História Mission 2.9 - Capítulo 59


Escrita por: ~ e ~Analuu

Postado
Categorias Justin Bieber, Sophie Turner
Visualizações 201
Palavras 6.110
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Crossover, Festa, Hentai, Luta, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


GENTE DESCULPA! Mas to no final de semestre e é impossível fazer qualquer coisa no fim de semestre, mas o que importa é que eu estou aqui e falta apensa 3 capítulos agora para acabar mission 2.9. Não sei dizer se estou feliz ou triste.

Capítulo 59 - Plano...


Fanfic / Fanfiction Mission 2.9 - Capítulo 59 - Plano...

POV Brendon

 

- tira a porra desse tênis de cima do meu sofá se não quiser levar um tiro. – olhei para o Maike querendo realmente da um tiro naquele filho da puta. Tudo que eu queria era que aquele teste de DNA chegasse comprovando que não tínhamos nenhum parentesco e eu finalmente pudesse jogar ele pra fora da minha casa.

- prefere sujar de sangue? – respondi sua piadinha com um olhar mortal que o fez tirar o pé do meu sofá imaculadamente  branco.

- eu sei que já perguntei mas não lembro de você ter me falado quem é a gostosa nas fotos. – peguei aquele moleque pela gola da blusa o levantando.

- a gostosa não é da sua conta e se chamar ela assim de novo vai ser a ultima coisa que vai fazer na vida. – o medo nos olhos dele era notável o soltei o fazendo cai no sofá.

Maike era um moleque de 16 anos que pelo o que dizia era meu irmão, mas a mãe com quem ele morava morreu a alguns meses e ele não tinha mais ninguém a quem buscar ajuda. A companhia tocou e eu fui correndo abrir a porta vendo o porteiro com o envelope que podia conter minha liberdade ou mais um peso que meu pai deixou para mim carregar. O abrir com toda presa do mundo e adivinham o que estava escrito?

- positivo. Como disse que seria. – olhei pro Maike que apesar da pose de adolescente inconsequente agora ele estava serio. Meu celular vibrou e o peguei ainda em choque.

 

“Você disse que se eu precisasse de você era só chamar... Bom estou precisando.”

Respirei fundo apertando o celular na mão.

- Maike vai arrumar uma mala. – ele me encarou assustado.

- MESMO DEPOIS DE SABER QUE SOU SEU IRMÃO VOCÊ AINDA VAI ME JOGAR NA RUA? – e lá estava somente o garoto que eu sabia que ele era. Ele estava desesperado.

- aquieta esse cu porra! Preciso ajudar alguém, vamos para Nova Jérsei. – ele pareceu mais aliviado. Dei as costas indo arrumar minha mala e preparando as passagens, estava indo ao encontro da única pessoa que entenderia o que eu estava sentindo.  Peguei o celular respondendo a mensagem.

“ Estarei ai pela manhã.”

 

POV Eadlyn

“ Estarei ai pela manhã”

Guardei o celular entrando dentro do carro e dando as costa para o restaurante atrás de mim, ainda não estava certa do que eu iria fazer, isso podia custa minha vida ou pior a vida dos meninos. Quando cheguei em casa estava uma agitação surpreendente no primeiro andar, um entra e sai de gente desconhecida e eu não estava entendendo nada já que já era quase meia noite.

- não se preocupe eu estou guiando eles. – Hannah passou por mim correndo e eu fingir saber sobre o que era estava falando.

- exagerou um pouquinho né? – Nicolas me perguntou rindo e eu pedi socorro por um olhar. – quando você disse que ia sair pra ver umas coisas para a festa da Sophi eu não imaginei que seria tudo isso. – foi ai que eu entendi.

- eu te amo. – disse abraçando ele fazendo-o  rir.

- tem que amar mesmo. – dei um tapa nele e entrei na casa vendo todos rindo menos uma pessoa que estava mais afastada.

- tudo bem? – dei um selinho no Justin que quase não tive retorno.

- podemos conversa? – só eu que odiava essa frase com todas as forças?

- claro. – ele seguiu o caminho para um dos três escritórios que tinha no primeiro andar. Quando entramos notei que ele já tinha organizado todo o escritório.

- bom saber que você pegou esse, vou ficar com o do outro lado e deixar o do segundo andar pro tio Jeremy ou minha mãe. – ele deu a volta se sentando na cadeira ainda com a expressão seria e eu me senti a sua frente.

- aonde você estava? – gelei.

- acho que é meio obvio não? – Justin me conhecia o suficiente para saber quando eu estava na defensiva.

