História Miss Right - Capítulo 30


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 99
Palavras 3.090
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


oi vcs ja ouviram seventeen?
EHEUHEUEHEUEHEUHEUEHEUHE PELO AMOR DE JISOOS ABAIXEM OS CUTELOS, FOICES E TOCHAS, EU TO VIVA, TEM CAPITULO E EU SEI QUE DEMOREI MT, MAS PFVR FIQUEM C ESSA LINDA FOTO DE CAPA E TENTEM ME ODIAR MENOS, OBG <3

Capítulo 30 - Capítulo vinte e oito


Fanfic / Fanfiction Miss Right - Capítulo 30 - Capítulo vinte e oito

Oi, você já ouviu Seventeen?

Isso foi o que eu disse para um rapaz alto, usando sobretudo preto, chapéu e óculos escuros no parque perto da DK Entertaiment. Ah sim, esse rapaz era Kim Namjoon e havíamos marcado um encontro para aquela noite.

Gosto deles. Foi o que ele respondeu.

— Que engraçado, porque eu adore u – comentei fazendo Rap Monster gargalhar de minha cantada falha e me puxar para um abraço.

— Akkinda – ele cantou desafinado apontando para mim como na coreografia dos rookies, me fazendo gargalhar.

— Você como vocal, é um ótimo rapper oppa – debochei fazendo um bico chateado brotar em seus lábios.

— Mas minha voz é tão maneira – resmungou.

— Tão maneira quanto sua dança – provoquei fazendo o rapaz rir.

— O que é isso? É o Depreciation Namjoon Day? – Riu ele e eu assenti.

— Todo dia é um bom dia para lembrá-lo do quão ruim você é dançando – concordei e ele riu balançando a cabeça negativamente enquanto eu o abraçava também rindo —, estou apenas brincando oppa, você é ótimo em muitas coisas.

— Tipo o quê? – perguntou manhoso e eu fingi pensar por um momento — Yah! Você disse que eu tenho muitas qualidades, mas não consegue me dizer uma!

— Você é um bom rapper – comecei me encolhendo em seus braços para apoiar minhas mãos em seu peitoral —, e você gosta de cachorros. Você me diz coisas que ninguém nunca disse antes e me faz sentir especial, além de ser bonito e ter um dos lábios mais bonitos que eu já vi.

— Isso foi quase uma declaração – comentou ele me fazendo rir e socar seu peito de leve — ai, isso dói.

— Aish você estraga o clima oppa – resmunguei me desvencilhando dele que apenas riu —, já sabe o que podemos fazer hoje?

— Eu estava pensando em irmos ao rio Han – propôs sorridente.

— Nunca fui ao rio Han – confessei recebendo um olhar assustado dele.

— Você tá falando sério? – Questionou de sobrancelhas erguidas e eu assenti — Então nós definitivamente vamos ao rio Han.

Deixei que meu acompanhante me guiasse até um táxi e que me distraísse por todo o caminho que percorremos até o automóvel parar num parque próximo ao rio.

— Você não terá problemas se formos vistos juntos por aqui? – Indaguei alguns minutos depois de termos chegado, enquanto o mais alto me guiava pelo parque em direção ao rio.

— Provavelmente, mas é só não sermos notados que tudo vai ficar bem – prometeu ele com um sorriso radiante.

Por ser meio da tarde de um dia de semana, o parque estava bem vazio, apenas um ou outro adulto passava por nós e claramente não prestavam a mínima atenção aos jovens caminhando de mãos dadas por ali.

O lugar era realmente bonito, todo o parque era voltado para o rio que brilhava lindamente com o sol, tudo naquele dia parecia ser bom, o clima ameno, o vento que vez ou outra corria por nós causando cócegas em meu rosto e trazendo junto o perfume masculino de Namjoon. Cada detalhe ali parecia ter sido posto exatamente para nossa apreciação e era isso o que fazíamos, apreciávamos tudo ao redor, todas as luzes, aromas e sensações que aquela breve demonstração de natureza em meio a cidade nos trazia.

Depois de caminharmos jogando conversa fora, nos sentamos na grama debaixo de uma das arvores quase totalmente secas por ali, já que a primavera estava longe ainda e a única coisa que nos sobrava era o tronco seco com galhos retorcidos e folhas em diferentes tonsde vermelho e amarelo.

