História Miss Robichaux's Academy For Young Ladies - Interativa - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias American Horror Story
Tags Bruxas De Salém, Interativa, Madison Montgomery
Exibições 23
Palavras 2.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Festa, Luta, Magia, Policial, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


oie, gente, sim, atualizei rápido, EU SEI, mas é um cap por semana e esse já tava prontinho então, por que não, né?
Anteriormente em Miss Robichaux’s Academy:
“- Você matou a Jazz! [...] Por quê?
[...]- Porque eu te amo![...]
[...]- O que você fez?[...]
[...]- Madison...
- O que?[...]
[...]- A Candy e a Charlotte não voltaram da festa[...]
[...]- Eu sou a reencarnação de Marie Laveau![...]
[...]Madison cravou a faca no coração do homem e disse:
- Acho que sabe essas coisas sobre bruxas brancas, mas nós não jogamos limpo![...]
[...]- Você pode ler mentes![...]
[...]- Ninguém sabe o que eu fiz com a Charlie![...]
- Temos que chamar o Conselho![...]
[...]- Estamos aqui para o julgamento de Beatrice[...] Pelo assassinato de Charlotte[...]
[..]- VOCÊ! Sua vadia, escrota, barata de merda! Você me enganou só pra fazer a Cassie descobrir lendo os pensamentos da Bea! VOCÊS SÃO DUAS PUTAS SEM ESCRÚPULOS![...]
[...]- Queime a bruxa!”

Capítulo 9 - Powers


Depois de um dia da queima de Beatrice, Madison ainda estava chocada com tudo o que tinha acontecido, mas, mesmo com tudo confuso em sua mente, ela tinha que tirar certas satisfações com Cassie sobre seus poderes.

Ela bateu na porta do quarto de Cassie e Nikki, eram ainda umas sete horas da manhã, Cassie já estava acordada, mas Nikki dormia profundamente. A menina abriu a porta, surpresa em ver a diretora ali, mas ela decidiu ler sua mente e descobriu o que ela queria ali.

- Posso entrar?

Cassie apertou os olhos, lendo apenas o rosto da diretora, ela já sabia o que ela queria ali, mas estava tentando ler em sua face o que tinha por trás de “apenas perguntas”.

- Entre. – ela respondeu, por fim, abrindo a porta.

Madison entrou no quarto, observando o lado organizado e limpo que era de Cassie e a bagunça organizada que era o lado do quarto de Nikki. As duas eram as colegas de quarto da casa que menos brigavam dentre todas as antes dez e agora sete garotas da casa.

- Sabe que o que eu quero são respostas sobre seus poderes?

- Sim. Eu não sou obrigada a te responder, mas eu vou. Mas, se você sair do nível de dúvidas de uma professora, eu não vou responder mais nada.

- A quanto tempo você os tem? – perguntou Madison, direta.

- Desde que Charlotte e Candy desapareceram.

- Você é tipo a Nan ou pode controla-los? Ler somente a mente de quem você quer ou você escuta tudo?

- Eu só leio o que eu quero.

- Qual o nível dos seus poderes?

- Eu só leio o que eu quero, mas não consigo ler mais de duas pessoas ao mesmo tempo.

- O que você quer?

- Como assim? – perguntou Cassie, confusa.

- O que você quer dos seus novos poderes? Amplia-los? Reprimi-los? Apenas controla-los completamente? – Cassie estava desconfiada dessa pergunta, não sabia se haviam apenas intenções instrutivas nessas perguntas, ela ia ler a mente da diretora, mas foi interrompida por Madison, que continuou falando: – Eu sou sua professora, eu posso te ajudar a fazer o que quer que queira com seus poderes. Estou aqui caso você queira a ajuda de uma profissional não de sua melhor amiga.

Cassie, um tanto surpresa e incomodada com o tom depreciativo com o qual Madison se dirigia a Gabriela, ela optou mais uma vez por tentar ler a mente da diretora, mas não conseguia. Ela se esforçou cada vez mais e não conseguiu nada, parou apenas quando não conseguia nem mais ficar em pé e precisou sentar em sua cama. Com aquele aviso de que, se continuasse forçando, iria acabar desmaiando, ela parou de tentar.

