História Miss Robichaux's Academy For Young Ladies - Interativa - Capítulo 3


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story
Tags Bruxas De Salém, Interativa, Madison Montgomery
Exibições 71
Palavras 2.801
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


voltayyyyyyy, espero que tenham sentido falta da fic!
espero que gostem do capítulo e nos vemos nos comentários

Capítulo 3 - The New Girl


Fanfic / Fanfiction Miss Robichaux's Academy For Young Ladies - Interativa - Capítulo 3 - The New Girl

Zoe e Queenie estavam saindo pela porta da academia, mesmo chamando a atenção de algumas garotas, seguiram em frente, não responderam nenhuma pergunta, mesmo que fossem amigas de algumas, elas faziam parte do Conselho e naquele momento não estavam ali apenas por estar, era em nome do Clã. As meninas estavam todas sentadas nos sofás da sala de estar da mansão acompanhando as duas com os olhos atentos, qualquer coisa que elas fizessem, fosse se entreolhar ou até sussurrar alguma coisa, as meninas perceberiam e tentariam identificar o que tinha acontecido no quarto de Madison.

Madison vinha descendo as escadas lentamente tentando fazer o mínimo barulho com seu salto agulha no mármore da escada. Olhava a cena de todas as garotas observando as bruxas do Conselho irem embora, achando que realmente as três estavam falando sobre elas. Talvez fosse um pouco de auto achismo demais, mas era apenas uma preocupação delas, do jeito que Madison tinha xingado as garotas depois de impedi-las de fazer um pacto elas tinham todo direito de achar que talvez fossem receber pena de morte. Este segredo nunca seria contado para ninguém, mas ela realmente estava preocupada com aquelas meninas, se já era difícil a competição entre cinco garotas dentro daquela casa, imagine entre nove e, futuramente, dez.

- A porta está fechada, não tem nada para olhar aí. – disse a diretora, quando terminou de descer as escadas. – Pensei que tivesse dito em inglês que era para vocês limparem o quarto da novata, não em latim. Se bem que vocês saberiam se eu tivesse falado isso em latim.

As meninas baixaram os olhos ou a cabeça, envergonhadas, sabiam que Madison ficaria cobrando aquele grande erro delas até elas cometerem um erro maior que aquele. Elas levantaram dos sofás e poltronas e foram para a cozinha pegar os materiais de limpeza, quando voltaram cheias de baldes, esponjas, espanadores e outras coisas para limpar todos os quartos da mansão.

- Por que estão trazendo tudo isso? – Madison perguntou, as garotas pararam, esperando um maior castigo. – Ela vai dividir o quarto com a Beatrice.

- Você está tirando o nosso castigo? – perguntou Beatrice, incrédula.

- É claro que não, o mármore da mansão ainda precisa ser limpo, andem. Beatrice vai cuidar da limpeza do quarto para a garota nova.

- Não era para a novata ficar no quarto da Vênus? – perguntou Charlotte.

- Era, mas recentemente recebi uma notícia. – disse Madison, suspirando. – Depois de dois meses da fuga da antiga colega de quarto de Beatrice, a senhorita Jasmine Addams, a polícia veio até mim.

Beatrice se levantou da cadeira quase que em um pulo.

- Acharam a Jazz? – ela perguntou, esperançosa.

Madison olhou para os olhos brilhantes da garota com pesar e tristeza, a esperança dela matava sua vontade de dar aquela notícia tão triste.

- Acharam... o corpo dela. – a diretora disse, por fim.

- Ela... – disse Beatrice após alguns minutos absorvendo as palavras de Madison. – ela morreu?

- A polícia chegou à conclusão de que foi durante um assalto, a mala dela foi encontrada aberta e quase completamente vazia, seus brincos pareciam ter sido arrancados. Ela tinha marcas de luta e o legista disse que ela morreu asfixiada.

- Enforcaram ela? Enforcaram a Jazz?

- Eu sinto muito, Beatrice, eu...

- Mandou eu arrumar o quarto, eu já estou indo.

A garota subiu correndo as escadas, segurando as lágrimas até chegar no quarto e bater a porta.

No dia seguinte

Depois de algumas horas de todas as garotas já estarem acordadas e começaram a fazer seus afazeres, Madison saiu da mansão para ir esperar a garota nova na estação de trem. As garotas tinham levado bastante tempo decidindo quem faria as funções de Beatrice, afinal a garota não saia do quarto elas tinham decidido que não deveriam espia-la pela janela ou fazer algum feitiço para ler os pensamentos dela ou coisa do tipo. Quando Madison voltou a maioria das garotas estava a porta do quarto de Beatrice, mas não dava para a nova garota ouvir o barulho que estavam fazendo.