- Eadlyn... – ele levou a mão no rosto respirando fundo e levantando.- eu não vou passar por isso de novo. – franzi a testa e cruzei os braços.

- isso o que Justin? – mostrei impaciência na voz mesmo não estando.

- isso de você sumir. – revirei os olhos com tedio.

- Justin eu simplesmente dei uma saída para comprar umas coisas para o aniversario da minha filha. – disse levantando.

- Caralho Eadlyn, tu achar que eu sou otário? Você esta com vestido preto e seu salto. – ele apontou para o meu salto vermelho.

- eu sou uma agente do FBI, meu guardada roupa consiste em coisas prestas e vermelhas. – disse como se fosse óbvio. – por que esta irritadinho? – perguntei em deboche e ele realmente estava puto.

- chegamos a menos de vinte e quatro horas e você já começou a da uma de agente do FBI. – cuspiu suas palavras em mim.

- eu sou uma agente do FBI, você quer o que? – ele estava começando a conseguir me tirar do serio.

- da um tempo disso pelo amor de Deus!  - olhei pra ele incrédula.

- se na CIA vocês podem “da um tempo disso” vocês tem sorte mais no FBI não existe isso. – minha voz estava se alterando e a dele não estava diferente.

- você prometeu caralho. – ele bateu na mesa.

- eu prometi uma viajem para depois de amanhã, não prometi que não ia sair de casa ou ficar te avisando cada passo que eu dou. – cerrei os dentes.

- você é minha mulher. – respondeu no mesmo tom.

- eu sou sua N.A.M.O.R.A.D.A. – soletrei. – e você não é meu dono Bieber, abaixa sua bola. – me virei saindo do escritório e batendo a porta.

 

POV Justin

Bufei de raiva quando ouvir a porta bater nas suas costa e me joguei na  cadeira atrás de mim. Peguei meu celular vendo aquela mensagem novamente.

“Cuidado com sua mulher, Nova Jérsei  não é um lugar legal para quem se acha indestrutível.

Com  amor, da única mulher que te satisfaz de verdade na cama.”

Aquela mensagem da Daiane tinha me deixado preocupado, eu sabia que a Ealdyn não tinha saído para ver aquelas coisas do aniversario da Sophi. No que aquela garota estava se metendo agora, ouvir baterem na porta e logo o Ryan apareceu.

- deu para ouvir o grito de vocês da sala e olha que é longe. – bufei rodando na cadeira.

- a Turner tá escondendo alguma coisa e a Daiane apareceu de novo. – Ryan se jogou na cadeira a minha frente.

- qual é a novidade da Eadlyn esta escondendo algo? – bufei o encarando.

- ela mudou Ryan. – ele soltou uma gargalhada.

- certeza Drew? – peguei o porta retrato na minha frente. Era um foto da Eadlyn com a Sophi.  – cara, de todas a  Eadlyn é a mais difícil, você sabe disso. Ela tende a achar que tem que carregar o mundo nas costas e querendo ou não ela é uma agente do FBI, só fica esperto irmão por que se ela tiver que escolher entre você e uma missão você sabe o que ela vai escolher. – respirei fundo colocando a foto no lugar. – e sobre a Daiane, da um jeito de mandar ela para outro continente antes que ela acabe com o resto  do seu relacionamento ou a Turner a mate. – nessa parte eu tive que acompanhar ele na risada.

- Ryan me ajuda a descobrir o que ela esta tramando agora? – Ryan arregalou os olhos.

- tu tá querendo entra na linha de fogo da Turner? Justin tu ainda tem uma filha pra criar, não da pra morrer vocês dois. – bufei impaciente.

- vai me ajudar ou não? – ele me olhava sem acreditar.

- você realmente quer agir nas costas dela? – me perguntou pasmo.

- ela age nas minhas, por que eu não posso? – ele me olhou sarcástico.

- por que ela é do FBI, as regras deles são diferentes das nossas. – respirei fundo virando e encarando a janela atrás de mim. – eu vou te ajudar. – me virei de novo para ele sorrindo.

- pode não parecer mas eu torço que vocês deem certo. – ele levantou caminhando para a saída.

- por que? Você não gosta dela. – ele soltou uma risada.

- por que se um agente da CIA como você e uma agente do FBI como ela conseguirem ficar juntos... todos nos conseguiremos também. – e com um sorriso triste ele saiu do escritório e eu pensei no que ele disse.

Hannah, Elizabeth e Ludmila, todas treinando para serem agentes do FBI e Chaz, Chris e Ryan apaixonados por elas. Pensei no meu pai e na minha mãe, eles não conseguiram, será que as cores realmente não se misturavam?