- Por que eu não consigo ler sua mente? – perguntou Cassie, tentando manter a seriedade e a segurança em si mesma no seu tom de voz, mas não conseguiu, dava para ver que cada palavra era dita com esforço e que a menina não estava nem um pouco bem.

- Eu estou enfeitiçada. – disse Madison, observando a menina completamente cansada, seu plano tinha dado certo. – Eu posso controlar minha mente e decido o que deixo pessoas como você lerem.

- Sabia que eu ia ficar assim? Você... queria que eu ficasse assim?

- Ainda consegue ler minha mente?

- Não, estou lendo o orgulho estampado na sua cara.

- Engraçadinha. – disse Madison, sorrindo ironicamente. – Se quiser aprender a superar feitiços de bloqueio, me procure.

Cassie respirou fundo, por mais que quisesse ler a mente de todos sem empecilhos e conseguir ler a mente de mais gente ao mesmo tempo, ela não ia pedir para Madison esse tipo de coisa, principalmente depois de ela a deixar naquele estado.

- Tenho certeza que quase todas as meninas já passaram na sessão sete e na onze, procurando por feitiços para te bloquear. – disse Madison, antes de sair para seu escritório.

Quando deu oito horas da manhã, todas as meninas já tinham acordado, tirando Eleanor, mas ela estava apenas escondida no quarto. As meninas estavam sentadas à mesa tomando café da manhã, elas conversavam, a maioria animada, tirando Nikki e Vênus, que sabiam que Bea não era culpada o suficiente para merecer aquela punição tão extrema.

Por algum motivo que apenas Cassie tinha descoberto lendo a mente de Margarida, a loira não estava mais grudada no telefone, trocando mensagens com o namorado. Quando o assunto acabou, Helena ligou a televisão e as meninas puderam escutar o noticiário, todas queriam mudar de canal, mas uma notícia chamou a atenção delas:

- A três dias cinco adolescentes entraram em combustão humana espontânea em Nova Orleans. – dizia o repórter ao microfone, em frente à uma casa parecida com a da Academia, porém com um jardim mais chamativo e bem cuidado e paredes cinza claras, diferente das da academia que eram brancas amareladas. – Após uma festa dada na casa 613 do bairro nobre da cidade, quatro garotos e uma garota de idade entre 17 e 21 anos entraram no fenômeno psicológico da combustão interna.

- A festa que nós fomos com a Charlotte não era nessa casa? – perguntou Helena.

-... Dentre estes jovens adultos estavam William Gilbert, Joshua Bonnet...,

- Bonnet? – perguntou Vênus. – Não era o sobrenome da Charlotte?

-... Nathaniel Sanders, um homem que vendia bebidas ilegalmente para menores de 21 anos, e os irmãos Valery e Jackson Hale Kingsley.

- O que? – perguntou Margarida, já a beira das lágrimas. – O Jackson morreu?

- Ah, eu sinto muito. – disse Helena quando foi abraçar a amiga, que chorava.

Margarida estava chorando nos braços de Helena, ela não sabia o que fazer ou o que pensar, assim como as outras garotas, que não eram tão próximas de Margarida para ir lá e se juntar ao abraço ou dizer alguma palavra de consolo, nenhuma delas além de Cassie sabia quem era Jackson e que ele era namorado dela, e Cassie só sabia disso pois estava lendo a mente de Helena e Margarida.

Depois de alguns minutos constrangedores, Margarida subiu para seu quarto e Helena foi atrás, enquanto isso, Cassie arrastou Gabriela para o quarto de Eleanor, com um prato de café da manhã. Cassie queria que a menina perdoasse ela, o que ela sabia ser impossível, mas insistia em tentar e arrastar Gabriela para esta missão impossível.

- Lea, trouxemos café pra você. – disse a garota, tímida, entrando no quarto.

- Eu não te deixe me chamar de Lea. – disse Eleanor, séria. – E não deixe nenhuma das duas entrarem no meu quarto.

