História Mirajin, um reino do deserto - Capítulo 1


Escrita por: ~ e ~Cerejinhadotuts

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Categorias A Seleção
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Palavras 709
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Harem, Luta, Magia, Mistério, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Super Power, Survival, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Estupro, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, como eu disse no prólogo, isso aqui não é uma fic de seleção, e sim, de a rebelde do deserto, recomendo muito ler ele é incrível se alguém estiver interessado.

Capítulo 1 - A fuga e a história


"Corra, Anippe! Corra!"

Essa frase ecoava na cabeça da menininha de longas medeixas castanhas e olhos tão azuis quanto as águas do caribe. Seu irmão mais velho lhe gritar isso horas atrás.

Noorsham havia lhe implorado para que fugisse da Vila da Poeira o mais rápido que pudesse antes que o pai voltasse bêbado para casa bêbado novamente. O mais velho não queria que as irmãs vissem o homem bater na mãe enquanto a xingava de todos os nomes possíveis. Ela se lembrava perfeitamente das palavras do irmão.

"Amani e a mãe dormiam encostadas em um canto do pequeno cômodo, as outras duas crianças se encontravam acordadas - Anippe e Noorsham.

—Anippe... Eu quero que você fuja para o mais longe possível dessa vila. Não vou conseguir acordar as duas agora mas, eu prometo, iremos atrás de você, não importa onde esteja. - ele dizia enquanto olhava a irmã no fundo dos olhos.

Ela iria responder mas o som da porta sendo escancarada prevaleceu.

—Corra, Anippe! Corra! Te encontrarei com a mamãe e a maninha no caminho para Izman, agora vai! - ele da um leve empurrão na garota em direção a janela que dava para os fundos da casa, se ela fosse rápida o pai não a veria.

Ela assente para o irmão e pula. Correndo para o mais longe que conseguia e já deveria ter passado mais de duas horas correndo até o corpo pequenino se render ao cansaço e cair na areia, no meio do nada.

. . . 

Ao acordar, Anippe se depara com um tecido vermelho escarlate, a cor do sangue. Endireitou a coluna e se pôs a observar o interior da tenda; toras sustentando o tecido acima de sua cabeça; frascos de todas as formas, cores e tamanhos espalhados pelo local.

Curiosa, ela colocou a cabeça para fora ba intenção de descobrir onde estava. A mesma pode observar diversas tendas como a dela apenas com o tecido para diferencia- las, homens e mulheres com sheemas e kalats coloridos apesar de haver alguns com roupas diferentes.

Ela observava o local até um menino , provavelmente dois anos mais velho que ela a abordou.

—Olá! Que bom que acordou! Espera - ele aproximou o rosto do dela - Wow! Você tem olhos azuis?! Eu nunca conheçi um Mirajin de olhos azuis! Incrível! Meu nome é Amun, e o seu?

—Anippe... - ela o responde de baixinho.

—Anippe? É um nome bonito! Você sabe o significado? - ele a pergunta e ela nega - Significa filha do Nilo. Legal né?

—É...

—Esta com vergonha? - indaga zombeteiro e ela abaixa a cabeça em resposta sentindo o sangue ferver nas bochechas - Não precisa. Vem, eu vou te mostrar a tribo. - ele a abraça de lado e saí a puxando.

Eles olhar cada cantinho do lugar e até mesmo andaram de camelo. Amun era um ótimo garoto e um ótimo amigo também, ele a apresentou a todos, inclusive a Mukantagara, o primeiro ser humano criado, este homem viu com os próprios olhos a guerra entre os Djinis, imortais e a Destruidora de Mundos que matou os monstros dela e, entre eles, a cobra que havia ingolido o sol.

—Então, Anippe... Você irá morar conosco até ter idade para sair à procura de sua família.

—Obrigada...

—Amun, por favor, leve-a para a tenda em que ela irá ficar e tira suas dúvidas, caso ela tenha alguma.

—Claro! Vem! - ele pega em sua mão e vai lhe puxando pela tribo novamente.

Ele a leva para um conjunto de tendas mais afastadas das outras e aponta para uma tenda cujo tecido era uma mistura de cores.

—Essa é a sua. - diz para, por fim, levantar uma das abas para que ela pudesse ver o interior.

•Anippe•

Eu não tive reação. Minha cabana era linda; havia um colchão com um impecável lençol branco; um grande baú o qual, se não me engano, era feito de bambu; um tapete de algodão com mosaicos tingidos em cores neutras; um outro baú um pouco menor, feito do mesmo material, o qual presumi ser para sapatos e, pendurado no teto, um lampião apagado para a iluminação do quarto ao anoitecer.

—Entao... Você gostou? - Amun me pergunta timidamente com a mão na nuca.

—Eu amei. - digo sussurrando para que apenas ele ouvisse e em seguida o abraço forte.

—Que bom... - ele susurra de volta, retribuindo o abraço.


Notas Finais


E é isso por hoje meu povo! Daqui a pouco posto outro!

Kiss Kiss
Até...


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