História Miraculous – Uma História Diferente - Capítulo 4


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Categorias Miraculous: Tales of Ladybug & Cat Noir (Miraculous Ladybug)
Personagens Adrien Agreste (Cat Noir), Alya, André Bourgeois, Chloé Bourgeois, Félix, Gabriel Agreste, Hawk Moth, Marinette Dupain-Cheng (Ladybug), Nathanaël, Nino, Plagg, Sabine Cheng, Sabrina, Tikki, Tom Dupain
Tags Adrinette, Alyno, Humor, Plakki
Visualizações 1.887
Palavras 2.043
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Esporte, Festa, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá amoras!
Me desculpem pela demora.
Trouxe mais um capítulo pra vocês.
Espero que gostem.
Boa leitura!

Capítulo 4 - Supermercado e Aposta


P.O.V. MARINETTE

De manhã, Alya fez questão de nos acordar cedo, dizendo que precisamos ir logo para o supermercado fazer as compras. Então, eu me levantei, tomei banho, me arrumei colocando minha tiara de gatinho e fui para a sala, onde encontrei Alya sentada no sofá, provavelmente esperando a gente.

— Cadê a Tikki? – eu acho que ela estava muito distraída, pois assim que eu falei ela pulou do sofá e ficou em uma posição de luta muito estranha. Então ela viu que era eu e suspirou.

— Ainda não apareceu. Deve estar se arrumando ainda. – ela sentou-se de novo. A Tikki sempre demora. Aff!

Alguns minutos se passaram e nada da baixinha aparecer. Eu estou pensando seriamente em ir no quarto dela e puxa-la pelos cabelos.

— TIKKI! SERÁ QUE VOCÊ PODERIA IR MAIS RÁPIDO. NÓS VAMOS AO SUPERMERCADO E NÃO EM UM CONCURSO DE COISAS BIZARRAS. Tenho certeza que se fôssemos a um concurso desses ela ganharia. – eu gritei e depois resmunguei a última parte.

— Aff, já vou. Uma pessoa não tem paz aqui. – assim que ela apareceu eu desejei não ter chamado. Quando eu olhei para ela, senti meus olhos queimarem. Ela estava com uma blusa com desenho de arco-íris, uma saia rosa néon com babados e suspensórios coberta de glitter, uma meia 7/8 listrada branca e rosa, uma bota preta de cano médio. Estava usando luvas de renda branca de comprimento até o pulso e muitas pulseiras. Acho que eu estou ficando cega.

— O que é isso Tikki? – Alya perguntou por mim, já que eu não conseguia parar de olhar para aquela coisa.

— Uma roupa ué. Nem vem criticar. – ela respondeu.

— Tikki… Você está parecendo um galinha da angola que foi vestida por crianças com algum tipo de distúrbio para um desfile de carnaval. – eu finalmente consegui falar.

— Querida, isso tudo é inveja. – ela jogou os cabelos rosas para trás – Eu sou tão linda que os médicos me apludiram. Eu não nasci, eu estreei. O seu recalque bate no meu Nescau e volta radical. – isso que dá deixar as crianças na frente da TV por muito tempo, isso consome o cérebro delas.

— Tikki, seja menas please?! – eu disse e nós saímos do apartamento. Saímos do prédio e pegamos um táxi, passamos o endereço e fomos. Eu só acho que nós precisamos urgentemente de um carro, essa vida de pegar táxi não é pra mim. Chegamos no local e pagamos a corrida. Enquanto andávamos para o supermercado as pessoas olhavam para a gente. Não, acho que eles estavam olhando para cor-de-rosa ao meu lado.

Entramos no local e a Alya pegou um carrinho. Começamos a andar e Tikki começou a pedir para entrar no carrinho, a Alya ficou negando. Mas a anã é muito persistente, eu estava quase esfregando a cara dela no chão, quando Alya deixou ela, finalmente, entrar no carrinho. Alya começou a fazer as compras e isso está ficando muito tedioso.

— Alya, eu vou pegar algumas coisas para mim tudo bem? – ela apenas concordou com a cabeça.

— MARINETTE, TRÁS ALGUNS FINIS PARA MIM. – ouvi Tikki gritar. Ela sempre sabe para onde eu vou. Isso mesmo, eu estou indo para a seção de doces, porque doce é vida. Continuei andando até chegar no meu destino. Peguei uma cestinha e comecei a colocar as coisas que eu queria: chocolates, marshmallows, finis para Tikki e para mim, mas chocolates e fui em direção aos biscoitos, procurar meu outro amor, o Oreo. Assim que cheguei vi que tinha apenas um, corri para pegar mas parece que outra pessoa teve a mesma idéia, já que pegou antes de mim. Assim que vi quem era subiu uma raiva.