 

POV Eadlyn

 

O dia seguinte prosseguiu com todos se divertindo com os preparativos da festa da Sophi.  Não desgrudei do meu celular nenhum segundo se quer e notei que Justin também tinha notado, merda ele iria ficar na minha cola.

- preciso falar com você. – Liza me olhou franzindo a testa e largando o saco de doce que estava na mão me acompanhando. Na noite anterior eu tinha escolhido meu escritório e era para lá que estávamos indo e para minha felicidade encontrei o Nicolas no meio do caminho o puxando comigo.

- preciso da ajuda de vocês e acima de tudo da descrição. – Liza e Nicolas se entreolharam e ela cruzou os braços me encarando.

- eu sei que prometi não guarda mais segredos das Fives  mas não posso arriscar contar isso para mais ninguém além de vocês três. – Liza e Nicolas se entreolharam novamente.

- para uma universitária de Princeton você esta deixando a desejar amiga, não tá mais sabendo contar? – revirei os olhos sem paciência com as gracinhas da Elizabeth.

- o Brendon esta a caminho. – Nicolas ficou surpreso com a revelação.

Contei logo em seguida sobre o jantar de ontem e tudo que prosseguiu a noite, e que iria aceitar a proposta e no que eu precisava da ajuda deles.

- por que você não conta para os outros? Por que guarda segredo? – Liza já estava sentada raciocinando o que eu tinha contado. 

- Liza eu sei que prometi não guarda mais segredo, mas estou  a um passo de entrar pra máfia, além de ter chances altas de sair morta , se o FBI descobre isso eu sou executada sem ter chance de me defender, eu e todos que estiverem comigo. – ela sentiu o peso das minhas palavras.

- okay, você disse no que os meninos vão te ajudar e não no que eu vou te ajudar. Já que tá claro que não vou com vocês. – pensei que ela iria desistir mas ela foi firme ao mostrar que não recuaria.

Contei que ela seria parte do meu disfarce e que ela ficaria em um hotel acompanhando a missão de lá, fazendo o que geralmente o Nicolas faz, ela se viu completamente perdida, ela não sabia nada de computação e estava mostrando alguns sintomas de nervosismo. A porta foi aberta de devagarinho mostrando a Scarlle fazendo meu susto diminuir.

- eu posso ajudar. – olhei pra ela com fogo nos olhos.

- Você estava escutando atrás da porta?  - Scarllet fez pouco caso e se aproximo.

- eu sei um pouco de computação e o que eu não sei o Nicolas pode me ensinar. – agarrei no seu braço com um ódio mortal.

- você está louca? Eu não vou te colocar nessa missão. – Nicolas chegou do meu lado tirando minha mão do braço da Scrallet. Ela levou a mão no braço que eu tinha segurado e reparei que estava vermelho, tinha usado mais força que o necessário porém para minha surpresa a Scarllet não estava com medo, quando foi que ela perdeu o medo de mim?

- isso doeu Eadlyn. – ela resmungou. – e pelo o que pude ouvir eu vou ficar em um hotel separado, e duas é um disfarce melhor que uma. – pontuou.

- quando foi que você perdeu o medo de sair na rua e levar um tiro por ser parecida comigo? – perguntei irritada.

- quero fazer algo útil. – revirei os olhos.

- vai ser útil se ficar quieta aqui nessa casa e calada. – ela me olhou pasma. – isso é perigoso Scarllet não é brincadeira. – respirei fundo passando a mão no rosto.

- você esta levando a Elizabeth, por que não pode me deixar ajudar. – questionou e pude notar seus olhos marejando.

- por que ela sabe se defender... você não. – notei no mesmo segundo a dor que minhas palavras a causaram.

- você vai ficar em casa por bem ou por mal, sou mestre em fugir então se eu achar que você não vai me obedecer eu vou te dopar e te lagar em algum canto dessa casa. – ela arregalou os olhos analisando. Acho que ela estava pensando se eu realmente faria isso, espero que ela tenha notado que eu realmente faria sem pensar duas vezes.

- Eadlyn... deixa eu ajudar. – respirei fundo decidida a não mudar de ideia.

- Scarllet. – apontei para porta e a mesma me encarou friamente antes de sair batendo a  porta.

- só eu que notei que ela não parece mais um gato assustado? – Elizabeth perguntou ainda olhando para porta.

- isso me preocupa... – encarei a porta fechada mais uma vez.

- ela é uma Turner, por que a surpresa? – encarei o Nicolas que tinha um sorrisinho no rosto.

