História Missing Mirror - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Personagens Justin Bieber, Personagens Originais
Tags Diana Morales, Hot, Justin Bieber, Ketlyn Martin, Sexo, Sobeziki
Exibições 783
Palavras 3.508
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Romance e Novela
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


Hey little people!!!
Cheguei aqui com uma OS para vocês ❤ Essa é minha primeira, então espero que gostem🙈
Essa é especial porque hoje é aniversário da ~purple_ninjas2 🎉🎊 Felicidades gata! Fiquei acordada até agora só pra ser a primeira a te dar um presente hahahaha
Espero que goste do seu presente, fiz com toda a malícia possível ;)
Perdoem os erros e é isso ai u.u
Enjoy it <3

Capítulo 1 - Capítulo Único


Fanfic / Fanfiction Missing Mirror - Capítulo 1 - Capítulo Único

Eu não podia parar. Acabara de se tornar uma pequena obsessão. Olhava para aqueles olhos castanhos, onde eu perdia toda minha consciência. Ela falava algo sobre como o desempenho da empresa estava cada vez melhor, mas eu não sabia ao certo, estava mais preocupado em tentar manter contato visual para não olhar seus seios apertados na camisa social branca quase transparente. Eu sabia que me ferraria no final de tudo, pois eu precisaria pedir para ela me repetir o que era pra eu teria que fazer. Meu único consolo era que não era só eu que perdia a cabeça com aquela mulher. Qualquer homem perderia.

Suspirei fundo e tentei me concentrar em suas palavras. Não pegaria nada bem o filho do dono da empresa não estar prestando atenção no que a mulher responsável por ele falava. Maldito seja meu pai por ter colocado uma mulher tão gostosa para me auxiliar nos meus primeiros dias ali na empresa.

Ketlyn Martins era a droga de uma perdição.

– Então, aqui fica a sua sala e no andar de cima a do seu pai. Enquanto seu pai não contrata uma secretária para você, eu estarei logo ali na recepção, para tudo que você precisar.

Enquanto Ketlyn apontava para a bancada que ficava em frente ao elevador, eu delirava com suas palavras. Será mesmo que ela estaria presente para qualquer coisa que eu precisasse? Imaginando o que poderia incluir nesse tudo, ela me direcionava para minha mais nova sala.

Ela abriu uma das poucas portas naquele andar. Só a segui, fingindo que escutava suas palavras.

Assenti vagamente para sua fala, como se realmente estivesse prestando atenção em tudo que ela falava e aproveitei o momento que ela não estava olhando para secar seu glorioso traseiro, pensando nas loucuras que eu poderia fazer com ele. Ketlyn estava de costas para mim, falando mais sobre a empresa. Aproveitei essa oportunidade para descer mais ainda meu olhar e encarar as coxas roliças espremidas na saia grafite. Eu tinha quase certeza que ela se vestia daquele jeito de propósito.

– Quanto tempo até meu pai conseguir uma secretária? – perguntei tentando o máximo desviar meus olhos de seu corpo. Não seria nada legal ficar duro naquele momento.

Era uma pergunta interessante de se fazer. Assim eu pelo menos saberia quanto tempo eu tinha para conseguir levar aquela delícia de mulher para minha cama. Não que eu pretendesse demorar muito.

– Uma semana, talvez. Ele fará algumas entrevistas amanhã se não me engano.

– Perfeito – murmurei passando a sua frente e analisando todo o local.

Meu novo local de trabalho era incrivelmente espaçoso e aconchegante. Eu teria que mudar algumas poucas coisas para que se adaptasse melhor a mim, mas nada muito drástico. Eu havia gostado.

– Nosso tour acaba por aqui, Sr. Bieber – olhei bem profundamente em seus olhos. Pude ver claramente ela ficando desconcentrada. – Espero que tenha entendido tudo. Estarei na recepção, se precisar de mim.

Martins estava prestes a dar meia volta, mas eu segurei seu pulso levemente, a impedindo de continuar seu trajeto. Eu não era nem louco de deixar uma mulher daquelas escapar pelo meus dedos. Eu precisava a fazer gritar, como nenhuma outra mulher gritou comigo. Gemer meu nome e implorar por mais. Sorri discretamente, tendo um plano em minha mente. Duvidaria que ela conseguiria voltar a trabalhar depois do que eu planejava.

Ela me encarou de forma duvidosa, esperando pelo que eu falaria. Oh querida, eu não era o tipo de homem que perguntava do nada para a mulher se ela queria transar comigo. Eu precisava saber se havia recíproca antes de qualquer coisa.

