História Miss Right - Capítulo 31


Escrita por: ~

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Exibições 118
Palavras 3.184
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 14 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Linguagem Imprópria
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Olha quem nem demorou dessa vez ~joga o cabelo.
Olhem essa fotoooooooooooo eu n sei lidar c essa criançaaAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAA

Capítulo 31 - Capítulo vinte e nove


Fanfic / Fanfiction Miss Right - Capítulo 31 - Capítulo vinte e nove

“Caught in a lie

Por favor, encontre o eu que era inocente

Eu não consigo fugir de dentro dessa mentira

Por favor, devolva o meu sorriso”

 

Me afastei por um momento para analisar a letra que havia escrito e me encolhi mais na cadeira.

Estava no nono andar da DK Entertaiment, era uma sexta-feira onde eu não tivera aula, já que minha professora estava doente e por tal motivo todos os alunos daquela aula foram dispensados. Era naquela sexta-feira também que as meninas do AlphaBeta tinham ido para seu teste fotográfico. Eu fui a única a fazer as fotos pela manhã, já que não tive aula, contudo as meninas fariam de tarde e a noite.

Agora como não havia ninguém para praticar comigo, eu ficava sozinha numa das mesas do nono andar, escrevendo minhas letras enquanto assistia vez outros trainees ou idols passeando por ali.

— É uma letra diferente das que você normalmente escreve – uma voz grave a minhas costas me pegou de surpresa e me fez girar a procura de meu stalker.

Lee Bae estava com as mãos apoiadas no encosto de minha cadeira, levemente inclinado para conseguir ler melhor as letras em hangul que tomavam a folha a minha frente.

— Não te vi aí – comentei.

O cantor sentou-se na cadeira ao meu lado e tomou a folha em mãos.

— Eu percebi, você estava absorta demais escrevendo, foi isso que me deixou curioso – murmurou passando os olhos em tudo o que eu havia escrito até então.

— Hm – resmunguei me levantando de onde estava e indo até uma máquina de bebidas ali perto. Peguei um leite sabor banana e voltei ao meu lugar, onde Bae terminava de ler tudo.

— Parabéns, é uma letra ótima – disse por fim, me estendendo a folha —, só é uma pena os motivos que te levam a escrevê-la.

— Do que está falando? – Tentei me fazer de desentendida, mas não era boa em fazer aquilo quando se tratava de Lee Bae.

— Do quão emocional está essa composição, dá pra ver que você se sente do modo como está escrito aí Sook – disse sem rodeios e fui obrigada a desviar os olhos dos dele, que pareciam me ler completamente.

— É só uma letra – retruquei.

— Não é só isso, você está se sentindo presa com essa empresa e porque eles estão te obrigando a fazer – disse com naturalidade e eu o fuzilei com os olhos. Ele estava insinuando o quê afinal?

— E o que eu deveria fazer? Desistir agora? Tão perto do debut? – Resmunguei irritada. Bae sumia da minha vida por tempos e quando eu achava que finalmente tinha me livrado dele, ele surgia querendo dar palpite na minha carreira?
— Você é talentosa Yon Sook, qualquer empresa daria tudo para te ter por lá, porque insiste em ficar numa empresa que te obriga a fazer coisas que não quer? – Retrucou parecendo mesmo chateado.

— Eu estou dentro desse prédio a minha vida inteira Lee Bae, eu conheço cada funcionário daqui, cada trainee, e pela primeira vez em anos estou tendo amigas que se importam comigo. Meu sonho está prestes a se realizar, então você acha mesmo que eu vou largar tudo isso só por uma missão idiota dessas?

— Essa missão idiota está te correndo Sook, você está claramente se afeiçoando a esses homens. Me diga como você vai ficar quando isso tudo tiver um fim, Bangtan Sonyeondan estará destruído e você também, porque você não é esse tipo de pessoa que aceita facilmente destruir as outras, essa não é você.

Me levantei irritada e peguei minha folha e minha caneta com força.

