História Missão para Suho: adote um Lay e um bebê - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Tags Adoção, Amizade, Bebê, Exo, Lay, Romance, Suho, Sulay
Exibições 129
Palavras 1.308
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Homossexualidade, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Oi gente!

To me esforçando para fazer os capítulos maiores, quero muito que essa história agrade vocês :3

Vou mudar os nomes dos capítulos pq tá foda fazer combinação de verbo+us hahaha (não que alguém se importe muito, mas ok)

Obrigada pelos comentários e views e favoritos e amorzinhos hahaha


P.S: Estou participando do 2CONCURSOEXOFANFICS e o membro da fase é o Lay! Oe! Se vocês puderem dar uma lida na história: volátil. É um ship novo, não tem lemon, mas eu juro que está divertido, já que o tema é poliamor hahahah

Agora chega, vamos ao capítulo.


Beijos :*

Capítulo 5 - Entre fraldas e papinhas


Fanfic / Fanfiction Missão para Suho: adote um Lay e um bebê - Capítulo 5 - Entre fraldas e papinhas

Antes de viajar, Yixing me ligou para avisar que tinha transferido uma certa quantia de dinheiro para a minha conta, para cobrir os gastos que eu tivesse com a menina. Eu juro que quis negar e dizer que não precisava, mas bebês fazem muito cocô e fraldas são caras.

 

- Também quero que você compre um iPad, para fazermos videoconferências - ele disse, todo mandão e parecendo que estava correndo. Olhei no relógio e vi que seu avião estava prestes a decolar.

 

- Você ainda não embarcou? - eu questionei.

 

- Não, estou chegando aeroporto agora - ele respondeu. Era incrível como ele era lento para as coisas, mesmo sendo dono de uma empresa, ele sempre estava atrasado ou perdido.

 

- Ai caralho, então desliga e corre logo pro portão de embarque! Você já fez check-in né? - no meu colo, Chin deu umas risadinhas, achando que em meu desespero eu estava brincando com ela. Foi tão lindo ver seu sorriso que eu quase me distrai da conversa no telefone.

 

- Eu já não te disse que transferi dinheiro para sua conta? Para que eu faria um chequinho? - ele retrucou, bravo. Sua voz, que era naturalmente fina, engrossou de repente. Assim como eu, ele detestava falar em dinheiro.

 

- Que chequinho, Yinnie. Check-in! - eu reprimi uma risada, mas Chinmae gargalhou no meu colo - Vai logo, você está atrasado.

 

- Tá bom, mamãe, eu vou. Mas em minha defesa, seu inglês é tão bom quanto meu coreano, que você vive corrigindo - ele sonhou alto, porque eu não falava nada de inglês, enquanto ele falava um coreano quase fluente - Eu te ligo quando chegar. Beijo.

 

Perai, beijo?

 

- Chinchin, seu pai vai me deixar maluco - ela me encarava, os olhos claros curiosos - Maluco, doidão, lelê… - eu tentava fazer palhaçadas para arrancar mais risadas dela, mas ela nem mesmo repuxo o canto dos lábios. Pelo visto, ela achava graça nas coisas por conta própria.

 

Eu a peguei no colo e fomos nos preparar para sair às compras. Fraldas, roupinhas, brinquedos e um iPad. Estranho. Eu sei, mas também sabia que se não rolasse a videoconferência, eu provocaria a ira de Zhang Yixing.

 

No mercado, eu aproveitei para comprar algumas frutas e outras comidas. Pelo que Yixing tinha me contado, a pequena tinha 5 meses. Provavelmente já poderia começar a comer outras coisas além de leite. Nossa, é melhor marcar uma consulta com uma pediatra, eu pensei. Quando Yixing ligasse, eu comentaria sobre isso.

 

A pequena estava calma na cadeirinha do carrinho de compras. Ela era um bebê diferente, não dava escândalos, apenas encarava o mundo com olhinhos curiosos.

 

- Sua filha é muito linda - um homem, jovem, comentou do meu lado, enquanto eu escolhia algumas maçãs.

 

- Obrigado - decidi não contar a verdade, que ela não era minha filha, já que o rolo que eu estava vivendo era demais para explicar a um desconhecido.

 

- Sua esposa é uma mulher de sorte. Você ajuda até mesmo nas compras - ele sorriu e me encarou. Nesse ponto, foi demais para eu me conter.

 

- Na verdade, meu MARIDO teve muita sorte em me encontrar - eu sorri, falso, vivendo um pequeno teatro. O desconhecido ficou vermelho na mesma hora.

 

- Ah, me desculpa. Eu não sabia. Eu também sou gay. Só quis puxar papo, porque meu namorado quer adotar um bebê e ah, estou falando demais. Me desculpa - eu estava com raiva dele, mas depois de ver seu estado deplorável de vergonha, compadeci da situação.

