História Miraculous - As aventuras de Lady Bug - Amor revelado - Capítulo 19


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Sabine Cheng, Tikki, Tom Dupain
Tags Lady Bug, Miraculous, Romance
Visualizações 475
Palavras 2.986
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Crossover, Escolar, Famí­lia, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Bom dia amantes de Miraculous! Segue mais um capítulo pra vocês. Estamos chegando na reta final dessa história, o que me faz alegre e triste ao mesmo tempo rsrsrs. Falta pouco, mas enquanto não chega o fim, aproveitem e boa leitura!

Capítulo 19 - O início do caos


Fanfic / Fanfiction Miraculous - As aventuras de Lady Bug - Amor revelado - Capítulo 19 - O início do caos

O fim de semana veio e passou muito rápido para Marinette. Na próxima semana começariam as provas finais do colégio e ela teria que se esforçar bastante nos estudos para conseguir boas notas.

Além disso, havia os ensaios com Adrien que começariam já no dia seguinte. Eles só tinham duas semanas antes do baile.
Aquele havia sido um ano difícil para Marinette. Enfrentou muita dificuldade para conciliar sua vida como heroína de Paris, suas obrigações escolares, seus amigos, auxiliar seus pais na padaria e seu amor secreto por Adrien Agreste.
Sem mencionar as recentes visitas ocasionais de certo gato preto que lhe arrancavam o sono.
Ela suspirou. Desde a última vez em que estiveram juntos na sacada naquela noite fria, ele não voltara mais.
Ficou pensando se havia feito ou dito alguma coisa que incomodasse o mascarado, algo que explicasse seu sumiço repentino. Será que havia acontecido algo de errado? Nem mesmo o vira em combate porque há alguns dias Hawk Moth não entrava em ação com seus akumas.

O pior é que ela estava com muitas saudades de Chat Noir! Apenas três dias haviam se passado sem a visita dele e ela já ficava toda ansiosa cada vez que ouvia algum ruído na janela ou na sacada acima de seu quarto.
Mas hoje iria vê-lo de todo jeito, um sorriso involuntário brotou de seus lábios, pois Lady Bug e Chat Noir iriam patrulhar a cidade. E ele nunca faltava a esse compromisso. Faziam as patrulhas sempre juntos, mesmo quando se dividiam para cobrir uma área maior, estavam sempre conectados. Seus localizadores sempre acionados para que não se perdessem um do outro.
Marinette levantou-se da cadeira em frente à mesa de seu computador e guardou o caderno de desenhos, satisfeita com o progresso que havia feito no seu mais novo projeto. O vestido para o baile no Hotel Le Grand. As idéias haviam fluido em sua mente de forma tão espontânea que ela se apressou a colocar tudo no papel para não se esquecer de nenhum detalhe. Ficaria maravilhoso, talvez um dos mais bonitos que desenhara até então.
Olhou o celular e viu que já estava na hora. Respirou fundo. Aquilo que parecia rotineiro para ela há pouco tempo atrás, agora vinha acompanhado de nervosismo e ansiedade pelo simples fato de estar apaixonada pelo parceiro.
Daria um jeitinho de saber por que ele não aparecera em sua casa naqueles dias.

Olhou sua kuami sentada na mesa do computador terminando de comer um cookie.

- Está na hora Tikkie!

- Estou pronta Marinette! Vamos lá

- Tikki Transformar!

