História Miss Psycho - Capítulo 19


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Categorias Originais
Personagens Coringa (Jack Napier), Personagens Originais
Tags Caroline Watts, Coringa, Gerald, Zevean
Exibições 9
Palavras 1.295
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Self Inserction, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Pessoal, desculpem a demora mas é que eu não consegui mesmo escrever nas últimas semanas pois tive imensa coisa pra fazer e ainda por cima tive um grande bloqueio de imaginação.
Não prometo em postar os capítulo cedo pois estou num período complicado.
Mas enfim, espero que gostem e comentem para eu puder ter motivação para continuar <3

Capítulo 19 - Little Bitch


Fanfic / Fanfiction Miss Psycho - Capítulo 19 - Little Bitch

 

Encostei-me de costas ao muro branco da mansão e olhando por entre as grades monstruosas da mansão. Não via nem uma mosca a pairar. Estava tudo muito calmo, calmo demais. Foi então que senti o meu telemóvel vibrar nas traseiras dos meu bolsos.

Retirei o mesmo o atendi a chamada sem antes ver o número.

- Quem fala? - perguntei, ainda olhando para dentro da mansão.

- Senhora, tivemos umas complicações aqui e um dos nossos acabou por ser ferido e não está a resistir. - consegui detectar que aquela voz grossa e firme era de Rick, um dos meus novatos seguranças - Atingiram Gerald, patroa...

O meu coração gelou automaticamente e a minha visão começava a escurecer. Sentia-me tonta e prestes a perder os sentidos.  O meu sangue borbulhava e saltava. Conseguia ouvir os meus próprios batimentos cardíacos, e sim, estavam completamente acelerados. A minha cabeça girava e girava sem parar, bem, na verdade não era a minha cabeça mas sim a minha consciência que se desvanecia cada vez mais. Foi então que uma voz interior e força superior falaram-me para acordar e ficar "aqui". Abri os olhos e não me lembrava muito bem aquilo que acabara de acontecer, só depois de parar um pouco é que consegui racionar no que acabara de ouvir. Gerald havia sido atingido e corria perigo, aliás, poderia até já ter morrido.

- P-primeiros socorros. - gaguejei de garganta seca - Façam o que aprenderam nas aulas de primeiros socorros. - falei ainda fracamente devido à perda de sentidos e fraqueza - Já! - arranjei motivação e coragem para gritar.

- Sim, patroa. - Rick respondeu seriamente do outro lado da linha.

A chamada foi desligada e permaneci encostada ao muro, tentando recuperar o fôlego. Pensei,  em dizer "Abortar missão" a Rick mas, a força de vontade e determinação falaram mais alto. Não queria nem por nada deste mundo perder este momento que por tanto esperei. Foram mais dezoito anos de treino para deixar perder tudo agora?! Não, tinha de continuar, mesmo que isso implicasse perder uns dos meus mais fiéis homem.

Olhei para dentro da mansão que estava completamente "parada". Não havia ninguém lá dentro. Não conseguia ver nenhum movimento a partir das janelas. Perguntava-me se podia avançar. Estava claro que não mas, esta notícia fez com que a minha teimosia me indicasse que seria melhor avançar sem olhar ao plano.

Encostei a cabeça ao muro e respirei fundo, contando mentalmente até dez para entrar para avançar as grades que protegiam a mansão e avançar sem demoras.

10, 9, 8, 7, 6, 5, 4, 3, 2, 1...E começou a correria desenfreada. Cortei-me na perna esquerda ao escalar as grades. Como estas eram feias de ferro, fez um ligeiro ardor na pele e sangue escorreu da minha ferida. Não liguei à ferida nem à dor que esta me causara pois, o importante agora era a missão.

Devem-se perguntar o porquê de ter avançado na missão uma vez que assim não me era destinado. É o seguinte, nunca foi de meu critério ficar de braços cruzados à espera que o muro de Berlim se desmorone nem que se reconstrua. Nunca foi de meu desejo esperar até me mandarem avançar quando eu já sabia que esse momento não chegaria. Sabia desde começo que avançar não estava nas mãos dos meus seguranças mas sim nas minhas, e se eu mandava, eu avançava.