- por que ela não vai entrar para esse mundo. – minha voz saiu afiada e decidida.

- você não pode decidir isso, daqui  uma semana ela completa 18 anos, ela pode ser recrutada e escolher servi ou não. – encarei ele com uma expressão gelada.

- ela não vai servir. – meu tom saiu mais grosso que o necessário. – ela não vai passar pelo o que eu passei. – o sorriso no rosto do Nicolas sumiu e uma sombra de raiva e tristeza tomou lugar.

- bom, é melhor começarmos a trabalhar, acho que preciso apreender umas coisinhas não é mesmo Nicolas? – ele saiu do transe a encarando.

- Claro, vamos lá. – e assim os dois saíram e eu me joguei no sofá.

Agora eu tinha uma festa para me preparar da qual eu tinha que fugir mais tarde e pensando nisso meu celular vibrou.  Era o endereço do nosso encontro...

[...]

Se eu fala-se que organizei uma palha do aniversario da Sophi estaria mentindo, a lista foi feita pelo tio Jeremy e  já imaginei um bando de gente chata que era amigos do meu pai,  gente que se achavam os melhores e queria acima de tudo me intimidar, a decoração ficou por conta da Hannah, a comida pelas mãos da Spencer e a Ludmila quase não saiu da cama com enjoou. Elizabeth tinha sumido com o Nicolas. Bebidas entre outras coisas ficou por conta do Justin o que era bom, com a mente cheia ele não me vigiava.

Tinha acabado de sair do banheiro e me enrolava no hobe quando bateram  na porta, encontrei uma das ultimas pessoas no mundo que imaginei ali. Ryan me entregou um envelope sem paciência e já virou saindo.

- virou correio Butler? – perguntei só pra provocar e ouvir ele sibilar alguns  xingamentos. Quando abrir vi que era minha passagem para o Havaí, não sabia o que  seria do meu relacionamento com o Justin se eu não conseguisse ir a essa viagem, talvez a Penélope não se importaria com uma semana da minha ausência. Pelo menos iria torce para que não.

[...]

Terminei de me arrumar e olhei pra Sophi que brincava encima da cama, eu tinha a arrumado primeiro e com a ajuda do Joe eu tinha me arrumado em seguida, usava um vestido de renda bordada preto com o forro embaixo creme, rabo de cavalo com uma mecha de cada lado solta, batom  vinho, olhos bem marcado e um salto creme. Acrescentei brincos de argola prata e uma gargantilha prata também e deixei minha pulseira com o numero 1 no seu devido lugar. Por sua vez minha princesa não estava menos graciosa, seus cabelos loiros estavam em um coque completamente perfeito e com uma coroa prata que o Justin tinha dado, seus brinco de perola em miniatura na orelha, um vestido preto que tinha uma alcinha e depois a manga caída na cor creme rodado, no fim do vestido vinha uns detalhes em renda preta assim como o laço na cintura e pra finalizar uma sapatilha preta.

- mama. –ela estendeu os braços  e eu a peguei.

- vamos lá, para um sofrimento marcante da Elite. – disse e ela rio mesmo sem entender nada.

POV Justin

Estava conversando com um grupo de antigos amigos da corte inglesa quando ouvir umas das vozes que mais me cansava na vida.

- Justin! – me virei forçando um sorriso para Taylor.

- Oi Taylor, como esta? – coloquei uma mão no bolço e levei  a outra que tinha a taça na minha boca.

- melhor agora. – sorriu dando um passo para frente.

- priminha, nem mesmo depois dele esta casado, com uma filha você não desiste não é mesmo? – olhei pro lado ao ouvir a segunda voz que mais me cansava no mundo. Isaac caminhava ate ficar do lado da Taylor com a mulher segurando no seu braço.

- quando tempo Justin. – ele fez um movimento com a mão dispensando a Taylor que o olhou incrédula antes de sair pisando fogo.

- concordo Isaac. Muito tempo. – ele olhou para mim de cima a baixo sorrindo.

- confesso que fiquei surpreso de descobrir que você estava casado e que tinha uma filha, afinal a minha ainda esta a caminho. – observei a mulher dele que já mostrava uma barriguinha de gravida.

- meus parabéns. – me dirigir a ela que sorriu como resposta. – mas não entendo a surpresa. – beberiquei meu vinho.

- bom, logo você Bieber, um cara que não queria nada da vida, além de é claro festejar, era de todas. Confesso que vim mais para me certificar que os rumores eram verdade. – respirei fundo fechando minha mão que estava dentro do bolço em punhos.

