História Minha vida com você - Capítulo 15


Escrita por: ~

Postado
Categorias Os Heróis do Olimpo, Percy Jackson & os Olimpianos
Personagens Annabeth Chase, Percy Jackson
Visualizações 198
Palavras 3.052
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Escolar, Famí­lia, Festa, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


QUEM NÃO LÊ AS NOTAS NÃO ENTENDE O TÍTULO!

Boa leitura, Diamonds, encontrem a resposta nas notas de baixo.

Capítulo 15 - Will, o que foi sem nunca ter sido


Annabeth era a perdição completa da minha nobre pessoa. Ela ficava me seduzindo andado para lá e para cá com as roupinhas dela só que agora os shorts delas pareciam se encolher a cada dia que se passava. E eu só ficava olhando fingindo que não era comigo porque ela só usava esse tipo de roupa quando nossos pais estavam por perto e ainda sorria para mim quando eu engasgava e sorria mais ainda, um sorriso bem safado, quando eu ficava encarando. Quando nossos pais não estavam em casa ela usava roupas largas e confortáveis que não ajudavam em nada, porque elas demonstravam um mistério, era um mistério o que tinha sob elas e era com elas que Annabeth me levava à loucura.

Um dia ela estava lindamente guardando as louças lavadas nos seus respectivos lugares usando uma blusa larga cinza e um short azul por baixo que só dava para ver quando ela se esticava para colocar coisas em lugares altos.

Quando ela guardou a última coisa no alto do armário e teve de ficar um tempo esticada para conseguir ajeitar certinho eu fiquei vendo aquela bundinha linda com o short moldando-a perfeitamente em volta.

– UHUL! GOSTOSA! – gritei quando ela fechou o armário.

Annabeth me olhou sobre o ombro e sorriu. Aproximei-me e abracei a cintura dela encostando suas costas no meu peito. Beijei o pescoço dela e senti a mãozinha dela acariciar o meu braço. Tirei meus lábios do pescoço dela e beijei os lábios dela. Que saudade que me dava beijar a boca dela depois de ficar umas cinco horas sem fazer isso. (- Você conta as horas, senhor Percy?) (- Não, eu apenas joguei um número qualquer, idiota.) (- Mas que irritação. Tá nervosa?) (- Você está me fazendo ficar parado pra conversar com você e não está me deixando beijar a nerd, você sabe que falar com você e continuar a se mover não é uma coisa que eu saiba fazer.) ( - Perdão.).

– Percy… – ela me deu um selinho e depois beijou a ponta do meu nariz – acorde.

Balancei a minha cabeça e a virei para mim. Apertei a cintura dela e a prensei contra o balcão da cozinha. A nerd sorriu e abraçou o meu pescoço, voltando a beijá-la. Nossos lábios se encaixavam de um jeito tão perfeito que chegava a ser difícil controlar os meus gemidos. Sentei-a no balcão e puxei a camiseta dela para cima. E como sempre ela estava sem o sutiã, essa nerd gosta de liberdade, porque não é possível passar o tempo todo sem sutiã. Fiquei entre as pernas de Annabeth e tirei o short e a calcinha dela. As roupas dela formaram um montinho no chão.

Beijei a barriga de Annabeth a fazendo suspirar e desci meus dedos ao sexo de Annabeth e passei a acariciá-lo enquanto beijava-a. Annabeth gemia contra meus lábios enquanto lentamente rebolava. Nossos lábios se separaram e comecei a me divertir com o pescoço dela enquanto meus dedos ainda acariciavam o clitóris dela.

Desci meus beijos em direção à clavícula dela e fui seguindo caminho, beijei o vale dos seios dela, pela barriga até dar um beijinho no seu clitóris e afundar dois dedos nela enquanto minha língua se ocupava em lamber o clitóris dela e depois passei a chupá-lo. Annabeth gemia e rebolava rapidamente aproveitando o momento.

– Percy… – gemeu ela olhando-me.

