História Minhas Escolhas - Capítulo 17


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Visualizações 30
Palavras 1.891
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Hentai, Magia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


NOVO CAPPPPPPPPP! WOWWWWWWWWWW!!!
Gente, obg pelo apoio que vcs me deram, é serio! Eu amo muito vcs!!
Bom, ta aki um novo cap e espero que vcs gostem.
Um beijo e um queijo <3
Desculpe qualquer erro :p

Capítulo 17 - Noite


Fanfic / Fanfiction Minhas Escolhas - Capítulo 17 - Noite

Kyoto_Vila Ukawa

Yumiko – Yo! –um sorriso enorme brotou em seu rosto fazendo todos ficarem encantados com tamanha beleza rara. –Meu nome é Yumiko Toshiro. É um prazer conhecê-los.  – abria um grande sorriso que fez todos ficarem surpreendidos com tanta beleza.

Hiroshi – Os deuses me concederam esse grande presente e eu irei cuidar dela como merece ser cuidada, e irei fazer da mesma forma com seu herdeiro.

- Mas Hiroshi-sama...quem é o pai da criança? –perguntou outra pessoa no meio da multidão.

Hiroshi – A criança é fruto de uma criação angelical dos deuses, sendo assim não sabemos direito quem pode ser o pai, mas Yumiko irá se casar com o homem que mostrar ser digno de ter ela como esposa! – falou alto e claro e todos os homens ficaram logo pensativos em como poderiam ganhar a mão da princesa de Tōdai-ji. – Então... Que a celebração comece! – assim que falou, todas as pessoas do tempo se animaram instantaneamente e começaram a celebração.

Hiroshi e Yumiko ficaram sentados em seus tronos assistindo todo o festival, algumas pessoas sempre vinham cumprimentá-los ou conversar com eles. Mas eles deveriam tomar muito cuidado, ultimamente muitos mestres de templos foram assassinados por   ladrões ou até mesmo por mestres de outros templos então eles sempre ficavam atentos para cada passo que alguma pessoa dava e se algo não estivesse certo eles tratavam logo de corrigir, mas os soldados de Tōdai-ji eram fortes e espertos e isso os deixavam mais tranquilos.

Yumiko – Esta tudo tão lindo! –dizia sorridente.

Hiroshi – Quer ver mais de perto?

Yumiko – Posso?! –perguntou de imediato.

Hiroshi – Claro –ele estralou os dedos e logo dois soldado ficaram do lado da loira. – Só que com segurança.

Yumiko – Ai ai...- colocou a mão na cabeça, mas logo prestou atenção ao festival.

Yumiko On:

Esta tudo iluminado e elegante, me perdi naquela tremenda beleza e quando fui perceber eu já estava em frente de uma barraca encarando uma coisa avermelhada com um palito a segurando.

- São maçãs do amor. –disse a jovem vindo em minha direção, uma jovem bonita da minha altura com cabelos lisos longos e olhos de cor vermelho vivo. – Queres uma? –perguntou gentilmente.

Yumiko – Sim, por favor. –peguei uma  bolsa onde estava as moedas para eu pagá-la, mas a mesma me interrompeu. – Hm? – fiquei confusa.

- Não é necessário princesa.

Yumiko – Mas...

- Considere como um presente meu para você. –sorriu para mim e eu logo agradeci retribuindo o sorriso dado. –Sendo assim, com sua licença. –ela curvou a cabeça e foi atender outros clientes.

Que educada...

Comecei a andar por outros lugares e fui parada varias vezes por pessoas que queriam conversar comigo ou apertar minha mão. Eu estava tão feliz, meu pai falou que se eu estiver feliz meu bebê também ficara feliz e se eu ficar triste meu bebê também fica triste, então tentarei me divertir até não aguentar mais.

Yumiko – Hum?

- Algum problema princesa? –perguntou um dos guardas.

Ele se mexeu... Ele se mexeu!!

Yumiko – Não, estou ótima. –sorri e passei a mão pela minha barriga.

Depois de um tempo andando, eu me senti cansada e decide voltar para onde o meu pai estava.

Hiroshi – Filha como foi?

Logo quando eu o vi, pulei em cima dele o abraçando.

Yumiko – Incrível papai! Obrigado!

Hiroshi – Seu presente minha joia rara.

