História Minha Vida Em Cor De Rosa - Jikook - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Baeczinho

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Got7
Personagens Jimin, Jungkook
Tags Jikook
Visualizações 58
Palavras 1.617
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Famí­lia, FemmeSlash, Ficção, Fluffy, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá readers, mais uma fic!!
Agora com a participação do ser humaninho ~baeczinho ♥♥
Espero que gostem e boa leitura!
Hugs♡

Capítulo 1 - 1 Capítulo


Ser um garoto rico e popular na escola não me fazia feliz, eu queria ter amigos e ser enxergado como um aluno qualquer pelos corredores. Minha vida sempre foi resumida em entrar na sala 7 - sétima série, e ser recibo por olhares interesseiros. Os professores me mimavam com notas altas e diziam ser educadores de Park Jimin. Nunca entendi o por que da sastifição em dizer que estavam próximos à minha imagem, eu era apenas um dos filhos de Park Lin, presidente do país, não mudava em nada ser herdeiro de algo tão sujo como wons roubados.

Em 2005, aos meus 10 anos de idade, fui chamado para participar como melhor aluno do colégio de uma olimpíada matemática. Não que eu não quisesse participar, mas meus sonhos eram outros, e por insistência familiar acabei ganhando medalha de ouro em um dos primeiros lugares. Como consequência disso, tive que deixar as aulas de jazz para me cursar em cursos técnicos do ramo. 

Com o passar do tempo, já em 2008, comecei a tomar decisões nada agradáveis para a sociedade. Conheci a cor rosa e me apaixonei completamente pelos objetos revestidos na coloração. Meus pais não aceitaram muito bem quando me viram pela primeira vez com uma blusa rosa pastel, mas relevaram pelo fato de eu ainda ser uma criança.

Seoul. Colégio SQ - 2012

P.O.V Jungkook [ 9h53 min ]

- O trabalho será manuscrito e sem rasuras. Quero que façam no mínimo cem linhas e no máximo duzentas. Irei sortear as duplas amanhã, não faltem! - O Sr. Elksis falava em tom grave, anotando restrições infinitas no quadro negro.

Olhei para Jung Hoseok que se sentava ao meu lado e revirei os olhos ao perceber sua concentração nas explicações.

- Porque será que ele gosta de passar trabalhos grandes?! Se eu fosse professor não perderia tempo corrijindo essas coisas. - Reclamei, chamando sua atenção.

- Como?! - Deixou a caneta sobre a carteira.

- Eu odeio trabalhos!

- (risos). Kook, você não era assim quando te conheci, o que está acontecendo?

- Acho que parei de obedecer aos roteiros da vida.

- Isso diz respeito à ficar tranzando com garotos e garotas no banheiro?!

- Talvez. - Sorri malicioso.

- Sr. Jeon Jungguk e Sr. Jung Hoseok, vocês já acabaram de anotar o trabalho? - Ouvi a voz de Elksis interromper a conversa.

Olhei para ele que me fitava com ódio e suspirei pensando em uma resposta educada.

- Não Sr. Elksis, Jeon estava sem caneta e por esse motivo me pediu uma emprestada. Desculpe se atrapalhamos?! - Hoseok falou antes que eu pudesse dizer algo.

- Tudo bem, mas não conversem. É obrigação do aluno trazer o material didático. - Se virou para a frente novamente.

Olhei para o lado uma última vez e voltei o rosto para a carteira, pousando meus braços e cabeça sobre a mesma.

(…)

Durante o intervalo para o almoço, me sentei em uma escada próxima ao terceiro bloco. Eu estava sozinho e aproveitaria para terminar os trabalhos de escola.

Ajeitei minhas costas na parede gélida e apoiei o sanduíche de carne em meu colo, deixando um pouco de suco cair sobre minha calça.

- Merda! - Xinguei colocando o copo no degrau acima.

Apalpaei a parte molhada e sequei as mãos em um guardanapo.

- Cala a boca inferno! Preciso pensar em uma maneira de esconder o corpo! - Percebi a presença de mais alguns garotos no local.

Guardei o sanduíche novamente dentro da mochila e me aproximei do corrimão, tendo a visão perfeita de seis garotos carregando uma pessoa desmaiada.

- Você não deveria ter machucado ele, era só para assusta-lo. - Um deles falava em quanto dirigia o olhar para ambos os lados.

- E você só agora você se manifesta? - O maior gritava, passando as mãos pelo cabelo.

Pensei em perguntar o que estava acontecendo, mas eles estavam em seis e não me pareciam amigáveis.

Respirei fundo imaginando em como aquele garoto estava sofrendo e me sentei novamente na escada. Se eu fisesse algo de errado eles poderiam me notar e acabar fazendo o mesmo que fizeram com a vítima. Mas se eu deixasse que escondessem o corpo ficaria com peso na consciência e não dormiria durante um bom tempo.

Olhei para o suco que ainda permanecia no degrau onde estava, e comecei a pensar em algo. Eu me passaria por um aluno exemplar e ligaria para a diretoria avisando ter restos de comidas despejadas no terceiro bloco.

Derramei um pouco de suco nos degraus abaixo e destruí o sanduíche, deixando apenas farelos espalhados pelos cantos. Peguei meu celular e andei até o meio da escada, fingindo estar descendo.

- Alô?! Sra. Rê? - Falei em voz alta. - Queria avisar que alguns de seus alunos deixou alimentos no terceiro bloco. Me parece que estavam lanchando e acabaram criando uma guerra alimentar.