Gabriela saiu do quarto assim que Eleanor disse isso e Cassie nem teve tempo de impedi-la de sair do quarto. Cassie fechou a porta e se sentou em uma cadeira, Eleanor se sentou na cama, esperando ter que expulsa-la a força.

- Eu sinto muito pela Bea...

- Vai embora! – disse Eleanor, ela tinha uma mistura de raiva e tristeza na voz e no olhar da garota.

- Eu só queria...

- Vai embora agora antes que eu te tire daqui! – disse Eleanor, levantando da cama ameaçadoramente.

Cassie saiu em silêncio do quarto, assustada e nervosa. Quando a garota saiu Eleanor se jogou na cama novamente e começou a chorar contra seu travesseiro. Ela escutou a porta bater e se virou para trás, em súbito, porém não viu ninguém e achou que alguma menina tinha fechado a porta para ela.

Cassie estava se sentindo horrível depois da visita ao quarto, ela nunca devia ter pensado em fazer aquilo, ela conhecia Beatrice, sabia que a garota não era uma assassina em massa e que ela devia ter motivos para matar Charlotte. Charlotte era uma vadia egocêntrica e agressiva que não aceitava ordens de ninguém, ela devia ter feito algo muito horrível para que Bea, uma garota gentil, amigável e inteligente, chegasse ao ponto de matar alguém. Beatrice foi a primeira garota a tentar fazer amizade com ela quando Cassie chegou na casa.

Ela tinha matado aquela garota simplesmente porque Gabriela mandou ela fazer isso?

Bea não era uma assassina e, por mais que fosse a lei mais importante das bruxas, ela não merecia queimar. Charlotte merecia. Charlotte tinha matado uma bruxa apenas por ela namorar a garota que ela gostava e tinha feito Candy ser estuprada e fugir da Casa. A culpada era ela e, como em todas as situações desde que elas se conheceram, quem levava culpa eram outras pessoas.

Depois de algumas horas, Cassie decidiu procurar na biblioteca alguns livros dos feitiços que Madison tinha falado mais cedo no quarto. A biblioteca de feitiços da Academia era dividida em sessões, a ordem delas era em números e era colocada em ordem crescente de acordo com a dificuldade dos feitiços e o quanto era necessário uma bruxa saber aquele determinado tipo de feitiço. A sessão sete era de feitiços de bloqueio e a onze era de feitiços da mente. Era muito improvável que houvesse um contra feitiço para feitiços de bloqueio naquela sessão. Então Cassie decidiu começar pela sessão quatro: Feitiços de Expansão de Poderes.

Passou horas lendo e relendo livros antigos e quase completamente em latim. Ela passou por vários até encontrar um que servisse para o que ela precisava. Era um feitiço específico para pessoas com poderes que poderiam ser impossibilitados com feitiços de bloqueio, o último feitiço de um livro bem antigo. Nele dizia que para Cassie expandir os poderes de leitura de mentes ela tinha que fazer um ritual específico para leitura de mentes, que estava em outro livro da mesma autora do que estava lendo, e iria precisar de muitas coisas que Madison notaria se sumissem da estufa. E, para o feitiço funcionar, ela teria que saber o feitiço de bloqueio que a pessoa estava usando.

Ela foi à sessão onze a procura do livro de expansão de feitiços da mente, ela tinha uma pequena vantagem, tinha gravado o nome da autora, mas demoraria horas ali. Quando finalmente o achou, ela olhou seu relógio, ela já tinha passado duas horas na biblioteca. Nem se preocupou de procurar o feitiço no livro, ela seguiu diretamente para a sessão sete.

Como não podia gravar todos os feitiços de bloqueio de mente naquela biblioteca, ela decidiu gravar alguns dos mais simples dentre eles, pois não achava que as garotas gastariam tanto para apenas bloquear Cassie, exceto se alguma delas escondesse um grande segredo. Mas então se surpreendeu enquanto procurava nos livros, Eleanor estava entrando na sessão sete.

- O que está fazendo aqui? – perguntou Cassie, surpresa.

- Eu estou me prevenindo. – disse Eleanor, seca e fria.

- Do quê?