- E esta é a academia. – disse Madison assim que ela e a garota entraram na sala e foi começando a mostrar os lugares da casa, enquanto explicava: – A Academia da Srta. Robichaux Para Jovens Excepcionais foi a primeira criada em 1790 para as meninas que estavam terminando a escola. Durante a Guerra Civil ela foi convertida em hospital militar e depois foi assumida por nova direção, a nossa direção. Em 1868 Marianne Wharton assumiu, uma socialite matrona de destaque na costa leste, uma jovem militante autora de vários livros infantis famosos e, para completar, a bruxa Suprema daquela época. Ela conquistou tudo isso e manteve o nome como um disfarce, estabelecendo um refúgio seguro onde as jovens bruxas podiam se reunir para aprender, e, em seu auge, a Academia já foi o lar de mais de 60 garotas. Com o passar dos anos este número diminuiu, e hoje somos apenas dez garotas.

- E o que é uma Suprema? – perguntou a garota, botando uma mecha de seus cabelos pretos e encaracolados para trás da orelha.

- É uma bruxa que nasce com alguns dons naturais, e em algum momento todos os dons abrigados no teste das Sete Maravilhas. A Suprema é a líder do Clã.

- Você é uma Suprema? – perguntou a garota quando finalmente param na frente do quarto de Beatrice e da garota nova.

Algumas garotas baixaram os olhos, conheciam aquela história muito bem, de como Madison não tinha conseguido realizar todas as Sete Maravilhas.

- Não, sou apenas uma bruxa, assim como você e suas novas colegas.

Madison bateu na porta do quarto, normalmente não faria isso, mas imaginava como deveria estar o estado emocional da garota dentro do quatro.

- Beatrice, você pode abrir a porta? Sua nova colega de quarto está aqui.

Elas viram a porta se abrir sozinha, a garota nova se surpreendeu, mas Madison sabia o que estava acontecendo. Ela deu uma última olhada no quarto antes de dizer a nova garota para descer assim que terminasse de arrumar as coisas no quarto para participar da reunião do meio-dia. Madison viu uma pequena pilha com coisas que eram de Jasmine, além de fotos e velas, mas nenhuma estava acesa. Ela viu um pouco de espanto no olhar da nova garota, mas decidiu que não devia ficar ali esperando Beatrice decidir ficar visível para a nova colega.

- Por favor, desçam par a reunião do meio-dia e depois vamos almoçar.

A garota de cabelos encaracolados e pele branca estava um pouco confusa pelo fato de ela ter falado no plural, não tinha ninguém ali além dela e daquele pequeno altar para uma garota que ela já tinha visto o rosto no jornal. Ela era morena, tinha cabelos castanhos e eram várias fotos dela séria demais para uma garota de quase a mesma idade que ela.

- Olá. – disse Beatice, assustando a garota como esperava fazer.

- Quem é você? – perguntou a garota assustada.

- Beatrice Anderson, sua colega de quarto. – disse Beatrice, estendendo a mão para a garota.

- Eleanor Koslov. – disse apertando a mãe de Beatrice, ainda receosa.

- Desculpe o susto, eu faço isso com todas as novatas que dividem quarto comigo.

- Você está aqui há muito tempo?

- Sim, meus poderes surgiram quando eu era bem pequena.

O silêncio era constrangedor, mas Beatrice notou para onde a garota olhava. O pequeno altar que Beatrice tinha feito realmente chamaria a atenção das pessoas, a garota devia saber que Jazz tinha morrido.

- Ela era minha colega de quarto antes. – Beatrice respondeu a pergunta que Eleanor fazia com os olhos. – E minha namorada.

- Sinto muito.

Depois de mais alguns minutos de silêncio, Beatrice decidiu que deveria ser uma boa anfitriã. Ela começou a mostrar o quarto para Eleanor e ficou amiga da garota. Então elas saíram do quarto para ir para a sala, desceram as escadas, as duas rindo alto, o que surpreendeu a maioria das garotas ali, afinal sabiam como Beatrice e Jasmine eram próximas e não achavam que a veriam rindo por um bom tempo.

