História Missão KaiSoo - Capítulo 18


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Personagens Originais, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chanbaek, Exo, Exo Colegial, Hunhan, Kaisoo, Kristao, Missão, Sulay, Xiuchen
Visualizações 89
Palavras 1.360
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Shoujo-Ai, Slash, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oii

Boa leitura ❤

Capítulo 18 - Foi assim...


Chen on

- Por quê não? - Perguntei já irritado. - Kyung e Kai se assumiram e todos aceitaram, por quê a gente eles não iriam aceitar?

Vocês devem estar se perguntando com quem eu estou falando, né? 

Eu estou falando com o meu "namorado" se é que eu posso o chamar assim. Kim MinSeok, ou Xiumin, o nome dele.

Por que eu estou perguntando isso pra ele? Simples, pelo fato de ele não querer falar pros nosso amigos que a gente ta namorando a algum tempo, a gente nunca falou por medo de perder nossos amigo, nosso família, por que sim, só a minha mãe sabe que a gente ta namorando, mais ninguém.

A gente começou a namorar um pouco antes de "KaiSoo" se assumir. Vocês devem saber o por que desse medo todo de tudo e de todos na questão de se assumir aqui na Coréia, e já dá pra imaginar o cu doce que nós dois fizemos pra nós confessar, né?. Voltando pra assunto de medo, esse medo todo é pelo simples fato da sociedade coreana não ter evoluído com o resto do mundo, e não aceitar muito bem os homossexuais.

Se existi? Muitos, mas tem ainda mais que não são assumidos pra todo mundo, pelo simples fato de ter medo.

Foi assim comigo e com o Minnie também, mas eu vi que por ele vale a pena ter que passar por essas coisas - passar por cima do medo, principalmente -, mas parece que pra ele não é bem assim.

Foi por isso que se iniciou essa "discussão", por eu querer falar logo de uma vez pra todo mundo sobre meu namoro, e por ele ficar falando coisas do tipo: "tá muito cedo ainda" ou "e se eles não aceitarem?" Ou coisas parecidas. 

Sim, eu também tenho medo, mas na altura do campeonato que a gente tá com os nosso amigos já deu pra perceber que ninguém vai julgar a gente, não é mesmo?

Mas quando eu falo isso pra ele, ele vem com a desculpa de "Mas eu também tenho medo da minha família, Chenchen." E sim, a família do Minnie também não evoluiu como todo o resto, não são uma família preconceituosa ao extremo, mas também não é aquela família que vai aceitar tão de boa. Eu até entendo essas parte da história, mas porra, será que ele não percebeu que aconteça o que acontecer, eu não vou abandonar ele?

- Eu tenho quase certeza que eles vão aceitar, Chenchen. - Respondeu. - Mas eu ainda tenho muito medo da minha família e agora eu descobri que... Ah...

Ele começou a gaguejar e eu já pensei no pior.

- Descobriu o que Minnie...? - O encorajei.

- A minha irmã tem um "chushzinho" por você e muito provavelmente ela gosta de você. - Ele tava tenso.

E eu realmente não esperava por isso. Sim, eu como melhor amigo dele, já enjoei de ir na casa do mesmo. Mas eu nunca percebi que a irmã dele gostava de mim. Ele tá certo quando sempre me diz que eu sou um tapado.

- Desde quando? - Perguntei depois de um tempo.

- Eu não sei, e por isso que eu não quero falar nada, entende? - Perguntou já com os olhinhos formando lágrimas do canto. - Eu não quero mogoar ela, ela é muito importante pra mim, Chenchen.

Se tem uma coisa que eu odeio na vida é ver ele chorar, isso raramente acontece. Então numa hora dessas, eu já estava apertando ele nos meus braços em um abraço. Eu sei que ele adora isso. E eu não iria mais ficar insistindo nisso. 

- Tudo bem, Minnie. Desculpa ficar insistindo, tá? A gente pode adiar isso, tudo bem? Só não chora. - Beijei as suas bochechas de cada lado. 

Fui me aproximando da cama até a gente cair deitados nela. Nós ajeitamos debaixo dos cobertores e eu fiquei fazendo um cafuné nele até ele dormir. Eu sei que família é uma das coisas mais importantes na vida dele, ele não quer magoar a irmã, mas eu sei que ele ficou magoado a saber que a mesma gosta de mim.

