História Miss Robichaux's Academy For Young Ladies - Interativa - Capítulo 8


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story
Tags Bruxas De Salém, Interativa, Madison Montgomery
Visualizações 37
Palavras 2.732
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


CALMA QUE JÁ VEM O “ANTERIORMENTE EM MISS ROBICHAUX’S ACADEMY”
mas antes tenho um aviso muito importante!
O break não vai mais ser de duas semanas, pq eu peguei gripe, depois eu peguei conjuntivite e depois a grite se transformou em sinusite
então eu faltei basicamente a semana toda e vou fazer segunda chamada semana que vem durante o fim de semana (não que alguém lendo se importe com a data das minhas provas, mas, né...), então tive muito tempo pra escrever este cap
Agora sim...
Anteriormente em Miss Robichaux’s Academy
“- Encontraram... o corpo dela...[...]
[...]- Você matou a Jazz! [...] Por quê?
- Porque eu te amo![...]
[...]- O que você fez?[...]
[...]- Ele tá morto?[...]
[...]- Não vou deixar te levarem para a fogueira! Temos que apagar a memória dele[...]
[...]- Madison...[...]
[...]- Posso confiar em você?”

Capítulo 8 - Burn The Witch


Fanfic / Fanfiction Miss Robichaux's Academy For Young Ladies - Interativa - Capítulo 8 - Burn The Witch

Uma semana tinha se passado e nem Candy nem Charlotte tinham aparecido ou dado notícia para alguma das garotas. Depois que as meninas tinham voltado do escritório, as garotas obviamente as encheram de perguntas, mas nenhumas das duas respondeu. Depois de dois dias elas pararam de perguntar e tudo tinha voltado ao normal, exceto que Margarida não desgrudava do celular por nada.

- O que será que aconteceu com ela, hein? – sussurrou Eleanor para Cassie, observando Margarida.

- Ah, deixa ela namorar em paz. – murmurou Cassie, com mais convicção do que alguém que estava só zoando da amiga ou fazendo uma suposição.

Eleanor estranhou, principalmente porque Cassie não ficava fofocando por aí, normalmente. Mas decidiu ignorar por ora e continuar conversando com a amiga. Depois que Cassie saiu de lá, Eleanor decidiu tirar a dúvida com quem mais conhecia Cassie na casa, sua melhor amiga, Gabriela.

- Você notou que a Cassie tá estranha? – perguntou Lea para Gabriela em voz baixa quando a mesma sentou ao seu lado.

- É, ela anda murmurando coisas demais.

- Acha que devíamos perguntar o que está acontecendo ou descobrimos sozinhas? – perguntou Lea.

- Eu vou tentar perguntar para ela, mas não agora. – disse Gabriela.

- Bem, não esqueça de me contar o que descobrir depois.

- Eu acho que já sei o que está acontecendo. – murmurou Gabriela, olhando Cassie de longe, depois que Eleanor já tinha saído dali.

A tarde passou com um clima pesado na casa, todas estavam preocupadas com o que poderia estar acontecendo com Candy naquele momento, principalmente Margarida e Helena, que sabiam o que tinha acontecido com ela antes dela desparecer da festa. Guardar um segredo poderia ser bem difícil, principalmente um desse tipo que poderia estar deixando a vida de alguém em risco, mas as duas tinham consentimento de que tinha contado a verdade para a responsável da casa, então talvez Madison fizesse algo para ajudar a achar as meninas.

Porém o que elas não sabiam era que havia outra pessoa que sabia o que tinha acontecido com as meninas naquela festa, ou melhor, apenas com Charlotte, mas esta pessoa também estava escondendo o segredo. Só que ela contaria seu segredo para alguém naquela noite.

- Hey, Cassie, a Nikki está aí? – perguntou Gabriela após a amiga abrir a porta do quarto depois das batidas de Gaby.