Sorri e dei uma leve mordidinha no clitóris dela a fazendo dar um saltinho, um gritinho e fechar um dos olhos. Quando senti meus dedos serem apertados levantei-me e beijei-a. Annabeth mordeu meu lábio e o chupou tirando a minha camisa em seguida. Ela arranhou meus ombros e voltou a me beijar enquanto eu abria minha calça e a empurrava para baixo junto da cueca.

Annabeth sorriu e acariciou meu membro, entreguei uma camisinha a ela, a minha nerd sorriu e a colocou para mim encaminhando-o para dentro de si logo em seguida. Deslizei com facilidade para dentro dela. Annabeth gemeu e mordeu o próprio lábio abraçando meu pescoço, aproximando seus peitos da minha cara. Sorri e mordi o mamilo dela depois chupei, Annabeth gemeu mais alto rebolando com mais vontade.

Um dos meus lugares desejados para transar com Annabeth podia ser riscado da lista. Agora só faltava: o quarto dos nossos pais, o meu quarto, a banheira, a piscina, o sofá da sala e dentro do carro. Talvez até haja mais, só que eu não pensei ainda. Quem sabe em algum lugar publico que seja mais excitante porque alguém pode nos pegar.

Continuei a estocar até que Annabeth tremeu nos meus braços, fazendo seus seios tremerem nos meus lábios e finalmente ela gozou apertando-me com força, depois de algumas estocadas eu também alcancei meu ápice. Deitei minha cabeça no colo do busto dela e fiquei tentando normalizar a minha respiração. Annabeth acariciou meus cabelos e depois de nos ajeitarmos, eu me lembrei de um detalhe de mais ou menos um metro e noventa de altura com belos cabelos loiros e um sorriso muito fofo (- Você gosta de loiros em geral, não é, senhor Percy?) (- Talvez…).

– E o Will, Annabeth? – perguntei dando um selinho nela.

– Ele está bem… por quê? – perguntou ela sem me olhar direito.

– Você pretende ficar com nós dois? – eu já estava ficando com ciúmes. Eu fiz biquinho, fazendo Annabeth sorrir – Não estou achando graça, eu não serei o seu bonequinho de diversão.

– Você não é o meu bonequinho de diversão. – afirmou ela, eu sorri – O Will é. – meu sorriso se desfez dando lugar a uma carranca – Você já viu aquele garoto? Você quer que eu fique sem aquilo tudo?

Fiz biquinho e me afastei dela.

– É brincadeira, peixinho. – ela tocou meus ombros e eu os chacoalhei claramente fazendo birra.

– Não me toque. – mandei fazendo biquinho.

– É brincadeira. – afirmou ela beijando a minha bochecha – É brincadeira. – repetiu ela me dando mais beijos na bochecha – Desculpa.

Era gostoso.

– Tudo bem, talvez eu aceite as suas desculpas…

Ela me deu um selinho roubado nos lábios.

– Esse “talvez” vai mudar rapidinho porque você não vive sem mim.

Ela me deu outro beijo e eu suspirei.

– Agora sério. – disse – E o Will? Eu sou seu amante agora?

Annabeth acariciou a própria nuca e ficou cor-de-rosa.

– Eu e o Will… não…

– Não o que? Não podem terminar? – perguntei assustado.

(- Ela tá grávida?).

– Ele tá ameaçando ela? – eu nem percebi que estava falando com o senhor Percy em voz alta.

(- Será que eles estão unidos para lutar contra um criminoso?).

– Tipo eles serem da CIA?

Olhei Annabeth e ela me encarava com as sobrancelhas arqueadas.

– Com quem você está falando, Percy? – perguntou ela.

Eu que fiquei vermelho dessa vez.

– Ninguém… eu… estava… esquece…

– Enfim, eu e o Will… nós não estamos namorando.

– Como assim?! – perguntei sem entender.

(- Simples, senhor Percy, a Annabeth e o Will nunca namoraram.) (- Ela acabou de dizer isso desgraça.) (- Perdão, nervosinha, só estava tentando ajudar.) (- Ajude calado.).