Após um momento de silêncio, o mais alto deitou-se na grama coberta de folhas e apoiou a cabeça em meu colo. Não protestei, apenas deixei que ele fizesse o que bem entendesse.

Quantas vezes havia imaginado cmomo seria aquele momento? Quantas vezes havia assistido em dramas cenas semelhantes e imaginado como seria caso acontecesse comigo? Contudo lá estava eu agora, exatamente como vinha imaginando e a única coisa que eu conseguira fazer fora apoiar uma das mãos em seu peito enquanto permitia que a outra bagunçasse os fios descoloridos.

Namjoon sorriu para mim, aquele sorriso, o da covinha. Aquele que quase fazia meu coração parar.

— Escrevi uma coisa, queria mostrar pra você – murmurou ele estendendo a mão até o bolso interno da jaqueta e retirou de lá um bloco de notas pequeno.

Observei calada o coreano folhear as muitas páginas marcadas com sua caligrafia forte, misturando as palavras em hangul e em inglês.

Até que ele pareceu encontrar o que queria e então me entregou o bloco de notas, para que eu lesse. Era apenas quatro linhas, mas por algum motivo ele queria que eu lesse.

— Peaches and cream, sweeter than sweet — Li em voz alta, enquanto os olhos escuros do rapper estavam focados em mim —, chocolate cheeks and chocolate wings.

— É sobre você – disse ele quando terminei de ler.

— Eu tenho bochechas de chocolate? – Retruquei divertida e recebi um sorriso dele, que se sentou e se aconchegou ao meu lado para poder depositar um beijo no canto de meus lábios.

— Sim, sua pele tem esse cheiro de pêssego e suas bochechas são irresistíveis, como chocolate – sussurrou com a boca ainda grudada a meu rosto.

— E desde quando eu tenho asas, oppa? – desconversei me afastando dele para poder oversá-lo melhor, o que fez o rapaz se endireitar.

— Você é um anjo Min Yoon Sook – declarou.

Um anjo? Ah não, anjos não fariam as coisas que eu vinha fazendo.

— Sabe quem também tem asas? Demônios, eles tem longas asas de couro e também podem ser como chocolate, mas ao invés do chocolate ao leite doce como você imagina, eles são amargos, como o cacau puro é – retruquei chateada.

O sorriso que antes brincava no rosto de Namjoon morreu, agora ele parecia imerso em preocupação.

— Porque está dizendo isso, Sook?

— Porque é a verdade – suspirei passando a mão em seu rosto para afastar alguns fios que caíam na testa do rapaz—, ninguém é cem porcento bom oppa. Mesmo o chocolate vem de uma base amarga. Ele só se torna doce como o conhecemos, quando é tão modificado que quase não lhe resta mais base alguma, apenas coisas que lhe foram adicionadas para que as pessoas gostassem mais dele... Acho que todo mundo é um pouco amargo lá no fundo.

Namjoon soltou o ar pesadamente e num gesto rápido me puxou para um beijo calmo.

— Acho que você tem razão – murmurou quando se afastou de mim —, ninguém consegue ser bom o tempo todo, se o amargor não fosse importante não faria parte dos sabores básicos.

Sorri triste para o rapaz e ergui o bloco de notas que lhe pertencia.

— Você devia anotar essas coisas huh? Pode dar uma ótima letra algum dia – sugeri e lhe entreguei o objeto enquanto Namjoon tateava os bolsos atrás de uma caneta.

Ele anotou a letra usando como base o que eu dissera, apenas modificando uma ou duas coisas para que desse uma boa rima.  

—Adorei – sorri para o mais alto, recebendo um sorriso de volta pouco antes dele se inclinar em minha direção e depositar uma selinho rápido em meus lábios.

— Unnie? – O grito desafinado me pegou de surpresa, fazendo com que me afastasse do rapaz e olhasse ao redor a procura de quem me chamara.

Poucos metros as nossas costas, Eun e Chul se aproximavam, o rapaz tinha sacolas numa mão enquanto a outra estava bem presa a de sua namorada que o arrastava em nossa direção.

— Eun – sorri forçado recebendo olhares estranhos dos três ali.

— Oi unnie – repetiu minha amiga fazendo uma reverência a Namjoon que ainda estava confuso e um pouco envergonhado.

— Oppa – cumprimentei Chul com uma reverência breve, que ele respondeu com um aceno de cabeça e uma expressão confusa.

