História Minha Vida em Seu Toque - Capítulo 44


Escrita por: ~ e ~whosia

Postado
Categorias Coldplay
Tags Amnésia, Bruno Mars, Conflitos, Helena, John, Jonny, Relacionamento, Tesão, Toque
Exibições 8
Palavras 2.977
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Amores! Há quanto tempo! Perdoem pela demora de quase dois meses. Tivemos um probleminha que já foi resolvido. Obrigada a ~VickLuiza123, ~MsPotter20, ~LvLuuhLv e ~GabiBerryman pelas favoritações <3 Beijinhos

Capítulo 44 - Nascimento e loucura


  Guy só sabia chorar. 

  Desde o instante em que colocaram nossa filha em meus braços. Ele deveria ser a mãe, era a única explicação. Era compreensível já que durante o parto ele só teve tempo de ouvir minhas ameaças. Não dá pra descrever aquela dor então só digo que foi a responsável por xingar Guy de alguns nomes nada carinhosos. Inclusive isso gerou algumas risadas pelos corredores. Mas ele não ligou... Ficava ouvindo meus gritos e apertando minha mão.

Mas a pequena já estava ali. Era bem barulhenta e não parecia com nada que já tivesse visto. Era única e nossa... Claro que naquele momento seria impossível dizer como me sentia. Era parte de mim, então faria tudo para deixá-la feliz. Dava pra compreender minha mãe afinal. Aquela era a proteção que ela sempre mencionava. Bem, eu seria capaz. 

Ela segurou meu dedo indicador e me encarou por dois segundos. Bastou para que eu visse os pequenos lábios tremerem e o choro recomeçar. Tão difícil quanto a mãe. 

  - Eu... Ela é tão maravilhosa, amor, ela tem... – Ele soluçava. – Tem os seus olhos.

  - Ainda está com a cara amassada, Guy. Não tem nada de mim aqui... Toma, vamos ver se fica calma com você.

  - Vem com o papai, minha princesa. – Guy segurou e pude me ajeitar naquela maca. Eu realmente não imaginei que ela ficaria quieta tão rápido. – Amor, ela gostou de mim!

  - Olha só... Pequena ingrata. Fica um docinho com o pai. Eu sei como é...

  - Você vai aprender. Ela é leve, amor, muito leve. Olha isso. Parece uma pena.

  - A mãe sou eu. Você que precisa aprender. Mas não se preocupe porque essa leveza passa rápido.

  - Quando vamos poder levar ela pra casa, moça?

  - Provavelmente amanhã à tarde. O médico ainda vai conversar com vocês. Mas está tudo bem então não deve demorar. Aliás, você não tem muito tempo aqui. - A enfermeira anotou algumas coisas em um papel.

  - Mas isso é muito tempo! Não posso ficar com minha mulher e minha filha? Isso é absurdo! Amor! Faz alguma coisa... – Disse enquanto não tirava os olhos da bebê.

  - São as regras. Pode voltar pela manhã. Darei mais alguns minutos. 

  - Parece que não posso fazer nada.

  - Tudo bem. Regras e blá blá blá. Pode nos deixar sozinhos rapidinho?

  - Claro. Volto logo. 

  - Está aí uma fêmea que você não conseguiu conquistar. - Comentei assim que a mulher fechou a porta.

  - Nem faço questão. Não aguento mais esse hospital. Sabe que não gosto de lugares assim.

  - Eu sei, amor. Mas veja pelo lado bom, você já está indo pra casa. Ainda vou passar a noite toda aqui.

  - Amor, terei que fazer um plano. Vou me esconder no banheiro e quando tudo fechar, eu volto pra ficar com você e com a nossa filha.

  - Gênio! E deixa John com o irresponsável do Jonathan sem nenhuma notícia. Pegue John e vá pra casa. Amanhã vocês voltam.

  - Amor... Por favor. – Aquilo era uma chantagem? Ele fazia uma cara fofa e eu aceitava tudo? Guy parecia mais uma criança pedindo doce.