– Tem um pequeno problema com minha mesa – falei da forma mais sutil possível e encarando novamente profundamente seus olhos.

Ketlyn ainda olhou rapidamente para o objeto em questão antes de voltar a me encarar com confusão.

– Não vejo nada de errado, senhor – fechei os olhos por alguns instantes, gostando de como a palavra senhor saia deliciosamente de sua boca.

– Certeza? Acompanhe-me – estendi minha mão cordialmente, esperando que ela a pegasse. Quando o feito, a direcionei até que ambos estivéssemos em frente a mesa rústica de madeira. – Apoie suas mãos na superfície da madeira que você vai entender perfeitamente do que eu estou falando.

Minha auxiliar esbanjou confusão em suas feições, mas mesmo assim fez o que eu pedi. Como a mesa não era muito alta e Ketlyn usava saltos altíssimos, ela ficou completamente inclinada, me dando uma visão melhor ainda de seu traseiro. Sequei descadaramente seu corpo dessa vez. Uma hora ou outra ela acabaria entendendo minhas verdadeiras intenções.

– Desculpe, mas eu não vejo no que isso... – interrompi sua fala.

– Se eu digo que há algo de errado, é porque há. Está duvidando de minhas palavras? – perguntei duro, dando a volta na mesa e me sentando em minha cadeira. Tive uma ótima visão dos seus seios parcialmente cobertos.

Tê-la naquela posição me fez clarear meus pensamentos. Eu já sabia qual era a primeira coisa que eu precisava acrescentar em minha sala. Era preciso um grande espelho, perto da porta, para que eu pudesse ver a bunda de Ketlyn da onde eu estava, sem levantar da minha cadeira. Oh sim, um espelho era tudo que faltava.

Sorri maliciosamente já imaginando o que nós poderíamos fazer com um espelho naquela exata posição. Todas as posições que ela poderia fazer em cima da minha mesa enquanto eu só a olhava pelo espelho. Se Ketlyn achava que ela ficaria ali por só uma semana, ela estava muito enganada. Eu faria questão para que a transformasse em minha secretária pessoal. O sexo se tornaria muito mais simples assim. Quanto menos complicações, melhor.

E meu espelho seria extremamente necessário.

– Não, senhor.

– Certo – cocei meu queixo pensando nos meus próximos passos. – Ponha suas mãos mais perto desse lado da mesa. Ou melhor, quero que segure aqui – apontei para a borda da mesa do meu lado. Ketlyn fez sem pestanejar. Era uma vadia mesmo. Agora eu sabia que ela queria ser comida por mim. Ninguém em sã consciência se inclinaria daquele jeito se não quisesse ser comido.

– Ainda não vejo nada de errado.

Peguei uma caneta jogada em minha mesa e a batuquei levemente na superfície de madeira.

Martins mordeu seu lábio inferior. Aquela altura ela já compreendia completamente todas minhas intenções. Sorri sacana e relaxei mais em minha cadeira, colocando meus braços atrás de minha cabeça. Se ela queria jogar, nós iriamos jogar.

– Você precisa separar mais as pernas. Separe-as o quanto sua saia apertada permita.

E ela o fez. Mordendo os lábios, ela me encarou avidamente e separou suas pernas o quanto conseguiu. A vontade de levantar e olhá-la por trás estava se tornando cada vez maior. Mas eu possuía muito autocontrole. Eu só iria atrás dela quando fosse para arrancar de vez todos os panos de seu corpo e fazê-la gritar para todo o prédio escutar.

– Acho que o senhor é exigente demais. A mesa está em ótimas condições – ela arfou, fechando os olhos e remexendo sua bunda de um lado para o outro. Filha da mãe.

Com a caneta em mãos, a posicionei em seu queixo e o levantei até que seus olhos encarassem os meus. Sua boca ficou entreaberta, sem saber ao certo se deveria dizer mais alguma coisa. Sorri de lado e virei meu olhar para a parede branca onde havia a porta. Definitivamente, tudo que precisava era um espelho naquele exato local.

– Preste atenção para ver se você percebe. Eu estou aqui, sentando em minha cadeira, mas não consigo ver como você está do outro lado. O que você sugere para que eu continue sentado e consiga ver tanto sua frente quanto suas costas?

Ketlyn se remexeu levemente e tentou tirar a caneta que segurava seu queixo levantado, desistindo totalmente assim que percebeu que era um trabalho perdido. Como eu não era tão malvado, concedi seu desejo e descartei a caneta, a jogando na mesa. E então, esperei. Ela provavelmente estava pensando em como responder minha pergunta. Deixei com que ela pensasse por alguns minutos. Vendo pelo seu lado, ela não estava em uma posição completamente confortável de se pensar.

