História Miss President - Capítulo 22


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Categorias Bastian Schweinsteiger, Manuel Neuer, Marco Reus, Mats Hummels, Miranda Kerr, Thomas Müller
Personagens Bastian Schweinsteiger, Miranda Kerr
Exibições 307
Palavras 1.156
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Drama (Tragédia), Esporte, Famí­lia, Festa, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Fortes emoções...
Boa Leitura!

Capítulo 22 - Capitulo 22


Fanfic / Fanfiction Miss President - Capítulo 22 - Capitulo 22

Meu corpo parecia ter sido atropelado por um caminhão, minha cabeça parecia uma zona de guerra e meus olhos estavam mais pesados do que um navio cargueiro. Que porra está acontecendo comigo? Faço um esforço descomunal para abrir os olhos e outro maior ainda para me sentar na cama. Eu estava no meu quarto mais não me lembrava como fui parar ali.

Me levanto me batendo em tudo, mais precisava tomar um banho e tentar me lembrar o que aconteceu.

A água morna escorrendo pelo meu corpo relaxa meus músculos e dá uma certa aliviada na minha terrível dor de cabeça. Tento me lembrar do que aconteceu ontem mais a ultima coisa que me lembro é de estar no Oktoberfest bebendo.

Visto a primeira roupa que vejo e saio do quarto.

Quando desço as escadas encontro meus pais e Leticia.

- Bom dia... – digo.

- Bom dia. – eles respondem desanimado.

Provavelmente todo mundo deve estar de ressaca.

- Mãe, que remédio eu tomo? Minha cabeça está explodindo. – falo indo até eles.

Eles apenas ficam me olhando.

- Gente... o que aconteceu? – pergunto sem entender aquelas caras.

- Você não se lembra de ontem? – Leticia pergunta.

- Falando a verdade, eu só me lembro da hora que comecei a beber. O que aconteceu? – pergunto.

Eles se olham entre si.

- Vocês estão me deixando preocupada. – digo.

- Você tomou o maior porre. – Leticia diz.

Ai meu Deus.

- E deu um vexame daqueles. – meu pai completa.

Puta que pariu.

- E todo mundo já sabe disso. – minha mãe conclui.

Fico paralisada.

- Que diabos deu em você? A gente ti disse para beber, não para ficar daquele jeito. – Leticia fala.

- Eu não me lembro de nada. – digo.

- Olha isso. – minha mãe diz me entregando o tablet.

Dou play no vídeo e fico a ponto de enfartar. Eu pulava feito louca com a caneca na mão, subi na mesa, dancei, sensualizei.

- Isso ferrou com você, de todas as maneiras. – meu pai fala.

- Eu sei disso... e todo mundo tem razão em me crucificar. – concordo.

- Os problemas não estão só na empresa... – Leticia diz.

Olho para minha mãe e lembro de Peter. Droga!

- Liga para o Holf, eu preciso conversar com ele... – digo.

- Nós já fizemos isso, mas ninguém conseguiu falar com ele, então Bastian fez o favor de ir até lá. – meu pai fala.

- Que merda... que merda! Ninguém vai tirar o Peter de mim! – digo sentindo meu sangue ferver.

Eles se entreolham e eu percebo que tem mais coisa por vir.

- O que está acontecendo?

- Você sabe como as coisas são por aqui... – minha mãe começa.

Não!

- A assistente social esteve aqui logo cedo, a mando do juiz e... – Leticia fala.

- Eu não acredito. – é a única coisa que eu consigo dizer.

- Esse maldito vídeo está circulando por todo o mundo e muitos questionamentos foram feitos... Helene disse que você ficará afastada dele até que o juiz diga o contrario. – meu pai fala.

A raiva me consome e a primeira coisa que eu faço é arremessar o aparelho eletrônico na parede.

Eles ficam me olhando atônicos.

- Eu não vou ficar longe do Peter! – grito.

- Isso não está nas suas mãos. – Leticia diz.