Yumiko – Mas eu me cansei bem rápido, nossa. – falei sentando nas escadas do templo.

Hiroshi – Sua yukata vai sujar Yumiko. –ele me alevantou e me levou até meu quarto e me colocou na cama. –Melhor você tomar um banho e ir dormir, parece bem cansada.  Divertiu-se bastante hoje?

Yumiko – Sim! Muito!

Hiroshi – Que bom! Então boa noite minha filha. –ele deu um beijo na minha testa e saiu logo em seguida.

Eu me joguei na cama e fiquei encarando o teto por horas. Sempre quis saber como cheguei até aqui, mas sempre quando perguntei ao meu pai sobre meu passado ele sempre fala ‘’Tudo tem seu tempo. ’’ e isso me deixa curiosa.

Só lembro-me de eu acordar nesta mesma cama com varias mulheres ao meu redor perguntando varias coisas que não me lembro bem o que sejam, eu estava tonta e desorientada para fazer algumas coisas. Levei uma semana inteira para conseguir andar normalmente e mais duas semanas para conseguir ter autocontrole sobre meus movimentos. Foi como se eu tivesse acabado de nascer, é bem angustiante não poder falar ou fazer coisas que você queira e sempre, literalmente, sempre estar dependendo de alguém para te ajudar a beber um copo com água. Depois de eu ter que passar por tudo isso eu finalmente consegui ter autocontrole sobre meu corpo e a primeira coisa que eu fiz foi ir ao nosso imenso jardim e ficar admirando as flores e as borboletas que voavam por ali sem parar. Yumiko significa filha da beleza e esse é meu nome. Yumiko Toshiro! Princesa de Tōdai-ji.

Yumiko Off.

Autora On:

Magnolia.

Noite.

A boca do moreno sugava a língua da pequena azulada que estava ofegante e molhada de tanto desejo. O moreno passava a mão por baixo da blusa da azulada acariciando os bicos de seu peito fazendo a mesma arfar. As mãos da azulada percorriam o corpo musculoso do moreno que suspirava na boca da azulada toda vez que a mesma passava suas unhas pelas costas do moreno.

Gajeel – Não me provoque baixinha... –sussurrava em seu ouvido.

Levi – Digo o mesmo.

Sem esperar, o moreno tirou rápido a blusa da pequena e começou a passar a sua língua pelos seios da mesma. Mordiscava, sugava, lambia seus seios até eles ficarem um pouco avermelhados melados pela saliva do moreno. A pequena passou sua mão pela calça do moreno que já estava com seu membro ereto e o mesmo suspirou com seu toque. Levy remexeu seu quadril fazendo suas intimidades roçar uma na outra, Gajeel beijo Levy com luxuria mordiscando seu lábio fortemente, a pequena tratou logo de tirar a calça do moreno que continuou a beija-la.

Levy – Minha vez de brincar. –fez o moreno sentar na cama e a mesma ficou de joelhos a sua frente, primeiro acariciou a cabeça de seu membro com sua língua e logo depois começou a usar sua mão para masturba-lo. Gajeel gruía com os toques suaves da azulada que ia cada vez mais rápido, depois de alguns segundos começou a usar sua boca para masturbar o moreno que já estava ofegante. A língua da pequena percorria cada canto do membro do moreno, a mesma o lambia e sugava com fervura e a pequena sentiu algo salgado em sua boca e percebeu que o moreno havia gozado. –Já? –mostrava suas mãos cheias de gozo.

Gajeel – Melhor você estar preparada. – Puxou a azulada pela cintura e a deitou na cama, tirou seu short e logo depois sua calcinha e a posicionou para poder penetra-la. Ele apenas roçou a cabeça de seu membro na intimidade rosada da pequena que arfou com a sensação que aquilo lhe causava e o moreno eu uma pequena risada pela expressão da azulada.

Levy – Do q-que você esta r-rindo?! –perguntou com vergonha.

Gajeel – Não importa quantas vezes façamos isso... Você sempre fica fofa. –disse a beijando, suas línguas se entrelaçavam entre suas bocas e podia-se ver um rastro de saliva se formando quando se separavam .

Levy – Cale a boca comece de uma fez. – disse emburrada.

Gajeel – Ok ok. –obedeceu.

