História Miraculous: Civil War II - Capítulo 18


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Adrinette, Chat Noir, Civil War, Ladrien, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Miraculous, Peacock, Queen Bee, Tortue, Volpina
Exibições 183
Palavras 1.259
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Não consegui revisar de novo, não me matem :v
Boa Leitura!!!

Capítulo 18 - War of Vigilantes


Fanfic / Fanfiction Miraculous: Civil War II - Capítulo 18 - War of Vigilantes

Ladybug e Chat Noir corriam o mais rápido que podiam em direção à Torre Eiffel.

— É, parece que conseguimos atrair a atenção deles. – Chat Noir deu uma olhada para trás e quase tropeçou.

— Não olha pra trás, só corre. – Ladybug deu um tapa de leve no braço dele – E também acho que não foi uma boa ideia você ter insultado a mãe deles.

— Pelo menos conseguimos fazer com que nos seguissem.

— É. – os dois usaram seu ioiô e bastão para passar pelos prédios e finalmente chegar perto da Torre Eiffel. Em seguida Batwing e os demais, pararam atrás deles.

— Ué, porque pararam? Já estão cansados ou pararam para admirar as luzes da Torre Eiffel? – disse o garoto de uma forma irônica.

— Na verdade, paramos porque achamos que você não ia conseguir nos alcançar, então vamos te dar uma vantagem. – o loiro rebateu com outra dose de ironia.

— Pra quem está em menor número, me afrontar não é uma escolha inteligente, Chat Noir.

— Me admiro que consiga identificar isso, já que uma ameba deve ser mais inteligente que você. – disse Ladybug arrancando uma risada do felino.

— Boa! – bateram as mãos – Fui eu que ensinei. – aprontou para si, orgulhoso.

— Já chega! – o garoto esbravejou – Não vou ficar aqui aguentando esses insultos, peguem eles! – ordenou e a multidão veio para cima dos dois.

— Pessoal! – Marinette chamou e uma multidão de heróis veio correndo também até que se encontraram, iniciando uma guerra. – Preciso ir atrás do Batwing. Só assim vamos saber mais sobre o líder deles e onde está o prefeito. – disse a joaninha enquanto socava uma garota.

— Eu abro caminho pra você, vem! – Chat Noir corria enquanto batia seu bastão nas pessoas, abrindo caminho com Ladybug atrás de si.

— Hawk Moth! – Peacock gritou por ajuda. Ali correu até ela e bateu seu cetro no garoto que estava por cima dela. – Obrigada.

— De nada, mas o que eu faço agora? – Peacock girou os leques nas mãos, os abriu e começou a bater em quem se aproximava.

— Use seu poder especial, que seu kwami provavelmente te explicou. Mas lembre-se que se usar, só vai ter alguns minutos de transformação.

— Certo. – Ali levantou o cetro e várias borboletas brancas surgiram, ele as acertou em algumas pessoas, em seguida elas se reuniram ao redor dele e o formato de uma foi projetado no seu rosto. - Ailes Noires! – as borboletas brancas se tornaram negras e ele agitou a mão, atirando elas na direção dos vigilantes que em seguida foram akumatizados.

Os policiais entraram em cena, prendendo aqueles que Hawk Moth conseguiu deixar caídos no chão ou parados.

Chat Noir chegou perto de Batwing e tentou acertar seu bastão nele. Mas o garoto desviou, então Ladybug apoio as mãos no chão, virou e deu impulso para os pés o acertarem.

— Voltaram a ser uma dupla?

— Nunca deixamos de ser. – Adrien acertou um soco na perna do garoto, que escorou o joelho no chão e Marinette girou o corpo acertando um chute em seu rosto o derrubando.

— É parece que esqueceram as coisas horríveis que fizeram um para o outro.

— Não esquecemos, vamos discutir isso depois. – Batwing chutou as penas de Marinette, a derrubando e em seguida se atirou contra as de Adrien. Os dois começaram a brigam e a azulada usou o bastão do felino para afastar quem se aproximava.

— Ladybug te apunhalou pelas costas e você ainda luta por ela? – acertou um soco no felino. – Acha mesmo que depois que tudo isso acabar, ela ainda vai amar você? – acertou mais um soco, porém antes que acertasse outro, Marinette se atirou contra Batwing, o tirando de cima de Adrien e rolando com ele para o lado. A garota tratou de levantar rápido.

Ladybug desviou de dois socos e segurou o punho dele no terceiro, acertando um no meio do rosto dele.