– O Will desde o começo quis me ajudar. – disse ela – Eu queria provocar ciúmes em você pra ver no que dava, se você sentisse ciúmes era um bom motivo para eu tentar algo com você, se não era melhor seguir em frente e te deixar pra trás. Aí que o Will resolveu me ajudar. Aquela dança no dia da festa que depois ele me beijou, ele pediu primeiro se podia. Desde então ele vem fingindo ser algo meu, mas se você reparar bem, eu nunca disse que estava namorando ele.

Meu queixo caiu. Annabeth sorriu amarelo. Neguei com a cabeça.

– Você é uma garotinha muito má. – afirmei.

Ela riu e mordeu a unha do dedo indicador.

– Eu sei. Mas funcionou, ele me contou que você disse que era para ele cuidar de mim e se ele me fizesse sofrer você ia bater nele e partir ele ao meio.

– Na verdade, eu disse que o Frank iria fazer isso.

Ela arqueou as sobrancelhas e depois esfregou a testa sorrindo.

– Eu sabia que algo estava errado com isso, só que ele não quis dizer e ficou insistindo que era você quem acabaria com ele.

– EI! Eu sou muito macho! – afirmei nervoso.

– Você cantou e dançou Xanadu e todo mundo viu. – disse ela.

– Isso não significa nada. Eu não tenho culpa se outros garotos gostam de mim, eu sou muito gostoso mesmo, e mesmo cantando Xanadu e talvez Material Girl e dançando K-POP eu ainda gosto de garotas, de uma em especial. – fiquei encarando ela e acariciei seu rosto, ela sorriu.

– E muitas garotas também gostam de você apesar de você ter feito tudo isso. – comentou ela.

– É porque eu sou muito gostoso! – ela riu e eu sorri – Mas isso não importa, todas as garotas da nossa escola podem gostar de mim, mas dane-se nenhuma delas é você.

Ela sorriu e me deu um beijo demorado. Eu sou tão galante e perfeito que a Annabeth teve coragem de usar um garoto daqueles para fazer ciúmes em mim. (- É melhor aproveitar antes que ela note a burrada que fez e vá namorar mesmo com ele.) (- Não jogue mau agouro.).

… NO DIA SEGUINTE …

Bom, eu e Annabeth não estávamos namorando nem nada disso, mas ainda fazíamos saliências proibidas pelos mais velhos. Ela escapuliu naquela noite para o meu quarto e ficamos até às três da manhã conversando e nos beijando. Depois das três que a saliência começou, eu comecei a apalpar certas áreas e acariciar outras fazendo a nerd gemer e morder os lábios. E nós acabamos não dormindo, mas não tinha problema, dormir era a última coisa que precisaríamos. Era sexta, na próxima segunda e terça não haveria aula porque era feriado, e nossos amigos iam se juntar na casa de praia do Luke para fazer coisas impróprias sem adultos por perto.

Estávamos esperando para que nossa carona chegasse pacientemente. Annabeth estava investigando os canais à procura de algo que nos distraísse, não poderíamos nos distrair de jeito intimo com beijinhos e essas coisas legais porque nossos pais estavam na casa. Isso é tão chato. Annabeth vasculhou até que ouvimos o comecinho de “I Want To Know What Love Is”, do filme “Rock of Ages”. Ela parou no canal e o nosso musical particular começou.

I gotta take a little time

A little time to think things over

I better read between the lines

In case I need it when I'm older

Eu comecei como Tom Cruise porque eu sou fabuloso e fui seguido por Annabeth. Igualzinho ao filme só que não tínhamos uma mesa de bilhar, mas tínhamos uma sala toda para fazer de nosso palco.

Ooooh woah-ah-aah

In my life there's been heartache and pain

I don't know if I can face it again

Can't stop now, I've traveled so far

To change this lonely life

I wanna know what love is

I want you to show me

I wanna feel what love is

I know you can show me

Que lindo. A gente rodava pela sala, e dublava maravilhosamente bem. Estávamos nos divertindo e finalmente porque parecia que o tempo corre mais rápido quando estamos nos divertindo então nós só percebemos que nossa carona havia chegado no final da musica quando estávamos interpretando os gemidos e Annabeth estava com as pernas em volta da minha cintura. Leo e Luke estavam na frente olhando para nós com um sorrisinho de canto, Frank estava atrás vermelho e envergonhado e meu pai ao lado dele sorrindo feito um louco.