- para sua surpresa, confirmo os rumores. – minha voz saiu seca.

- e onde esta sua mulher e sua filha? – esse filha da puta ainda duvida? Eu daria uma festa de aniversario sem ter uma aniversariante?

- confesso que também gostaria de saber. – forço um sorriso e antes que o Isaac tivesse oportunidade de rebater um murmuro começa e olho na direção da escada vendo a Eadlyn descer com a Sophi, e como sempre elas estavam de tirar o folego.

- parece que seu desejo foi ouvido. – sorrio para o Isaac e vou na direção das escadas recebe-las. No ultimo degrau a Sophi já se joga no meu colo e dou a outra mão para a Eadlyn descer o ultimo degrau e me aproximo para beija-la.

- É agora que fingimos que não estamos querendo nos matar? – ela sussurra e eu acabei  rindo dando um selinho nela.

- já fingiu ser minha mulher algumas vezes, e fez um ótimo papel. – ela deixou escapar um sorriso pegando no meu braço e me acompanhando para cumprimentar os visitantes.

Não demorou para notar o tedio dela quando estávamos para termina de cumprimentar os convidados da corte inglesa, mas nada foi comparado a ter que aguentar alguns conhecidos do Ethan.

- fiquei esperando o Bieber nos apresentar mas acho que ele esqueceu de um velho amigo. – trinquei o maxilar sentindo a Eadlyn virar para falar com o Isaac.

- Isaac Leroy. – ele estendeu a mão e a Eadlyn estendeu a mão. Ele a segurou e beijou fazendo eu trincar mais ainda o maxilar.

- Eadlyn Bieber. – eu amava ouvir aquilo. Mas no momento agora eu só queria aquele cara longe dela.

- Estava ansioso para conhecer a mulher que conseguiu colocar Justin Bieber na coleira. – Eadlyn soltou uma risada me olhando.

- tinha que ser uma Turner para conseguir isso não é mesmo, Harry. – o rosto do Issac congelou. – Lembro de ter comentando no Brasil que minha memoria era extremamente perfeita.  – encarei os dois sem entender nada.

- Dois anos... – ele murmurou.

- memoria boa. – ela forçou um sorriso. A Scarllet se aproximou com a Sophi no colo.

- duas Bieber? – rapidamente ele mudou a postura mas essa historia de Brasil eu ainda iria descobrir.

- do que esta falando Isaac? – ele soltou uma risada começando a se afastar.

- Sabia que você não era o homem de uma mulher só.  – Dei um passo para na direção dele mais a Eadlyn me segurou.

- você não conseguiu pegar uma, e ele tem as duas. E se bem me lembro seus esforço foram incalculáveis. – Eadlyn soltou usa risada. Nunca vi o Isaac tão vermelho de raiva na vida e com isso eu mesmo tive que começar a rir.

-  pretende me contar sobre o Brasil? - ela sorriu me puxando para perto dos meninos.

- Quem sabe um dia. - neguei com a cabeça sorrindo e a seguindo.

 

POV Nicolas 

 

- PARABÉNS PRA VOCÊ, NESSA DATA QUERIDA MUITAS FELICIDADES MUITOS ANOS DE VIDA! VIVA A SOPHI! 

Comecei a bater palma como os outros com um sorri um pouco triste no rosto. Não nego que queria está no lugar do Justin, ele é a Eadlyn seguravam a Sophi que tentava  assombrar a vela.

- um dia vai ser você. - olhei pro lado vendo o Brendon ali. 

- Caralho! - o abracei feliz da vida fazendo ele rir e devolver o abraço.

- Ele é... - ele me interrompeu saindo do abraço. 

- Sim... ele é. - olhei pro garoto do lado dele meio emburrado. Fui abrir a boca para falar algo mais a Selena esbarrou em mim na pressa. 

- Oi. - sorrir a segurando para não cair. Ela ficou meio tensa se ajeitando, passando a mão no cabelo e respirando fundo. 

- Oi, esta na hora. Se ela for é agora. - ela disse caminhando para a saída o mais rápido possível.

- O que você fez com ela? - olhei pro Brendon sem entender.

- Como assim? - perguntei confuso.

- Tu deixou ela extremante sem jeito. - Ben começou a rir e eu continuei sem saber o que dizer. Só tínhamos ficado um tempo atrás, pelo menos eu acho que tinha sido só isso. 

- Está na hora meninos. - Liza passou por nós puxando o Brendon. Os dois saíram discretamente e sem dizer nada  o irmão do Brendon foi atrás. 