– Um espelho? – ela respondeu em forma de pergunta, bem baixinho. Sorri amplamente quando ela acertou de primeira no que eu estava pensando.

– Está vendo? Você também enxerga o problema. Certifique-se que da próxima vez que você entrar nessa sala, tenha um espelho no exato lugar para que eu posso ver seu traseiro sem levantar de minha cadeira.

Levantei da minha cadeira e comecei a dar a volta lentamente pela mesa. Percebi seus olhos seguindo todo meu percurso, até onde ela conseguiu.

Chegando as suas costas, dei uma boa olhada em sua posição, guardando todos os detalhes possíveis em minha cabeça. Com certeza, nós transaríamos mais vezes.

– Sem problemas, Sr. Bieber.

– Mas enquanto isso, não vamos desperdiçar essa posição, não é mesmo?

Passei as mãos pela sua bunda lentamente, sentindo seu corpo todo respondendo ao meu. Sorri sacana mesmo que ela não pudesse me ver e deixei com que um tapa forte e solitário estralasse em sua bunda. Ela gemeu e se inclinou mais ainda em minha direção. Eu estava amando tê-la naquela posição.

– Não seria justo – ela falou em forma de gemido, me fazendo apertar levemente meu pau por cima da calça.

Ignorando minha necessidade por hora, levantei sua saia o quanto pude, deixando sua calcinha vermelha a mostra. Sua calcinha vermelha completamente encharcada. Gemi de satisfação. A resposta para aquilo foi me sentir mais apertado ainda em minha calça social.

– Eu mal toquei em você e você já está assim?

Passei o indicador e o dedo médio por toda a extensão de sua vagina coberta pela calcinha, recebendo um gemido manhoso. Levei-os até a boca e pude provar uma pequena amostra de seu gosto tentador.

– Estou assim desde quando começamos o tour. Tenho uma queda por homens de terno. Ainda mais sendo um tão gostoso quanto o senhor.

– Então você gosta de homens com terno? Você vai ser comida assim então, vadia – mais um tapa estralado em sua bunda, dessa vez deixando a marca da minha mão.

Abri minha calça e puxei meu pau para fora da cueca. Eu não era nem louco de ficar esperando com as drogas de preliminares. Eu desejava me enterrar nela até o talo desde que meu pai me apresentou sua melhor funcionária, Ketlyn Martins.

Sem pensar duas vezes, enfiei meu cacete com tudo em sua entradinha minúscula e apertada. Ketlyn gemeu altamente, indo pra frente com meu impulso. Revirei os olhos de sentir como sua buceta era apertada e estava completamente úmida e quente. Sai lentamente e voltei com tudo, pegando a mulher esticada na mesa de surpresa. Ambos gememos loucamente quando eu assumi um ritmo absurdamente rápido. Eu realmente achei que estava a esfolando toda, mas seus gemidos me davam outra impressão. A impressão que ela queria que eu fosse mais rápido ainda.

Continuei a toda a velocidade, sem me preocupar que estava na empresa do meu pai e que o mesmo poderia descer a qualquer momento para vir checar como estava o meu primeiro dia de trabalhando naquela empresa. Ah pai, você não fazia ideia de como meu dia estava sendo maravilhoso.

Senti o suor descendo pelo meu pescoço e sumindo em minhas roupas. Eu poderia estar com calor, mas eu não tiraria meu terno. Aquela vadia precisava não querer andar mais antes que eu o tirasse. Ela não imaginava que estávamos apenas começando. E eu continuar com o terno se tornava um mero detalhe enquanto eu estivesse penetrando aquela delícia de mulher.

Minutos depois, ambos estávamos chegando ao nosso limite. Sorri diabolicamente e aumentei mais ainda o ritmo. Eu não transava devagar ou com calma. Eu só sabia um jeito de comer uma mulher. Eu comia forte e com todo o prazer se apossando de meu corpo. O problema seria completamente de Ketlyn se ela não aguentasse.

Forcei minhas mãos em sua cintura quando senti seu líquido quente descendo tanto pela minhas pernas quanto nas dela. Ela gemeu ainda mais alto, me fazendo chegar ao meu limite também. Suspirei e a virei com rapidez. Nós ainda não havíamos terminado.

– Deite nessa mesa e não ouse fechar os olhos. Quero você gemendo e olhando bem para o seu tão precioso terno.

Martins apenas assentiu e deitou-se na mesa, abrindo logo as pernas para mim. Ao contrário do que ela imaginava, eu segurei nas bordas da mesa e me inclinei, deixando minha boca pronta para chupar sua boceta. Respirei profundamente ali, sentindo sua entradinha se contrair inteiramente. Também escutei sua arfada no mesmo instante que ela sussurrava meu nome.