Dei um chute na grande porta que logo abriu violentamente. Retirei uma das pistolas guardadas nos bolsos de trás das calças e avancei sem medidas pelo único e grande corredor de carpete vermelha da mansão. Segundo a arquitetura desta casa, o escritório ficava no andar de cima. Subi umas escada que deduzo darem acesso ao andar superior. Não tive nem tempo de parar para pensar e já havia entrado no escritório daquele monstro. Estava escuro demais para puder enxergar um palmo. No meio da escuridão da sala, vi uma silhueta mais negra a aproximar-se de mim, o que me fez apontar-lhe a arma. Um riso sinistro se seguiu e eu arrepiei-me por tal maléfica gargalhada.

- Vais te arrepender, pirralha. - estas foram as últimas palavras que ouvira antes de sentir uma grande pancada na nuca e perder completamente os sentidos.

 

....

 

Os meus sentidos se recuperam e lentamente abri os olhos. Conseguia ver um teto cinza claro, com uma lâmpada de luz leve a iluminar-me. Sentia-me um pouco zonza mas conseguia aguentar essa tontura pois agora o que fez acordar foi o facto de ambas as minhas mãos a pernas estarem presas a uma maca de aço, na qual eu me mantinha prendida. Inicialmente, não percebi. Mas depois lembrei-me do que havia acontecido comigo. Lembrei-me em flash´s do momento em que entrei numa sala escura e de ouvir as seguintes palavras "Vais-te arrepender, pirralha". Depois, só me lembro de perder completamente os sentidos e acordado aqui, sem motivo aparente e, ao que parece, drogada, devido à tranquilidade e leveza estrema que a minha mente estava. Só conseguia mesmo ver uma luz sobre mim e um fundo cinza que, no meu entendimento, parecia ser o teto do local. Conseguia deduzir que estava deitada e amarrada a uma maca devido às limitações e material da mesma. As amarras usadas para me prender à maca eram nada mais nada menos que cordas mas, como eu me encontrava drogada, não saía dali nem mesmo se tivesse desamarrada.

No meio da confusão e do medo, ouvi uma porta sendo aberta e percebi que alguém entrara na sala. Passos ecoavam e aproximavam-se de mim. Abanei-me, tentando escapar.

- Calma, princesa. Sou eu. A pessoa que mais querias ver. Estou aqui, bem ao teu lado.

...Aquela voz...Aquele timbre pesado e único. O jeito sarcástico e obscuro de falar e as palavras marcantes é o que mais me intriga na sua voz. Sim, sem dúvida é "ele".

- O que queres de mim seu monstro? Onde estão os meus homens!? O que fizeste com eles!? - gritei, desamparada pela aflição do momento.

Ele riu prolongadamente. Uma risada maléfica e cheia de maldade - Que o diabo os castigue.

- Que o diabo te castigue é a ti seu...Seu MONSTRO! Seu idiota! Seu emporcalhado! Seu desprezível ser! Morre! Morre!!! - gritei, abanando-me desesperadamente e deixando rolar lágrimas dos olhos.

Não queria acreditar que ele tinha morto todos os meus homens. Para mim, era mentira. Nunca na vida ele conseguiria matar oito homens de uma só vez, mesmo que ele tivesse reforços.

- Só colhes o que semeias, pequena puta. - ele deu uma pequena pausa e respirou profundamente. - Sabes, pequena puta, eu também era assim como tu. Só pensava em vingar-me do que me prejudicou mas a vida mostrou-me que esse não é o meu propósito. O meu verdadeiro propósito é mostrar aos outros o meu poder... - vi-o a aproximar-se dos meus pés. - Olhar para ti dá-me pena pois eu sei que já fui assim, um parvo desesperado por atenção. - ele andou lentamente até perto do meu rosto, olhando-me fixamente com um sorriso de deboche no rosto. - Pequena putinha, aprende de uma vez por todas que nunca na vida me apanharás. Tenho mais que fazer e tu só me atrapalhas os planos. Era tão, mas tão, mas tão mais simples se ficasses quietinha ao invés de mexeres com quem não devias. Agora olha para ti... - ele olhou-me de cima a baixo, rindo de troça - Estás presa a uma maca, completamente imóvel e drogada. Dependente das minhas decisões. - ele pendeu a cabeça para o lado o lançou um suspiro - Vê só. Se eu quiser que tu morras, tu morres. Se eu quiser matar-te amanhã, tu morres amanhã! Então, a minha pergunta é: o que haverei de fazer contigo, pequena puta?

 



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