- Não, tá no quarto da Bea. O que foi? – perguntou Cassie fechando a porta enquanto Gabriela entrava no quarto.

- Eu sei que você sabe o que foi! – disse Gabriela, cruzando os braços.

- O que você acha que sabe?

- Se você quer que eu fale mesmo, então tá, eu falo. Eu sei que você desenvolveu poderes novos, e que esses poderes são de leitura de mentes.

- E como você descobriu? – perguntou Cassie, cruzando os braços também, ela achou muito estranho a amiga agir daquele jeito, como se fosse um interrogatório e elas não fossem amigas.

- Você murmurava coisas e logo isso acontecia, primeiro achei que era uma espécie de vidência, mas você sabia o que a Margarida tava fazendo no celular, então, eu entendi que era leitura de mentes.

- E agora o que você sabe, o que quer dos meus poderes?

- Cassie, eu sou sua amiga, eu não quero nada. Só queria te avisar que eu sei e posso te ajudar, se você tiver algum tipo de problema com esses poderes.

- Sabe que não pode mais mentir para mim, não sabe?

- Então seus poderes são bem fortes, bom saber. – disse Gabriela. – Eu quero que me ajude a descobrir uma coisa que eu sei que você também quer descobrir. A gente tem que descobrir o que a Bea e a Lea estão escondendo desde que a Charlotte e a Candy sumiram.

- Tudo bem. – disse Cassie, depois de perceber que Gabriela estava certa e as duas queriam descobrir se Candy e Charlotte estavam mal por algo que Bea e Lea fizeram, ou se tinham fugido e Bea e Lea estavam acobertando tudo. – Vamos logo ao quarto delas. – respondeu Cassie após ler a mente de Gabriela e descobrir seu plano.

As duas foram até a porta do quarto quando já eram umas dez horas da noite e as duas já tinham ido dormir por ordens de Madison. Cassie estava concentrada em focar além da porta, elas teriam que esperar que elas falassem sobre o assunto, mas, até onde Cassie sabia, Gabriela tinha falado para Lea que alguém na casa sabia sobre o que aconteceu com Charlotte.

- Bea... – disse Lea, um tanto insegura para a colega de quarto.

- Sim?

- Eu tenho observado que a Cassie tá meio estranha e, pelo que a Gaby me falou hoje mais cedo... Eu acho que a Cassie sabe o que fizemos na noite em que Charlotte e Candy desapareceram.

- O que? – perguntou Bea, assustada, se sentando na cama e acendendo o abajur. – É impossível, ninguém sabe o que eu fiz com a Charlie!

Naquele momento, as lembranças daquela noite invadiram a mente de Bea, o feitiço que elas fizeram, a visão de Charlotte na bacia de água no altar, as falas dela, o sangue, “Porque eu te amo”, Kyle e o feitiço que fizeram nele. Tudo voltando como um redemoinho, ela só queria chorar e esquecer aquilo, mas era impossível, ela tinha matado uma pessoa, tinha matado sua melhor amiga, e aquilo a assombraria para o resto de sua vida e de sua morte. A menina deixou algumas lágrimas, caírem, porém, quando ela fez menção a apagar as luzes novamente e chorar no travesseiro, Lea se teleportou de sua cama e foi se sentar na cama da amiga, e a abraçou, consolando-a.

Foi um lindo momento que fortaleceu a amizade das duas, porém nenhuma delas sabia que, do outro lado da porta, Cassie estava escutando tudo.

- E aí? – perguntou Gabriela, quando Cassie voltou ao quarto.

- É pior do que eu pensei. – disse Cassie, ainda um pouco chocada com tudo o que tinha ouvido e visto na mente de Bea. Ela perdeu o olhar vago e olhou para Gabriela com muita seriedade, assim como a de sua voz. – Temos que chamar o Conselho!