- Bem-vindas, garotas. – disse Madison apontando o sofá vazio para elas se sentarem. – Bem, a partir do momento que vocês entram para a academia, vocês se tornam irmãs. Ser uma bruxa de Salem não é uma escolha ou uma opção, e, quando você descobre que o destino te trouxe a esta casa e a estas irmãs, talvez vocês devam deixar o destino te dar mais surpresas.

- Do que ela está falando? – sussurrou Eleanor para Beatrice.

- Uma coisa que fizemos ontem, depois eu te conto.

- Enfim, meninas, esta é Eleanor Koslov.

A menina fez um pequeno aceno com a mão e as meninas foram dizendo seus nomes e respondendo o aceno até Madison retornar com a palavra.

- Bom, nestes tempos que vocês estão pensando em ir à um extremo tão grande, acho que todas, mesmo as que já conhecem, deveriam ouvir a história de como Beatrice chegou aqui.

- Minha história, Madison?

- Sim.

- Bem, ok. – Beatrice se ajeitou no sofá, a história era bem longa. – Isso tudo começa quando eu nasci, meu poder é a invisibilidade, como muitas aqui já devem saber. Quando eu nasci, eu estava invisível, quando a minha mãe viu isso ela se afastou da sociedade, estávamos em Atlanta, e, por mais que ela fosse uma bruxa também, aquela cidade era um lugar de caçadores de bruxas, então ela deixou meu pai em Atlanta e eu e ela nos mudamos para Nova Orleans, uma fazenda que era Marie Laveau, e só ela sabia a localização.

- A rainha vodu? – perguntou Vênus.

- Sim, minha mãe e ela confiavam uma na outra. Durante este tempo que eu passei afastada do mundo, eu cresci, e no fim minha mãe teve que me botar numa escola. Tudo ficou bem até quando eu tinha 10 anos. Era aquela época dos namoradinhos, perder o BV, esse tipo de coisa, naquela época eu estava gostando de uma garota que era dois anos mais velha, ela tinha um namorado, mas ela era bem amiga do pessoal da nossa turma, porque o irmão dela era da nossa turma, enfim, um dia ela me disse que o irmão dela gostava de mim e que já estava na hora de eu ser uma garota como ela, afinal, nas palavras dela, eu era bonita e inteligente e muito legal, que nem ela. Nesse momento, eu achei que ela estava certa, que eu devia beijar alguém, afinal todo mundo me achava estranha e ninguém era meu amigo além dela, ou quem queria ser amigo dela, ela era a garota mais popular da escola. Naquele momento eu beijei ela.

- E o que aconteceu? – perguntou Charlotte, mais interessada a cada minuto.

- Ela me bateu. – todas arregalaram os olhos, surpresas. – Achava que aquela era a garota mais legal da escola, e a melhor amiga que eu tinha. Mas, naquele momento, ela se mostrou uma homofóbica nojenta. Ela começou a me xingar, e eu fiquei com medo de ela me bater de novo ou falar para alguém. Então eu fiquei invisível, quer dizer, eu não sabia, mas eu escutei ela gritar, assustada, eu comecei a correr, assustada. Eu cheguei no banheiro feminino e lá eu me olhei no espelho, mas não vi nada. Eu fiquei muito assustada, fiquei horas me olhando no espelho tentando entender o que eu tinha feito ou o que estava acontecendo comigo, mas logo que eu me acalmei eu consegui ficar visível de novo. Eu voltei correndo para casa e contei tudo para minha mãe, no mesmo dia ela me levou para falar com Marie Laveau, que descobriu que a minha vó e mãe do meu pai era uma descendente das Bruxas de Salem, e minha mãe era uma bruxa vodu, assim como Marie. Meu nascimento era uma união não proposital dos dois clãs, e seria uma união para a paz se minha mãe não tivesse deixado meu pai assim que eu nasci. Nós passamos a noite na casa de Marie, porque minha mãe não fazia mágica há anos e teve que usar naquela noite, então ficou muito cansada. Nós voltamos para casa na tarde do dia seguinte, ou pelo menos eu achei que voltaríamos para casa. Mas isso não aconteceu, quando voltamos, no segundo que minha mãe pisou no primeiro degrau da escada, ela foi atingida por uma bala, mesmo se ela não tivesse morrido com o tiro, a casa explodiu. Neste momento eu comecei a correr em direção a floresta.

- Floresta? – perguntou Helena, levantando uma sobrancelha.