— Não é da sua conta o que eu faço ou deixo de fazer Lee Bae, talvez não seja fácil pra você aceitar que a Min Yon Sook que você conheceu não existe mais, mas bom, essa Sook que está aqui agora é assim como você disse, essa nova Sook faz o que for necessário para ter sucesso – vociferei e lhe dei as costas, indo pegar o elevador para o mais longe de Lee Bae e sua aura boazinha que queria me dar conselhos que eu nunca pedi.

Para terminar bem assim que entrei no elevador dei de cara com as sunbaemins do Lotus.

Cumprimentei todas com uma reverência e apertei o botão do térreo. Aparentemente as meninas não desceriam naquele andar, por isso as portas voltaram a se fechar.

— Sook-ssi, faz tempo que não a víamos – comentou Yon unnie.

— Sim, unnie.

— Por onde andou hoobae? – Indagou Moon com desprezo — Da ultima vez que tentei te ligar para passear com Ae-ra, sua tutora disse que você estava ocupada.

— Tive compromissos com o grupo, sunbaenim – falei tentando juntar alguma paciência enquanto o elevador subia.

— Todos os dias? Se fosse depender de você meu cachorro morreria de tédio – resmungou ela.

— Não sou sua passeadora de cães, sunbaenim – retruquei perdendo as estribeiras. As cinco integrantes do Lotus me olharam assustadas com meu tom de voz.

— Ya! Olha como fala! – Repreendeu Seo me mirando irritada por minha falta de educação.

— Seja mais educada Yon Sook-ssi – Concordou Yon.

— Com todo o respeito, não sou sua passeadora de cães Oh Kwan Moon sunbaenim – repeti irônica e dei graças aos céus quando o elevador parou no andar delas.

Quatro delas desceram, deixando Moon para trás que me mirou da cabeça aos pés com cara de desprezo antes de sair irritada do cubículo.

Quando as portas se fecharam novamente suspirei irritada e escorreguei até o chão enquanto abraçava meus joelhos segurando a vontade de chorar. Aquilo tudo estava estressante demais para um só dia! E pensar que eu achei que seria um ótimo dia desde que não tive aula, e fiz o teste fotográfico muito bem! Como eu estava enganada.

Minutos depois o elevador chegava ao térreo e eu me levnatava e me endireitava, socava a folha com minha composição no bolso do casaco, assim como fazia com a caneta também e enfia saía da parte da empresa.

Ainda passei no café lá dentro para comprar um Americano antes de sair frustrada de lá.

Meu objetivo era só andar sem rumo e foi o que fiz. Ou foi o que eu pensei que estava fazendo ao menos.

Cerca de quarenta minutos de caminhada depois e eu estava em frente ao prédio da Big Hit Entertainment. Não era um prédio exatamente fácil de achar, por isso não podemos nem dizer que fui parar lá sem querer enquanto caminhava, meu subconsciente claramente havia me levado até lá por algum motivo.

Quando me dei conta de que podia estar em perigo andando tão abertamente perto do prédio do BTS, mudei meu rumo e peguei uma rua sedundária para sair de lá, que contornava o prédio.

A rua era escura e estreita, do tipo de rua que se evita de noite, contudo ainda não era noite e por tal motivo simplesmente entrei nela, querendo pegar qualquer atalho que me levasse para longe dali.

Porém eu mal dera três passos na ruela quando um gemido chamou minha atenção.

Parei de andar imediatamente e olhei ao redor, encontrando um rapaz jogado ao chão, perto de uma escadinha que levava novamente ao interior do prédio onde se localizava a Big Hit Entertainment.

Ele parecia quase inconsciente e gemia de dor enquanto abraçava a barriga.

Olhei mais atentamente e quase desmaiei ao constar que o tal rapaz era Jeon Jungkook.

Sem pensar muito corri até ele e me ajoelhei a sua frente, analisando melhor a situação.

Seu rosto estava coberto de roxos, seus braços também que estavam a mostra mesmo com o frio que fazia naquela tarde e parte de sua camiseta levantada pela posição que ele se encontrava permitia que eu visse que seu abdômen estava tão machucado quanto o resto de seu corpo.

— Jungkook – chamei tentando atrair sua atenção, porém ele parecia prestes a desmaiar. Ah céus, o que eu devia fazer?! — Jeon Jungkook!

