História Miraculous: Civil War II - Capítulo 16


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Adrinette, Chat Noir, Civil War, Ladrien, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Miraculous, Peacock, Queen Bee, Tortue, Volpina
Exibições 193
Palavras 1.232
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Muito obrigada pelos comentários (que eu vou responder daqui a pouco, não se preocupem) <3
Gente, eu não consegui revisar o capítulo, então desculpe qualquer erro :p
Boa Leitura!!!

Capítulo 16 - Determinate


Fanfic / Fanfiction Miraculous: Civil War II - Capítulo 16 - Determinate

 Local verificado e nada de suspeito encontrado. – Ladybug fechou o ioiô e continuou a observar as pessoas no museu. Mesmo estando trajada de heroína, a mesma conseguiu se esgueirar pelo local sem ser notada, assim como Chat Noir.

— Tortue mandou outra localização. – disse o felino enquanto olhava no bastão – Ruelas próximas da Notre-Dame. Ele disse que uma das moradoras locais viu movimentações suspeitas nos últimos dias.

— Defina “suspeita”. – os dois heróis saíram discretamente pelo teto.

— Ela só disse isso.

— Deus, se isso for uma armadilha eu mato seu amigo. – eles riram.

— Marinette, espera! – Adrien segurou a mão dela e os dois ficaram se encarando, enquanto a brisa noturna envolvia seus corpos e dava uma sensação de leveza.

— O que foi?

— Você me odeia? – a garota abriu um sorrisinho de canto.

— O que você acha?

— Bem, devido às circunstâncias...

— Olha, eu sei que definitivamente não estamos no melhor momento. E que também não temos tempo para ficar discutindo esses assuntos e falando sobre nossos sentimentos, mas quero que saiba que não te odeio.

— Isso é um alívio. Fique sabendo que eu não te odeio também. – eles sorriam de leve – Mas tem mais uma coisa que eu quero saber.

— Sim?

— Hoje quando a Alya falou aquelas coisas e a Chloé e a Lila se explicaram, o Nino disse a ela que ainda a amava. – ele suspirou receoso – Você ainda me ama? – aquela pergunta havia pegado Marinette de surpresa. Ela não esperava ter que responder algo tipo. Ao menos não agora.

— Eu... – antes que dissesse alguma outra coisa, o comunicador do loiro toca.

— Peacock mandou uma localização que eles conseguiram com os policiais. Depois continuamos a nossa conversa, pode ser? – a azulada assentiu e os dois saíram saltando sobre os prédios até chegar no local. - Essa é...

— Sim, a nossa escola. Será que o prefeito está sendo mantido aqui?

— Faz sentido. O Batwing pichou a escola, o que fez ela ficar interditada.

— E agora ela é um possível local para manter o prefeito, ao mesmo tempo que não é muito suspeito. – a joaninha concluiu levando a mão até o queixo – Manda uma mensagem para Peacock, Queen Bee e Tortue e peça para elas pesquisarem tudo sobre a empresa que está reformando a escola.

— Pode deixar. – depois de alguns segundos, os dois se posicionaram no teto da escola.

— O que vamos fazer agora é invasão de propriedade pública. Se nos pegarem, podemos ser presos. Mas sem pressão, ok? – eles riram nervosos.

— Vamos entrar por essas janelas laterais? – ela assentiu. Chat Noir se posicionou de cabeça para baixo em frente à janela semi-arredondada, sendo segurado por Ladybug.

Quando ele conseguiu abrir a janela, logo entrou com cuidado fazendo sinal para que a heroína fizesse o mesmo.

— Por onde começamos?

— Aquela vez do Horrificador os que foram pegos, foram levados para o porão. – os dois caminhavam devagar pelos corredores escuros, o que não era um problema para Chat, já que ele tinha visão noturna.

— Cuidado! – o felino puxou Ladybug pela mão e se enfiou com ela no pequeno armário do zelador.

— Mas o que...

— Shh! – colocou o dedo sobre os lábios da garota.

— Não vejo a hora de sair daqui de uma vez. – eles escutaram uma voz masculina.

— Tudo há seu tempo. Agora que Paris está sem um prefeito, vai ficar mais fácil para nós, acredite. – era Batwing. Por mais que Ladybug quisesse se concentrar em sua raiva pelo garoto, assim como Chat, era difícil com a proximidade que os dois estavam ali dentro, devido ao local ser muito pequeno.

Adrien sentia a respiração de Marinette se chocar contra seu peito, o que o deixava mais desconcertado ainda.