 

- Como você se chama? - eu perguntei.

 

- Oh Sehun, prazer em conhecê-lo...? - ele se curvou.

 

- Kim Junmyeon - me curvei também.

 

- Ai, cacete! O Kim Junmyeon? O escritor Suho? - ele era um fã. Me senti feliz por ser reconhecido, mas temeroso por ter sido flagrado com um bebê. E ainda admiti que era casado! Tentei acalmar os ânimos dele, mas ele já tinha saído correndo - Hannie, Hannie! Vem pra cá, você não vai acreditar em quem eu acabei de conhecer…

 

Aproveitei a deixa e empurrei meu carrinho discretamente para o corredor dos molhos de tomate. Mas era tarde demais. O casal veio atrás de mim, o mesmo jovem e um outro cara, menor do que ele e bem mais feminino.

 

- Ah, meu Deus! Meu namorado é seu maior fã. Fala pra ele Hannie - o tal Sehun disse, empurrando o namorado na minha direção.

 

- Eu peço perdão por meu namorado histérico - ele se curvou - Mas eu sou realmente seu fã. Eu me chamo Luhan. Posso tirar uma foto com você?

 

Eu não estava sabendo lidar com aqueles dois, o carrinho de compras e a pequena Chinmae, que aos poucos foi fechando a cara e fazendo bico. Ciumenta. Aproveitei que ela estava se zangando e a peguei no colo.

 

- Desculpa, mas preciso terminar as compras e levar a bebezinha para casa. Quem sabe em uma outra oportunidade? - eu sorri para eles, extremamente sem graça. Nunca quis ser o tipo de pessoa famosa que não tratava bem seus fãs, mas eu estava nervoso. Poderia ser pego na mentira a qualquer instante.

 

- Nossa, como você vai carregar isso tudo e sua bebê tão linda?  - o tal Luhan fez umas gracinhas para a Chinchin sorrir e ela assim o fez, caindo facilmente nas caretas dele. Luhan estava certo, não pensei em como ia carregar aquilo tudo, estava a pé ainda por cima. Eu simplesmente fui enchendo o carrinho, sem nem pensar direito. Credo, eu realmente era uma mãe e dona de casa.

 

- Er, está tudo bem, eu moro perto e…

 

- Ah, que ótimo - ele bateu as palmas e deu um pulinho. Eu o encarei, meio confuso - Sehun vai carregar suas compras, eu ajudo a carregar o bebê. Você precisa descansar suas mãos e escrever bastante, sim?

 

Eu juro que queria negar a ajuda. Afinal, eles eram dois estranhos. Mas eu precisava de comida e fraldas, muitas comidas e fraldas aliás. Eu meio que concordei, mas ainda estava muito desconfiado.

 

- Relaxa, não vamos te sequestrar - Sehun ainda brincou com a situação. Eu dei aquele famoso sorriso amarelo.

 

- Eu vou sequestrar essa bebê, ela é tão linda… - ele quis pegar a bebê no colo, eu morri de ciúmes, mas ela estava tão feliz que eu deixei. Ela precisava socializar o máximo possível, antes de ser sugada pelo mundo de babás e mordomos do Yixing - Viu Sehunnie, as meninas são as mais fofas.

 

- Mas eu quero adotar um menino, dá menos trabalho…

 

Eles continuaram em uma discussão boba sobre sexo de bebês. Eu fui empurrando o carrinho até o caixa, tentando interagir quando dava, mas morrendo de vergonha. Os dois nem sequer levaram nada do mercado, dispostos a me ajudar com as minhas próprias compras.

 

Claro que no meio do caminho eu tive que contar a verdade, antes que os dois espalhassem por aí que eu era casado e tinha um bebê. Eu omiti apenas a parte do Yixing, disse que a pequena era filha de um primo meu. Primo que eu queria beijar, mas essa parte não conta.

 

Eles foram tão simpáticos, que entenderam a minha mentira e deram risada no final. Luhan me passou o telefone dele, querendo combinar um passeio no parque com a Chinmae. Não estava bem certo se os veria de novo, mesmo assim, agradeci a ajuda e tirei a foto que ele tanto queria.

 

Assim que o momento de festa com os outros dois terminou, quando entramos em casa, Chinmae começou a resmungar de sono. Eu também estava morto de sono, o sono da noite, perdido conversando com Yixing, estava cobrando seu preço. Eu estendi o colchonete no chão da sala e deitei com a bebê. Foi difícil dizer quem dormiu primeiro.


Notas Finais


hahah desculpa, mas tive que introduzir o ship hunhan nessa fic hahaahahahahah /morre

vocês acham que eles deveriam ser amigos e ajudar a pobre omma, ou nem?


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