História Miraculous: Civil War II - Capítulo 20


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, Chloé Bourgeois, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nino, Personagens Originais, Plagg, Tikki
Tags Adrinette, Chat Noir, Civil War, Ladrien, Ladybug, Ladynoir, Marichat, Miraculous, Peacock, Queen Bee, Tortue, Volpina
Exibições 182
Palavras 972
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Famí­lia, Fantasia, Magia, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Boa Leitura!!!

Capítulo 20 - The End


Fanfic / Fanfiction Miraculous: Civil War II - Capítulo 20 - The End

A porta do gabinete foi aberta violentamente pelos heróis, que encontraram o prefeito e Batwing prestes a sair.

— Onde pensa que está indo, Sr. D'Argencourt? – Ladybug começou.

— Saiam da minha frente, ou eu...

— Ou você o quê? – Chat Noir se posicionou ao lado da azulada – Você não tem mais o cargo de prefeito, muito menos um exército. A única coisa que você tem é seu filho.

— E é essa a última imagem que você quer deixar pra ele? – Queen Bee se pronunciou.

— Vocês não sabem de nada!

— Na verdade sabemos sim. – Peacock tomou a frente – Me agradeçam depois. – sussurrou para os amigos – Depois que sua esposa morreu, ficou obcecado com o trabalho enquanto escrevia seu filho em inúmeros cursos e aula para que ele não tivesse tempo de sentir sua falta.

— Como voc...

— E só agora você pensou em chamá-lo para ajudar com seu plano. Porque se não fosse por ele, você não conseguiria executar nem um terço. E pra quê? Pra você tomar a cidade e depois esquecer a existência dele novamente? – Tortue indagou.

— Não escute eles! - Armand disse ao filho – Eles só querem...

— Falar a verdade? Quando foi a última vez que fizeram algo juntos que não foi relacionado com esse plano de tomar a cidade? – disse Volpina. Batwing olhou para o pai, os dois sabiam que os heróis falavam a verdade.

— Quer fazer as honras? – Ladybug sussurrou para Ali.

— Adoraria. Prendam eles! – Hawk Moth apontou e os policiais passaram por eles e seguraram o prefeito e seu filho. Levando-os presos.

Quando Batwing passou por eles, Ladybug colocou o braço na frente para que ele parasse.

— O que foi? – respondeu irritado.

— Você mexeu com nosso psicológico, como se sente sabendo que agora mexemos com o seu? – ele esbravejou e tentou se soltar, mas o policial o levou. – Peacock, você foi genial!

— É, como descobriu aquelas coisas?

— Eu sou uma repórter, eu sempre descubro. Assim como eu descobri que não foi o Chat Noir que publicou aquela foto. Porque não contou a ela?

— Eu queria evitar confusões. – o loiro suspirou e parou em frente à Marinette – Nós tiramos, mas o prefeito Bourgeois disse que aquilo só seria usado em último caso. Mas ele nos enganou e...

— Esquece isso! Já passou. – Ladybug pousou a mão em cima do ombro do felino.

— Então a guerra finalmente acabou? – Nino se aproximou dos amigos.

— Na verdade, agora vamos sentar e conversar com o novo prefeito e falar sobre os novos heróis. – disse Ladybug – Todos nós falaremos com ele.

— E sim, haverá um controle. Mas não quer dizer que novos vigilantes serão proibidos. – Chat Noir completou, enquanto entrelaçava a mão na da azulada.

— Finalmente meu casal preferido voltou! – Queen Bee comemorou e fez com que os olhares de todos os presentes se voltassem para ela – O quê? Muito cedo? – eles riram.

— Não. – Adrien puxou Marinette para um beijo, fazendo com que todos comemorassem.

*

*

Um mês depois:

Paris estava mais segura do que nunca com um grande número de heróis trabalhando com a polícia.

Agora a cidade contava com o novo prefeito, que não era ninguém menos que Roger Raincomprix, o pai de Sabrina. Todos já sabiam que a garota seria a nova Chloé, e agora que seu pai virou o prefeito, tinha mais motivos ainda.

Pelo menos sabiam que o senso de justiça de Roger era inabalável, portanto, podiam confiar nele para cuidar da cidade.

— Bugaboo, você vai se atrasar! – o loiro estava trajado de Chat Noir, esperando Marinette na varanda.

— Caramba Adrien, eu só estava me despedindo dos meus pais.

— Então você contou ao seu pai sobre você ser a Ladybug?

— Sim, ele reagiu melhor do que eu esperava. Então ele e minha mãe vão nos ver hoje na praça.

— Vão nos ver se estivermos lá. Porque se depender de você, eles vão começar a cerimônia sem nós.

— Se você ficar me apressando eu vou ficar nervosa. – ele riu – Tikki, transformar! – por fim os dois saíram pela janela e foram saltando sobre os prédios até chegarem à praça.

— Achei que não viriam. – Alya sussurrou.

— Você está falando da Marinette, acha mesmo que ela não se atrasaria? – Adrien comentou e eles riram.

A azulada procurou os pais pela platéia e quando os encontrou, acenou discretamente.

— Gostaria de começar agradecendo aos heróis por fazerem o que fazem. – Roger começou o discurso – Como arriscarem suas vidas para proteger as nossas. E é claro, não preciso dizer que é uma atitude mais do que nobre. Então não vou ficar aqui dizendo muitas coisas, até porque sou péssimo em discursos. – todos riram. – Mas o real motivo de estarmos aqui, é para agradecer mais uma vez o que eles fizeram por Paris. É claro que não temos uma forma grandiosa de fazer isso, mas vamos fazer da maneira que pudermos. – ele fez um sinal com a mão e um dos seguranças puxou um tecido que cobria algo. Revelando uma estátua com todos os heróis que lutaram contra os vigilantes do exército de Armand D'Argencourt. No centro deles estavam Ladybug e Chat Noir segurando a bandeira da França. O povo aplaudiu, enquanto permaneciam boquiabertos. – Decidimos deixar os trajes com rasgos de machucados e os rostos feridos, em memória à batalha que enfrentaram. Ferimentos de guerra, como diriam os militares. E esses ferimentos são um dos maiores símbolos que eles deram sangue e suor pela cidade. Obrigado. – todos ficaram de pé e aplaudiram, enquanto isso os heróis também comemoravam.

— Isso é maravilhoso! – Marinette exclamou, pulando nos braços de Adrien.

— Não tanto quanto você. – ele disse e puxou ela para um beijo, arrancando mais palmas e gritos da platéia.

— Eu te amo, Adrien.

— Também te amo, Marinette.

 

Claro que Paris não estava completamente segura, já que ainda existiam pessoas praticando o mal. No entanto, os cidadãos podiam contar com o Novo Esquadrão de Heróis para salvar a cidade quando fosse preciso. 


Notas Finais


Nova fanfic: https://spiritfanfics.com/historia/treat-you-better-7191619
Muito obrigada à todos que leram até aqui *---------*
Espero que tenham gostado e kittykisses xx
Vocês são os melhores leitores do mundo <333333333


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