Chat Noir já estava na Torre Eifel a espera de Lady Bug. Estava particularmente ansioso naquela noite, inquieto, nervoso. Há apenas três dias que ele não visitava Marinette e apenas dois que ele não a via na escola por causa do fim de semana, mas era como se não a encontrasse há anos, tamanha a saudade que sentia da garota.
Suspirou. Ele estava pagando um alto preço pela sua recente decisão. Queria aproximar-se novamente de Marinette apenas em sua forma civil, aproveitando-se do ensaio para o baile.
Ele queria que ela voltasse a amar o Adrien porque se, quer dizer, quando tivesse que contar-lhe quem ele era, não ia querer que ela ficasse decepcionada com ele. Chat Noir era somente sua metade e Adrien era seu outro lado, ainda que não fosse o lado o qual tinha mais apreço. No entanto, queria que Marinette o amasse por inteiro, não apenas o herói ou apenas o modelo capa de revista.
O problema era que ele estava enlouquecendo com a falta das longas conversas, do sorriso doce, do olhar meigo da garota que lhe tirava o sono e seus beijos incendiários. E ainda estava correndo um risco enorme de magoá-la novamente, assim como Plagg o havia prevenido. Mas ele tinha que escolher... Se continuasse a visitá-la as coisas acabariam saindo de seu controle porque quando estavam juntos ele perdia a noção de tudo e se deixava levar pelas sensações desenfreadas e sentimentos avassaladores que o acometiam e lhe roubavam a sensatez. Para completar o quadro crítico havia a questão da sua identidade. Não podia se revelar para Marinette ainda. Existiam complicações... Por ela ser uma civil, tinha que pensar na segurança dela.
Além disso, ela ainda estava magoada com Adrien por causa daquela maldita situação que Chloé armara para os dois. Marinette provavelmente o odiaria se soubesse que o gato mascarado que havia invadido seu quarto e sua vida, era o mesmo insensível que desprezara seu amor e a magoara, mesmo sem intenção de fazê-lo.

Até quando eles ficariam naquela situação? Chat esperava qua aquela tortura terminasse o mais breve possível. Se ao menos tivesse percebido o amor de Marinette por ele há mais tempo...
Já estava fazendo quase um ano! Quase um ano que ele conhecera a garota doce de cabelos de ébano e olhos azuis profundos, quase um ano que a vida dele havia tomado um rumo totalmente inesperado. Que ele havia tomado coragem de enfrentar o pai e ido para a escola, que ganhara novos amigos, que se tornara herói de Paris e combatia o mal ao lado da sua Lady...

- Boa noite chaton!

Ele ouviu aquela voz sedosa e sentiu seus pêlos se eriçarem. Por Deus! Como ela o tirava do sério!

- Boa noite my Lady! – Virou-se para beijar-lhe a mão como de costume.

- Está esperando há muito tempo?

Tempo demais, pensou. Mas apenas respondeu

- Na verdade, acabei de chegar. – Desviou seu olhar das íris azuis que o fitavam intensamente

Ele estava diferente, Lady Bug observou. Parecia nervoso.

- Hã... Já tem alguns dias que não nos vemos...

- Verdade! - Ele respondeu demonstrando uma tranquilidade que estava longe de sentir. - Parece que nosso inimigo entrou naquele período de falsa calmaria de novo – Continuou olhando o horizonte, sem dirigir o olhar para a joaninha a seu lado.

- Você recebeu a mensagem de Mestre Fu?

Ele assentiu com um sorriso sem humor

- “Nos veremos em breve. Diante do caos, olhe para o interior. Estarei aqui se precisar.” – citou a breve mensagem que havia recebido pelo correio. - Nada animador não é? Sem contar que não entendi nada.

- Então somos dois! – ela respondeu surpresa, pois havia recebido as mesmas palavras. - O que mais me preocupa é a palavra caos. Parece ser inevitável!

- Se for isso, já estou vivendo o caos ultimamente! – ele respondeu em tom de ironia

Então realmente havia algo errado... Ela percebeu como ele conversava com ela de maneira distante, sentiu falta dos costumeiros gracejos que ele lhe lançava quando estavam juntos.

Encarou os felinos olhos verdes tentando entender o que se passava na mente do gato mascarado.

- Você está bem Chat? O que houve?

