História Missionary Love - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias Amor Doce
Exibições 26
Palavras 1.048
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Musical (Songfic), Romance e Novela, Saga, Sci-Fi, Shoujo (Romântico), Shounen, Suspense, Violência, Visual Novel, Yaoi
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Canibalismo, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Esse capitulo ficou curto tbm, desculpa, mas no proximo tem um mini treta ;3

Capítulo 10 - Capitulo 10


Acordei com um barulho vindo do quarto de Nathan, me levantei e sai do meu quarto, bati na porta de Nathan, mas nada de resposta, então abri a porta, vi ele sentado no chão fumando, estava escuro, mas pela luz da janela ainda podia ver alguma coisa, seu rosto parecia estar machucado

- Nathan, você está bem? – perguntei entrando no quarto

- Não é da sua conta – ele falou tragando o cigarro

Suspirei e caminhei até ele e analisei seu rosto

- Entrou em uma briga? – perguntei me abaixando a sua frente

- Já disse que não é da sua conta – ele falou desviando o olhar

Agora que estava de frente para ele pude ver que ele usava uma jaqueta e estava sem camisa por baixo, e estava usando um crucifixo, ele era realmente muito bonito

- Deixa eu ver – falei puxando seu rosto para que eu pudesse ver

Seu rosto estava todo machucado, admito que me preocupei um pouco

- Estava brigando não é – falei suspirando

- Pode se dizer que sim, está preocupada? – ele perguntou

Engoli seco

- N-não é isso – falei desviando o olhar

Nathan me pegou e me deitou no chão, prendendo minhas mãos para cima com uma mão, enquanto a outra explorava meu corpo, comecei a tremer, realmente estava com um pouco de medo, me debati para tentar me livrar dele

- Entendi, você não quer que eu toque aqui não é? – ele perguntou descendo sua mão até perto da minha intimidade

Fiquei sem ar nesse momento, queria que ele parasse

- P-por f-favor não – falei desviando o olhar

Não queria que ele visse meus olhos cheios de lagrimas, ele continuou a mexer sua mão, evitava a olhar para seus olhos frios e calculistas, ele moveu sua mão por dentro da minha blusa, senti calafrios, sua mão estava fria

- P-para – falei gaguejando e fechando meus olhos

Algumas lagrimas escorreram pelo meu rosto

- Está com medo? – ele perguntou chegando seu rosto perto do meu

Assenti, não conseguia parar de tremer, sua mão ainda explorava meu corpo

- Tem um belo corpo, pele macia, mas tantos machucados... Mas quer saber, eu não ligo – ele falou ao pé do meu ouvido

- M-me solta por favor – falei tentando me soltar

Sua mão percorreu até meu rosto, ele gentilmente me olhar para ele, seus olhos me observavam, ele não tinha expressão, ele se abaixou e roçou seus lábios no meu, então ele me beijou, estava relutante contra isso, ele explorou cada canto da minha boca, ele desfez o beijo e olhou fundo em meus olhos

- Não devia deixar seu ponto fraco exposto dessa forma – ele falou me provocando

- A-apenas me solta, por favor – falei baixinho

Nathan soltou minhas mãos, recuei o máximo que pude, mas acabei batendo minhas costas na parede, me encolhi, ainda estava tremendo muito, ouvi Nathan rir, ele caminhou até mim

- Falei que iria ter consequências – ele falou chegando seu rosto perto do meu

Desviei o olhar

- Isso não teve graça – falei limpando as lagrimas que insistiam em cair

- Sua expressão de medo foi interessante de se ver – ele falou se sentando ao meu lado

Estava furiosa com ele

- Sabe, isso me ajudou a entender um pouco mais sobre você – ele falou sorrindo de lado

- Por que é tão obcecado em me entender? E como sabe tanto sobre mim? – perguntei abraçando meus joelhos

- Estive te observando nos últimos meses – ele falou dando de ombros

- Por que? – perguntei indignada

- Te achei interessante, alias acho que você é realmente uma cabeça de vento por não perceber – ele falou debochando de mim

- Mas nunca imaginei que uma pessoa iria me perseguir – falei suspirando

- Deve sempre desconfiar – ele falou

- Por que está aqui?- perguntei

- Precisava de treinamento – ele falou dando de ombros

- E sua família? – perguntei olhando para ele

- Não tenho, quer dizer, Valentin e Melissa são os únicos que tenho – ele falou olhando em meus olhos

Nesse momento entendi o porquê dele ser tão solitário

- Mas deixando esse assunto trágico pra lá, me fale mais sobre você, por que foi alvo de brutamontes durante anos? Ou melhor por que deixou que abusassem de você? – ele perguntou

Ele era muito curioso, isso tinha certeza

- Uma parte era por que tinha medo, outra parte era por que eu via o quanto minha mãe se matava pra pagar a escola, então eu apenas suportei – falei suspirando

- Muito nobre de sua parte, mas continuo sem conseguir entender, por que deixou que te abusassem? – ele perguntou ainda curioso

- Não deixei, apenas estava saindo do meu trabalho noturno de garçonete e eles me pegaram desprevenida – falei tendo leves flashes de memorias, que me causaram dores de cabeça

- Mas o que levou eles a entender que você queria isso? – ele perguntou

- Não sei, apenas que depois disso tudo piorou, fiquei com fama de puta e me deram vários outros apelidos – falei encostando minha cabeça na parede

Nesse momento minha cabeça estava explodindo

- Bom, desculpa ter que fazer você se lembrar de coisas assim – ele falou suspirando

- Tudo bem, não é como se eu já não lembrasse toda vez que durmo – falei fechando meus olhos

Enquanto estava de olhos fechados senti os lábios de Nathan sobre os meus, separei o beijo e olhei pra ele surpresa

- Eu n-namoro o Castiel, não posso fazer isso – falei com as mãos em seu peito

- Não sou ciumento – ele falou tentando chegar perto

O afastei novamente, e olhei fundo em seus olhos

- Por favor, não – falei suspirando

- Você só está com ele por contrato, não é como se ele te amasse de verdade – falou Nathan frio

Ele tinha razão, mas do mesmo jeito, ele ainda se preocupava, ou apenas fingia que se importava, mas tínhamos um contrato que eu não podia desobedecer

- De qualquer forma, boa noite – falei me levantando

Sai de seu quarto e entrei no meu, já estava quase amanhecendo, caminhei até a janela e me sentei na frente da mesma, tinha a vista de um campo verde enorme, fui me levantar, mas não tinha forças nas pernas, fazendo assim com que eu caísse no chão, meus olhos foram se fechando até que perdi a consciência...



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