- Vamos? - Eadlyn parou na minha frente com a respiração ofegante. Dei o braço pra ela e caminhamos na garagem. Todos já tinham ido, abrir o carro pegando um sobretudo para ela e esperando ela se arrumar e entrar. 

Acelerei com tudo em direção do hotel que já estava arrumado por mim e pela a Liza. Chegamos, pegamos as chaves e subimos. 

- Ben! - Eadlyn gritou e correu pra cima dele. Ela se jogou nele entrelaçando as pernas na cintura.

- Ruivinha. - esse chamego todo e só tinha dois dias que não se viam.

- Me conte no que você se meteu agora. - ele colocou ela no chão e começou a contar tudo. Depois resumidamente ele falou do Maike que estava sentado no sofá e ia ficar lá com a Liza. Arrumamos alguns equipamentos sem nos dá trabalho de trocar de roupa. Armamento, dispositivo para comunicação. Tudo organizado resolvemos partir. Seja o que Deus quiser...

 

POV Eadlyn 

 

O local era uma chácara afastada da cidade, atravessamos os portões gigantescos e enquanto o carro caminhava para a entrada eu observada o quanto de guardas tinha naquele local. No que eu estava pensando em vim aqui e trazer os meninos comigo? Se Nick e Ben estavam tão apreensivos quanto eu, ele fizeram questão de disfarça. Os dois estavam sentado no banco da frente, Nick no volante e o Ben do lado, eu nunca sentava atrás mas eles deixaram bem claro que eu não tinha escolha. Aparelho de comunicação pronto, carro parado e os meninos armados até os dentes saímos do carro. Ben abriu a porta do carro pra mim enquanto analisava ao redor.

- senhorita Turner? - um mordomo perguntou saindo da casa às pressas. 

- Sim, ela mesmo. - Ben respondeu sério. 

- Não é por nada não, mas se o Brendon fala comigo dessa forma eu não respondo pelos meus atos. - respirei fundo prendendo a risada da idiotice da Liza. Nicolas nem se abalou com o que ela disse mas Ben teve que abaixar a cabeça para não demonstra que estava rindo. 

- Venham comigo por favor. - Nicolas tomou a frente e fui atrás com o Ben tomando conta da minha retaguarda. 

O lugar inteiro tinha uma decoração graciosa mostrando o bom gosto da Penélope por toda as partes. O mordomo no guiou até um corredor que terminava com portas duplas, assentiu e se retirou às pressas. Nicolas abriu a porta e adentrou enquanto eu ainda contemplava a decoração.

- puta que pariu. - Nicolas disse baixinho e eu só fui capaz de ouvir por conta das escutas. Entrei em seguida na sala vendo Nicolas tenso.

- E nós cinco segundo do último tempo você aparece Turner. - revirei os olhos olhando para a Penélope que estava na ponta da mesa.

- Faz parte do meu charme o atraso. - ela soltou uma risada com desdém enquanto eu olhava para todos na sala. Traficantes, estelionatários, assassinos de aluguel, reconhecia muitos rostos e como esperado não demorou para algum tentar me matar. Brendon me deu um puxão me jogando para trás dele e depois de um tiro vi o corpo de Nelson Billing cair sem vida no chão, Nicolas guardou a arma de volta na cintura olhando para Penélope.

- Espero que ele não seja muito importante. - Penélope levantou os ombros como tanto faz.

- Nada que não podemos subsistir. - ela falou com alguém pela escuta dela e logo entraram seguranças levando o corpo embora. Assim que me recompus do pequeno susto voltei a encarar cada homem na mesa até que meu coração parou ao ver aquele olhos me olhando tão surpreso quanto os meus deveriam estar. 

Liam! O que o Liam estava fazendo aqui? Levei alguns minutos para me lembrar que ele era primo da Penélope. 

- é certo que a Penélope não sabe sobre vocês, vamos manter assim. - Brendon sussurrou no meu ouvido enquanto me guiava para uma das três cadeiras vagas. Ele estava mais bonito do que me lembrava, em um terno preto com os primeiro botões abertos da camisa social aberto, o maxilar travado e pude notar que sua respiração ficou descompensada com a tentativa de me matar a alguns minutos atrás. 

- Estão vindo de alguma festa? - Franzi a testa enquanto puxava a cadeira do meio para me sentar.

- O por que do questionamento? - ela sorriu enquanto se sentava e notei que Selena estava de frente para a cadeira que Nicolas sentava. Ela me cumprimentou com um aceno de cabeça e respondi da mesma forma.