Ela o conhecia muito bem e era bastante perspicaz. Mas ele não queria falar sobre sua aflição, sobre seus problemas dos quais ela mesma fazia parte. Ele sabia que seu coração lhe trairia novamente assim que pusesse os olhos em Lady Bug! Lançou-lhe um sorriso fraco

- Tudo perfeito my Lady! Vamos trabalhar?

O sorriso do loiro não a convenceu nem de longe. Sentiu uma pontada no coração quando percebeu que ele queria acabar logo com aquele encontro. Mas o que estava acontecendo com seu parceiro?
Um misto de raiva e tristeza lhe atormentaram a alma.

- Está bem – ela falou friamente – Vamos nos separar. Cubra o lado norte, eu vou para o lado oposto. Nos encontramos em uma hora.

Ela não esperou resposta, deu-lhe as costas e lançando o ioiô foi saltando por sobre os prédios, para longe dele.

Chat Noir sentiu a fisgada no peito com a voz fria e cortante. Percebeu que sua atitude havia irritado sua parceira.

Suspirou. Ele era um estúpido! Iria acabar magoando as duas pessoas que mais amava porque não conseguia dominar seus próprios sentimentos.

Estendendo o bastão começou a saltar pelos prédios e casas seguindo a direção norte.
Era melhor acabar logo com aquilo. Mais tarde ele se desculparia com sua joaninha.

Lady Bug estava uma fera! Porque ele a estava tratando daquele jeito? Fazia dias que não se viam e ele simplesmente a tratava como... Droga! Ele a estava tratando exatamente como ela o tratava antes de...
Se apaixonar por ele! Gato estúpido!

Ela começou a correr mais rápido, seu coração parecia querer sair pela boca, saltava pelos telhados com fúria. De repente sentiu o gosto salgado de lágrimas na boca e só então percebeu que seus olhos estavam turvos, a vista embaçada. Corria sem conseguir realmente enxergar nada, estava correndo apenas de si mesma, de seus sentimentos confusos, carregando uma dor intensa no peito.
Saltou mais um obstáculo, porém não aterrissou em solo firme dessa vez. Sentiu a queda, uma dor lancinante e depois apenas escuridão.

 

Chat já patrulhara toda a região em menos de uma hora. A área estava limpa e sua missão cumprida, por hora. Havia descarregado toda a energia e adrenalina saltando e correndo pelos telhados da cidade. Agora se sentia um pouco mais calmo e sereno. Teve tempo para pensar e esfriar a cabeça no ar gelado daquela noite. O problema era que agora havia percebido o tamanho da idiotice que havia feito ao tratar de forma tão desprezível a sua Bugboo. Sentia-se muito culpado. Apesar de ela ser um dos motivos pelos quais sua cabeça estava tão cheia de problemas, ela não sabia de nada e nem tinha culpa de nada.
Voltou ao ponto de encontro na torre Eifel, mas ela ainda não havia voltado. Esperou mais alguns minutos, provavelmente ela estava chateada e precisava se acalmar assim como ele. Quando ela chegasse, ele iria lhe pedir desculpas e poderiam conversar.

Uma hora após o início da patrulha e nada de Lady Bug voltar, Chat começou a achar estranha a demora da heroína. Mas se ela estivesse precisando de ajuda teria se comunicado com ele.
Chat acionou o comunicador no seu bastão:

- Lady Bug, está tudo bem?

A tela do bastão estava preta, o comunicador dela não dava sinal

- My Lady? – Chamou de novo

Droga... Tentou o localizador, estava desligado.

- Maldição my Lady! – Ela provavelmente esquecera-se de acionar o localizador.

Chat Noir começou a correr na direção sul, ela tinha que estar em algum lugar por ali. Já passava da meia noite e a cidade estava silenciosa, escura e gelada! Ele vasculhava cada prédio, cada casa, cada telhado a procura da sua Lady, usando de todos os seus instintos felinos para localizá-la. Olfato, visão noturna e audição apurada, mas não conseguia encontrá-la em lugar algum!
Sabia que por mais irritada que ela estivesse com ele, ela jamais iria embora sem avisá-lo. Alguma coisa tinha acontecido. Algo estava muito errado e um medo descomunal começou a gelar-lhe a espinha.
Onde está você lady Bug?