Ele pareceu me ouvir por um momento e ergueu os olhos para mim, abriu a boca para dizer algo, contudo desmaiou pouco depois.

Meu deus, o que havia acontecido com aquela criança? O que eu devia fazer? Devia pedir ajuda na empresa dele? Mas como ele havia ido parar logo ali? Atrás do prédio? Em minha mente o único motivo para ele estar exatamente ali, era que alguém da empresa havia o machucado, se não quem mais teria feito aquilo?

Com um esforço maior do que eu imaginava, consegui de algum modo segurá-lo por baixo dos braços enquanto o arrastava para a rua principal. Por sorte uma taxista apareceu e me ajudou a colocá-lo dentro do carro.

Lhe dei meu endereço enquanto tentava explicar a ela que ele era um amigo meu que tinha se metido numa briga, que ele não estava morto e que era óbvio que ele não era o Jungkook do Bangtan Sonyeondan, mesmo que eles se parecessem muito.

Quando a mulher me deixou em frente ao prédio, ela ainda se sensibilizou em me ajudar a levá-lo até meu apartamento e só depois partiu.

Então lá estava eu, absolutamente ferrada, sem saber o que fazer com um Jungkook machucado da cabeça aos pés, jogado no sofá do meu dormitório.

Cheguei a ficar preocupada com sua inconsciência e por isso acabei chamando um de meus vizinhos que cursava medicina, para me garantir que ele não estava morto.

— Ele só desmaiou – garantiu o rapaz, que era pouco mais velho que eu e que acabou virando meu amigo depois que acabei pegando suas cartas por engano alguns dias atrás.

— Mas ele vai acordar né? – Indaguei aflita.

— Sim, ele provavelmente vai acordar assim que seu corpo descansar um pouco – prometeu meu vizinho.

— E o que eu posso fazer por ele por enquanto, oppa? – Murmurei observando os dois rapazes.  Soo Ren, meu vizinho, estava ajoelhado ao lado do sofá, checando os batimentos de Jungkook.

Sem me dizer mais nada ele começou a puxar a camiseta do mais novo para cima e sem dificuldade alguma conseguiu tirá-la de seu corpo inerte, para poder enfim examinar seus ferimentos no abdômen.

— Você pode cuidar desses ferimentos e limpá-lo, acho que ele se sentiria melhor assim – comentou o mais velho e puxou da maleta que havia trazido uma série de pacotes de gazes, antisséptico e coisas que eu não sabia o nome.

Ren me mostrou como limpar e colocar a gaze nos ferimentos maiores, depois instruiu que eu colocasse gelo no rosto e na barriga da criança para que não imchasse muito.

— Mas afinal, como ele acabou assim, Sook-ssi? – Indagou Ren e eu suspirei. Não havia lhe explicado ainda como o Jeon tinha ficaso daquela forma.

— Ele se meteu numa briga – falei simplesmente.

— Foi você que fez isso com ele? – Questionou o estudante de medicina simplesmente e eu neguei rapidamente.

— Não, eu o encontrei assim – garanti e ele assentiu.

— Ele tem sorte de ter uma boa amiga como você então – disse o rapaz sorrindo para mim e terminando um curativo, então se levantou —, você consegue cuidar dele sozinha a partir de agora? Eu preciso ir, minha residência começa daqui a pouco.

Assenti e agradeci meu vizinho enquanto o levava até a porta, depois voltei para a sala e voltei ao longo trabalho que era desifectar todos os machucados do rapaz, cobrir os piores com gaze e esparadrapo.

Foi preciso um bom tempo para que eu conseguisse cuidar de seus ferimentos, e mais um bom tempo para que eu passasse pomada para dor muscular em todos os lugares roxos de seu corpo, contudo eu mesma já me sentia melhor quando acabei e voltei a observá-lo.

O maknae tinha um corpo muito bem esculpido, seu abdômen era bem definido e os braços fortes, a tatuagem que ele tentara me esconder ficava em suas costelas e tinha o formato de um boi, entretanto seus membros uma vez bonitos, agora estavam cobertos de marcas roxas e amareladas. Seu queixo também não parecia nada bem e mesmo dormindo sua expressão ainda era de desconforto.