- Nenhum dos três esta de vermelho. - ela estava certa. Realmente não estávamos.

Brendon estava com uma blusa branca de mangas comprinhas que estava puxada até os cotovelos, calças jeans e um tênis. Nicola estava de jeans, tênis e uma blusa social azul Tiffani também dobrada até o cotovelo,  tinha dado a ele a um tempo atrás.

- como sabe que não estou com um vestido vermelho por baixo do sobretudo? - me sentei a desafiando. 

- Está? - sorrio falsamente pra ela cruzando as pernas. - foi o que pensei. - ela pisca me fazendo revirar os olhos e pede para um dos capangas distribuir a todos na mesa uma pasta preta. Não sei se consigo me controlar se olhar para o Liam, então me previno para não olhar pegando minha pasta. 

Meu celular começou a tocar e chamar a atenção de todos, quando vejo "Jus" é um coração na tela sinto meu coração acelerar. Pütz! Nicolas pega o celular se levantando e sai da sala com ele.

- vamos ser rápidos, não tenho todo o tempo do mundo. - me levantei para tirar meu sobretudo, afinal aquele lugar estava mais quente do que eu gostaria e eu precisava voltar para a festa da minha filha da mesma forma que sair.

- paciência é uma virtude Turner. – Penélope soltou uma risada amarga.

- Um virtude da qual não possuo. - começo a ler a pasta preta com o plano da Penélope. Nicolas volta minutos depois sem dizer uma palavra e começar a ler sua pasta também. A cada página que passa me pergunto se Penélope acha que sou retardada e se ela sonhou que algum dia eu ia concorda com os termos daquele contrato. Para a justiça aquele contrato não valia de nada, para a máfia... a sua vida. 

Tento não levar um susto quando sinto a mão do Nicolas na minha coxa e deslizando para o meio das minha pernas, sua mão se firma na caçadeira entre as mesmas,  ele nota o arrepio que vez meu corpo sofre por que pelo canto dos olhos posso vê-lo sorrir. Mesmo tensa e sem entender continuo lendo assim como ele, e antes de conseguir ler a última parte ouço uma arma destravar, não tenho tempo para raciocinar da onde a arma vem somente sou lançadas lada trás. Nicolas empurra minha cadeira de rodas fazendo eu bater as costas e a cabeça em algo que mais tarde descubro que era um extintor e para meu azar o suporte tinha uma ponta da qual minha cabeça foi certeira. 

Fico tonta nos primeiro minutos e só consigo ouvi o Nicolas pergunta quantos daquela mesa vai ter que matar antes que acabe a maldita reunião. Brendon que vem conferir se estou bem e fica tenso no momento que ver o sangue.

- não deixa sujar meu vestido pelo amor de Deus! - Brendon me olha incrédulo por aquele ser meu primeiro pedido quando ele me ajuda a levantar.

- Ela está sangrando. - reconheci a voz doce e desesperada do Liam. Ele está em pé e vejo que ele reuni todas as força para não correr na minha direção para se certificar que estou bem.

- Isso não é nada para ela. - Penélope joga um lenço na direção do Brendon e ele pega e me entrega. Limpo primeiro o que escorreu pra não sujar meu vestido e depois pressiono no local voltando a sentar. 

Liam sentou novamente e notei seus esforços para não olhar para mim, eu estava com saudade dele... respiro fundo lendo a última folha e tentando ignorar a dor latejante na minha cabeça. 

- todos acabaram? - aos poucos todos vão levantando a cabeça e confirma. - e o que as garotas acham? - preciso olhada para Selena para saber se ela está tão incrédula quanto eu e ela não parece surpresa, na verdade parece que esperava por isso.

- Acho que você pensa que sou idiota. - ela solta umas risada debochada.

- Isso não deixa de ser uma verdade. - travo a maxilar tanto para reprimir a raiva quando a dor latejante na minha cabeça.

- Se você acha que vou te dar mais poder do que você tem deve está delirando. - minha voz sai irônica. 

- Parece que você não entendeu direito. - todos na sala olhavam de um lado para o outro como se tivessem acompanhando um jogo de pingue- pongue.

- Não parece que tenha muito o que entender Penélope, você quer matar o Diogo e pegar o reino dele. - me levanto jogando o lenço ensopado de sangue na mesa.

- Assumindo o reino do braço direito do Martim eu acho o Martim. - reviro os olhos sem paciência.

- Primeiro, ex-braço direito e depois disso? Mata o Martim também é se torna a mulher mais poderosa do mundo? - minha cabeça faz eu respirar fundo.

