História Minhas 4 Piores Desilusões Amorosas (Gay) - Capítulo 2


Escrita por: ~

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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Justin Bieber, Shawn Mendes
Personagens Camila Cabello, Justin Bieber, Shawn Mendes
Tags 13 Reasons Why, Camren, Justin Bieber, Os 13 Pôrques, Romance Gay, Shawn Mendes, Yaoi
Visualizações 43
Palavras 1.664
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Escolar, Romance e Novela, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


NOOOOOSSA!!! Eu postei o primeiro capítulo com quase certeza que ia flopar, mas pelo jeito vocês gostaram <3
Vai ter continuação sim. TOMA ESSA!

Capítulo 2 - Se explique, Justin!


Fanfic / Fanfiction Minhas 4 Piores Desilusões Amorosas (Gay) - Capítulo 2 - Se explique, Justin!

Se explique Justin. Por que você quis vir na minha casa?

 

Me arrumei e me perfumei para sua chegada e meu quarto nunca ficou tão limpo e bem arrumado. Fiquei esperando o interfone tocar e o porteiro avisar que um garoto chamado Justin estava querendo subir para o meu apartamento. Mas de repente a campainha tocou, fui atender e era você. Você me olhou reparando em cada detalhe do meu rosto e eu devo ter feito o mesmo. Meu coração acelerou e não sei como sobrevivi aquela emoção. De todos os meninos que já gostei, você foi o primeiro a vir em minha casa. Nunca tinha ido tão longe com alguém.

 

“Posso entrar?” você disse. Eu fiquei cativado pelos seus olhos castanhos claros. Reparei em suas roupas e… Parece que você não se preocupou em se produzir tanto quanto eu. Mas isso foi bom, fez eu me sentir mais à vontade com você.

 

“Claro fique a vontade.” Você entrou educadamente e ficou de pé enquanto eu trancava a porta. “Sente-se”.

 

“Não, estou bem de pé”

 

“Tem certeza? Pode sentar” insisti.

 

“Tenho sim.”

 

“Ok”

 

“Você tá sozinho?”

 

“Sim”

 

“Que bom. Não gosto de ir na casa dos meus amigos quando os pais deles estão em casa” você disse rindo.

 

“Por que?”

 

“Sou tímido”

 

“Por telefone você não parecia tímido”

 

“Por telefone não, mas pessoalmente sim. Posso conhecer o seu quarto?”

 

“Claro”

 

Te levei até meu quarto com as pernas bambas. Espero que você não tenha percebido meu  nervosismo. Você começou a reparar nos detalhes do meu quarto e nos meus CD’s.

 

“Você tem um belo estilo musical e adorei seu quarto. Você é bem organizado”

 

“Obrigado.” Mal sabia você que tinha dias que eu nem arrumava minha cama “Por que a Lorde não pôde vir?” perguntei só pra não ficar sem assunto.

 

“Disse que o pai dela quis levá-la pra almoçar fora. Que pena, seria bom se ela estivesse aqui. A gente podia  assustar ela com a brincadeira do copo” você disse rindo com o seu belo sorriso malicioso. E pra quem era tímido você até que se soltou bem rápido enquanto eu quase não conseguia falar com medo de falar alguma besteira.

 

“Eu estava esperando tocar o interfone. Como você passou pela portaria?”

 

“Ah, é que minha tia mora no apartamento ao lado. Eu primeiro fui no apartamento dela depois vim direto pra cá, por isso não toquei o interfone. Só a campainha”

 

“Então a vizinha fofoqueira é sua tia? Desculpa”

 

“Tudo bem, eu sei que ela é fofoqueira. Ela me contou coisas sobre você”

 

“Que coisas?”

 

“Ela só disse que você é uma pessoa caseira, nada demais”

 

“Jura?”

 

“Eu juro!”

 

“O problema é que ela vai contar pra minha mãe que eu recebi você aqui hoje e minha mãe vai pensar que estávamos….”

 

“Fodendo?”