No dia seguinte

As meninas estavam sem o ar pesado de quando Candy e Charlotte tinham desaparecido, claro, muitas estavam preocupadas com Candy, mas elas esperavam que nada acontecesse com elas. Madison tinha retomado as aulas normalmente, mas ela decidiu dar uma aula diferente naquele dia.

- Eu não acredito... – murmurou Cassie, quando a aula começou, porém apenas Gabriela, que estava ao seu lado, pôde ouvir.

- Meninas, formem duplas e fiquem uma de frente para a outra, vamos ter uma aula prática que eu queria ter a muito tempo. – Madison disse dando um sorriso meio estranho.

As meninas formaram duplas, assim como Madison pediu, Eleanor fez dupla com Bea, Cassie fez dupla com Gabriela, Margarida com Helena e Nikki fez dupla com Vênus.

- Hoje vou ensinar uma das fundamentais habilidades na vida de uma bruxa...

Sua fala estava chamando a atenção de quase todas as meninas, que imaginavam o que seria. Porém ela foi interrompida por Zoe e Queenie entrando pela porta da Academia, que haviam aberto com a telecinese. As duas trajavam roupas pretas, Queenie com um grande chapéu preto, óculos escuros, uma blusa de manga comprida, uma calça skiny preta e botas pretas de salto baixo e Zoe usava um longo vestido, que, na parte de cima, era em corte regata com botões no centro, e, na parte de baixo, chegava até seus coturnos pretos, ela também usava óculos escuros e um pequeno relógio preto no pulso direito.

- O que o Conselho está fazendo aqui? – sussurrou Gabriela para Eleanor, que logo se preocupou, assim como Bea.

O sussurro foi alto o suficiente para que a diretora ouvisse, enquanto caminhava até a porta para fechá-la e falar com as duas, porém, quando o Mordomo surgiu da cozinha para a sala, ela direcionou um olhar furioso para ele e disse:

- É, o que estão fazendo aqui?

- Teremos que conversar isso depois, primeiro, todas vocês subam e vistam roupas pretas. – disse Zoe, séria. – Este é um assunto oficial do Clã.

As meninas mais interessadas no assunto subiram apressadamente as escadas para se trocar o mais rápido possível, porém, Eleanor, Beatrice e Madison subiram até mais lentamente do que o normal, as três estavam apreensivas sobre o que o Conselho iria julgar ali, mas não podia demonstrar nada até que elas dissessem seus motivos.

No andar de cima, no quarto de Margarida e Helena, as duas conversavam sobre o que poderia estar acontecendo para o Conselho estar ali.

- Você acha que elas descobriram alguma coisa da Candy? – perguntou Margarida, um tanto nervosa.

- Sei lá. – disse Helena, revirando seu closet apenas de saia e sutiã, ambos pretos. – Me empresta aquela sua bota preta?

- Eu tô falando sério! – disse Margarida, parando de revirar o seu closet.

- Eu não sei o que o Conselho está fazendo aqui. – disse Helena, colocando uma blusa de manga comprida preta levemente transparente e parando depois para encarar a amiga e colega de quarto. – Mas eu sei que o Conselho vai julgar tudo o que está acontecendo nesta Academia. Todos os crimes cometidos pela Madison. Essa é a minha chance!

- Você tá pensando em delatar ela sem provas?

- Se a Madison tem um acesso a poções da verdade elas também devem ter. E acreditariam em mim se eu estivesse criticando essa vadia. Principalmente a Zoe.

- Não abuse do ódio dela para favorecer o seu. – disse Margarida, pegando um top preto e terminando de fechar sua calça skiny. – Eu gosto de você, mesmo. Mas sei que você não é inocente, Zoe é levemente burrinha, não abuse da inocência que ela tem.

- Eu não vou, só vou dizer para elas o que eu sei sobre ela. Se não for o suficiente, talvez um bom e velho feitiço funcione.

Margarida rui da fala da amiga, mesmo percebendo que era sério. Então ela jogou uma bota de salto preta para Helena e depois de prontas, as duas desceram para a sala.

