História Minha vida com uma tsundere - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Visualizações 46
Palavras 916
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Ecchi, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Eu volteeei agora pra ficar....ta parei, mals ae povo mas tive que estudar pro vestibular que eu me inscrevi, e vocês devem ter notado que More than friends ta em hiatus, desculpa mas quero me dedicar mais as historias originais, então criei essa daqui com um tipo de personagem que eu adoro, tsunderes!!!(fora das notas do autor a criatividade é uma pura tsundere)

Sim, eu gosto de tsunderes, elas são tão kawaiiiiii

Capítulo 1 - Amigos


Ikira pov ON

Meu nome é Ikira Yagami, tenho 16 anos atualmente e moro em uma cidade pequena e bem calma no apartamento mais luxuoso da cidade, uma herança do meu tio avô com, mas agora vou contar do começo como tudo começou, quando Ako e eu nos conhecemos, mas antes de tudo, manja aqueles primeiros episódios que ao invés de começar onde tudo começou, ficam fazendo um monte de flashbacks pra mostrar onde tudo começou? Pois é, esse capítulo vai ser exatamente isso, agora que comece o flashback.

Flashback ON

Estava brincando com meus amigos na praia(tinha 8 anos na época só pra avisar), Kio, Yuki e os gêmeos Iori e Luna, a praia era bem deserta mas muito bonita, principalmente a noite, nela tinha um farol abandonado que ficava em cima de uma encosta de pedra(morrinho, penhasco, eu sei lá o nome disso), Iori e Kio insistiam pra eu pra entrar lá.

Iori: Anda logo Ikira!

Ikira: Eu não vou entrar em um farol abandonado, ainda mais de noite.

Kio: Esquce Iori, ele não vai entrar, ele é muito medroso.-Kio disse tentando me provocar.

Ikira: Não sou, apenas tenho que ir pra casa agora.

Luna: Sei...-Luna e seu sarcasmo de sempre.

Ikira: Até amanha na escola.-me despedi de todos e fui direto pra casa.

De volta em casa, minha mãe já tinha preparado o jantar, era macarrão(adoro isso, e pra não ficar chato vou avançar a parte que eu como)

Quebra de tempo

Depois de jantar, fui de volta pro farol, ainda eram sete horas então dava pra brincar mais um pouco.

No meio do caminho eu escuto um som de alguem chorando, eu olho em volta e vejo uma garota de cabelos castanhos do outro lado da rua sentada e cabisbaixa.

Ikira: Ei, posso te ajudar?

Ela me encara, seus olhos verdes me hipnotizaram por um segundo, embora eu estivesse tentando ajudar ela me olha com raiva e desvia o olhar.

Ikira: Por que está chorando?

???: Não estou chorando, BAKA!

Embora ela tenha sido rude comigo, não podia deixar ela aqui, eu me aproximo e tento falar com ela de novo.

Ikira: Olha, eu só quero ajudar, não precisa ficar assim.-Eu falo com a voz mais suave que já fiz na vida e estendo a mão para ajuda-la a levantar.

Ela me encara e mais uma vez eu me afundo naqueles olhos verdes, ela segura minha mão delicadamente e se levanta.

Ikira: Agora pode me dizer o que aconteceu?

???: Eu me perdi, eu acabei de me mudar, meus pais me deixaram dar uma volta por perto mas eu acabei indo longe demais.-Sua voz falhava por estar chorando um pouca ainda.

Ikira: Sabe o nome da rua?

???: Não.

Ikira: Se lembra como era a casa?

???: S-sim, ela era um sobrado branco com um telhado bege.

Ikira: Hmm, eu não me lembro de ter visto uma casa assim por aqui.

Precisava de um lugar alto assim ela poderia ver a casa, o unico lugar que talvez desse pra ver a cidade toda é o farol, só de saber que teria que entrar lá já me arrepiava todo, eu olho ela mais uma vez e vejo sua expressão de medo e desespero, ela estava confiando em mim, não ia dar pra tras agora!

Ikira: Vamos subir no farol da cidade, da pra ver tudo de lá.-nem quis contar a parte dele ser abandonado.

???: T-tudo bem.

No meio fo caminho o silêncio dominava até eu tentar quebrar o gelo.

Ikira: Err...qual o seu nome?

???: A-Ako....Ako Matsune.

Ikira: É um nome muito bonito, sou Ikira Yagami.

Depois de me apresentar chegamos ao farol, pensei que meus amigos ainda estariam aqui, por estarmos sozinhos um arrepio subiu pelo meu corpo só de ver a porta.

Ako: Parece abandonado.

Ikira: Pior que é.

Ela ficou branca e se agarrou em meu braço.

Ikira: Matsune-san? Você tem medo de coisas assim?

Ako: Claro que não Baka, é que deve estar cheio de bixos nojentos ai dentro.

Pode até ser que ela apenas tenha nojo de insetos, mas eu acho que a reação dela foi um pouco exagerada para ser isso.

Ikira: Ei, não precisa fingir que não tem medo, eu também tenho medo de entrar ai, meus amigos me desafiaram hoje mais cedo e eu não quis entrar.

Eu abri a porta devagar, olhei e a escuridão era toral, acendi o interruptor e as luzes acenderam, mas muito fracas, Matsune ficou agarrada em mim o tempo todo( ahhh se fosse isso hoje em dia o clima não seria de suspense nem um pouco(aquela carinha)kkkkkk)

Depois de subir as escadas com a adrenalina nas alturas chegamos ao topo que era bem mais claro, antes de procurarmos a casa de Matsune nós paramos e encostamos no murinho do lado de fora da sala do farol, a vista era absurdamente incrível e deslumbrante, o céu era estrelado por estarmos afastados de alguma cidade grande, eu olho Matsune maravilhada com o céu cheio de estrelas.

Ikira: Matsune, veja se da pra ver sua casa.

Matsune vai pro outro lado e tenta achar sua casa.

Ako: Ali, eu achei.-flaou eka apontando para uma casa com o telhado bege

Depois de encontrarmos nós descemos e andamos até sua casa.

Quebra de tempo

Chegando perto de sua casa Matsune se vira pra mim e me abraça.

Ako: Eu vou sozinha a apartir daqui, obrigada Yagami.

Antes dela ir embora eu a chamo.

Ikira, Matsune-san espera!!

Ako: O que foi Yagami?

Ikira: É que eu queria te convidar pra ir na praia amanha, meus amigos vão estar lá, quer ir?

Ako: Eu adoraria

Ikira: Então te vejo amanha, boa noite Matsune.

Ako: Ah e...pode me chamar de Ako se quiser-ela diz corando levemente.

Ikira: Sendo assim, pode me chamar de Ikira.

Nos despedimos e fomos de volta cada um pra sua casa.

Flashback OFF




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