 

“É…” respondi sem graça por causa da sua audácia em dizer aquela palavra.

 

“Você tem medo de usar esse tipo de palavra?”

 

“Não, só não queria que você pensasse que eu sou vulgar”

 

“Você é bem santinho, né?”

 

“Dizem que sim”

 

“Deixa ela pensar que estamos fodendo um ao outro, não estamos fazendo nada disso. Podemos começar a brincadeira do copo?”

 

“Como você quer fazer isso?”

 

“Sei lá, a gente olha na internet como se faz”

 

Eu peguei meu celular e pesquisei sobre a brincadeira do copo no youtube. Dizia que era preciso criar um tabuleiro com letras e números, apagar as luzes e acender algumas velas pro ambiente ficar mais sombrio. Nós não tínhamos uma mesa daquelas, então, enquanto eu pegava as velas, você começou a desenhar letras e números numa cartolina. Depois, colocamos a cartolina no chão e acendemos as velas em volta formando um círculo.

 

“Me conta melhor por que parou de falar com a Camila?” Você perguntou e eu respirei fundo antes de começar a dizer.

 

“Eu conheço a Camila há alguns meses e já fiz muito por ela. Convenci a minha melhor amiga Lauren a ficar com ela e ela me retribui com traição. Eu estava gostando do Josh...”

 

“Josh? O amigo da Camila?”

 

“Ele mesmo, você conhece ele?”

 

“Só de vista. Continue falando”

 

“Eu confiei na Camila e contei pra ela. Apesar dele ter namorada, eu achava que ele também tava gostando de mim por causa dos olhares que a gente trocava no colégio. Mas aí a Camila contou tudo pra namorada dele.” Você ficou boquiaberto quando eu disse.

 

“E…?”

 

“E a namorada dele me ligou perguntando se era verdade. Eu fui pego tão de surpresa que não consegui negar. Eu sabia que a Camila também estava do outro lado da ligação e falei tudo que tinha pra falar. No outro dia, Camila me ligou tentando se justificar, mas nada justifica isso!”

 

“Realmente ela pegou pesado”

 

“Mas, enfim… Você começa perguntando?”

 

“Pode ser”. Nós colocamos nossos dedos sobre o copo em cima do tabuleiro. “Tem alguém aqui?” e nada aconteceu. Eu fiz algumas perguntas também, mas o copo não mexia. Então desistimos da brincadeira. Eu era medroso pra muita coisa, Justin, mas não acreditava em fantasmas e acho que você também não. Então que merda estávamos fazendo mesmo? Onde você queria chegar com aquilo? Voltamos para o quarto.

 

“Isso foi ridículo” comentei.

 

“Pelo menos o ambiente ficou romântico” você disse rindo e me deixou vermelho de vergonha.

 

“Você tem sérios problemas” brinquei.

 

“Posso te contar uma coisa?”

 

“Pode”

 

“Da última vez que eu brinquei da brincadeira do copo foi com uma amiga e no final a gente acabou na cama”

 

“Sério?”

 

“Sim. Por isso eu queria que a Lorde viesse. Já pensou? Dois amigos e uma menina...”

 

Eu não podia acreditar que você tava falando aquilo. Você foi nojento, Justin. E eu não enxerguei isso porque estava muito mais preocupado em conhecer suas qualidades.

 

“Você tá louco? Eu te disse que eu não gosto de mulheres”

 

“Mas não seria capaz de transar com uma?”

 

“Talvez se eu estivesse sobre efeito de álcool...”

 

“Então era só você beber um pouco. Você ficava atrás e eu ficava na frente”

 

“Você teria mesmo coragem de transar com ela?”

 

“Pra falar a verdade não, ela é só uma boa amiga. Você já transou alguma vez?”

 

“Não”. Eu estava falando a verdade e fiquei um pouco envergonhado de dizer isso “As pessoas me pressionam pra que eu perca a virgindade”

 

“Besteira. Isso vai acontecer quando você tiver vontade.” Você foi compreensivo e era assim que eu queria que você fosse.