Todas as meninas se surpreenderam que em menos de dez minutos uma sala vazia da casa estivesse com uma mesa alta, como um balcão, onde Zoe e Queenie estavam sentadas com uma cadeira na frente delas, um sofá escondido ao fundo da sala e Kyle discreto na única porta de entrada.

- Vocês juram solenemente dizer apenas a verdade diante o Conselho de Bruxaria? – perguntou Zoe a todas as bruxas presentes na sala, que depois de dizerem sim em alto e bom som, escutaram Kyle fechar a porta atrás delas.

- Esta sessão é dedicada à um problema que nos foi relatado às vinte e duas e cinquenta e sete da noite de 27 outubro, terça-feira. – disse Zoe enquanto Queenie anotava tudo o que ela dizia. – O Conselho das Bruxas pode apenas ser convocado em situações de estrema necessidade, como a queima de bruxas em 1600, a guerra entre bruxas brancas e negras, que sessou em 1964 e recomeçou em 1971 com o assassinato de Anna Leigh, a Suprema da época, o assassinato de qualquer bruxa branca, não importa se for uma traidora ou não, e a realização das Sete Maravilhas e, consequentemente, a eleição de uma nova Suprema.

- Para com essa ladainha e diz logo o que aconteceu. – disse Madison, interrompendo Zoe, que ficou irritada.

- Estamos aqui para o julgamento de Beatrice Courtney Anderson Miller. – disse Queenie.

- O que? – perguntaram Madison, Bea e Eleanor ao mesmo tempo.

- Por quê? – continuou Madison sozinha.

- Pelo assassinato de Charlotte Rowena Bonnet. – respondeu Zoe.

- Quem, caralhos, forneceu essa informação caluniadora para vocês? – perguntou, Madison, horrorizada, ela conhecia Bea desde seus 10 anos, ela sabia que ela nunca faria isso, principalmente porque Charlotte era sua melhor amiga.

- Eu e a Cassie. – disse Gabriela se levantando do sofá junto com a amiga e encarando a diretora e as outras alunas, surpresas. – E nós não estamos mentindo sobre nada! – ela disse com convicção. – Cassie desenvolveu poderes de leitura de mentes e ela viu tudo o que Beatrice fez com Charlotte e Kyle!

- O que ela fez com o Kyle? – perguntou Zoe, num sobressalto, perdendo a seriedade na voz.

- Ela apagou a memória dele com um feitiço. – disse Gabriela, fazendo a bruxa dar um suspiro de alívio.

- VOCÊ! – gritou Eleanor do sofá, que estava sentada tentando acalmar Bea, por mais que fosse impossível. – Sua vadia, escrota, barata de merda! Você me enganou só pra fazer a Cassie descobrir lendo os pensamentos da Bea! VOCÊS SÃO DUAS PUTAS SEM ESCRÚPULOS!

- Srta. Koslov, se acalme. – pediu Zoe, voltando a ficar séria.

O que foi inútil, pois Eleanor já tinha se teleportado para trás de Gabriela e murmurado “vocês vão pagar” antes de começar a espancar a garota.

- Srta. Koslov, SE ACALME! – ordenou Queenie, mesmo sabendo que a garota não pararia. – Esse é nosso último aviso.

Lea nem pensou em escuta-la, a única coisa que entrava em seus ouvidos era Bea chorando no sofá. Ela notou o sangue saindo do nariz de Gabriela quando foi jogada pela telecinese de Zoe e batendo na parede. Depois ela foi segurada pelos ombros por Kyle e foi guiada até o sofá novamente.

- Srta. Foster, desde que tenha como provar o que diz ter lido na mente da ré, nós iremos dar a ela a pena por matar uma irmã de Salem. – disse Zoe.

“Ótimo, elas não têm como provar mesmo!” – pensou Eleanor, ficando aliviada por alguns segundos, até que Cassie disse:

- Na verdade, nós temos como provar o que eu vi, Eleanor.