Por isso eu vou ir no tempo dele, se eu só ficar com ele já está bom.

Então eu fiquei alí cuidando do sono dele com ele agarrado em mim.




(...)




Suho on 

Eu estava fazendo vários nada - como todo dia -, quando meu celular apitou avisando nova mensagem.

Peguei o aparelho e vi o nome brilhando na tela. Sabe aquela pequena acelerada no coração quando você vê que é mensagem do crush? Foi isso que eu senti 

Aliás, eu até hoje não sei o por que dessas coisas, por que a gente fica ansioso, nervoso e feliz por qualquer coisinha que a pessoa que você gosta faz? Isso - além de ser muito gay - é bem filha da puta, pois às vezes a gente nem sabe se essa pessoa sente a mesma coisa por você. E quando ela fica de "gracinha" com qualquer outra pessoa a sangue da gente chega a fever de tanto ciúmes. O pior é que a gente não pode fazer nada como no meu caso.

Como eu vou chegar no Lay e falar "para com essas gracinhas inútil com outras pessoas que eu gosto de você, caralho. E eu sou ciumento então só para" como se pra ele eu sou só um amigo?

Eu não entendo essas coisa. Sabe se a gente pelo menos soubesse que a pessoa gosta da gente - ou ainda continua gostando, como casa de muitas pessoas - e tivesse certeza que ela não ia gostar mais de ninguém, muito menos ficar com alguém, a vida seria tão mais fácil.

Mas não pra foder com a vida dá gente a vida fica de gracinhas, colocando merda na nossa cabeça.

Como eu por exemplo, a vida seria tão fácil se eu soubesse que o Lay fosse gay e retribuísse meus sentimentos. Mas a porra da vergonha, do medo e da vida, não deixa a gente simplesmente ir lá e pergunta. 

Foda.

Mas voltando a parte que eu recebi a mensagem do crush. Nela dizia:

"Su, vem aqui. Meus pais saíram e eu não quero ficar sozinho."

Se eu maliciei? Óbvio, mas ele não pode saber. Ele é muito puro pra isso.

Então eu só respondi um:

"Tabom to indo já"

Vesti um tênis e fui na casa do meu amigo.






Depois de ter andando um pouco, cheguei na casa dele e toquei a campainha. Na verdade eu nunca entendi muito bem por que o Lay mora com os pais dele, sendo que ele veio com o Luhan da China.

A porta se abriu. Ele saiu de lá de dentro e me abraçou.

- Oh, você veio mesmo. - Retribui o abraço, ele meio louquinho mesmo, então é normal ele fazer umas perguntas idiotas e se enrolar ou tentar falar alguma coisa muito complexa, mas não vou mentir. Eu adoro até isso nele. Sim, sou trouxa e iludido.

- Ué, mas eu falei que eu vinha, não falei? - Perguntei depois que quebramos e abraço e ele deu passagem pra mim entrar.

- É verdade. - Respondeu já fechando a porta. - Eu tava jogando, quer jogar?

- Pode ser.




Entrei no quarto e vi uma embalagem aberta do lado do controle que estava estava conectado com o aparelho que tinha um jogo pausado. E também pacotes de salgadinho ainda fechados.

Pegou outro controle o conectou e deu pra mim que sentei do lado dele após ele sentar.

Ficamos conversando, ou um provocando o outro na questão do placar do jogo, até que a dúvida reapareceu na minha cabeça de novo e eu perguntei:

- Por que você mora com os seus pais, se você veio com o Luhan?

- Ah, é que os meus pais vieram antes de mim e eu fiquei na China pra terminar os estudos, mas como eu estava morando na casa dos meus tios, pais do Luhan, e eles preferiram vir pra cá eu tive que vim também. Meus pais já moravam aqui, então eu me mudei com os meus pais de novo e vou terminar os estudos aqui. - Respondeu ainda prestando atenção no jogo.

- Ata...



Depois da minha pergunta respondida, ficamos jogando, conversando e comendo até os pais do Lay chegarem. Eu fiquei lá ainda, mais um pouco, mas eu resolvi ir embora depois.




Notas Finais


Como eu tinha falado no capítulo passado eu fiz o esse capítulo voltado a XiuChen e SuLay.

Espero que tenham gostado

Tá sem revisar...


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