Ao parar na cobertura de um hotel, já ofegante, ele olhou para baixo e viu um buraco no telhado de um galpão abandonado. Desceu um pouco mais para perto e seu sangue pareceu congelar nas veias quando viu o uniforme vermelho de bolinhas pretas. Desceu como um raio usando seu bastão e passou pelo buraco que provavelmente havia sido causado pela queda do corpo da sua joaninha que jazia caída no chão, desacordada.

Ele se aproximou dela com a respiração suspensa. Os cabelos haviam se soltado das presilhas e espalhavam-se por cima dos escombros. O rosto dela estava sujo e pálido. A pele branca e sedosa estava gelada por causa do frio intenso.
Ele a pegou com cuidado nos braços chamando-a.

- My lady... Por favor, acorde. Fala comigo – Ele percebeu a respiração fraca dela – Bugboo, por favor...

Ele a abraçou tentando lhe passar um pouco de calor. Estava em desespero de ver sua parceira tão forte e corajosa naquele estado debilitado e vulnerável.

- My lady... Acorde! Por favor!

Um som fraco saiu dos lábios dela, um murmúrio agoniado

- Chat...

- Bugboo! Estou aqui... Olhe pra mim

Ela abriu os lindos olhos azuis que escureceram quando ela gemeu de dor

- Ai minha cabeça – Instantaneamente ela levou a mão na parte de trás da cabeça. Havia um pouco de sangue ali

Ela sentou-se e Chat analisou o ferimento. Era superficial, mas precisava de cuidados.

- O que aconteceu my lady?

- Eu... – ela não podia lhe dizer que estava distraída demais pensando nele para reparar no telhado podre do velho galpão abandonado. – Me desequilibrei e caí no telhado velho. Ele cedeu com o meu peso e com o baque acabei desmaiando.

- Mas como você não percebeu...

- Escute Chat – A irritação com o mascarado já voltava a todo vapor – eu não sou perfeita tá legal? Cometo erros e calculo mal às vezes... Sou humana apesar desses poderes.

Ele a abraçou num misto de alívio e instinto protetor

- Eu sei, sinto muito! Não devia ter te deixado...

Ela sabia que ele estava falando para seu alter ego, mas pensou que realmente ele não devia deixá-la esperando todo dia naquela maldita sacada! Sentia tanta saudade daquele abraço... Fechou os olhos e suspirou. Ele a estava esmagando com os braços, mas ela não se importava tamanho era o conforto de ser enlaçada por ele de novo.

- Me perdoe, fui um idiota mais cedo. Não devia ter concordado em fazermos essa patrulha separados. Devia ter me certificado se você havia ligado seu localizador e...

- Ei shhh... – ela fitou os olhos verdes e colocou o dedo indicador delicadamente em seus lábios – a culpa não foi sua, eu não me lembrei do localizador, saí apressada e nem pensei nisso. Mas aceito suas desculpas por ter sido um idiota mais cedo.

- Eu nunca iria me perdoar se tivesse acontecido alguma coisa com você Bugboo...

- Você sabe que esse apelido me irrita não é? – Ela fez uma careta só para tentar dissipar aquele olhar de culpa e desespero no rosto dele. O loiro lhe deu um sorriso fraco

- Eu sei, mas é tão fofo que eu não consigo parar de chamá-la assim...

Ele se levantou e a pegou no colo.

- Ei o que você está fazendo? Eu posso andar!

- De jeito nenhum! Vou te levar para um hospital

- Você pirou Chat? Não posso ir para hospital nenhum. Isso seria um desastre!

- Droga, então como vamos cuidar dessa ferida?

- Não vamos! Eu vou!

