História Miraculous: Civil War II - Capítulo 2


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Adrinette, Chat Noir, Civil War, Ladrien, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Miraculous, Peacock, Queen Bee, Tortue, Volpina
Exibições 369
Palavras 1.284
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Muito obrigada pelo feedback do capítulo anterior :3
Boa Leitura!!!

Capítulo 2 - Street Fight


Fanfic / Fanfiction Miraculous: Civil War II - Capítulo 2 - Street Fight

Ladybug se atirou para o lado bem a tempo de desviar de um projétil arremessado por Viper.

— Deixa que eu te salvo, Ladybug! - Blueboy gritou, vindo na direção dela.

— Não! Eu salvo ela. - Alpha o empurrou e eles começaram a brigar por quem protegeria Ladybug. Os dois eram irmãos gêmeos, aparentemente diferentes apenas no uniforme, e viviam discutindo por bobagens. No meio da briga, quase foram atingidos se Ladybug não tivesse feito um escudo girando seu ioiô.

— Eu posso salvar a mim mesma.

— Ela é perfeita, não é mesmo? - Chat Noir suspirou enquanto acertava a cabeça de um dos mascarados, o derrubando no chão.

— Vamos logo! - Viper gritou para sua gangue.

— Não deixem eles escaparem! - Queen Bee ajudou Melody a ficar de pé e logo os vigilantes correram atrás dos vilões.

— Não sei por quanto tempo mais o prefeito D'Argencourt vai permitir que as coisas fiquem assim. - a joaninha reclamou.

— Tem razão, precisamos falar com ele. - Tortue concordou.

— Não acho que a situação esteja tão ruim assim. - logo depois de Chat ter dito isso, Alpha é arremessado por cima dele.

— O que dizia? - a azulada usou um tom irônico.

— Pra onde eles estão indo? - Volpina questionou ainda correndo ao lado dos seus amigos. - Não me diga que é...

— Champs-Élysées. - Peacock concluiu.

— Eles vão atacar diretamente as pessoas. - Batwing parou ao lado deles e observou.

— Então não podemos deixar que isso aconteça! - uma expressão de determinação surgiu no rosto de Ladybug.

Os heróis seguiram atrás da gangue de criminosos, porém os mesmos conseguiram chegar até a Champs-Élysées e começaram a atacar algumas pessoas.

— Tortue! Uma ajudinha, por favor. - Chat pediu e o amigo entendeu o recado e segurou na mão do felino.

Slow Time! - os dois viram tudo a sua volta desacelerar.

— Cataclysm! - Chat correu entre os criminosos, passando a mão no chão ao redor deles. Enquanto isso, Tortue derrubava alguns que cercaram Peacock e Queen Bee.

Quando se deram conta de procurar por Viper, o tempo de uso da habilidade especial de Nino acabou.

— Mas o que... - Ladybug piscou confusa. A maioria dos caras estava caído, porém Viper não estava entre eles.

— Onde ele foi? - o loiro passou os olhos pelo local. - Será que fugiu? - Marinette negou e apontou para o meio da avenida onde passavam os carros. - O que ele vai fazer? - um sorriso maligno se formou no rosto do vilão e quando o mesmo abriu o casaco, deixou à mostra explosivos amarrados ao redor de si. A joaninha arregalou os olhos e correu sem pensar duas vezes. - NÃO!

Marinette pulou entre os carros enquanto via em câmera lenta Viper ajustar o interruptor do explosivo. Só faltava um carro para pular, porém a garota se atirou e sentiu algo a puxar segundos antes da grande explosão.

Ladybug olhou para Chat Noir em baixo de si e encarou o local onde estava Viper e que agora só restava destruição. Todos estavam em choque. E obviamente o caos estava espalhado pelo local. 
*

Ladybug batia os dedos, impaciente no encosto da cadeira. O telefone do prefeito tocou e logo o mesmo atendeu.

— Sim? - os seis heróis encaravam o homem enquanto ele falava e depois de terminar a chamada, Armand D'Argencourt deu um longo suspiro - Sinto muito, mas houve baixas. - a sala ficou em silêncio enquanto todos absorviam a notícia.

— Marinette. - Adrien colocou a mão no ombro dela, que levantou bruscamente da cadeira e caminhou até a janela. O mesmo fez menção de ir atrás dela, porém Chloé o impediu.