— Meu nome é Namjoon – disse o próprio se apressando em se levantar para cumprimentar apropriadamente os recém-chegados.

— Essa é Eun – falei me levantando também e apontando para a menina — ela estuda comigo, e Chul é... — melhor amigo de Jin, o outro rapaz que estou enganando, que aliás é seu amigo também! — Nosso sunbaenim.

— É um prazer conhecê-los – disse o rapper reverenciando ambos, Eun sorriu para ele e depois para mim.

— Nós viemos fazer um piquenique, não gostariam de se juntar a nós? – propôs a menina e meu olhar vacilou rapidamente para seu namorado, que tinha os olhos grudados em mim. Agora eles não expressavam mais confusão, apenas decepção.

— Eunnie – chamou Chul e recebeu finalmente a atenção da coreana —, não vamos atrapalhá-los.

— Nós já estávamos de partida também – acrescentei, puxando Namjoon pela manga do casaco levemente—, nos vemos amanhã?

— Claro, tchau unnie, tchau Namjoon-ssi – minha amiga fez uma breve reverência ao rapper e acenou para mim, me deixando enfim puxar Namjoon para uma direção diferente daquela que meus amigos seguiram.

Caminhamos em silêncio por um breve momento, até o Kim começar a falar.

— Eles parecem legais – comentou sorrindo um pouco.

— Eles são – garanti.

— Parecia que você não me queria perto deles – acrescentou e eu suspirei.

Céus, eu tinha dado tanto na cara?

Aparentemente sim.

— Eu raramente consigo te ver oppa, não me julgue por querer toda sua atenção pra mim quando isso acontece – fiz manha e recebi um sorriso convencido do mais alto.

— Está certo. Podemos marcar com seus amigos outro dia – propôs ele.

— Não vão faltar oportunidades – afirmei segurando sua mão e juntando-me a ele para apoiar a cabeça em seu braço brevemente, o que lhe despertou risadas.

Nosso encontro acabou pouco depois daquilo, quando Namjoon me deixou em frente a Dk Entertaiment quando eu lhe disse que tomaria um caminho diferente a partir dali. Observei o rapaz sumir dentro de um táxi antes de entrar correndo no prédio, agradecendo a todo o cosmos por não existir um ser humano sequer lá para testemunhar nosso fim de encontro.

Subi  ao andar de prática encontrando lá minhas membros que a aquela altura já haviam se acostumado com meus atrasos diários.

Depois de horas e mais horas ensaiando, finalmente fomos dispensadas. Meu celular havia ficado desligado por todo o tempo que fiquei com o líder do Bangtan Sonyeondan e também pelo tempo que veio depois, portanto só pude ligá-lo naquele momento, na primeira hora da manhã.

Assim que o aparelho deu sinal de vida, começou a apitar freneticamente com as mensagens que eu havia recebido enquanto ele estava desligado.

Enquanto lia a única mensagem que meu irmão havia me enviado, seguia as meninas para fora do prédio da empresa.  A mensagem era como qualquer outra que ele me enviava, dizia que estava indo bem nas provas e que mamãe estava ótima e que sentia minha falta. O respondi brevemente e passei para as demais mensagens.

Duas mensagens de Jin que haciam chegado há nove horas, perguntando se eu sabia o que havia acontecido com Chul, porque ele não o respondia desde manhã. Disse somente que não sabia o que havia acontecido e passei para a próxima.

Jimin me enviara apenas uma mensagem há seis horas perguntando como eu estava. Lhe respondi com um pedido de desculpas pela demora e passei para a próxima.

Hoseok estava marcando um treino de dança comigo para a manhã seguinte. Eu tinha aula, porém não estaria em grandes problemas caso faltasse, portanto apenas lhe confirmei minha presença.

Namjoon me enviara uma mensagem há oito horas, pouco depois de ter me deixado na empresa, dizendo que adorara o encontro e que já sentia minha falta. Ri de sua carência e então respondi que também havia adorado tudo.

As últimas mensagens que haviam chego eram as de Yoongi, que haviam chegado há uma hora.

 

Turnip Boy

00:02 – Yon Sook

00:02 – Você está aí?

00:02 – Yonsookie

00:03 – Aigoo acho que vou enlouquecer

00:03 – Por favor, me diga que ainda não dormiu

00:03 – Talvez eu deva deixar você dormir

 

Depois ainda haviam mais três ligações perdidas dele.