- Nós só precisamos de umas coisas da cozinha. – disse Gabriela.

Depois de alguns minutos elas pegaram uma grande bacia prateada, cinco velas grandes e uma mistura de pó de ervas da estufa, cinzas de uma bruxa e carvão. Elas desenharam um pentagrama no chão e colocaram as velas em cada uma das pontas, depois colocaram a bacia em cima e a encheram de água.

- Achamos um feitiço que pode mostrar os pensamentos dela nesta água. – explicou Gabriela, quando as pessoas estranharam o fato de Cassie estar pingando o próprio sangue de um corte pequeno que ela tinha feito na água.

As duas meninas deram as mãos e se sentaram fora do pentagrama, com as mãos dadas e começaram a recitar um feitiço em perfeita sincronia:

- Vertatus, revelabit, cognitio. Vertatus et mendacium. Revelabit in oculta. Ostende cognitio autem Cassandra Aurillac Foster. Vertatus, revelabit, cognitio. – as chamas das velas ficaram mais altas até a altura dos pescoços das meninas ajoelhadas que faziam o feitiço. – Omnia ego non cognosco, sed non scitis. Vertatus, revelabit, cognitio.

A bacia começou a misturar sozinha o sangue de Cassie em um redemoinho e começou a borbulhar, mesmo sem fogo, até que dentro dela os acontecimentos de quando Charlotte chegou em casa começaram a passar, a confissão de Charlotte, o que Bea fez, e o feitiço em Kyle. O Conselho observava tudo com atenção, era óbvio que havia uma assassina na casa, e elas não estavam julgando Bea se ela tinha matado ou não, elas estavam julgando se o fato de Charlotte ter matado Jasmine justificava o assassinato dela, as duas puderam dar apenas uma troca de olhares e já sabiam o veredito.

- Queime a bruxa. – anunciou Queenie sem demonstrar emoções.

- Queime a bruxa. – disse Zoe, com pesar, porém concordando.

As garotas se levantaram em silêncio e acompanharam as bruxas mais velhas, tentando não demonstrar remorso, então elas entraram em vários carros pretos e foram até um lugar escondido por magia que eram campos de terra batida, várias montanhas, mas tudo de areia, havia ali um grande poste de madeira, que podia ser confundido com um pinheiro sem galhos, no centro de tudo. Foi ali que os homens amarraram Bea e jogaram gasolina em todo o seu corpo.

- Quais são suas últimas palavras? – perguntou Zoe, enquanto Queenie pegava os fósforos.

- Mortem et mendacium et cognatione reditum ut vos! – gritou Bea a plenos pulmões, para que todos ouvissem. – Eu sou Beatrice Courtney Anderson Miller, bruxa de Salem e bruxa vodu! Se eu for embora, elas vão voltar!

Bea quase não conseguiu terminar de acabar de falar pois Queenie acendeu o fósforo em sua mão e jogou na fogueira, murmurando “descanse em paz”.


Notas Finais


temos aqui uma versão diferente da morte na fogueira, a da Myrtle a Fiona queria que ela morresse, já aqui nenhuma das duas queria mesmo que aquilo acontecesse
espero que tenham gostado
nos próximos caps:
“‘hoje cinco adolescentes entraram em combustão interna e morreram’[...]
[...]- O Jackson morreu?[...]
[...]- Bea tá morta por sua culpa![...]
[...]- Eu não sei se deixei claro, sua puta, mas você não pode mexer comigo!
- Isso é uma ameaça?
- Não brinque comigo, vadia, você não sabe do que eu sou capaz![...]
[...]- Mas o que é isso?
- Eu não sei, mas não parece amigável. CORRAM![...]
[...]- Ela nos salvou!”
críticas construtivas e elogios são bem-vindos nos comentários
até o próximo cap
E FUI =D


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