  - Guy... Não vamos fugir. Sabe que precisa ir. Pare de me olhar assim.

  - Ah! Tudo bem. – Vi o bico se formando.

  - Quer me beijar agora ou prefere esperar a outra voltar? Vai te colocar pra correr.

  - Prefiro beijar. Não tenho muito tempo. – Ele se aproximou, mordeu meus lábios e as línguas brigaram rapidamente. – Vai pra mamãe, meu amor. O papai vai ter que ir embora, mas amanhã bem cedinho trago o seu irmãozinho pra te conhecer. E não chora com a mamãe, tudo bem?

  - Só por esse biquinho aqui, já sabemos o que vai acontecer. Aproveite pra dormir bastante, amor.

  - Terei que ficar com o turno da noite, né?

  - Pode apostar nisso. Acho que seu turno será integral. Olha isso... - A coisinha já estava choramingando. 

  - O tempo acabou. Precisa sair agora.

  - Um minuto. – Se aproximou novamente. – Lamento pelos dias de resguardo. Lamento mesmo. Um mês e uns dias sem penetração. Isso não é nada justo. – Sussurrou só pra que eu ouvisse.

  - Já disse que te odeio hoje? Nossa, como eu te odeio. Sai daqui. - Sorriu.

  - Fiquem bem, meu amores. Cuide bem dela, Hely. Amanhã temos um assunto importantíssimo pra conversar.

  - Nem quero saber. Tchau.

  - Não vamos chamar a nossa filha de "ela" o tempo todo, não acha?

  - Ai... Outra oportunidade pra te matar. Anda...

  - Amo vocês.

  - Também amamos você. - Me deu o último selinho e saiu.

Guy 

  Não preciso resumir o que eu estava sentindo. Ou melhor, preciso sim. Amor, alegria e tristeza ao mesmo tempo, principalmente por ter tido que sair daquele hospital. Ela era a coisa mais linda do mundo. 

  Quando abriu os olhinhos pela primeira vez, pude ver o verde-claro intenso em sua íris. Era exatamente como o olhar de Hely. Os cílios, as sobrancelhas quase ralas. A quantidade de cabelo era impressionante, não sabia que cabia tanto cabelo em um único bebê. O nariz era praticamente igual ao meu e a  boca... Bem, não era parecida com a de ninguém. Talvez uma mistura dos dois. 

  Era indescritível o quanto vibrei por dentro por sentir aquela garotinha em meus braços. E era ainda mais impressionante o quanto a amava. Não tinha nenhum dúvida disso. 

  Recebi várias ligações e mensagens. Uns amigos nossos criaram um grupo só pra saberem sobre a gravidez. Avisei quando havíamos entrado na sala de parto. E mandei um "nasceu" quando cheguei na casa de Jonny. 

  Olhei no relógio e... Uma hora e trinta e dois. Ou os dois estavam dormindo ou Jonny estava desesperado pra saber notícias sobre o bebê. Toquei a campainha.

  - Onde elas estão? Hely está bem? Essa mensagem "gigante" não explica nada! Tem uma foto pelo menos?

  - Que desespero é esse? Onde está meu filho? – Entrei e o empurrei.

  - Bem aqui. O desespero foi seu. Olha essa cara aí... Melhor não quebrar meus espelhos. Agora explique tudo.

  - Minha filha nasceu. Deu tudo certo. Ela é linda. E me expulsaram de lá. Helena disse que eu deveria vir pegar John e voltar pra casa.

  - Não precisa ir. Podem ficar aqui. Também quero ver como ela é amanhã. E parece exausto...

  - Eu... Preciso mesmo de uma cama. Estou muito cansado. Podem pegar meu celular para ver as fotos. Como Jonny te tratou? 

  - Tudo tranquilo. Ele estava se descabelando todo, pai. Precisava ver. 

  - E o que está fazendo acordado a essa hora? 

  - Estava esperando dar notícias. 

  - Tudo bem. Vem dormir. – Jonny arrancou o celular de minhas mãos e olhou minha filha como se estivesse olhando um diamante.