– Eu amo esse filme. – disse meu pai. Ainda bem que foi a única coisa que ele percebeu, que era o filme que ele amava que estava passando não que eu e Annabeth estávamos em uma situação daquelas.

– Vamos, casal apaixonado? – perguntou Leo.

Coloquei Annabeth no chão e nós dois assentimos, pegamos nossas mochilas que estavam no sofá e fomos até o carro de Luke ouvindo nossos pais dando tchau e nos mandando ter juízo e antes de me deixar ir, meu pai colocou uma camisinha no meu bolso enquanto me abraçava.

– Eu sei que você tem bastante, mas só mais uma por via das dúvidas. – ele sussurrou no meu ouvido e depois me soltou piscando para mim – Divirtam-se.

Entramos no carro de Luke e fomos obrigados a ouvir nossos amigos falarem que estávamos namorando e que éramos lindos que deveríamos no ensinar o que era o amor porque nós merecemos o amor e só um pode demonstrar ao outro. Porque eles sempre têm que nos pegar cantando e ficar falando sobre isso durante horas ou ficar falando que nós somos fofos?

– Vocês dois devem ficar se amando até cincos horas da manhã por causa de toda essa fofura. – disse Luke. Tomara que ele não tenha ficado assistindo-nos até as cinco da manhã porque eu vou começar a cobrar ingressos para verem a minha masculinidade viril em ação.

– E o que aconteceu com o loiro gostosão? – perguntou Leo.

– Quer ele pra você, Leo? – perguntou Annabeth fazendo o elfo corar.

– Eu só estou brincando…

– Mas eu não. Ele já teve um namorado, quem sabe você pode ser o próximo.

Leo suspirou desgostoso e jogou a cabeça contra o encosto do banco do passageiro.

– Quem eu queria mesmo que fosse minha namorada não me quer. – comentou ele.

Annabeth se jogou contra o banco dele e apertou as bochechas dele.

– Ai, coisa fofa. A Calypso gosta de brincar só isso, ela gosta de você.

– Mas eu não gosto quando a brincadeira é comigo. – ele fez um biquinho e me encarou quando Annabeth sentou-se novamente ao meu lado. Luke estava prestando atenção na conversa enquanto dirigia e o carro de Thalia estava bem a frente, Frank estava ao lado de Annabeth, quieto e esmagado contra a porta, ele parecia ter medo de tocar nela e quebrar ela.

– Brinque também. – disse Annabeth dando de ombros.

– Mas como?

– Provoque-a.

Leo, escute o que essa mulher está falando, se existe alguém nesse planeta que sabe provocar é a Annabeth. Chegamos à casa na praia do Luke e assim que saímos do carro ouvimos a gritaria feminina vindo da mansão branca com aquela imensa estrada para chegar. Ao entrarmos demos de cara com um saguão com uma escada colossal e à nossa direita vinha da sala. Thalia, Calypso, Silena e Hazel estavam sobre os sofás brancos de couro se agarrando umas a outras e o Nico estava sentado no chão da sala sobre o tapete bege de costas para nós.

– O que está acontecendo? – perguntou Luke.

Nico se levantou, ele parece aquelas crianças possuídas dos filmes de terror. Ele se virou para nós com uma aranha imensa e preta nas mãos. As meninas soltaram um berro e Annabeth se jogou nos braços de Frank e o grandão fez o favor de sair correndo, o Leo fez o mesmo só que no colo de Luke que fez o favor de o derrubá-lo segundos depois.

– Nico, se livra disso. – pedi.

Ele era muito assustador, ele sorriu para mim com aquela cara de demônio e depois sorriu feito uma criança alegre e travessa.

– Tudo bem.

Ele foi em direção à porta grande de vidro que levava à piscina e colocou a aranha sobre o muro e voltou para dentro da casa.

– Você parece o Damien. – comentei.

Ele sorriu vaidoso.

– Obrigado.