– Sr. Bieber...

Precisei bater por mais uma vez em uma de suas nádegas. Ela estava quase fechando seus olhos.

– Se eu vou passar calor, é melhor você ter esses olhos bem abertos.

Ela não disse nada, mas abriu seus olhos tão rápido quanto eu lambi toda extensão de sua vagina. Pude ter um leve relance de Martins jogando sua cabeça para trás antes de eu começar a chupar seu ponto tão sensível com gosto. Ketlyn tinha um gosto maravilhoso. Era uma mistura agridoce que só completava o que estávamos fazendo. Precisei beliscar seu clitóris com a ponta dos dentes de tão tentador que era. E o resultado foi surpreendente. Ela se contorceu todinha, gritando coisas desconexas para meus ouvidos. No momento, era tudo que eu desejava ouvir.

Gemi também ao constatar o prazer que ela demonstrava estar sentindo. Não havia nada melhor do que saber que você sabia bem o que estava fazendo na transa. Ketlyn me comprovava isso a cada gemido seu.

Quando ela estava prestes a gozar, não ousei parar. Ela precisava ficar completamente mole. Eu queria que ela implorasse para eu parar de meter nela. Assim que ela gozou todo seu líquido viscoso em minha boca, tive o prazer de limpar tudo lentamente com minha língua. Com o tesão só aumentando a partir do momento em que percebi que mesmo após o orgasmo, ela ainda me encarava com seus olhos escuros bem abertos.

Ela abriu a boca para falar alguma coisa, mas a impedi que continuasse.

– De pé. Agora.

Levantei-me do chão e me dirigi de volta para minha cadeira. Meu pau doía tamanho tesão. Eu precisava me enterrar nela novamente. Precisava saciar meus desejos.

Martins levantou da mesa com dificuldade e seguiu meus passos, com mais dificuldade ainda pelos seus saltos altos. Pouco me importei. Se ela não quisesse ser comida por mim que não usasse aquelas roupas tão provocantes capaz de deixar qualquer homem duro.

Bati minhas mãos em meu colo e ela rapidamente entendeu o que eu queria. Mesmo que ela parece cansada, ela não ousou dar o braço a torcer. Como uma boa menina, ela se sentou em mim com uma perna de cada lado de seu corpo. Gememos em satisfação pois a safada havia roçado nossas partes de propósito. Eu a encarei com uma expressão nada boa. Ela deveria ter me penetrado de uma vez. Mais um tapa forte foi deixado em sua bunda.

Posicionei minhas mãos em sua cintura e fiz com que ela sentasse com tudo em meu pau. Esse ato rendeu gritos de ambas as partes. Parecíamos dois loucos no cio, mas eu pouco estava me importando. Eu só pensava no prazer que estávamos proporcionando um ao outro.

Não demorou muito para que chegássemos a mais um ápice. Não era tão difícil quando se tinha uma mulher daquelas quicando em seu pau.

O corpo de Ketlyn desfaleceu em meus braços, demonstrando todo seu cansaço. Nossas respirações estavam ofegantes e entrecortadas, fazendo com que nós precisássemos ficar parados, apenas absorvendo toda a satisfação do que havíamos acabado de fazer.

Estava pronto para tirar aquela mulher de cima de mim e fazê-la sair da minha sala, mas algo me fez trocar completamente de opinião. A safada havia se ajoelhado a minha frente e agora masturbava meu pênis lentamente com suas duas mãos. Movimentos ritmados, para cima e para baixo, me levando à loucura. Eu não sabia da onde vinha tanta energia, mas eu estava adorando.

Suas mãos estavam fazendo um trabalho mais do que perfeito, já eu me contentava em jogar minha cabeça para trás e gemer como nunca gemi antes. Era gratificante estar me satisfazendo como a muito tempo não me satisfazia. Ketlyn realmente sabia o que estava fazendo.

A sensação estava maravilhosa e só conseguiu melhorar assim que senti lábios quentes cercando meu pênis e o sugando fortemente. Revirei os olhos diante de tanto prazer. Martins começou com movimentos lentos, porém não demorou nada para que ambos não aguentássemos tanta pressão, fazendo com que ela aumentasse a velocidade. Ficava cada vez mais rápido, com aquela garganta profunda me recebendo por completo. Eu estava ficando sem pensamentos coerentes.

Estava sendo levado novamente ao limite, mas algo aconteceu. Ou melhor, parou de acontecer. Ketlyn havia simplesmente parado. Fiz minha melhor cara de bravo, recebendo um sorriso seu em resposta.