- Eu disse que era uma fazendo isolada de tudo. Voltando há história, eu corri sem nem olhar para trás, cheguei até a civilização de Nova Orleans. Fiquei um tempo na casa de Marie Laveau, mas eu não conseguia falar sobre nada do que aconteceu, acho que foi o trauma, eu tinha dez anos e tinha sofrido homofobia, tinha visto minha mãe morrer, depois minha casa explodir e eu ainda tinha deixado tudo para trás. Estava me sentindo covarde, fraca, errada por ser quem eu era... eu não conseguia falar sobre nada. Quando eu consegui, voltei para minha casa, vi os estragos, vi tudo o que tinha acontecido, e vi o corpo da minha mãe e tudo mais que estava ali. Eu olhei a bala, segundo o que eu tinha aprendido com Marie, era uma bala enfeitiçada, feita para matar bruxas. Procurei pelos destroços algo que fosse meu ou que talvez me ajudasse a descobrir quem tinha feito isso, eu achei uma bomba, a coisa que tinha explodido minha casa. – Beatrice fez um a pausa. – Depois de um tempo a justiça chegou a mim, e alguém tinha que obter minha custódia. Meu pai tinha morrido, ninguém me falou como, então, como minha mãe não tinha família, eu fiquei com minha avó paterna, que era uma descendente das Bruxas de Salem. Ela não me deu tempo para me estabilizar em uma nova casa, nem meus poderes, que logo foram descobertos por ela. Então faz oito anos que eu estou aqui.

Um silêncio se formou na sala, ninguém sabia o que dizer e o que fazer, poucas entenderam o que Madison queria com elas ouvirem aquela história. Chorar? Talvez, mas Madison teria outros jeitos de fazer isso.

- Alguma de vocês entendeu por que eu pedi para Beatrice contar sua história? – perguntou Madison, mas ela não esperou nenhuma delas responder. – Há um perigo maior do que apenas o fato de vocês serem vadias egocêntricas! Por aí têm um monte de caçadores de bruxas que estão esperando qualquer tipo de sinal para descobrir onde é o esconderijo das bruxas para mata-las. Esta casa está em risco, todas vocês estão em risco, então é melhor vocês saberem que não é só porque vocês não sofreram por serem bruxas, apenas serem excluídas ou terem que estar escondendo um segredo de seus amigos ou terem sido mandadas para cá a força, não significa que muita gente não tenha sofrido pela segurança de vocês. Então não arrisquem suas almas por nada, pois muita gente morreu para essa casa e este clã se manterem. E vocês são parte desta casa e deste clã! Não deixem estas pessoas terem morrido por nada.

As garotas ficaram em silêncio, não sabiam se olhavam Madison nos olhos, se olhavam para Beatrice, se olhavam umas para as outras, ou se simplesmente falavam alguma coisa. Nenhuma delas conseguia encarar Madison nos olhos, mas a diretora olhava para cada uma com atenção, para todas perceberem que era um assunto realmente sério.

- Não fiquem se encarando! – disse Madison, quebrando o silêncio. – Pensei que tivesse dado um castigo a vocês. Agora, saiam!

Horas depois

Madison estava com um de seus melhores e mais curtos vestidos, estava maquiada e usava brincos caros. Logo as meninas que estavam na sala acharam estranho, e perguntaram o que estava acontecendo.

- Vocês realmente me estressaram, então eu tenho direito de sair para beber.

- Você vai sair pra beber? – perguntou Gabriela.

- Desculpe, mas isso é certo? – perguntou Cassie.

- Bem, eu sou maior de 21 anos, que é a idade legal para beber nos Estados Unidos, e bebida me des estressa, então eu vou sair. Vocês vão continuar aqui fazendo suas tarefas e espero ver esta casa brilhando por fora quando eu voltar. – disse Madison sorrindo ironicamente. – Não esperem acordadas, meninas!

Então, assim que Madison saiu da casa e elas escutaram o portão bater, Charlotte criou dez clones seus e disse para elas:

- Limpem o mármore da mansão e só voltem quando estiver brilhando!

As dez Charlottes saíram da casa e foram limpar a mansão, as garotas estranharam o fato de Charlotte estar sendo tão altruísta, então ela disse:

- Tem uma festa perto daqui, quem vem comigo?

LEIAM AS NOTAS FINAIS


Notas Finais


vocês criaram as personagens, vocês decidem:
quem vai pra festa e quem fica?
respondam nos comentários e deixem a opinião de vocês
bjus, até o próximo!


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