- De você! – disse Eleanor, com raiva, que depois de misturou com tristeza quando a mesma continuou a falar. – Bea está morta por sua culpa! A culpa é toda sua, e caso você descubra algum segredo de alguém e vá correndo contar para a sua amiguinha Gabriela, esse segredo não será meu!

- Você quer me bloquear? – disse Cassie, se aproximando um pouco de Lea.

- Eu quero matar você! – disse Eleanor, séria, enquanto se aproximava de Cassie, que deu um passo para trás, assustada. – Mas eu não posso fazer isso.

Cassie suspirou aliviada por um segundo, ela apenas percebeu que Eleanor tinha ido embora quando a garota saiu pisando forte em direção à porta.

- Espera! – disse Cassie, indo atrás da menina. – Eu quero me desculpar.

- Eu acho que já deixei claro o suficiente que eu não quero suas desculpas! – disse Eleanor sem se virar para encarar Cassie.

- A Gaby me manipulou! – disse Cassie, fazendo Eleanor parar. – Ela me convenceu de fazer o que ela queria! Eu só estava com medo. E agora eu percebi que eu fiz a coisa errada...

- Eu consideraria essas desculpas se tivesse dito isso antes de chamar o Conselho! – disse Eleanor, encarando Cassie com toda sua raiva contida em seus olhos e punhos fechados, seu corpo todo estava tenso, ela estava se segurando para não bater nela.

- Você já viu como ela pode ser manipuladora e... – disse Cassie procurando as palavras certas. – Gabriela me enganou, pois ela era uma das únicas amigas que eu tinha nessa casa! E a Bea era uma delas também... eu sinto muito por ter chamado a Zoe e a Queenie... eu tinha provas, mas eu sei que ela não tinha matado por mal! Por favor, entenda, ela era minha amiga e eu estou arrependida, de verda...

Cassie foi interrompida durante sua fala, pois foi jogada no ar em direção à parede, derrubando as quatro estantes de livros atrás dela na sessão sete. Ela bateu com força contra a parede, haviam vários roxos em seu corpo e ela tinha sorte não ter quebrado nenhum osso. Ela não bateu a cabeça muito forte, então por isso ainda estava consciente, mas saia muito sangue de seu nariz.

Eleanor correu até onde Cassie estava e a ajudou a levantar, depois de ver se ela estava bem.

- C-como você fez isso?

- Eu não sei...

- Desde quando você tem telecinese?

- Eu acho que desde hoje, quando fechei a porta com a minha mente.

- A raiva motiva seus poderes. – disse Cassie, pensativa.

- Vamos testar sua teoria.

Enquanto Cassie estava confusa, Eleanor se concentrou em tudo que já tinha dado raiva para ela, ela conseguiu levantar as estantes todas juntas à posição original, então ela, ainda surpresa consigo mesma, começou a arrumar os livros juntos com Cassie.

.   .   .

Na sala, as meninas estavam assistindo Scream Queens juntas, tirando Margarida que estava em algum lugar da casa, provavelmente chorando escondida e Cassie e Eleanor, que nenhuma delas sabia onde estavam. Elas escutaram a diretora gritar algo da escada, dizendo que tomaria um longo banho de banheira e que elas não deviam incomoda-la por nada, e aquela era a noite de folga de Kyle, logo elas estavam por conta própria na casa.

Elas escutaram alguém bater na porta da frente da casa, as quatro se levantaram para ir ver quem estava na porta, mas se surpreenderam ao não ver ninguém, mas escutaram o som de alguém pulando. Deviam ser só crianças da vizinhança brincando com a cara delas. Quando elas se sentaram novamente no sofá, elas escutaram alguém bater com força na porta dos fundos. As meninas se entreolharam e foram atrás do som.

Porém elas nem puderam abrir a porta, pois um homem negro, alto, musculoso e careca escancarou a porta da casa, fazendo um grande barulho e assustando as meninas. Elas olharam mais uma vez e viram que o homem tinha dentes afiados como presas e olhos completamente brancos e brilhantes. As meninas correram na direção da porta da frente, procurando fugir, mas os braços do homem se transformaram em grandes lâminas, brancas e brilhantes como os olhos do monstro, e correu atrás delas. Seus braços abertos quebravam tudo ao seu lado no corredor, e o barulho chamou atenção de Cassie e Eleanor, que vieram correndo da biblioteca.