Quando cheguei a aquele ponto, já estava caminhando com as meninas em direção ao prédio e ao ver todas aquelas ligações perdidas parei por completo.

O que havia acontecido afinal? Porque diabos ele me ligara tantas vezes?

Sentindo o coração apertar, digitei o número do rapaz no aparelho e coloquei para chamar enquanto parava de andar atrás das AlphaBeta que pareceram nem dar por minha falta, já que estavam entretidas conversando.

Depois do quarto toque ouvi um suspiro do outro lado da linha.

— Yonsookie.

— Yoongi – respondi aflita.

— Eu te acordei com minhas ligações? Me desculpe por isso.

— Não – neguei rapidamente — eu estava acordada, só meu celular que estava desligado. Desculpe não ter respondido duas mensagens mais cedo, o que aconteceu?

— Nada, esqueça isso. Vá dormir, é hora de criança estar na cama – tentou brincar, mas ainda parecia chateado.

— Eu não vou dormir. Onde você está?

— No topo de um prédio.

— Quê? – Gritei apavorada, mas relaxei ao ouvir o riso dele do outro lado da linha.

— É um bar rooftop, não vou me jogar daqui, fique tranquila – prometeu.

— Onde fica esse bar? – Retruquei.

— Por quê? Vai vir pra cá? – Bufou desacreditado.

— Sim, me mande o endereço por mensagem que vou pegar um táxi agora mesmo – falei e desliguei o celular.

Me aproveitei do fato das membros não darem por minha falta para me afastar ainda mais do grupo, encontrando milagrosamente um táxi disponível uma hora daquelas. Dei ao taxista o endereço que Yoongi me enviara e quarenta minutos depois eu estava na porta de um grande prédio comercial.

Entrei no elevador e fui direto para o topo.

Assim que as portas do cubículo se abriram tive uma vista diferente do que esperava, eu não estava a céu aberto e sim dentro de um bar com paredes de vidro. Todo o local recebia uma iluminação fraca, havia um extenso balcão tomando toda uma parede, onde alguns drinks estavam sendo preparados para os poucos clientes sentados por ali, havia também algumas outras mesas espalhadas por ali com casais ou duplas de amigos que conversavam alto, aparenemente já alterados, e ainda havia portas duplas de correr numa das paredes, que dava para o lado de fora.

Depois de procurar o rapper por ali, acabei indo para o lado de fora, que era ainda tão bonito quanto o salão. No lado externo do bar havia mais mesinhas, e todo o local era cercado com uma grade não tão alta, contudo havia seguranças aqui e ali, que com certeza estavam lá para ter certeza de que nada ruim aconteceria.

Encontrei Yoongi numa das mesas do lado de fora, com a cabeça apoiada nas mãos e o olhar fixo no tampo da mesa que sustentava parte de seu corpo.

— Me diga que não está bêbado – implorei observando o coreano que ergueu os olhos cansados para mim e sorriu fraco.

— Não sou bom com bebidas, por isso tento evitar – murmurou ele e eu assenti, me sentando na cadeira em frente a sua.

— O que aconteceu? – Indaguei me encolhendo na cadeira por culpa do vento frio que cercava aquela noite.

— Ah... Nada, só esquece aquilo ok? – Tentou sorrir confiante, mas ainda era visível o quão chateado estava.

— Você sabe que pode confiar em mim, não sabe? – Murmurei pegando uma de suas mãos gélidas e passei a esquentá-la entre as minhas.

Yoongi olhou para nossas mãos unidas por um momento e então suspirou e pousou sua mão livre sobre as minhas que friccionavam sua palma.

— Eu só estou me sentindo sobrecarregado, as coisas tem ficado pesadas demais para eu suportar e como você é a única pessoa de fora da indústria de quem sou próximo, achei que talvez... – suas palavras morreram, então lhe sorri tentando dar alguma confiança ao rapaz. Pareceu funcionar. — Eu não devia te encher com meus problemas.

— Eu não devia te encher com minha vida sem graça, mas aqui estamos nós – retruquei e consegui tirar um sorriso do mais velho.