— Ela precisa de um tempo para assimilar o que aconteceu. - o loiro assentiu e encarou sua amada com um olhar triste. Tinha medo do que a culpa poderia fazer com ela. Pois ele sabia bem o que aconteceria caso ela se sentisse como ele se sentiu há algum tempo atrás.
*

— "As brigas de rua têm se intensificado nos últimos meses e os cidadãos de Paris receiam que o nossos heróis não consigam dar conta. Um exemplo que comprova essa afirmação foi a tragédia na Champs-Élysées na noite de ontem".

Adrien havia acabado de passar por uma transmissão do jornal em uma loja qualquer. Ele não aguentava mais ouvir falar sobre o incidente. O ocorrido estava em todos os lugares e pra piorar, os heróis tiveram que fazer outra declaração contando os fatos.

No dia de hoje, Marinette não tinha vindo a escola e não atendia suas ligações. O loiro estava indo para a casa dela agora, já que tinha inventado para o diretor que estava passando mal e precisava sair.

Assim que chegou, cumprimentou Sabine que não questionou o motivo da visita no horário de aula, apenas o disse que a garota estava no quarto. Ainda acrescentou que Marinette não comia desde ontem. Adrien então, pegou uma bandeja com o almoço dela e subiu para o quarto.

— Já disse que quero ficar sozinha, mãe.

— Primeiramente, me respeite que eu tenho idade pra ser sua irmã. - brincou, ouvindo uma risada abafada de Marinette, por conta da mesma estar com o rosto afundado no travesseiro - Trouxe seu almoço.

— Não estou com fome.

— Não é opcional. Sua mãe disse que você não comeu desde ontem.

— Mas não faz muito tempo.

— Não interessa. Daqui a pouco você vai ficar enrolando e vão passar dias e você não vai comer. Vamos, levanta! - a azulada sentou na cama e esfregou os olhos.

— Adrien...

— Sem essa de tentar me convencer fazendo a voz fofa, porque você sabe que funciona. - o loiro colocou a bandeja no colo da namorada, deu um beijo na testa dela e sentou em sua frente. - Como você tá?

— Como você acha? - sorriu sem humor e começou a comer - Me sinto tão culpada.

— Você sabe que não foi culpa sua. O Viper que decidiu virar presunto sozinho. - ela o encarou séria - Péssima hora pra brincadeiras, entendi.

— Eu poderia ter impedido ele. Se eu fosse mais rápida essa tragédia não teria acontecido.

— My lady, você mesma disse que por mais que a gente tente, não pode salvar todo mundo o tempo todo.

— É, tem razão. - ela baixou a cabeça - Se bem que... Eu poderia ter o impedido se você não tivesse me segurado.

— Como assim? - o loiro se surpreendeu com as palavras da azulada - Marinette, você ia explodir junto com ele se eu não tivesse te puxado.

— Talvez não. Talvez eu tivesse chegado a tempo.

— Não acredito que você está me culpando por isso!

— Eu não estou te culpando.

— Não é o que parece. Você quase se jogou na frente de um carro. Se não explodisse, morreria atropelada. Mas graças à mim...

— Argh! Porque você sempre tem que ser tão convencido? - ela revirou os olhos e bateu na bandeja. O copo de suco que havia ali, virou e caiu por cima de Adrien, molhando sua blusa. - Ah, desculpa! Eu não queria...

— Porque você sempre tem que ser tão desastrada?

— Eu já pedi desculpas! Foi sem querer!

— Exatamente! Assim como eu ter salvado a sua vida foi sem querer. - o loiro pegou sua mochila e abriu o alçapão do quarto da garota - Vou ir pra casa. Quando esfriar a cabeça e parar de pensar besteiras, a gente conversa. - Adrien saiu deixando Marinette sozinha com seus pensamentos.

— Mari, o que aconteceu? - Tikki apareceu esfregando os olhos e pousou em cima do guardanapo que estava na bandeja.

— Eu e o Adrien brigamos. - suspirou triste.

— Quer conversar?

— Honestamente, eu quero é apagar os últimos meses da minha cabeça e agir como se nunca tivessem acontecido.



Notas Finais


Só digo uma coisa: Não tirem conclusões precipitadas! Se quiserem perguntar algo, fiquem à vontade.
No meu instagram (@ladycatw) fiz um post sobre as novidades da segunda temporada de ML com e sem spoilers, confiram lá ;)
Eu não consegui finalizar o último capítulo de The Amazing Spiderbug ontem porque passei mal e hoje porque tive visita o dia todo e ainda tive que fazer trabalho, então vai ficar pra amanhã.
Espero que tenham gostado <3 Kittykisses xx


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