História Minha vida é uma droga sem você - Capítulo 24


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Amor, Bullying, Destino
Exibições 41
Palavras 1.910
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Hentai, Romance e Novela, Saga, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Oiiii Gente!!!!!
Tudo bem com voces?
Desculpem pela demora
Espero que voces gostem!!!!
Boa leitura O3O

Capítulo 24 - Decepção


Fanfic / Fanfiction Minha vida é uma droga sem você - Capítulo 24 - Decepção

O fim de semana passou voando, e meu resumi-se a estudar, ler, comer, estudar, ouvi musica e pensa no que aconteceu na sexta-feira. Passei o fim de semana inteiro preocupada com o Hayashi, mas eu não tenho o numero dele e acho que é melhor que fique assim, iria parecer muito estranho se eu ficasse ligando pra ele de meia em meia hora perguntando como ele está.

Acordo com muita preguiça de sair da cama, ontem fiquei ate tarde estudando Cartografia, serio eu sou péssima em geografia, me de qualquer coisa pra fazer menos diferencia os climas e vegetações de cada continente. Levanto e vou direto pro chuveiro, a água morna cai sobre meus membros tensos e eu relaxo depois que acabei de tomar meu relaxante banho, visto meu uniforme e desço pra tomar café.

- Bom dia mãe – digo me espreguiçando e sentando-se à mesa.

- Bom dia meu amor – diz me dando um beijo na bochecha. O café já estava posto a mesa, mas antes de me servi resolve fazer o que fiz no jantar de sexta-feira.

- Itadakimasu – digo fazendo uma pequena reverencia como o Hayashi havia feito. Olho pra minha mãe e ela está com uma sobrancelha erguida e sorrindo.

- Itadakimasu?

- É a maneira de agradecer pela refeição daqui mãe, não é você mesmo que diz que eu tenho que me adaptar a essa nova cultura, então é isso que eu estou fazendo – digo dando um sorriso logo em seguida.

- Ok então - diz ela me lançando um olhar travesso, começamos a tomar o café em silencio, depois que terminei, subi para o meu quarto escovei os dentes, pego minha mochila e desço.

Minha mãe me deixa em frente ao colégio, adentrei o prédio e fui ate a minha sala, já á muitas pessoas estudando, inclusive o Hayashi, mas ele está acompanhado dos seus amigos, então estou com medo e vergonha de pergunta como ele está. Vou para o meu lugar sem nem olhar pra ele, sei que estou agindo feito idiota, mas eu não sei se ele vai querer falar comigo aqui, na frente de todo mundo, vou acabar trazendo problemas pra ele.

O sinal bate e o professor entra e aplica a prova de historia, que não está nada difícil, como o meu amigo Oliver diz, está mamão com açúcar. Sorriu lembrando dele, depois de algum tempo termino a prova, levanto a mão e o professor me olhar com uma sobrancelha erguida.

- Está com alguma dificuldade? – indaga ele fazendo algumas pessoas começarem a cochichar.

- Não sensei, só queria saber se posso entrega a prova, é que eu já acabei – digo um pouco sem graça, ele arregala um pouco os olhos.

- Deixou alguma questão sem fazer? – pergunta apenas nego com a cabeça. – Não deseja conferir? – diz e eu novamente nego, o cochicho fica ainda pior.

- Silêncio classe – diz ele bem serio e o cochicho cessar. – E a senhorita pode sair se quiser – diz ele pegando a minha prova e ajeitando os óculos. Abro minha mochila, pego um livro e saiu da sala. Vou para o meu cantinho e começo a ler, depois de alguns tempo o sinal bate, eu levanto e volto pra sala, tinha que pega a minha vitamina.

Chegando á sala, que pra minha sorte, está praticamente vazia, vou em direção a minha cadeira, mas para no assento do Hayashi.

- Tive uma idéia! – digo bem baixinho pra que ninguém escute. Vou ate minha cadeira, pego um pedaço de papel e anota nele, dobro ele com cuidado e de modo mais sutil possível coloco sobre a mesa do Hayashi. Depois vou caminhando pra fora da sala em direção a biblioteca.