— Hey, eu ia pegar esse daí. – falei para o loiro aguado do meu vizinho.

— Tarde de mais Princesa, peguei primeiro. – ele debochou. Vou arrancar esses dentes dele.

— Você viu que eu ia pegar, fez isso de propósito. – falei com mais raiva, acho que eu já estava vermelha, e ele continuava com aquele maldito sorriso maravilhoso. Espera, o que?

— Nada a vê gatinha. Admite que perdeu. É simples! – ele encostou um dos braços na prateleira – Mas se quiser, podemos tentar uma negociação. – jogou charme para mim. Se eu estava quase cedendo? HAHAHAHA claro que sim. Não me julgue, você já viu esses olhos? Então você me entende. Ele se aproximou mais de mim, eu apenas continuei parada, parecia hipnotizada pelos esmeraldas dos seus olhos. Foi então que eu senti a respiração dele no meu rosto e voltei a mim. A boca dele estava a centímetros da minha. Meu Santo Cookie como isso aconteceu que eu não me lembro? Pensando rápido, eu apenas peguei o biscoito dele e sai correndo dali.

— HEY AZULZINHA, VOLTA AQUI, ESSE BISCOITO É MEU. – ouvi ele gritar, mas eu já estava virando o corredor. Tenho quase certeza que ele está atrás de mim, então tentei correr mais rápido – Volta aqui Princesa. Faltou o meu beijo também. – viu? Ele está atrás de mim.

— Sonha se acha que eu vou beijar sua boca. Nem sei onde você encostou ela. – disse ainda correndo e virando mais um corredor.

— Hahahaha Até agora ela só iria estar na sua boca gatinha. – ouvi a voz dele mais perto. Estava no fim de outro corredor e quando ia virar, fui de frente com alguém e cai no chão, junto com esse pessoa. Era o filho de Hades – Plagg –.

— Será que dá pra levantar? Eu sei que sou super fofinha, mas todos esses músculos pesam. – e que músculos, senti alguns gominhos, Tikki ficaria doidinha ~ Falei irônica para ele que se levantou – Obrigada! – assim que levantei, senti braços me rodearem e uma mão puxar o biscoito da minha.

— Te peguei! E isso daqui é meu. – o Ken falou me soltando e segurando o Oreo.

— Não vale seu loiro aguado. Isso foi trapaça. – eu cruzei os braços olhando para ele. Pela minha visão panorâmica, vi Alya chegar com Tikki ainda dentro do carrinho e Nino ao seu lado.

— O que está acontecendo aqui? – Alya perguntou, com certeza estranhando a situação.

— É essa espiga de milho que pegou o único Oreo que tinha e eu iria pegar primeiro, mas ele fez isso para implicar, então eu peguei e saí correndo e ele veio atrás de mim, mas quando eu virei esse corredor, eu bati no Voldemort e cai no chão, então o Ken pegou o biscoito de mim. – falei de uma vez – Alya, manda ele me devolver. – disse como em um tom de criança e bati o pé no chão.

— Eu já disse Princesa. Esse daqui é meu. – ele sorriu de lado. Vou passar o estilete na cara dele, esse… Esse... Urgh! 

— Desculpa Mari, mas se ele pegou primeiro, eu não posso fazer nada. – Alya explicou e eu bufei cruzando os braços.

— Que nada Alya. – falou Tikki, que depois de muito esforço e nenhuma ajuda, conseguiu sair do carrinho – Você! – ela apontou para a espiga de milho – Pode devolver o biscoito. Está vendo essa criança? – apontou para mim. Isso me ofendeu um pouco – Ela vai infernizar a minha vida por causa desse maldito biscoito, e eu não estou afim de ficar escutando ela ficar xingando até a sua quinta geração. – nossa, eu nem ia fazer isso.

— Eu já falei pra ela minhas condições. Ela aceitar ou não é com ela. – ele levantou as mãos na altura da cabeça.

— Eu NUNCA vou te beijar. Então pega esse biscoito e enf… – ele me interrompeu e se aproximou.

— Olha a língua Princesa. Esse tipo de palavra não combina com você. – falou ainda se aproximando – E mais uma coisa… Nunca diga nunca. – ele sorriu.

— Nunca! – o sorriso dele aumentou.

— Mari? – escutei uma voz e desviei meu olhar para o meu amigo.

— Ah! Oi Nath. – fui até ele é lhe dei um abraço – O que está fazendo aqui? Nossa, que pergunta mais estúpida, esquece. – soltamos uma risada.

— Estou apenas comprando umas coisas sem importância. – ele apontou para a cesta na mão dele e eu sorri.

— Oi Tomate! – Tikki falou e eu olhei com raiva para ela, que nem ligou – Muita coincidência encontrar você aqui, com tantos outros supermercados por aí. – ela encostou no carrinho.