— Você fala demais.

— E você é ingênua demais se acha que as coisas entre você e o Chat Noir vão mudar depois disso tudo. Nunca será a mesma coisa. Vocês nunca voltarão ao que era antes. – Marinette parou por alguns instantes.

— Ladybug! – Adrien se atirou por cima de um garoto que havia aproveitado o momento de distração da joaninha. Batwing deu um sorriso de canto, foi até a heroína, a derrubou e a segurou pelo pé, a arrastando entre as pessoas.

Marinette não conseguiu fazer nada, apenas ser levada para sabe-se lá onde. Quando Batwing chegou em uma parte mais afastada do conflito, jogou a garota longe, que rolou até parar de barriga para cima. A mesma estava tonta e confusa.

— Nosso líder quer ter uma conversinha com você. Ele já deve estar chegando.

— Ele quer saber como eu vou prendê-lo? – disse ainda no chão e o garoto riu, se aproximando.

— Não acho que está em condições de fazer ameaças. – se abaixou ao lado dela – Você passou por várias brigas e não se machucou pouco, sem falar que ainda está com a mente cheia sobre seus problemas com Chat Noir. Traição é algo horrível mesmo!

— Eu não o traí. – esbravejou, escorando-se no cotovelo para levantar.

— Não disse que foi você quem traiu.

— O que quer dizer?

— Quero dizer que você acha que esse tempo todo que esteve brigada com Chat Noir, ou até mesmo antes, ele ficou apenas com você? Acha que foi a única garota pra quem ele disse “eu te amo”?

— Está insinuando que ele me traiu? – ela riu e levantou. Batwing fez o mesmo, ficando de frente para ela – Você só pode estar louco. Ele nunca faria uma coisa dessas. Eu conheço o Chat.

— Conhece mesmo? Ele nunca te trairia, assim como nunca tiraria uma foto sua para incriminá-la? – a azulada parou para refletir – Sim, eu fingi que estava do lado de ambos. Mas isso fez com que eu soubesse algumas coisas sobre vocês. Enquanto você sofria por ele, ele já havia seguido em frente. Antes mesmo de terminarem.

— É mentira! – Ladybug avançou, entretanto ele desviou.

— Será mesmo? Pergunte a ele! – Batwing acertou um soco no rosto de Marinette, seguido de um chute na barriga. A garota se escorou na árvore e quando ele foi socá-la ela jogou a cabeça pro lado, fazendo com que ele acertasse a árvore. Então ele aproveitou para se jogar contra a barriga dele.

Os dois rolaram até que ela ficasse por cima dele. Ela conseguiu acertar vários golpes e depois levantou. Quando ela foi se afastar, ele segurou seu pé ainda no chão, no entanto a mesma apenas se abaixou e começou a socá-lo até que ele largasse.

— Você não é nada sem o Chat Noir! – tossiu enquanto ela saia de perto e respirava fundo.

— Eu não preciso do Chat Noir! – gritou.

— Ainda bem que agora ele sabe. – Marinette o encarou confusa, porém tudo fez sentido quando seus olhos encontraram os de Adrien. Ele havia escutado a última parte.

— Eu... – Chat Noir nada falou, apenas passou por ela e segurou Batwing pela gola.

— Vem, vou te levar preso.

— Chat, eu...

— Agora não. – cortou Ladybug, a deixando desconsertada.

— Espera! Onde está o prefeito? – Batwing sorriu de canto.

— Eu estou bem aqui. - Armand D'Argencourt saiu de trás de algumas árvores e parou na frente dos heróis.

— Ah, o senhor está bem graças á Deus. – Ladybug foi até ele – O procuramos por toda Paris. Um louco quer tomar a cidade, precisamos o levar para um lugar seguro e... – a heroína foi interrompida, pois o prefeito segurou o pescoço da mesma com força e a ergueu do chão. Em seguida dirigiu-se a ela.

— Acho que você não entendeu a situação, minha cara joaninha. – sorriu de canto – Eu sou esse louco.


Notas Finais


VOCÊS ACHAVAM QUE EU IA DEIXAR TUDO FOFINHO ENTRE OS DOIS? AQUI É GUERRA CIVIL! (Mentira, desculpa).
E OUTRA, O PREFEITO! AAAH!
O que acharam do capítulo? Fiquem que olho que daqui a pouco posto no meu twitter (@theladycatt) o pôster com a data de estréia da próxima fanfic *-----*
Espero que tenham gostado <3 Kittykisses xx


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