Vendo o monstro e o estado da sala, Eleanor se concentrou com sua raiva e tentou jogar o monstro para longe ou segura-lo no teto, para que as meninas pudessem ir atrás de Madison, mas nada aconteceu. Ela então derrubou a estante de livros na frente do monstro, atrapalhando o caminho dele. Ela se abraçou a Cassie e se teleportou para onde estavam as outras garotas.

- Tudo bem com vocês? – perguntou Lea.

- Sim. – responderam Gabriela, Vênus e Nikki.

- Como fez aquilo?

- Tenho telecinese!

Helena ia perguntar mais coisas, só que homem transformou suas mãos novamente e levantou a estante em seu caminho. Depois ele transformou suas mãos em lâminas novamente, ele estava a apenas um metro de distância das meninas e começou a ataca-las com as lâminas, que mediam bem mais de um metro e meio, fazendo um grande barulho, quebrando paredes e tudo em volta.

O barulho pôde ser ouvido do quintal, onde Margarida chorava escondida. Ela abriu a porta e viu aquela cena de luta e tudo quebrado, as meninas só correndo em direção à porta. Margarida, assustada, ajudou as meninas a saírem da casa e trancou a porta por fora. Todas as meninas estavam sem fôlego, mas elas estavam mais calmas, pois achavam que estavam salvas do lado de fora. Porém o monstro abriu a porta com seus braços e saiu, novamente, pronto para atacar.

- Mas o que é isso? – perguntou Margarida.

- Eu não sei, mas não parece amigável. – disse Nikki, mirando as estufas de longe, era o melhor lugar para que elas corressem. O monstro as atacou com a garra, dessa vez seu objetivo era matar. – CORRAM!

Elas correram em direção as estufas, conforme o plano de Nikki, elas estavam quase todas chegando na porta, mas o monstro conseguiu cortar Nikki nas costas e a menina caiu no chão, morrendo de dor, mas logo aquilo pararia e ela se auto curaria, mas por enquanto ela não conseguia correr para se salvar. Só que Eleanor de repente surgiu ao seu lado e a abraçou, a levando para longe do monstro e junto das outras meninas. Elas sabiam que correr não as salvaria, mas nenhum de seus poderes afetava o monstro. Elas se surpreenderam quando um círculo de fogo se formou em torno dele e as chamas chegavam na altura de seus ombros. Elas estavam assustadas e confusas, e então algo aconteceu e elas ficaram muito surpresas, o monstro pegou seus braços em forma de lâmina e começou a se matar e então, quando ele morreu, o círculo de fogo se apagou.

As meninas olharam a pessoa que vinha na direção delas, era um pouco baixa, tinha cabelos loiros escuros e olhos azuis confiantes, obstinados e raivosos. A garota de 16 anos passou por cima do corpo cheio de sangue branco e brilhante, com as mãos dentro do peito e barriga abertos e dilacerados pelas próprias, indo em direção às garotas, surpresas por verem ela ali.

- Ela nos salvou! – disse Vênus, apontando para Candy.


Notas Finais


uuuuuuuuuuuuuuuu, SHE IS FUCKING BACK!
Nos próximos capítulos de Miss Robichaux’s Academy:
“- Candy, o que aconteceu com você? Onde você foi?[...]
- É uma longa história.[...]
[...]- Você voltou?[...]
[...]- A culpa é toda sua![...]
[...]- Elas quase foram mortas pelo que você fez![...]
[...]- Madison matou o homem que atacou vocês ontem![...]
[...]- Eu não sei se deixei claro, sua puta, mas você não pode mexer comigo!
- Isso é uma ameaça?
- Não brinque comigo, vadia, você não sabe do que eu sou capaz![...]
[...]- Se vocês querem saber o que aconteceu comigo, eu vou contar. Se preparem, é uma longa história.”


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