Primeiro fez a pequena chupar seu dedo para que logo depois o colocasse na entrada da pequena. Podia ver que a azulada continuava desconfortável sempre quando fazia isso, então foi cada vez mais rápido e colocou mais um dedo e a mesma já respirava ofegante. Gjeel percebeu que ela já estava pronta para ser penetrada, se posicionou a sua frente e começou a colocar seu membro em sua entrada.

Levy respirava fundo e apertava os lençóis da  cama,  como era possível o membro do moreno caber na sua pequena intimidade. Mesmo que eles tenham feito sexo outras vezes, era bem difícil se acostumar com aquela sensação estranha.

Gajeel – Apenas relaxe. –falou e a pequena afirmou com a cabeça.

Gajeel começou bem devagar até ver que todo seu membro já estava dentro foi um pouco mais rápido e via a azulada se contrair então a beijou. O beijo estava tão bom que fez a pequena se esquecer daquela dor e ser tomada pelo prazer que fazia seu corpo ficar quente ao ponto de pingar de suor. As estocadas do moreno ficaram mais rápidas fazendo a pequena gemer na sua boca, Levy ficada da vez mais a mercê do prazer que fazia a  mesma deixar marcas de unhas em toda a costa do moreno que dava chupões e lambidas em seu pescoço. Com movimentos de vai e vem e estocadas profundas, Gajeel estava perto de gozar na intimidade da pequena que gemia mais alto.

Levy – G-Gajeel...eu vou...! –sem conseguir terminar a frase ela gozou juntamente com o moreno que se jogou ao lado da pequena, ambos estavam ofegantes.

O moreno puxou a azulada para junto do seu corpo, mas a mesma logo se separou do morno que ficou confuso com tal ação. Ela levantou e pegou um pompom para amarrar seu cabelo.

Gajeel – Você não faz ideia de como esta sexy. –observada a pequena que estava nua em pé com os cabelos grudados em seu pescoço por causa do suor.

Levy soltou uma pequena risada. –Tomar banho. Agora. –disse pegando uma toalha e jogando em cima do moreno.

Gajeel – Sim senhora!. – falou brincalhão, mas  antes de entrar no banheiro fez questão de apertar a bunda da pequena que se arrepiou. Antes que a mesma tacasse algo nele, o moreno entrou depressa no banheiro.

Enquanto Gajeel tomava seu banho, Levy se vestiu um roupão e ficou bebendo água em frente à janela de seu quarto até ouvir o moreno chamar seu nome do banheiro.

 Levy – O que foi? –perguntou alto para que ele ouvisse.

Gajeel – Você já contou para alguém ‘’aquilo’’ além de mim?

Levy – ‘’Aquilo’’ o que? –perguntou confusa.

Gajeel – Sobre a loirinha...

Levy – Ata. Não. –disse sem enrolar.

Gajeel – E quando você pretende contar? –falou saindo do banho com uma toalha em sua cintura.

Levy – Não pretendo contar. –disse virando para o moreno e terminando de beber a água. –Pra que contar? Se eles tiverem preocupados com isso, que eles procurem por conta própria. –falou sem muito ânimo.

Gajeel – Levy! Isso é uma coisa muito seria. –falou se aproximando da pequena. –Se você estiver certa a loirinha pode estar realmente viva.

Levy – E o que isso tem haver com eles?! –perguntou já sem paciência. –Olha aqui, eu não vou contar para eles e nem você ok? –disse com um olhar ameaçador direcionado ao moreno.

Gajeel – Ta ta. Mas vamos esquecer isso por enquanto beleza? Hoje só quero passar a noite com você. –abraçou a azulada por trás.

Levy – Como quiser... –riu um pouco. – Você não contou para ninguém onde eu estou morando certo?

Gajeel – Claro que não. Se você não quer que eles saibam, não vou contar para eles. –disse soltando a pequena e comeando a vestir sua roupa que era uma regata preta e uma cueca preta também. – Vamos dormir?

Levy – Sim, estou com sono também. –deitou ao lado do moreno que a abraçou. Levy se sentia mais do que protegida, sabia que podia contar com Gajeel para o que precisasse. – Boa noite grandão.

Gajeel – Boa noite baixinha.


Notas Finais


E então...GOSTARAM?! ODIARAM?!
Comentem pfvr <3
Amo vcs <3


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