~~ Lauren off ~~

~~ Narrador on ~~

Mesmo a Lauren sendo mais sutil possível na hora de coloca o papel sobre a mesa do Hayashi, certa garota a observava atentamente e assim que ela saiu da sala, correu em direção ao assento e pegou o papel. Estava muito curiosa pra saber o que a garota que ela odiava tinha escrito, então resolveu ler.

Oi! Você está melhor?

Melhor de quer afinal? Será que ela está afim do Ryuu? Pensou Manami trincando os dentes, então ela resolveu responder a pergunta,

- Nada que o Ryuu não diria – disse dobrando o papel e colocando sobre a mesa da Lauren, sorria só de imaginar a cara dela ao ler ao papel. Não perderia essa por nada, se ela estivesse mesmo apaixonada pelo Ryuu, iria quebrar a cara assim que lê-se o que ‘’ele’’ escreveu.

Enquanto isso, na lanchonete, Ryuu estava completamente avoado a tudo que estava acontecendo ao seu redor, mas do que o normal. Seus amigos nem desconfiavam que a culpada por ele estivesse assim fosse à dona das íris castanhas esverdeadas que não saiam da sua mente.

Não imaginava ele que iria quebra o coração dela novamente, sem nem ter feito nada, não tinha culpa pelo que ia acontecer.

~~ Narrador off ~~

~~ Ryuu on ~~

Não sei o que a comigo, passei o final de semana inteiro pensando nela, e hoje quando ela passou por mim sem ao menos olhar-me, algo dentro de mim doeu, e muito. Queria saber como ela fez isso comigo? Quando que isso começou? E o que eu faço pra não termina o que nem se já começou?

Há um tempo, eu nem ligava pro que acontecia com ela, não era da minha conta. Mas agora...

Ela é como uma daquelas músicas que você não gosta ao ouvir logo de primeira, mas vai gostando depois de pôr pra repetir uma, duas, três vezes e quando você percebe já não consegue parar de escutar, dorme e acorda com ela na cabeça.

E eu estaria mentindo se disser que seu sorriso não mexe comigo, aquele sorriso que mesmo triste, é belo, aquele sorriso que só da vontade de fazê-la feliz para poder continuar vendo aquele sorriso.

- Ryuu! – grita o Katsuo, me acordando do meu transe que tem nome e sobrenome.

- Oi? – pergunto o olhando, a namorada dele está logo atrás dele rindo.

- Cara você está mais estranho que o normal, estamos aqui há horas falando com você e parece que estamos falando com uma porta – diz ele cruzando os braços, reviro os olhos.

- Parecia que estava pensando em alguém Ryuu-kun – comenta a Kanna, dando um sorriso meio malicioso, ela tinha que ser igualzinha o namorado? Só que ainda mais intrometida e esperta, muito mais esperta.

- Claro que não, só estava pensando em uma musica, apenas.

~~ Ryuu off ~~

~~ Lauren on ~~

Fico lendo na biblioteca ate o sinal bater, depois vou caminhando calmamente pelos corredores. Tenho outra prova agora, e a matéria é a minha querida e ‘’amada’’ geografia.

Entro na sala e vou ate a minha cadeira, vi um papel em cima da minha mesa, dobrado, exatamente como eu deixei na mesa do Hayashi, deve ser a resposta dele afinal. Pego o papel, mas antes que eu possa abri e ler o professor entra na sala. Sento e coloco o papel dentro do meu caderno.

O professor entra a prova, bom como eu não sou tão boa em geografia eu demorei um pouco pra termina a prova, mas eu conseguir fazer todas as questões. O professor veio e recolheu as provas de todos os alunos, pois o tempo já havia terminado. Abro meu caderno e pego o papel de dentro dele, comecei a abri com muita empolgação. Empolgação essa que foi embora assim que li o que está escrito.

Oi! Você está melhor?

Não é da sua conta, vê se me esquece garota!