– Quer que eu termine, Sr. Bieber? Implore – ela completou sua frase passando a língua nos lábios, limpando os vestígios de meu pré-gozo.

Eu não acreditava que aquela vadia estava ousando fazer uma coisa daquelas. Se não estivesse tão necessitado de chegar logo no meu clímax, com certeza ela iria pagar muito caro pelo que estava fazendo. Nós ainda teríamos muitos dias para resolver aquela situação. Aquele era só o primeiro de muitos que viriam pela frente.

– Termina logo isso! – exclamei, louco de raiva e tesão.

– Terminar o quê? Não sei do que você está falando – Ketlyn se levantou do chão e voltou a sentar em meu colo. – Só vou terminar quando eu souber exatamente o que é para fazer.

Uma trilha de beijos foi deixada em meu pescoço. Eu não estava aguentando mais.

– Se você não fizer logo isso, eu juro que te jogo novamente nessa mesa e acabo com você – rosnei em seu ouvido.

Ela pouco se importou. Continuou trilhando seus beijos, e agora lambidas também, em direção a minha boca. Derrubei minha cabeça pra trás, dando mais espaço para que ela continuasse o que estava fazendo. Por mais que eu odiasse admitir, eu estava gostando daquilo.

Suspirei e apertei forte sua bunda com minhas duas mãos.

– Eu só vou fazer se você falar o que quer. E sabe por que você vai falar?

– Por quê? – perguntei com a voz quase inaudível.

– Seu pai me deixou claro no quanto você gosta de ser desafiado.

Senti raiva pelo meu pai naquele momento. Ele sabia o quanto eu odiava que falassem de mim. Porém, tentei ignorar esse pequeno fato, já que a situação do meu pau não era nada confortável.

– Certo. Me chupa logo – falei de uma vez, engolindo todo meu orgulho.

– Pede por favor... – ela ronronou em meu ouvido.

– Você já está forçando.

– Pede logo – ela gemeu de forma potente demonstrando todo seu controle sobre a situação. Ela sabia que teria o que ela quisesse naquele momento.

Ketlyn desceu uma de suas mãos entre nós dois e começou a passar levemente suas unhas por toda a extensão de meu pênis. Casou uma sensação engraçada que logo se transformou em mais desejo. Eu estava sedento por um orgasmo. O quanto mais eu demorasse para falar, mais eu iria sofrer em suas mãos.

A beira de um precipício, tive que ceder às suas vontades.

– Por favor, me chupa logo.

– Com todo prazer.

Martins sorriu maliciosa e voltou a se ajoelhar a minha frente, pegando meu pau em suas mãos delicadamente. Ela ainda olhou bem profundamente em meus olhos antes de enfiar todo meu cacete em sua boca e começar a chupar com vontade. Gemi longamente por ter uma boquinha tão molhada e quente fazendo movimentos deliciosos, indo e vindo. Precisei até revirar meus olhos diante de tanto prazer sendo proporcionado a mim.

Com uma de suas mãos, Ketlyn apertava minhas bolas enquanto a outra segurava fortemente na base do meu pênis, ajudando com os movimentos de sua boca. Nunca havia me sentido tão satisfeito em minha vida.

Já as minhas mãos foram se misturar em seu cabelo, manipulando seus movimentos para cada vez mais rápidos. Ela pouco se importou já que vez ou outra ela olhava para mim com um ar risonho, de quem estava amando chupar meu pau como se fosse o melhor doce do mundo. Seus olhares safados só completavam a maravilha que tudo aquilo estava sendo.

Não sei quanto tempo passou, mas pareceu segundos quando a enorme vontade indescritível de gozar apareceu. Segurei o máximo que consegui, eu não queria terminar aquilo tão cedo. Soltava urros brutais enquanto apertava mais ainda suas mechas de cabelos. Eu não poderia segurar mais. Aquilo estava bom demais para eu não gozar. Suspirei fundo e esqueci de tudo ao meu redor, deixando todas aquelas sensações gloriosas atingirem meu corpo.

Gozei melecando tudo. O rosto de Martins e até mesmo sua camisa social apertada. Eu não estava dando a mínima para o que ela faria, afinal ainda estávamos no meio do expediente.

Sorri malicioso para ela e arrumei minhas roupas. Definitivamente, aquilo aconteceria mais vezes. E das próximas vezes teria um belo espelho para refletir nossas gloriosas imagens transando em minha sala.


Notas Finais


Espero que tenham gostado amores! Principalmente você dona Kety <3

Comments? xx


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