O aquecedor do apartamento estava ligado, mas ainda fiquei com receio do rapaz estar com frio por não estar mais usando camiseta e acabei por cobri-lo com uma de minhas cobertas.

Foi só quando parei por um momento e vi que já havia anoitecido, que me toquei de que Jungkook estava no meu apartamento... Apartamento esse que eu dividia com mais cinco meninas, e essas meninas não faziam a mínima idéia da minha missão.

Depois de procurar meu aparelho celular pelo apartamento enfim o encontrei e digitei uma mensagem desesperada ahjumma pedindo que ela não levasse as meninas para casa. Pouco depois recebi a resposta, questionando o porque daquilo e então lhe enviei uma foto do rapaz adormecido em nosso sofá.

Ahjumma me respondeu com um “Vou arranjar outro lugar para elas dormirem hoje, mas você vai ter que me explicar tudo isso amanhã Min Yon Sook”.

Suspirei aliviada por ter aquele problema a menos e só então pude ir tomar banho para tentar tirar todo aquele peso repentino que tinha caído em meus ombros naquele dia infernal. Se aquele não era o pior dia da minha vida, com certeza estava entre eles.

Demorei mais tempo do que o necessário no banho e quando saí já bem agasalhada, constei que o maknae do BTS ainda dormia, portanto fui fazer algo para eu comer.

Coloquei água para esquentar para preparar um ramyeon para mim e também chá.

Esperei alguns minutos e quando a água finalmente ferveu a coloquei na embalagem de ramyeon. Eu estava esperando pacientemente os minutos necessários para o cozimento do macarrão instantâneo, quando Jungkook acordou.

Primeiro ele começou a resmungar e a se mexer, até que abriu os olhos confusos e se sentou para poder observar ao redor. Foram necessários alguns segundos para ele constar que estava definitivamente num lugar desconhecido.

— Onde eu... – Balbuciou de forma quase inaudível enquanto corria os olhos ao redor do apartamento, até que me encontrou na divisão entre a sala e a cozinha, o observando a uma boa distâcia. — Sook?

Seus olhos se arregalaram minimamente e ele tentou se levantar, contudo o fez rápido demais e bobeou, por isso precisei correr até ele e ajudá-lo a voltar a se sentar no sofá.

— O que você está fazendo aqui? – Perguntou por fim, quando eu já havia me afastado de novo.

— Bom, quem está no meu apartamento é você – sinalizei cruzando os braços—, o encontrei atrás da Big Hit Entertainment, você estava desmaiado e eu não podia deixá-lo lá, então o trouxe para o meu apartamento.

— Você me sequestrou? – Gritou quase assustado.

— Céus! Não! Sua empresa é só a alguns minutos daqui a pé, pode ir embora se quiser – revirei os olhos e lhe dei as costas, voltando para a cozinha onde meu ramyun já estava pronto.

Quando voltei para a sala o rapaz estava apoiado no braço do sofá, claramente desnorteado.

Suspirei frustrada e voltei a ajudá-lo a se sentar.

— Você pode ficar até se sentir bem o suficiente pra andar pelo menos – ofereci de mal grado.

Ele não respondeu, apenas bufou e fechou os olhos, enquanto apoiava as costas no apoio do sofá.  Para manter distância do cantor, me sentei no chão e abri a embalagem do macarrão instantâneo, deixando que todo o aroma pairasse pelo lugar enquanto eu mexia a comida com os chopsticks para misturar bem o tempero e o macarrão.

Eu mal desfrutara da primeira mordida quando um ronco me assustou.  Jungkook ainda permanecia na mesma posição, mas agora estava de cenho franzido enquanto seu estômago roncava alto.

— Aish – me levantei irritada e cutuquei sua perna com o pé para chamar sua atenção. O mais novo abriu os olhos a contragosto e me fuzilou com o olhar enquanto eu lhe estendia minha embalagem de comida — come, assim vai passar essa tontura logo.

— Não estou com fome – mentiu.

— Pelo amor de deus! Seu estômago está roncando! Pare de ser teimoso e coma logo isso – o obriguei a segurar o copo de ramyun enquanto lhe dava as costas e voltava para a cozinha para preparar mais comida para mim.