— As coisas estão complicadas na empresa ultimamente, Sookie, e isso tudo acaba me afetando mesmo que eu tente dizer que não. Eu sempre tenho ajuda do produtor Bang na produção dos nossos albums, mas ele tem estado ocupado demais pra me ajudar ultimamente e eu acabo tendo que fazer tudo sozinho. Não sou nenhuma criança, já ajudei a produzir nossos álbuns antes, mas nunca fiz tudo sozinho, me sinto sufocado com essa pressão... Além disso ainda tenho que cuidar de compor minha música solo, tenho que aprender as coreografias novas... Os meninos dizem que eu vivo cansado, mas céus! Eu nunca paro, como eles podem reclamar de eu ser sempre sem energia? Eu gasto toda a energia que tenho no trabalho e quando vou ver já estou esgotado!

Assenti enquanto o escutava cuidadosamente e parei de acariciar suas mãos quando constei que já estavam quentes o suficiente. Aquilo fez com que ele invertesse as posições, prendendo minhas mãos entre as suas.

— Você não tem que esforçar tanto, oppa – garanti com os olhos fixos em nossas mãos —¸seus amigos não iriam querer que você se esforçasse mais do que o necessário. Talvez fosse bom você tentar conversar com eles sobre isso...

— Eu não tenho com quem falar – negou balançando a cabeça —, eu sou um dos mais velhos, os outros correm pra mim quando tem problemas, mas eu não tenho para quem correr. Seokjin que é o único mais velho que eu já tem os próprios problemas com que lidar. Ultimamente Kook vem fazendo a vida dele um inferno e consequentemente a de todo mundo, já que ninguém suporta mais o clima pesado que fica quando os dois estão no mesmo lugar.

— Yoongi... – suspirei triste. O que eu diria? Que a culpa daquilo tudo era minha? Eu não podia dizer isso a ele. Suga nunca mais olharia em minha cara se soubesse a verdade... Entretanto parecia a melhor opção, talvez a única opção.

Com um suspiro profundo o rapper já tinha eliminado o espaço entre nós e me puxado para um abraço apertado.

— Acho que é por isso que acabo recorrendo a você YonSookie, mesmo não tendo consicencia dos meus problemas, você ainda está disposta a me ouvir — continuou e eu assenti calada —, obrigado por isso.

— Está tudo bem – falei apertando o tecido de sua jaqueta entre meus dedos com força.

Onde eu estava com a cabeça? Eu precisava me controlar, se começasse a ser honesta com Suga naquele momento... Algo me dizia que nada de bom sairia dali se o Min fosse o primeiro a saber de tudo.

Contudo meu peito já estava sentindo demais a pressão de toda aquela mentira. Eu não conseguiria guardar por muito mais tempo aquilo, minha missão de fazer mal aos sete rapzes tinha começado a se voltar contra mim e quem sentia-se pior a cada momento que passava era eu.


Notas Finais


[SIM A PARTE DA MÚSICA DO NAMJOON É DE BLOOD SWEAT AND TEARS, MAS VCS JA REPARARAM EM COMO AQUELA MÚSICA PARECE TER SIDO ESCRITA PRA SOOK? EU PRECISAVA USAAAAAAAAAAAAAAAAAAR]
CHEGUEI VIADOS!
CHEGUEI DEPOIS DE UMA DEMORA DE MAIS DE UM MES? SIM, MAS PELO MENOS CHEGUEI NÃO É MESMO? B) EHUEHEUHEUEHEUEHUEHEUEHUEHE PFVR N ME ODEIEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEM
EU TAVA NUM BLOQUEIO MARAVILHOSO QUE FODEU MINHA VIDA TOTALMENTE DURANTE ESSE PERÍODO QUE FIQUEI SEM POSTAR, SÉRIO ME DESCULPEM MESMO, TEVE GNT Q FICOU ATÉ PREOCUPADO, MAS FIQUEM CALMAS, TIA SIL TA BEM [por enquanto, mas n garanto nd dps q vcs me atacarem por essa demora]
EU DESISTO DE PROMETER QUE VAI TER CAP RÁPIDO, PQ VCS E EU SABEMOS Q EU NUNCA CUMPRO, MAS EU VOU ME ESFORÇAR TA GNT? <3 N DESISTAM JIMIN
AAAAAAAAAH MT OBG AOS 80 FAVS, AWN SUAS AMORZINHAS <3 <3 <3
Pergunta do dia: O que vcs diriam a uma estrela cadente nesse momento?


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