enfiar em um buraco.)

Nathan - Pode ser também. (Ele disse dando um sorriso e nós subimos a escada até o seu quarto.)

Tirei as sapatilhas e me deitei na cama. Apesar de eu ser tímida, com ele as coisas eram um pouco mais fáceis, ele facilitava isso, me deixava confortável, até por que eu estava já acostumada com ele, ele era meu namorado afinal de contas, a um bom tempo então já era normal. Ele me perguntou qual filme eu queria ver e eu disse que poderia ser qualquer um, sinceramente, ele até me falou que filme era, mas eu não prestei atenção nisso. Ele se deitou ao meu lado me abraçando e me levando pra mais perto do seu peito, fazendo com que eu o abraçasse de volta e ficamos assim. Por um momento eu achei que eu ia me acalmar, se eu assistisse ao filme eu não ia continuar excitada do jeito que eu estava precisando desesperadamente transar, mas eu estava enganada. Mais ou menos na metade do filme, eu percebi que ele parecia meio inquieto, se mexia muito, então eu achei que ele estivesse com o braço formigando por estar abraçado comigo ou a posição não estava confortável pra ele, então eu me soltei dele me afastando um pouco, mas parei ao entender o por que da sua inquietação. Percebi um certo volume em suas calças, ele estava duro, automaticamente eu levantei os olhos olhando pra ele um tanto quanto estarrecida sem saber o que fazer e ele me olhou com vergonha.

Nathan - D… Desculpa Kate. (Ele disse ainda envergonhado.) É que… Bom… (Ele não completou a frase, apenas sorriu de lado sem graça fazendo um sinal mostrando para os seus peitos eu olhei automaticamente para os meus seios. Como o vestido era um pouco largo e por ele estar um pouco mais alto do que eu na cama, dava pra ver praticamente todo o meu sutiã dentro do vestido. Oh, então foi por isso!)

Kate - Ai desculpa. (Eu disse de uma vez e puxei o vestido pra cima tampando meus seios automaticamente.)

Nathan - Tudo bem. Eu… Realmente preciso ir no banheiro. (Ele disse ainda sem graça ameaçando se levantar da cama, mas segurei em seu pulso o impedindo de fazer isso.)

Kate - Não espera, o que vai fazer? (Mas que pergunta é essa? É meio óbvio o que ele precisava fazer. Ele apenas riu da minha inocência.)

Nathan - Você sabe o que eu vou fazer. (Ele disse rindo minimamente e me olhando nos olhos, o que me dificultava um pouco pra falar o que eu ia dizer agora, mas mesmo assim, eu disse.)

Kate - E… Eu não posso te ajudar com isso? (Eu queria morrer no momento.)

Nathan - O que? (Ele perguntou um tanto quanto surpreso.)

Kate - Não me faça repetir isso de novo, já foi bem difícil falar uma vez. (Eu disse envergonhada olhando pra baixo. O escutei soltar uma risada baixa levantando meu rosto pelo queixo.)

Nathan - Eu te amo. (Ele disse baixo antes de me beijar.)

Se antes eu estava com alguma dúvida, agora eu já não estava mais.

P.O.V. Castiel On

Cheguei em casa jogando a chave em cima da mesa de centro, provavelmente o Nathan já deveria ter chegado com a namorada. O que essa garota tinha? Ela tinha conseguido me deixar duro só por ter visto ela durante uns 3 segundos de lingerie, ou pelo menos eu acho, o fato é que foi pouco tempo, eu fiquei meio paralisado a olhando quando a vi no meu quarto e a imaginei na minha cama, só fui me dar conta de que a continuava olhando da cabeça aos pés quando ela notou a minha presença no quarto. Acho que a parte curiosa do meu cérebro ficou imaginando como ela seria por baixo daquele conjuntinho. Eu sei, ela é namorada do meu próprio filho, mas pensar não ofende ninguém, e a garota tinha conseguido a proeza de me fazer ficar excitado com bem pouco, não apenas na hora em que a vi, mas até mesmo hoje de manhã. Vê-la abraçada com o Nathan me fez imaginar no lugar dele, a encoxando por trás encaixando meu pau naquela bunda dela e novamente, ela me fez ficar duro. Acho que deveria ser o jeito de garota tímida dela, ou qualquer coisa assim, seja o que for, já passou. Não sou mais um adolescente com os nervos à flor da pele pra ficar excitado com pouca coisa. Subi as escadas indo pro meu quarto, mas parei ao escutar um gemido fino e manhoso vindo do quarto do Nathan. Mas o que? Eles estavam transando ou ele estava traindo ela? Já não bastava o olho roxo que eu lhe dei quando a fez chorar aquela vez. Andei até o quarto dele tentando fazer o mínimo de barulho possível, pra minha sorte a porta estava destrancada. Girei a maçaneta com calma e empurrei a porta o mínimo possível, mas que me dava uma boa visão do quarto. Arregalei os olhos ao vê-la sentada em cima dele que tinha as mãos em sua cintura a fazendo subir e descer devagar em seu colo enquanto ela apertava as unhas em seus ombros. A boca levemente aberta tentando respirar direito, as bochechas rosadas, os olhos fechados e pequenos gemidos saíam de sua boca, seus seios eram médios e rosados, tão durinhos e balançando a medida que ela cavalgava em cima dele, era impossível não pensar em como seria bom chupá-los com vontade. Era impossível também não me imaginar no lugar dele, mas não com tanta calma assim, ela veria o que seria prazer de verdade, ela sentiria o que seria foder de verdade e não estaria gemendo tão baixo, ela estaria gritando até perder a voz. Que pensamento escroto Castiel, pensando em foder a namorada do seu próprio filho. Engoli seco me condenando por isso e fechando novamente a porta, levei a mão até o meio das minhas pernas apertando meu pau dentro da cueca sentindo que novamente, ela tinha conseguido me deixar duro. Mas que porra eim garota!

P.O.V Castiel Off


Notas Finais


Até sexta =) ♥


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