Luke se inclinou na minha direção e deu um tapinha no meu braço.

– Durante a noite, você corta o cabelo dele enquanto eu seguro pra gente ver se tem a marca tá? – perguntou ele.

Eu assenti. Obviamente não iríamos fazer isso, temos muito medo de incomodar o Nico enquanto ele dorme.

– Annabeth? – era a voz de Frank, ele parecia assustado – Gente?

Eu fui o primeiro a sair correndo na direção que eles haviam ido. Annabeth estava sentada no chão e Frank enquanto ajoelhado sobre um joelho diante dela, tentando tocá-la, mas Annabeth não deixava, estava curvada sobre o próprio corpo com as mãos sobre a cabeça, com os olhos bem fechados. Thalia foi a primeira se aproximar mais e todos seguiram.

– Annabeth? – chamou Thalia ajoelhando-se ao lado de Frank – Ela não está mais aqui, Annie.

É verdade, a Annabeth tem aracnofobia, só que eu não sabia que era tão forte assim. Ajoelhei-me ao lado de Thalia que ao tentar tocar Annabeth a fez se encolher.

– Annabeth, está tudo bem agora. – Annabeth me encarou, ela estava chorando, meu coração se encolheu, ela parecia tão assustada, como uma criança.

– Ela se foi? – perguntou ela com a voz tremula.

– Sim. Não tem mais nada aqui.

Annabeth se jogou no meu pescoço o abraçando. Porque será que ela tinha tanto medo assim de aranhas? Ela estava incrivelmente assustada e até tremia. Sentei-me no chão e a puxei para mim, fazendo-a sentar-se nas minhas pernas cruzadas e sua cabeça ficou deitada no meu ombro. Beijei a testa dela.

– Eu to aqui pra proteger você. – afirmei com meus lábios na testa dela.

– Seria um momento inapropriado para shippar? – perguntou Leo sussurrando.

– Acho que não, porque não é tão rápida assim para a Annabeth superar uma aranha. – disse Thalia.

– Awwwnnnn. Que coisa mais fofa. – o Leo precisa maneirar a vontade que ele tem de shippar.

Beijei novamente a testa de Annabeth.

– Passou? – perguntei.

Ela me olhou nos olhos e assentiu, rapidamente, depositou um selinho nos meus lábios e deu um sorrisinho.

– Obrigada. – murmurou ela.

Será que todo mundo com aracnofobia ficava assim? Completamente apavorado e tremendo? Eu nunca vi ninguém ter um ataque de pânico ou coisas assim, mas eu fiquei realmente assustado. Ela estava apavorada.

– Desculpa, Annabeth, eu não sabia. – disse Nico quando Annabeth se levantou.

Levantei-me também.

– Tudo bem, Nico, não é culpa sua…

– Que você é encapetado. – completou Luke rindo.

Annabeth sorriu e olhou para mim antes de seguir em frente para guardar as coisas no quarto dela. Luke apoiou seu cotovelo no meu ombro e sorriu.

– Precisava de todos aqueles beijos para acalmar ela? – perguntou ele sorrindo malicioso.

– É que… eu pensei que… talvez pudesse ajudar. – respondi.

Leo sorriu.

– Você estava se aproveitando, seu safado. – disse Leo.

– Calados.

Eles riram, esse final de semana prometia. Teríamos bebidas e bastante ousadia. E o melhor, vários beijos que eu daria na Annabeth e talvez faria vários outros encontros à ela durante a noite. e não nos esquecemos dos momentos que os shippers entrarão em ação.

– Eu quero uma foto de vocês dois se beijando. – disse Luke cutucando meu ombro.

Seria um longo final de semana.


Notas Finais


Gente, há uma novela chamada Roque Santeiro que tem uma personagem chamada Porcina, que é a "viúva" do Roque Santeiro, porém era mentira, ela nunca nem conheceu o Roque então ela era conhecida como "A viúva que foi, sem nunca ter sido", entenderam? #HentaiTambémÉCultura

Comentem e me digam o que acharam, Diamonds.

Amo vocês, até a proxima, beijinhos e tchau.


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