Ele a olhou indeciso. Ela tinha razão, procurar ajuda era inviável na situação deles.

- Me diga onde você mora.

- Vai sonhando Chat!

- É sério! Preciso te levar para casa. Não vou ficar reparando em nada. Te deixo na porta e pronto. Prometo nunca mais voltar lá...

Ela ficou imaginando se Chat a levasse para casa o que aconteceria. Ele conhecia o caminho muito bem e duvidava que ele cumprisse a promessa, mas talvez fosse sua chance...

- Esquece! – falou mais para si mesma do que pra ele.

Ele suspirou. Essa teimosia o deixava maluco. Até isso ele amava nela!

- O que faremos então?

- Vamos para a torre.

- Tudo bem. Segure-se

Ela enlaçou-lhe o pescoço e Chat os tirou dali com agilidade, levando-a para a Torre Eifel.
Quando lá chegaram ele a colocou com delicadeza no chão, mas manteve os braços ao redor de sua cintura.

- Como está se sentindo?

- Bem... Eu acho. Só preciso descansar agora e...

- Cuidar desse ferimento.

- Sim, vou dar um jeitinho nisso também.

Ele não queria deixá-la. Estava muito preocupado

- Não queria que você fosse sozinha Bugboo

- Eu sei... Mas não temos escolha... Prometo que te ligo quando estiver em casa está bem?

Ele não podia fazer mais nada a não ser concordar

- Está bem... Vou esperar.

- Obrigada por me ajudar gatinho – ela sorriu e beijou-lhe o rosto.

Ele acariciou-lhe os cabelos soltos, colocando-os atrás da orelha, do mesmo modo que fazia com Marinette.

- Boa noite my lady. Se cuida.

Ela lançou o ioiô e se foi sob os olhos atentos e pensativos do gato mascarado.

Assim que chegou em casa ela ligou para Chat. Teve o cuidado de ficar em um lugar neutro que ele não pudesse identificar já que seria uma vídeo chamada. Falou baixo para que seus pais não a ouvissem.

- Só liguei para avisar que estou em casa Chaton e estou bem, pode dormir tranqüilo.

O rosto do loiro na tela apareceu com uma careta engraçada

- Não sei se vou conseguir isso... Há tempos que não consigo, aliás.

- Nós precisamos conversar...

- Tem razão my Lady... Mas não agora, você precisa se cuidar. Marcaremos aquele nosso encontro em breve.

- Sim...

- Você disse sim? – Ele arregalou os olhos felinos

- Sim chaton! Já disse que precisamos conversar e não dá para ser no meio das nossas batalhas!

- Tudo bem. Não me deixe preocupado my lady. Me de notícias em breve e descanse

- Obrigada gatinho. Desligando.

Assim que voltou a ser Marinette, ela tratou de tomar um banho para cuidar do ferimento na cabeça. Teve que improvisar sozinha com o kit de primeiros socorros. Não dava para chamar seus pais para ajudá-la. Ainda teria que esconder o curativo para que ninguém visse.

Tikki estava na sua frente com um olhar muito preocupado.

- Obrigada por me ajudar com o curativo Tikki – diante do olhar de sua kuami ela indagou – O que foi?

- Marinette acho que você deveria procurar o mestre Fu.

- Por causa desse ferimento?

- Não... por causa de tudo que está acontecendo! Sinto que o equilíbrio está sendo afetado.

Marinette estava exausta demais para refletir sobre aquilo

- Não se preocupe Tikki. Meu equilíbrio não foi afetado! Eu apenas calculei mal o meu salto. Amanhã tudo estará bem melhor você vai ver. - Ela disse já deitando e fechando os olhos.

Tikki apenas assentiu e a deixou dormir. Não adiantava tentar convencê-la no estado em que estava. Mas já sabia que cedo ou tarde estariam retornando a casa do Mestre.


Notas Finais


Obrigada a todos que estão acompanhando a fic pessoal. Forte abraço!


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