— Quem me garante que não está envenenado? – Ele gritou do outro cômodo enquanto eu contava até vinte mentalmente para não mandá-lo ir se catar.

— Eu garanto, mas não acho que minha palavra valha algo pra você – retruquei alto para que ele ouvisse.

Enquanto esperava mais água esquentar, preparei duas xícaras de chá e quando enfim meu ramyun ficou pronto voltei a sala, onde o mais novo devorava o macarrão.

Deixei sua xícara apoiada numa mesinha ao lado do sofá e voltei a me sentar no chão, dedicando agora toda minha atenção ao meu ramyun.

O ambiente estaria em silêncio absoluto se não fosse audível os grunhidos que o Bangtan fazia ao comer e ao sugar o chá pouco depois. Terminei meu macarrão quando ele já tinha terminado o dele há tempos.

— Porque eu estou sem camisa? – Perguntou por fim, fitando o próprio corpo desnudo e machucado.

— Porque eu não tinha como passar pomada em você quando estivesse usando camisa – falei como se fosse óbvio.

— Você passou pomada em mim? – Ele estava incrédulo e logo voltou a inspecionar o próprio corpo — E foi você que fez esses curativos também?

— Alguns deles sim, os piores foi meu amigo que é estudande de medicina — Resmunguei recebendo olhares assombrados do mais novo. — Que foi? Eu precisava que alguém me garantisse que você não estava morto, já que você não acordava nunca.

Ele meneou a cabeça visivelmente confuso e olhou ao redor até encontrar sua camiseta, então a vestiu trincando o maxilar para não resmungar de dor pelos músculos doloridos.

— Você acha que já está bem o suficiente para ir embora? Eu devia ligar para Jin te buscar? – Indaguei me levantando atrás de meu aparelho celular.

— Não! – falou rápido demais, me pegando de surpresa. Porque não? — Eu... Sei que não sou exatamente legal com você, mas será que não posso passar a noite aqui?

O quê?! Dormir lá? Mas... Por quê? Será que ele estava tão mal que precisaria mesmo ficar descansando mais tempo?

— Se os hyungs me verem assim... As coisas já não estão boas por lá, se eles me verem assim tudo só vai piorar – justificou —, e eu não tenho mesmo pra onde ir agora. Estou sem minha carteira então não tenho como passar a noite num hotel e nem num café. Sei que você não gosta de mim tanto quanto eu não gosto de você, mas me deixe passar a noite aqui, por favor.

— Eu deixo... Desde que me diga quem fez isso com você – ponderei. Afinal ahjumma já tinha arranjado outro lugar para as meninas passarem a noite mesmo, não seria grande problema Jungkook ficar lá se fosse embora cedo manhã seguinte.

— Nosso manager... – crispou os lábios a contragosto. Claramente não queria falar daquilo comigo. — Ele se irritou quando lhe dei uma resposta mal criada e bom...

Assenti o observando novamente. Eu já ouvira coisas sobre managers que batiam em seus cantores, mas nunca tinha visto tão de perto tamanha crueldade como a que tinha sido feita com o maknae do Bangtan Sonyeondan.

— Tem dois quartos aqui, você pode ficar na minha cama e eu durmo no outro quarto, na cama de uma das meninas – decidi pondo fim aquele assunto.


Notas Finais


Opa teve Jungkook não sendo tão filho da puta assim hein, parece que o jogo está virando não é mesmo? ¬u¬ EHUEHEUEHEUEHEHUEHEUEHUEHE
O problema é que acho que a fanfic está chegando ao fim </3 Acho que vai ter mais ou menos uns 10 capítulos a mais e aí acaba ~pode parecer muito, mas nÃO É.
Citação do dia: "Não acredito que foi você que inventou o cu doce, vai tomar nele depois que eu me enfrezar dos teus coice" ~ainda mando isso pro crush AH SE EU MANDO.
Então né, foca aqui tia Sil EEHUEHEUEHUEHEUEHE
PERGUNTA DO DAY: Se você fosse um produto, o que viria escrito na sua embalagem?


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