História Minhas profundezas - Capítulo 2


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Categorias Originais
Tags Bebidas, Choro, Drama, Drogas, Escola, Fases, Feels, Fuck, Romance, Sentimentos
Visualizações 11
Palavras 477
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Colegial, Escolar, Famí­lia, Festa, Poesias, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Mutilação
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 2 - Ela está bem?


-me passa essa merda. 

-Você que manda.

         Imediatamente a July apareceu. Eu gritei desesperada:

-Que droga July, eu pedi pra você ficar lá em cima. 

-O que você tá fazendo com esse imbecil e isso na mão? 

            Ela deu um tapa na minha mão me abraçou e saímos andando

-Vem, vou te tirar daqui

              Comecei a chorar e a abraçar ela enquanto íamos voltando pra debaixo do prédio, pensando no que eu estava fazendo da minha vida, parece que a garota de 8 anos atrás que ia todo domingo a missa, e dizia que jamais iria experimentar alguma droga, mudou.

-Luna, eu mesma liguei pra sua mãe, você vai dormir lá em casa hoje.

-Ah, Tudo bem.

                Eu estava tão perdida nos meus sentimentos que não conseguia falar muito, estava ocupada pensando onde aquela menina há se perdeu em meio tantas festas e bebidas, porque eu tinha um desejo enorme de morrer e não de ser cantora? 

-Luna,  isso são cortes? 

-Não, quer dizer, sim, mas não. 

-Amiga você não precisa disso, você é melhor que isso, eu te amo, você tem que se amar você

-você não me ama, todas as minhas amigas me diziam isso, e cadê elas?

-A vida muda, mas elas não deixaram de amar você

-Será? Porque pelo que eu me lembre eu sempre fui a 2 opção dos "grupinhos" nunca fui alguém importante, sempre fui insignificante.

-Talvez por que você era você, e elas só seguiam umas às outras, mas eu te amo do jeito que você é. 

-Supondo que sim, e então você morre, e novamente ninguém me ama, qual é o sentido da vida? De viver? Se ninguém gosta de você, você não é uma boa aluna, você não agrada seus pais, você não tem amigos, me diz?

-Não procure sua felicidade em agradar os outros, e aí você vai achar um sentido pra SUA e só sua vida.

-Eu não estou vivendo, eu estou aturando cada segundo que passa.

-Por enquanto.

(Trovão)

-Eita vai chover!

-idai, não tenho medo de água.

-mas e de raio?

-também não, se me atingir, pelo menos é uma saída pro meu sofrimento. 

-Cala a boca! 

-É a verdade. 

-Minha mãe chegou vem.

         Ela estendeu a mão pra eu levantar e então fomos em direção a chuva e ao carro.

-Oi meninas se divertiram?

-Sim né Luna?

     Ela me cutucou.

-é sim, sim, sim.

-A Luna tá cansada não liga mãe. 

        O resto da estrada foi silêncio mortal.

-Chegamos meninas

-Chegamos Luna.

-ah ta

         Descendo do carro eu tropeço. A mãe da July desconfiou, mas eu fiz cara de sono e então ela parou parou de desconfiar. Eu tentei evitar falar pra não mostrar o bafo pra chegar e tropeçar, aff né. 

         Assim que entramos, cheguei no quarto, fechei a porta e chorando tirei com o demaquilante a Maquiagem. E me joguei na cama e chorei até dormir.

      No dia seguinte tem aula, e a ressaca vai ser braba, mas ninguém sabe o que nos espera.







 




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