- Não. Por que quem vai matar o Martim vai ser você e a Dama das sombras. - ela rir quando nota meu espanto.

- Não sou tão ingênua ao achar que vocês me dariam poder sem ter outro poder para combatê-lo. - dou uma olhada para o Nicolas e outra para o Brendon. Não consigo designar o olhar deles, talvez por que nem eles mesmo conseguem.

- Eu vou ter realmente muito poder, mas será um poder necessário para acharmos ele, é uma vez achado.... - ela quer que eu complete.

- Ele é meu... - minha voz sumiu.

- Te disse ontem e volto a repetir. Se quiser o Martim terá que jogar com as regras da máfia. - caio sentada na cadeira sem saída. Aceitar resumia em dar a uma das mulheres mais perigosas do mundo mais poder, não aceitar resultados em talvez, só talvez nunca achar o Martim.

- Como pretende pegar o Diogo?  - Nicolas tira o lenço do palito de um mafioso ao seu lado e me entrega depois voltando sua atenção para Penélope.

- Depois da pequena confusão da Dama da lei no território dele, ele diz que quer vingança... - ela rir. Está se divertindo isso é claro.

- Pretende usá-la como isca? - Liam perguntou sem se conter e tentando mostra o máximo de indiferença que consegue. Pergunto se só eu noto o quanto foi mal sucedido sua tentativa. 

- Nada que Dama da lei não saiba lidar não é mesmo? - Penélope me encara e eu sustento o olhar mas estou longe dali. Minha mente máquina o que devo fazer, aceitar ou não? 

- Quem me garante se não vai nos trair? - Penélope não tira o sorriso filha da puta do rosto em momento nenhum. Ela tem tanta certeza que vou aceitar. 

- Esse contrato na sua frente pode não servi nada no seu mundo, mas no nosso se ele não é pago como é pra ser... é pago com sangue. - olho para o contrato na minha frente. Tem espaço para mim, Penélope, Selena e duas testemunhas de cada uma.

- Dama da lei e Dama da sombras vencem Martim Maioch. - Penélope se levanta.

- Soa bonito não é mesmo? Seria mais temidas e respeitadas do que nunca. - ela puxa minha pasta assinando. - pode ficar com a única cópia original Turner. - ela passou para a Selena que assina sem relutância e depois passa para dois homens que estava a sua direita.

Oi? Como assim? Como ela pode assinar algo daquele nível sem parecer pensar duas vezes? Eu já estava pensando pela sexta vez no mínimo. Já estava próximo de completar um ano que eu tinha aquela missão e eu não tinha nada, tudo o que fiz, as vidas que perdi juntamente com o tempo desperdiçado me resultaram a nada. Pela primeira vez me vi pensando como venceria Martin quando nem meu pai foi capaz, eu não podia confiar em ninguém naquela mesa que não fosse meus irmãos, por que eles me ajudariam? Por que podia confiar em uma aliança com eles? Outra parte de mim me dizia que talvez essa seja a saída, para vencer alguém como o Martim eu tinha que jogar como alguém como ele e talvez a Selena tenha entendido isso mais rápido do que eu. 

Olhei completamente perdida para o Brendon depois para o Nicolas, eles compreendem meu olhar, era uma pergunta, um pedido de socorro, o que eu faço? Nicola foi o primeiro a responde puxando a folha que foi colocada da minha frente e assinar me deixando boquiaberta, Brendon foi o próximo e depois a folha parou na minha frente. Eu podia rasgar aqui e acabar com tudo, mas algo gritou mais alto dentro de mim. Eu tinha me preparado nos últimos três anos para isso e se fosse daquela forma que eu venceria o Martin, então eu faria. 

- isso é um ingresso para máfia? - sussurro o suficiente só para os dois que estão com escutas me ouvirem.

- O plano é bom... - e tudo que o Brendon fala, sai como um sussurro. 

- Estou cansando de ficar brincando de pique-esconde com Martim. - a voz do Nicolas é mais tensa. Levanto a cabeça respirando fundo e meus olhos encontram com os dele, seu pedido tá claro, ele pede para mim não aceita, virará as costa e sair correndo o mais rápido que pode. 

Mas eu não fugia, pelo menos não mais, aquela era a missão da minha vida, justiça pelo meu país, justiça pelo povo e justiça pelo meu pai. Não conseguir olhar para Liam e ver seu olhar de desespero ou de decepção enquanto assinava, afinal, eu estava ciente de que não assinava só uma aliança como a máfia, estava assinando meu atestado de óbito. 

 


Notas Finais


PS: Desculpem o capitulo muito grande!


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