  - Meu Deus... Ainda bem que é igualzinha à Hely. É muito linda. Tem certeza que o pai é você? Não sei, não. Se for, essa criança teve sorte.

  - Realmente... Pai, é muito fofa. 

  - Eu nem tenho tempo pra suas idiotices, Jonathan, John precisa dormir e eu também. Aliás, essas olheiras estão horríveis. E pare de babar minha filha.

  - Mas nem comecei. Deveria olhar pra você antes de falar dos outros. Podem ir.

  Andei um pouco até chegar no quarto, tomei um banho e deitei naquela cama enorme com John. Ele se ajeitou em meus braços. 

  - Comeu? Fez tudo direitinho? Obedeceu Jonny?

  - Tudo certo. Estava aqui só pra tentar acalmá-lo mesmo.

  - E porque não pode mais dormir sozinho.

  - Posso sim. Já fiz isso muitas vezes... Está tudo bem com minha mãe? Foi muito difícil?

  - Ela sentiu um pouco de dor. Muita dor. Foi um esforço muito grande, você sabe. Mas está bem.

  - E a menina? Já escolheram o nome? 

  - Sabe que sua mãe é irresponsável, não é? Não escolhe e nem me deixa dar sugestão. Disse que deveríamos fazer juntos. Quando voltássemos para casa. Nós três.

  - Já imagino a briga. Deveriam ter feito antes.

  - Foi o que eu disse, mas não tive culpa se ficou adiando. De qualquer jeito, vai ver a coisinha mais linda do mundo amanhã e vai dar um nome pra ela.

  - Não vou, pai. Vou deixar isso com vocês mesmo. Ela pode não gostar depois, aí a culpa vai ser minha.

  - Não se preocupe com isso. Vem cá. Já pode dormir. Boa noite, filho.

  - Boa noite.

  Senti meus olhos bastante inchados no dia seguinte. Praticamente não dormi pensando em Hely e na bebê.  Consegui descansar um pouco pela manhã. Eu queria sair correndo até aquele carro  e voltar pro hospital, mas o sono foi mais rápido. Algumas horas depois, na hora do almoço, acordei com um barulho na porta. John ainda dormia tranquilamente em meu lado. 

  Era Jonny fazendo a proposta de levá-lo até a maternidade. Mandei um foda-se antes de entrar no banheiro e esperei que John terminasse de se arrumar depois que me vesti. 

  Passei no Drive Thru de um restaurante natural pra que John pudesse almoçar e levei comida pra Hely. Corri mais rápido do que deveria com carro. Jonny me olhou com uma cara de assustado quando parei na frente do hospital. Não liguei e simplesmente entrei na sala depois de passar na recepção. Abri a porta e vi Hely amamentando a garotinha. 

  - Amor? Trouxe visita.

  - Um ótimo dia pra você também. John está aí? Deixe entrar.

  - Bom dia, mãe. Onde está minha irmã?

  - Seria essa coisinha aqui? Vai poder pegar daqui a pouco. 

  - Também estou esperando. Oi, Hely. Posso pegar primeiro? Claro que sim.

  - Saiam daí. Eu sou o pai. Tenho prioridade. Como foi a noite? Ela chorou muito? – Ela soltou o peito quando me viu. Me cobri com um pano e a carreguei. 

  - Pai? Você tomou curso? Minha mãe nem precisou falar nada. 

  - Já tenho experiência.

  - Experiência... Foi incansável no choro. Olha, só quero a minha cama agora.

  - Vou te levar logo. Não se preocupe. Você comeu aquela comida horrível de hospital? 

  - A gente trouxe comida pra você, mãe. 

  - Precisa se alimentar antes, amor.

  - Nem se anime, Helena. A comida dele não é melhor. 

  - Sei disso. Se tiver alguma coisa verde aí... Você está perdido.

  - Já viu o tamanho da nossa filha? Não quer entupir ela de besteira com essa idade, né? É mais saudável que coma isso. Confie em mim. Sei o que estou fazendo.

  - Juro que vai me deixar louca nesse ritmo. Mas ainda não posso comer nada gostoso. Ordens médicas. 

