História Miraculous Ladybug: Os novos super-heróis - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alix Kubdel, Alya, Chloé Bourgeois, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Personagens Originais, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Chat Noir, Fanfic Interativa, Interativa, Miraculous Ladybug, Super Herois, Vagas Abertas
Exibições 71
Palavras 1.007
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Fantasia, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Super Power, Universo Alternativo
Avisos: Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Oi Oi pessoas!! Aqui é a Wonder, uma das co-autoras e eu falarei sobre os personagens Hana e Akira, meus personagens. Bom, espero que curtam <3

Capítulo 3 - Batatas


Fanfic / Fanfiction Miraculous Ladybug: Os novos super-heróis - Interativa - Capítulo 3 - Batatas

P.O.V. Hana on. 

- Eu não posso.... Não posso. Isso é tão difícil! Como eu vou fazer isso?? – Murmurava encolhida em um canto de meu quarto, quase que com lagrimas escorrendo do meu rosto... Eu não podia imaginar o quão terrível seria o dia de amanhã, todas aquelas pessoas... Primeiros dias de aula sempre me deixam assim, eles são péssimos! 


- Hana! Desce aqui em baixo um minutinho. – Gritou minha mãe da cozinha. 


- Já vai. – Falei me recompondo e descendo as escadas. – O que foi? - Perguntei já ao lado dela. 


- É que eu esqueci de comprar batatas, e não da pra fazer purê de batatas sem batatas, então, você pode comprar batatas querida? 


- Ok! Não vou deixar as batatas estragarem nosso único jantar em família da semana! – Falei determinada, colocando uma de minhas mãos sobre a minha testa como um soldado. 


Peguei um chapéu e sai correndo de casa, com um objetivo em minha mente: BATATAS! Tomara que não acontece que nem da outra vez, quando eu POR ENGANO comprei chocolate ao invés de cenoura, eles são tão iguais que quase não dá para diferenciar. 


Cheguei no mercado e coloquei as minhas batatas em uma sacola, e passei no caixa. Porem quando eu estava indo em bora vi um senhor que tentava pegar algumas laranjas, porem as mesmas estavam muito altas e o homem não conseguia pega-las.
A primeira coisa que fiz foi colocar minha sacola no chão para poder ajudar a ele, tudo bem que eu não sou muito alta, mas nada que uns pulinhos não adiantassem. 


- Aqui está. – Falei entregando-o algumas laranjas. 


- Muito obrigado. – Falou ele sorrindo, eu apenas retribui com outro sorriso. No entanto algo horrível aconteceu quando eu virei para pegar minhas batatas, elas não estavam lá. 


- Minhas batatas... – Murmurei triste. E o pior é que como já havia pagado não sobrou dinheiro para comprar novamente, e eu não vou até o caixa, encarar a moça, e pedir pra ela... falar com a moça do caixa. ISSO É DE MAIS! Não posso falar com a moça do caixa, que vergonha, vai ficar todo mundo olhando para mim... Só vou em bora mesmo. 


Eu voltava para casa triste, de novo, não consegui. Cheguei em casa de cara baixa, tentando ignorar os olhares de minha mãe. Mas infelizmente ela me notou... Como queria ser invisível. 


- Vai me dizer que não conseguiu, outra vez. – Falou ela revirando os olhos. 


- Me perdoe, eu falhei na missão das batatas!!! – Falei ajoelhando-me, e logo lagrimas começaram a rolar pelo meu rosto. 


- Nossa! Eram só batatas, não precisa de tudo isso. – Falou minha mãe ajoelhando-se ao meu lado. – Eu faço outra coisa, ok? 


- Me desculpa. 


Depois que finalmente parei de chorar voltei ao meu quanto, ainda cabisbaixa. E quando entrei lá encontrei uma espécie de caixa sobre minha cama, uma caixa que nunca havia visto antes em minha vida. 


- Isso só tem uma explicação óbvia. – Sussurrei seria olhando para a caixa. – A FADA DAS BATATAS OUVIU MINHAS PRECES E ME TROUXE GRANDIOSAS BATATAS!! – Abri a caixa animada. E dentro dela havia um pequeno pingente prateados com umas asinhas, fofo! MAS NÃO É UMA BATATA!! E agora? Nem a fada das batatas ouviu minhas preces, todo que eu fiz foi colocar o pingente, porque ele era fofinho. MAS BATATAS SERIAM MUITO MELHORES! QUANDO QUISER DAR ALGUMA COISA A ALGUEM DE BATATAS, e essa é a lição de vida de hoje. 


Logo que eu coloquei o aderesso um clarão imenso invadiu minha vista, e assim que as imagens iam ficando mais nítidas eu pode ver uma coisinha que assemelhava-se a um morcego só que muito mais fofo. 


- Q-quem é você? ... Você não é uma batata. – Falei olhando o animalzinho pasma. 


- Por que eu seria uma batata? - Falou ele... pera ai, FALOU???? 


- Com certeza não é uma batata! BATATAS NÃO FALAM! Socooorro... – Nesse momento comecei a achar que estava louca. 


- Eu NÃO sou uma batata. 


- Se você não é uma batata o que você é? Não há outras possibilidades. 


- Fui dado a alguém que acha que a vida se resume em batatas, o dia não começou muito bom. Olhe aqui, eu sou um Kwami, ok? 


- Kwa...aa.. Que? 


- Kwami. 


- Sei, então, nada de batatas? 


- Nada de batatas. 


- Tá bom então senhor K-W-A-MI... 


- Meu nome é Tsuku. 


- Tá bom então senhor T-S-U-K-U, mas... Kwamis  tem algo relacionado a... Batatas? 


- O que você tem com batatas? Pelo amor de deus! – Falou ele um tanto irritado. 


- Me desculpa senhor Tsuku! Eu prometo que não toco mais no assunto das batatas. – Falei agachando-me, em pedido de desculpas. 


- Você deveria perguntar o que é um Kwami, se não essa conversa nunca vai pra frente e eu vou ter que falar mais com você. 


- Mas você aceita minhas desculpas? 


- Só pergunta. 


- Aceita? 


- “O que é um kwami?” É só isso. 


- Aceita? 


- Por que?? ... só pergunta. 


- Aceita? 


- TÁ BOM! Aceito suas desculpas! 


- Ok! O que é um kwami? – Perguntei me levantando. 


- É uma criatura mágica que transforma o portador de seu miraculous em um super-herói o... – Eu o interrompo. 


- ISSO É LEGAL, MUITO LEGAL!!! MELHOR DO QUE BATATAS, desculpa, essa foi a última vez que falei das batatas. – Gritei animada, dando um pulo de alegria. SUPER HEROI? Dá pra imaginar? 


- Como ia dizendo, esse é seu miraculous. – Falou ele apontando para o broche. – O miraculous do morcego. E se você falar: “I conjure you, all-hearing spirit” você se transformará. 


- Tá bom, deixa eu ver... I conjure you, all-hearing spirit! – No instante em que pronuncie tal palavra Tsuku foi sugado pelo broche... é pra ficar preocupada, as coisas tem que ser sugadas por broches? Enfim, após isso minha roupa se transformou em uma capa negra, eu ganhei grandes orelhas e dois pares de assas semelhantes a de um morcego... O que é, definitivamente, MUITO MAIS LEGAL QUE BATATAS.


Notas Finais


Entao? Gostaram? Comentem 3 e desculpem pelos erros.


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