História Minha vida pertence a você - Capítulo 1


Escrita por: ~

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Categorias Em Família, The L Word
Personagens Clara Fernandes, Luiza Fernandes Machado, Marina Meirelles, Personagens Originais
Tags Amizade, Bebidas, Drama, Família, Festa, Lesbicas, Romance, Sexo
Visualizações 200
Palavras 979
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Crossover, Famí­lia, Festa, Luta, Romance e Novela, Violência
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Intersexualidade (G!P), Sexo, Transsexualidade
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi gente tudo joia? :)

Capítulo 1 - Capítulo 1


Minha vida nunca foi fácil, filhos, trabalho, ex mulher e muitos outros problemas que nem tem como enumerar, sou mãe solteira de dois adolescentes, Duda de 16 anos e Luccas de 17 anos. Admito que minha ex mulher me ajuda muito cuidado dos nossos filhos, Duda por mais que seja um amor de garota, está entrando naquela fase de ter celular igual das amigas, ter namorado cedo e querendo ou não ela sempre será minha menininha, já Luccas o mais velho, sempre está dormindo fora de casa, sempre voltando com um chupão no pescoço, já virou até rotina.

Duda: Mãe, vou na casa da Bia. Entra em meu escritório. – Vou dormi lá hoje. Fala saindo, mas eu a impeço. Maria Eduarda é morena, tem olhos claros assim como sua outra mãe, cabelos castanhos, lábios grossos e corpo com belas curvas.

Mari: Com autorização de quem Maria Eduarda? Pergunto séria.

Duda: Pedi pra tia Van. Da de ombro. – Ela disse que pedir a ela é o mesmo que pedir a você. Sussurra. Ah mais eu mato a Vanessa, namoramos por dois anos, mas isso não significa que ela pode mandar ou desmandar em meus filhos de jeito nenhum. – Qual é mãe é só hoje. Faz biquinho.

Mari: Só hoje. Falo séria e ela pula de felicidade. – Chame Vanessa assim que sair. Peço e ela assente saindo, mas volta e me dá um beijo na bochecha e sai correndo.

Van: Mandou me chamar Mari? Entra no escritório com um sorriso no lábios.

Mari: Que história é essa que pedir para você é o mesmo que pedir pra mim? Pergunto séria. – Você não é mãe dos meus filhos Vanessa, você não pode e não deve passar por cima da minha autoridade entendeu? Pergunto e a vejo assentir.

Van: Desculpa Marina. Pede. – É que eu os carreguei no colo, te ajudei a cuidar dele melhor que a Andressa eu pensei que nos nosso dois anos de namoro eu faria parte na vida deles assim como fui na sua.

Mari: Agradeço todos os dias por ter me ajudado a cuidar deles Vanessa, mas eu não significa que você tem autoridade para deixar ou não meus filhos sair por aí. Falei firme. – Você é minha melhor amiga, peço que aja como uma. Falo séria e ela assente. – Tem alguma coisa marcada pra hoje? Pergunto bebendo um pouco de suco de maracujá para me acalmar um pouco.

Van: Tem um ensaio as quatro e seu pai quer que o busque as sete, pois ele tem uma novidade pra você. Fala e eu assinto. – Ah falando na sua ex, Andressa está voltando de Los Angeles.

Mari: Mereço. Murmuro. – Luccas está aqui? Pergunto por ouvir algumas vozes masculinas.

Van: Sim, com um grupo de amigos de vôlei, vou ajudar a Flavinha com a iluminação. Fala e se retira.

Luccas: Ei mãe, está podendo falar?  Entra com um sorriso maroto nos lábios. Luccas é moreno, tem olhos escuro assim como os meus, lábios finos, cabelo castanho e corpo definido.

Mari: Claro. Aponto para cadeira. –Sobre o que você quer falar?

Luccas: Vai ter uma festa na casa do Fabinho e eu queria saber seu posso ir? Pergunta pela primeira vez o que me faz arquear a sobrancelha.

Mari: Onde esse Fabinho mora? Pergunto desconfiada.

Luccas: No Leblon. Sussurra, mas eu consigo ouvir.

Mari: Meio longe não? Arqueio a sobrancelha. – Mas pode ir, porém terá que levar a Manu. Falo lembrando que Manu havia pedido para Flavinha e a mesma não permitindo por ela ir sozinha.

Luccas: Ah qual é mãe. Resmunga. – Eu não vou ficar de babá de garotinha filhinha de mamãe. Revira os olhos.

Mari: Não fala assim dá Manu e eu não pedi para cuidar dela, pedi para que a levasse. Falo e ele suspira. – Afinal é mais fácil ela cuidar de você do que o contrário. Debocho e Luccas revira os olhos.

Luccas: Tá eu levo a Manu. Suspira. – Mas ela que se vire para voltar. Fala e sai do meu escritório, continuo vendo alguns relatórios e sou interrompida mais uma vez.

Bah: Minha menina está na hora do seu almoço. Aprece com uma bandeja cheia.

Mari: Obrigada Bah, você é a melhor. Falo agradecida e ela me dá um sorriso e sai me deixando sozinha.

-

Laura: Mãe posso ir na festa do Fabinho com a Maju? Pergunta se jogando ao meu lado na cama.

Clara: Quando vai ser? Pergunto lendo meu livro.

Laura: Esse final de semana. Fala e eu lhe dou total atenção. – Por favor? Faz aquela carinha que eu não resisto.

Clara: Tudo bem minha Leãozinho. Falo e ela se joga em meu colo.

Laura: Obrigada, obrigada, obrigada. Beija todo meu rosto.

Minha vida sempre foi resumida em minha filha e eu, claro que Pedro fez parte da nossa vida, mas depois que ele se declarou gay, foi morar com seu namorado Cadu que por sinal é meu melhor amigo em Malibu. Mesmo sendo chef de cozinha, faço de tudo para ter tempo para minha filha, Laura é tudo que tenho na vida desde que minha mãe foi morar em Los Angeles com seu namorado, minha menina tem seus 16 anos, olhos claros assim como o pai, pele morena, lábios carnudos e corpo escultural que puxou a mim pelo menos é o que minha mãe sempre disse.

Clara: Juízo hein. Falo e ela assente.

Laura: Pode deixar que isso eu tenho de sobra. Sorri e eu a acompanho.

Rosa: Minha menina o almoço já está pronto. Avisa com um sorriso.

Clara: Obrigada Rosa. Agradeço e ela assente se retirando. – Borá almoçar? Pergunto.

Laura: Vamos. Se levanta e eu a sigo. – Vovó ligou e disse que é para ir busca-la as sete no aeroporto. Fala e eu estanco no lugar.

Clara: Hoje? Pergunto e ela assente. – O que será que aconteceu? Me pergunto e vou me juntar a minha pequena para o almoço.


Notas Finais




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