  - Agora essa gracinha vem com o tio aqui. Tire as patas, Guy.

  - Olha o respeito.

  Dei a garotinha a Jonny e Helena me deu espaço pra que eu sentasse naquela maca com ela. 

  - Amor, você pensou em alguma coisa? Quer dizer, nossa filha já nasceu. Não acha que adiou demais? Precisamos de um nome agora.

  - Não sei, Guy. Você vive me cobrando. Mas até agora não disse nada. Cadê as sugestões, gênio?

  - Não faço ideia. Pensei que quisesse fazer isso. John... Alguma sugestão? 

  - Eu não sei. Talvez... Talvez... Meghan.

  - Posso sugerir também? Claro, faço parte da família. Sophie... Que tal?

  - Sugiro que fique quieto, Jonathan. E prefiro a sugestão de John.

  - É... Cala a boca. Filho... De onde arranjou esse nome? 

  - Eu... Não sei. Vocês gostaram? 

  - Claro que sim, John. Por mim, eu gostei muito.

  - Ótimo. Então é Meghan. Resolvemos tudo. 

  - Poderiam me ouvir, mas tudo bem. 

  - Estou ficando doida ou Jonny ta carente?

  - Ele está. Provavelmente quer uma família também. Talvez esteja precisando de uma mulher. 

  - Tenho certeza.

  - Nesse caso sinto muito, meu amor. Mas não posso ajudar. Agora deixe Meghan com John. 

  - Até isso ela tira de mim.

  - Acha que vai ficar o tempo todo com minha filha? Se bem que o serviço de babá de graça não cairia tão mal. 

  - Não sei como fazer isso, mãe.

  - Não vejo problema. Vou ensinar muitas coisas a ela. Viu? Ele nem consegue.

  - Para com isso, Jonny. Seu pai vai mostrar como funciona, John.

  - Jonny... Qual é o problema? Quer conversar? Quer sequestrar minha filha? Assim, filho. – Coloquei o pano em seus braços e fiz com que sentasse onde eu estava.

  - Já sei como Jonny pode se sentir útil. Procurando o médico pra me livrar disso aqui. Ande, gostoso.

  - Ei! Não gostei. Gostoso sou eu.

  - Sinceramente, Guy. Você é uma decepção. 

  - Estou indo então. Pode sonhar, Guy.

  - Obrigado. 

  - Pai, ela vai começar a chorar. 

  - Vem cá, filha. Meu amor... Te amo tanto. Amor... Eu estou apaixonado por ela. Amor, ela é perfeita. É nossa filha, meu amor...

  - É sim. Pelo visto foi uma paixão instantânea em todos. São esses olhinhos aí...

  - Eu falei que seu olhar deixa qualquer um louco e parece que ela herdou isso de você.

  - Eu acho que vou pegar um táxi. Preciso dormir um pouco. 

  - Mas já? Não, John, não vou deixar que vá sozinho.

- Não quer esperar a gente, filho? Sei que está cansado, mas acho que não vai demorar.

  - Eu já vou, mãe. A gente se encontra por lá, tudo bem?

  - Guy te leva então. Jonny fica pra me ajudar. Já foi procurar o médico mesmo...

  - Não, não. Peço pra Jonny ir. Você se importa, filho? 

  - Eu... – Suspirou. – Não. Posso ir com ele.

  - Poderia ser menos teimoso pra variar. Mas se John concorda...

  - Tá tudo bem. – John se aproximou beijou Helena e, logo em seguida, Jonny voltou com o médico. 

  - Jonathan. Vai precisar levar John pra casa.

  - Claro. Vamos lá.

  - Fique por lá. Não se preocupe que logo estaremos lá.

  - Bem, vim mesmo para dar alta as duas. A bebê está muito bem e provavelmente vai seguir as indicações que lhe dei, certo? Já pode ir arrumando as coisas do bebê. Pode me dar licença, papai? Vou tirar todos esses fios da sua esposa. 

  - Claro.