Olhei para baixo e vi que os garotos apoiavam o corpo desmaiado sobre uma caixa.

- Sim, isso mesmo. - Retomei ao telefone. - No terceiro bloco, próximo à escada com defeitos.

Voltei a olhar para baixo e sorri ao vê-los se retirando.

Peguei minhas coisas e corri até o garoto. O mesmo estava machucado e com vários cortes espalhados pela face.

- Meu Deus… porque fizeram isso? - Perguntei mesmo sabendo que não seria respondido.

Deixei minha mochila atrás da caixa e o peguei no colo, indo em direção à enfermaria.

- Sra. Shin?!! - Gritei ao adentrar a sala de cuidados.

Fechei a porta com os pés e corri até a maca, deixando o corpo confortável sobre a maca.

- Jeon? O que aconteceu? - Shin perguntou ao se retirar do banheiro.

- Eu não sei, achei esse garoto desmaiado no terceiro bloco. Ele está muito machucado! - Falei eufórico.

- Deixe-me ver. - Se aproximou. - Mas este é Park Jimin, do segundo ano.

- Quem?! - A olhei confuso.

- Park Jimin. - Andou até a mesa de trabalho. - Poderia me fazer um favor?

- Sim.

- Pegue um pouco de água com açúcar na cozinha e avise à diretoria o que aconteceu, ele irá acordar em minutos.

- Tudo bem.

P.O.V Jimin [ 14h15 min ]

- Ainda dói? - Jeon perguntou, me ajudando manter o gelo sobre os lábios.

- Um pouco… - Fechei os olhos tetando conter os gemidos.

Eu já havia acordado faziam alguns minutos e Jeon Jungguk não saira do meu lado por nada. No começo não sabia ao certo quem ele era, mas com o tempo nos conhecemos e esclarecemos as coisas.

- Agora me conte, porque eles te bateram? - Perguntou se sentando ao meu lado na maca.

- Não vê?! Estou usando rosa. - Apontei para minhas vestimentas.

- E qual o probelma?

- Eu também não sei.

- Você se lembra de algum deles?

- Não. - Menti. - Eles estavam usando máscaras, e me atacaram por trás.

- Hm… talvez as câmeras ajudem.

- Esqueça isso, eu não me importo mais com as agressões.

- Como não?! Eles quase te mataram!

- Talvez não seja uma má idéia morrer agora.

- Você não pode pensar assim, as pessoas se importam com você.

- Nomes?!

- Aish… - Olhou para os lados. - Eu não sei nada sobre sua vida, não conheço as pessoas que você conhece, então a única coisa que posso lhe dizer é que eu me importo com você.

- Se importa?! Me conheceu faz apenas uma hora, porque diria isso?

- Por que eu realmente me importo!

- É muito bom ouvir isso, mas não consigo acreditar.

- Você é complicado! Qual o seu problema?

- Muitos.

- Estou aqui para ouvir.

- Meus pais trabalham durante 24h, nunca estão em casa quando eu preciso… eu só queria amor, carinho, atenção. Não preciso de dinheiro ou smartphones caros. - Suspirei. - Deixei de realizar meus sonhos para participar de olimpíadas matemáticas pelo mundo, e ainda sim querem mais… sofro agressões físicas e verbais desde o quinto ano. Perdi meus avós essa semana e eles eram os únicos que cuidavam de mim. E por último, que já não considero como um probelma, descobri o alívio das minhas dores no rosa, na cor rosa que tanto uso em minhas coisas.

- Nossa! - Arqueou as sombracelhas. - Eu… me desculpe?!

- Não se desculpe, você tem total razão de dizer que sou complicado, ninguém nunca vai me entender.

- Eu posso tentar. - Me olhou desafiador. - Como você encontrou alívio para as dores em uma cor?

- Eu gosto de rosa, e quando a vejo me sinto feliz de estar próximo à uma coisa que me agrada.

- Você trata o rosa como se fosse um ser humano.

- Jamais! Seres humanos são estúpidos, a cor rosa nunca faria o que eles fazem.

- (risos). Sua casa também é rosa?

- Não, só o meu quarto.

- Entendi. - Olhou nos meus olhos. - Posso te contar uma coisa?

- Sim.

- Meus pais faleceram no meu aniversário de dez anos. Eu moro sozinho, em uma casa de aluguel. Minhas notas são uma das piores na classe, e meu sonho nunca poderá ser realizado por que não tenho dinheiro… não tenho amigos e talvez se você dividisse a cor rosa comigo eu poderia me livrar dos remédios.

Meu coração se apertou quando ouvi Jeon dizer aquelas coisas. Eu poderia ter uma vida ruim, mas a dele sem dúvidas era pior. Ele não tinha pais e nem amigos. Vivia sozinho e ainda gastava o dinheiro que tinha em aluguéis e materiais escolares. Nunca pensei que fosse possível alguém dessa idade cuidar de si próprio, com tantas tarefas à serem compridas e contas para pagar. Fui um egoísta ao pensar em que apenas eu poderia ter problemas e ser rejeito na humanidade.

- Sim. - Falei o abraçando. O mesmo se assustou no início, mas acabou cedendo.

- Oque você quiz dizer com “sim”?- Perguntou em meio ao abraço.

- Sim, eu divido o rosa com você!

Neste dia o céu amanhece cor de rosa com nuvens de algodão! Dá até para sentir o cheirinho de amor e romance no ar... ~ Wambastem 


Notas Finais


Desculpem qualquer erro, não revisei!
Até o próximo cáp e obrigada por lerem!! Hugs ♡


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