- Veremos!

Ninguém vai tirar ele de mim.

- Eu vou reassumir a empresa até as coisas se acalmarem e.. – o interrompo.

- O que? – pergunto incrédula.

- Você não está em condições de nada. – ele diz nervoso.

- Vamos focar na sua situação com Peter. – minha mãe se intromete.

- De que lado vocês estão? – pergunto.

- Nós sabemos que está sendo difícil para você... mais... – interrompo Leticia.

- Saiam da minha casa agora! – peço.

Eles trocam um olhar cúmplice e se levantam.

- Esfrie a cabeça. – minha mãe pede.

Eles se vão e eu fico sozinha.

Não queria, mais acabei desabando. Eles não podiam fazer isso comigo... não podiam tirar Peter de mim!

Pov. Bastian Schweinsteiger:

Depois daquela cena de ontem, todos acordaram com os celulares apitando e o vídeo de Joana circulando na internet. Os pais dela me ligaram cedo já com a noticia de que a assistente social havia ido buscar Peter e me pediram para tentar me comunicar com Holf, o advogado dela.

Fui até a casa dele e acabei por acorda-lo. Ele não estava sabendo da situação que Joana havia se metido e eu tive que explicar tudo. Apesar de ser experiente, ele não soube o que fazer para reverter essa situação e isso me deixou preocupado.

Meu celular toca assim que saio da casa de Holf e era a mãe de Joana.

- Bastian, me desculpe por mais essa ligação. – a mãe de Joana já começa se desculpando.

- Não, não tem problema nenhum. – digo.

- Já demos a noticia a ela e sua reação, como de se esperar, não foi nada boa... ela arremessou o tablet na parede e nos expulsou de casa. – a mãe dela fala.

Me espanto na hora. Nunca imaginaria Joana fazendo isso.

- Nós estamos preocupados Bastian... não sabemos o que ela pode fazer. Nunca vimos ela assim, nem quando... – ela para de falar.

- Eu vou lá. – digo.

- Obrigada por isso. Você é um homem de ouro. – ela diz.

- Obrigado... mais eu faço isso porque gosto dela. – digo.

Finalizamos a chamada e eu sigo para a casa de Joana.

Quando chego a porta da casa dela, eu consigo ouvir o som de coisas se quebrando. Toco a campainha seguidas vezes e ela não atende, olho pela janela e consigo ver ela continuar quebrando as coisas. Bato no vidro para chamar sua atenção e funciona.

- Abre a porta. – gesticulo com a boca.

Ela balança a cabeça negativamente.

- Por favor. – peço.

Ela parece pensar um pouco e depois se dirige a porta. Quando ela abre a mesma, eu consigo ver o quanto ela estava abalada. O rosto estava um pouco inchado, os olhos vermelhos, as mãos um pouco machucadas.

 - O que você quer? – ela pergunta.

- Vim ficar com você. – digo.

Ela ri irônica.

- Eu quero ficar sozinha. – ela diz e fica séria.

- Não, você acha que quer mais você está precisando de ajuda. – digo entrando na casa dela.

- Vai embora Bastian. – ela pede.

A casa dela estava um caos, tudo estava quebrado desde a TV até porta retrato.

Chego perto dela e seguro o seu rosto.

- Nada disso vai melhorar as coisas... destruir tudo não vai apagar o que aconteceu ontem e trazer ele de volta. Pare. – peço.

Ela me encara por alguns segundos e me abraça forte.

- Eles tiraram o meu filho de mim Bastian... eles tiraram... – ela fala em meio ao choro.

- Calma... nós vamos resolver tudo. – digo e beijo sua cabeça.

- Essa é a segunda vez que isso acontece... o que eu fiz para não merecer ser mãe? – ela pergunto soluçando.

Segunda vez?

 


Notas Finais


Espero que tenham gostado!
A presidente agora não é mais presidente, perdeu o filho e pirou total...muita coisa ainda vai acontecer....
Bjsss!


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