Fico calada, paralisada, é isso mesmo que estou lendo? Ou enlouquece? Estou chorando. O tipo de choro que é silencioso e secreto. É horrível, ás lagrimas caem livremente, devagar, que quase não as sinto cair. Novamente olho pro papel, respiro fundo olho pra cima.

“Calma, respira, agüenta firme, não chore, não mostre que isso te afeta, espere para chegar em casa, que aí você poderá chorar o quanto quiser, não chore.”

É isso que eu penso antes de começar a chorar ainda mais, meu peito esta doendo muito. Olho pra frente e vejo o Hayashi, ele está me observando, não consigo segurar o choro, suas palavras fizeram um corte mais fundo do que uma faca. Lembro-me de tudo que aconteceu entre nós.

‘’Não me obrigue a te ignorar, não me faça te esquecer, não me deixe te odiar. Não quero passar reto por ti. Não quero fingir que não te conheço. Tudo bem querer ir embora, não vou impedir que siga seu caminho, mas, por favor, permita-me que te transforme em uma boa lembrança para que quando a saudades chegar eu não me sinta uma idiota e nem arrependida por senti-la. ’’

Penso olhando no fundo dos seus olhos, como se estivesse falando com ele via telepatia, como se ele pudesse ler meus pensamentos e saber de que o culpado por eu ter me machucado novamente, é ele. Eu já devia saber que isso ia acontecer, mais cedo ou mais tarde, eu ia me decepcionar outra vez.

O sinal toca, eu pego minha coisas e saio correndo da sala, eu só queria ir pra casa e chorar, corro pelos corredores como uma louca tentando fugir. Vou ate a frente do prédio, as pessoas me olham como se eu fosse uma lunática, talvez eu seja isso mesmo. Continuo a correr pelas ruas, me desculpando a cada esbarrão, me levantando a cada queda, entro no metro e novamente me rotulam como desequilibrada pela maneira que eu estou, mas eu não ligo, isso não me importa agora, posso chorar sobre isso quando eu chegar em casa.

A porta do vagão se abre e eu saio o mais depressa o possível e sigo correndo ate em casa, já estou ficando sem fôlego, e quanto mais eu me aproximo de casa mais minha vontade de gritar, chorar, sumir aumenta. Adentro a residência já tremula, minha mãe ainda não chegou.

E então eu chorei, chorei como se seu dia não houvesse fim, chorei com todas as forças que me haviam restado, chorei por todas as coisas que me machucavam, e principalmente… Chorei buscando pela morte, mas ela não vinha.

Eu gritei, com todo ar que tinha em meus pulmões eu grito, grito ate não conseguir mais. Grito por tudo que já me machucou, lembro de todo o passado recente que me retalhar a todo o momento, estou frustrada, iludida, novamente me sinto desgostosa amargurada, insignificante. Desabei no chão em lagrimas, pedindo socorro, sim socorro, pois não é normal uma pessoa achar melhor tira-lhe a própria vida do que conviver com a dor, solidão e a depressão.

Depois, vendo o tão inútil que é pedir por socorro, eu sorri. Zombando de minha dor, fiz assim, mais uma cicatriz.

Sequei as lagrimas, e subi pro meu quarto, minha mãe chega a qualquer momento, não quero que ela me veja neste estado. Vou direto pro banheiro, entro no Box e deixo a água fria percorre por todo meu corpo. Sinto uma ardência nos meus joelhos, braços e mãos, foi por causa das quedas, mas nem aquela dor física aplacava a dor sentimental. Podem achar exagero, eu não to nem ai, eu pensei que tinha ganhado alguém com quem contar, mas eu só me iludi.

Enrolei-me em uma toalha e encarei o espelho, me pergunto “Quando minha hora vai chegar? Quando alguém vai reparar nos meus pequenos detalhes e se apaixonar?”


Notas Finais


Iai pessoal !!!
Gostaram? Sejam sinceros
Não deixe de comentar por favor!!!!
Ate o proximo capitulo pessoal!!!
Kissus de brigadeiro !!! O3O O3O


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