 

“Que posição vocês fizeram?”

 

“Várias. Uma delas foi assim...”  Brincando, você quis fazer uma demonstração. Você pegou um dos meus ursinhos de pelúcia que estava na cama, o colocou deitado e se deitou em cima dele fazendo movimentos de vem e vai com a cintura. Você não sabia disso até hoje, mas eu fiquei excitado vendo a aquilo. “Um dos pés dela ficaram em cima do meu ombro enquanto eu metia”

 

“Que posição ousada pra se perder a virgindade.” Eu sorri disfarçando e coloquei um dos travesseiros em meu colo para esconder que meu amiguinho estava duríssimo.

 

“Se for pra fazer, tem ser direito. Quando você fizer, vai querer que seja feito direito, não vai?” Eu não sabia o que responder então dei ombros. “Qual você pretende fazer primeiro?”

 

“Não sei”

 

“Fala uma”

 

Eu não queria parecer ainda mais antiquado, então me lembrei de uma conversa que tive com a Lauren sobre posições sexuais. Nós sempre falávamos sobre a tal “gancho.”

 

“Já ouviu falar do gancho?”

 

“Não, como é?”

 

Peguei dois ursinhos e fiz a demonstração. Você primeiro riu e depois colocou o outro travesseiro em cima do seu colo. O que tinha no meio das suas pernas que você tanto queria esconder? Eu fiquei tipo: Meu Deus! Estamos nós dois aqui pau duro. Continuamos conversando sobre sexo e outras coisas, até que eu quis ir ao banheiro.

 

“Você pode esperar aqui um pouco? Preciso ir no banheiro”

 

“Tá”



 

Saí do quarto e fui para o banheiro, lembra? Eu precisava digerir a emoção de receber você na minha casa. Então só fiquei parado respirando fundo de frente para o espelho. Você estava falando de sexo e isso é uma coisa tão íntima, Justin. Você queria transar comigo? Com a Lorde? Que merda você queria fazer? Depois voltei para o quarto e comecei a procurar meu celular. Você continuava sentado na mesma posição.



 

“Você viu meu celular” perguntei.

 

“Não” você disse rindo da minha cara. Eu tava cada vez mais apegado a seu sorriso.

 

“Você pegou sim”

 

“Eu não peguei. Quer me revistar?” Você ficou de pé e ergueu os braços. Sério que você tava me oferecendo seu corpo? Uma parte de mim queria muito aproveitar da situação e tocar você, mas a outra não. Você se lembra qual parte de mim falou mais alto? Pois é… Comecei a tocar seu ombros, depois passei as mãos em suas costas descendo para a barriga. Passei as mãos procurando nos bolsos traseiros, mas não senti nenhum volume. “Vai mesmo passar a mão na minha bunda?” você disse sorrindo maliciosamente. Garoto, você sabia me provocar.

 

“Onde está?”

 

“Continua revistando”

 

Tirei minhas mãos dos seus bolsos traseiro e as as trouxe para sua parte da frente. Estava quase tocando o seu amiguinho e você gemeu baixo como se quisesse muito aquilo.

 

“Onde você colocou?”

 

“Eu já disse que não tá comigo”

 

Continuei procurando sobre e acabei achando meu celular em cima da cadeira.

 

“Desculpa” eu disse envergonhado.

 

“Bom… Acho que já está tarde e eu tenho que ir”

 

“Fica mais”

 

“Obrigado, mas eu podia voltar amanhã se Lorde puder vir também”

 

“Tudo bem, então”

 

Te levei até a porta e nos despedimos sem nenhum contato físico. Eu era tão idiota que estava esperando você me dar um beijo. Quando você foi embora, eu fiquei pensando em todas as coisas que você disse e, Justin, você não era exatamente como eu queria que você fosse e eu comecei a me sentir desiludido.

 

Mas continue lendo essa carta. A pior das suas atitudes vem a seguir. Você consegue adivinhar qual foi pior? Foram tantas né?


Notas Finais


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