— Devemos avisar a equipe? – o loiro cochichou o mais baixo possível.

— Ainda não. – assentiu e permaneceu calado.

— Tem razão. Mal posso esperar para dar uma surra naqueles heróis.

— É, eu também. – os dois saíram. Quando Chat Noir e Ladybug pensaram em sair também, ouviram passos. Alguém havia entrado na sala da frente, que era o banheiro.

— Se formos rápidos saímos antes da pessoa. – a joaninha cochichou.

— É melhor não arriscar. Pode esperar, não pode? – ela assentiu. – Ei, hã... Eu estive pensando... Acho que seria melhor a gente esquecer aquela briga.

— Não vai ser muito fácil.

— Você saiu muito machucada?

— Sim, mas eram feridas de outras brigas que acabaram se agravando. Não sei como ainda não quebrei meu nariz. – riu sem graça.

— Fala isso porque não viu meu olho. – os dois riram. – Shh! – ouviram os passos da pessoa saindo do banheiro, em seguida estava tudo silencioso novamente. – Vamos.

Sem perceber, Chat Noir e Ladybug andavam de mãos dadas pelo local, e quando notaram, soltaram sem graça. Eles foram indo até achar a escada que dava acesso ao porão.

— Nada aqui.

— Onde será que estão mantendo o prefeito? – a dupla permaneceu pensativa.

— A sala do diretor! É um bom local porque não é possível entrar sem ser visto.

— Então temos um problema, porque nosso objetivo é entrar sem sermos vistos. – Ladybug e Chat Noir ouviram vozes e passos se aproximando. – Vem. – o loiro puxou a azulada pela mão e os dois subiram a escada de ferro e se abaixaram sobre a plataforma que contornava o local, se camuflando com as sombras.

— Olha, é o Batwing. – o garoto apareceu trajado com seu uniforme, pegou algo em alguma das caixas e saiu novamente. Marinette e Adrien o seguiram discretamente até a quadra da escola, lá mais vigilantes foram chegando, até que ocupassem quase todo o local, que era bem grande, deixando Ladybug e Chat Noir de boca aberta com a quantidade de pessoas.

Batwing desceu alguns degraus da escada, pedido a atenção de todos, enquanto os heróis ficaram em cima abaixados, apenas observando escondidos.

— Daqui a pouco nosso líder vai entrar por aquela porta e vai dar as instruções, mas por enquanto ele pediu que se acalmem. Nosso objetivo vai ser cumprido, nós vamos tomar Paris e não passa de hoje! – ergueu os braços e os outros fizeram o mesmo, comemorando.

Ladybug e Chat Noir apenas trocaram um olhar apavorado.

— Não podemos enfrentar todos eles, o que faremos agora? – a garota se sentou no chão e levou as mãos até o rosto.

— Ei, fique calma! – o felino engoliu a seco assim que olhou novamente para a quantidade de pessoas. – Parece que vamos precisar de toda ajuda possível.

— É isso! – a joaninha puxou o ioiô e abriu, mandando uma mensagem para Chloé.

— O que está fazendo?

— Lembra que Mestre Fu nos entregou o Miraculous do Hawk Moth para repassar para alguém? Com toda essa guerra eu havia esquecido, agora acho que pensei em alguém e vou pedir para Chloé entregar.

— Tá, mas apenas um herói a mais não vai fazer tanta diferença assim.

— O Miraculous do Hawk Moth pode controlar algumas pessoas, mas obviamente nós vamos precisar de mais ajuda.

— E como vamos conseguir?

— Eu não sei, mas eu e você precisamos ficar aqui para ver quem é esse tal líder que mandou sequestrar o prefeito e por que exatamente ele fez isso.

— Tá e ainda precisamos cuidar para não sermos visto.

— Creio que não vão precisar mais. – os dois viraram lentamente e se depararam com Batwing atrás deles, com um sorriso de canto. – Olá Ladybug e Chat Noir, vejo que deixaram as briguinhas de lado e estão mais unidos do que nunca. Pena que isso é horrível para os nossos planos. – mais vigilantes apareceram atrás dele – Prendam eles. Não temos tempo a perder.


Notas Finais


O QUE ACHARAM??? AAH, A CENA DO ARMÁRIO ~ AQUELA CARINHA!!!!!!!!!!!
Daqui a pouco vou postar o terceiro pôster no twitter (@theladycatt), que é uma sneak peek do capítulo 17 :)
Espero que tenham gostado <3 Kittykisses xx


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