  Ficar uma noite toda trancada naquele quarto e sem Guy tinha sido péssimo. Então só podia sentir alívio ao me livrar daquelas coisas. Aliás, nem via o que o médico estava fazendo. Só queria ter certeza de que Guy não estava esquecendo nada ou fazendo confusão. Pensando bem, ele era certinho demais pra isso. A confusão seria minha. 

  - Pronto? Podemos sair? Juro que faço tudo certinho, doutor.

  - Sendo assim, estão liberados. 

  - Obrigado. Tenha um bom dia.

  Guy colocou Meghan na cadeirinha e me sentei ao lado dela. Comecei a pensar na situação de John. Não havia entendido o por que de ter saído daquele. Talvez Guy tivesse alguma explicação.

  - Acha que fiz algo errado com John? Vocês brigaram de novo?

  - Que eu saiba não. Dormimos juntos ontem. Não acho que tenha dito nada. Achei que ficou meio esquisito depois que falamos de Meghan.

  - Mas parecia tudo bem. Ele estava com ela e tudo... Nem chegamos em casa e ele já está bravo. Que ótimo.

  - Amor, precisa parar com esse pessimismo. Nem chegamos em casa e já tá pensando no estresse de John. Relaxa, tudo bem? Ele está bem. Você precisa descansar. Passar um pouco mais de tranquilidade a nossa filha.

  - Claro. Parece que ainda sou muito egoísta. Mas era pra estar tudo realmente bem. Estou muito tranquila. Não se preocupe, sua filha não vai sofrer com isso.

  - Hely... Não foi isso o que eu quis dizer... Tudo bem. Eu não pretendo falar mais nada.

  - Não é necessário. Está tudo claro aqui.

  Às vezes achava que Guy era de outro planeta. Não fazia sentido chamar pessoas pra conhecer uma criança com uma semana de vida. Deixando claro que deveria ter fotos de Meghan até no espaço. Qualquer suspiro dado era motivo de registro. Muitas coisas em Guy não faziam sentido. Normalmente eu acordaria bem tarde pra dar um jeito no choro dela, mas ele simplesmente me deixava desmaiada e só contava no dia seguinte. John passava boa parte do dia trancado no quarto. Não sabia como melhorar essa situação. Talvez fossem muitas coisas ao mesmo tempo. Talvez fosse por conta da separação... mas eu não podia fazer mais nada. Eu e Guy conversamos com a garota e ela nos enxotou! E agora o filhote estava triste. Definitivamente uma loucura. Acabaria perdendo o juízo. 

  - Amor, tem certeza que quer sua maravilhosa sogra aqui? - Ele estava empurrando o carrinho com o pé e observando o sono da filha.

  - Sabe que não gosto muito de sua mãe, mas de qualquer jeito ela é a avó. Não posso impedi-la de nada. Christian disse que já estava chegando.

  - Que inferno... Não tinha a menor necessidade disso.

  - Amor, precisam conhecer a criança. É uma boa ideia. E nem são tantas pessoas assim. Só Jonny, Bruno, seus pais... Nada de mais.

  - Ta brincando comigo? Aquele mala também? Desde quando estão tão próximos?

  - Ah, amor, ele está naquele grupo de Meghan, lembra? Disse que queria ver algum dia. Eu disse que poderia ser hoje. Não sei de onde vem toda essa implicância com Bruno.

  - Eu te odeio. Diga que posso ficar no quarto e me poupar desse circo. É o mínimo...

  - Não. Você vai receber todo mundo. – Exatamente nessa hora, Meghan acordou com um choro. – Oi, meu amor... Você acordou? Não chora. O papai está aqui. Hora da comida, Hely.

  - Pensei que faria isso por mim também. Era só o que faltava.

  - Não tenho leite. Se está reclamando, pode ficar com o turno da noite, coisinha.

  - Não faço questão. Você ainda aguenta isso. Veremos nos próximos meses. - Meghan ficou um longo tempo mamando em meu seio esquerdo, mas não demorou nada pra que os loucos chegassem.


Notas Finais


<3


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