— É que esse era o mais perto da minha casa. – ele estava meio nervoso.

— Uhuum, sei. — Alya olhou desconfiada para ele. Porque elas estão fazendo isso? Nossa, ninguém pode ir para um mercado agora?

— Bom, deixando isso de lado. Que tal ir lá em casa agora? Eu vou cozinhar uma coisa nova e quero que você seja o primeiro a provar. E então? – as meninas bufaram e ele abriu um enorme sorriso.

— Claro Mari. Me sinto honrado. – eu sorri e ele corou. Que kawaii.

— Então, vamos pegar alguns ingredientes comigo antes de irmos para casa. – olhei para as meninas – Vocês já compraram tudo? – Alya afirmou com a cabeça – Então se vocês quiserem já podem ir, eu vou depois com o Nath, ok? – falei e peguei na mão dele, puxando-o na direção das prateleiras.

P.O.V. ADRIEN

Eu não entendo aquela garota. Nenhuma nunca resistiu a mim, e porque ela é diferente? Bom, eu não sei, mas ela ainda vai ser minha. Depois que ela saiu com o cabeça de fósforo as meninas ficaram murmurando.

— O que foi garotas? – Nino perguntou.

— Eu não gosto nada desse garoto. Ele é tipo um stalker. Duvido muito que ele tenha vindo aqui para comprar alguma coisa. – a garota que estava com uma roupa estilo Lolita louca falou.

— Porque? – eu perguntei.

— Não é óbvio? – a Alya, eu acho, falou e nós balançamos a cabeça negativamente. Ela bufou – Esse garoto é apaixonado por ela desde o primário. Ele está sempre atrás dela, sempre olhando para ela. Algumas vezes, nós já vimos ele nos seguindo. A gente tem medo que ele possa fazer alguma coisa com ela. A Marinette é muito inocente, ela acha que todos podem ser bonzinhos. – ela suspirou.

Então, ele é um louco obsessivo? Agora eu entendo o porquê delas não gostarem dele. Eu mesmo já não fui com a cara dele. Principalmente depois que ele abraçou ela e ficou babando. Não sei porque tanta intimidade. Humf!

— Bom, nós não podemos fazer nada por enquanto. Mas assim que ele vacilar, não vou me conter em dar uns golpes de karatê alá Tikki nele. – a menina colorida fez uns negócios bem estranhos com os braços e pernas. Acho que ela é louca. Escutei o Plagg rir.

— Se você conseguir chutar uma canela já é muito, Polegarzinha! – debochou dela, que olhou para ele com raiva. Ela se aproximou e deferiu um murro no estômago dele, que gemeu de dor – Você é louca garota? – ele perguntou ainda curvado.

— Se você me chamar de pequena de novo, esse murro vai ser em um lugar muito importante para você. – ela ameaçou ele. Meu Deus, estou com medo dela, tira ela de perto de mim.

Alguns minutos depois e elas foram embora e nós resolvemos fazer o mesmo. Assim que chegamos no apartamento, deixamos as compras no balcão da cozinha e fomos para a sala. Do nada o Plagg começou a gargalhar. Eu e o Nino olhamos estranho para ele, que logo se explicou.

— Acho que o Adrien bateu o recorde de foras dado por apenas uma garota. – o Nino riu concordando e eu fechei a cara.

— Isso vai ser por pouco tempo. Logo logo ela vai me beijar. – falei ainda emburrado.

— Bro, é mais fácil alienígenas aparecerem na Terra do que ela te beijar. – Nino bateu nas minha costas.

— É só questão de tempo. – eu falei devagar.

— E que tal uma aposta? – Plagg propôs sorrindo de lado.

— Explique. – Nino se curvou prestando atenção.

— O Adrien vai ter um mês para fazer ELA beijar ele. Se ele conseguir isso, nós damos 200 Euros para ele. Mas se ele não conseguir, vai ter que dar 200 Euros para cada um de nós. – ele sorriu de lado.

— Eu topo! E aí Adrien? O que vai ser? – eles olharam para mim e eu sorri.

— Moleza. Eu consigo beijar ela fácil fácil. – me gabei.

— Acho que você entendeu errado cara. É ela que vai ter que te beijar. – Plagg falou e sorriu irônico.

— A vida é feita de desafios. E não costumo correr de um. – abri um sorriso malicioso e me levantei indo para o meu quarto. Vou precisar de um bom plano, aquela garota é uma muralha.



Notas Finais


Essas briguinhas deles hein 👀? Nath perseguidor 🕵. Essa aposta 😏. O que será que o Adrien vai fazer?

Espero que tenham gostado.
Desculpem os erros e a demora para postar.
Beijos amoras, até o próximo!! 😘


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