História Mister Policeman - NaLu - Capítulo 9


Escrita por: ~

Postado
Categorias Fairy Tail
Personagens Erza Scarlet, Gajeel Redfox, Gray Fullbuster, Jellal Fernandes, Jude Heartfilia, Juvia Lockser, Levy McGarden, Lisanna Strauss, Lucy Heartfilia, Natsu Dragneel, Ultear Milkovich
Tags Fairy Tail, Gale, Graylu, Gruvia, Jerza, Lokilucy, Lyonjuvia, Nalu, Romance Policial
Exibições 210
Palavras 3.821
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Drama (Tragédia), Ecchi, Escolar, Hentai, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Eu tô até com vergonha de voltar aqui depois de 4 meses sem postar >< mas é que ocorreram tantas mudanças na minha vida e fim de ano na escola e tudo mais fode tudo. Bem, eu queria me desculpar com todos e agradecer aos que não desistiram da fic e aos novos leitores também. Eu amo todos vocês <3 E gostaria de agradecer aos meus amigos Lucas e Pupuya por estarem sempre cmg quando eu precisei kk
Isso não acontecerá novamente pq agora tudo se encaixou como deve ser.
Eu adorei esse cap <3 e espero que vocês gostem.
Boa leitura ^^

Capítulo 9 - IX. O dia perfeito.


Onze da manhã. Estava no horário. Levy estava plantada em frente à porta, trêmula, nervosa, era a primeira vez que seu aniversário de namoro ia ser comemorado tão cedo, e ela não fazia a menor ideia do que aconteceria. Estava ansiosa e Gajeel não contar o que eles fariam só piorava a situação da baixinha.
   – Dá pra sair da porta? – Lucy estava sentada no sofá observando sua amiga naquele lugar e naquele estado. Estava ficando com pena de Levy.
   – Não! – exasperou.
   – Quanto mais você ficar aí mais o tempo vai demorar passar. – Realmente, quanto mais as pessoas quisessem que o tempo passasse mais rápido, mais ele demorava.
   – Já são onze e cinco. Cadê ele?
   – Eu sei lá. Vem aqui, deixa eu arrumar esse laço. – Levy foi até Lucy que já estava sentada, ela usava um vestido rodado de cor branca e cheio de flores em cores variadas, com mangas fofas e apertado na cintura por uma fita azul com um laço atrás combinando com a cor de seu cabelo, calçava uma sapatilha de bico redondo na cor vermelha e deixou o cabelo solto ao vento.
   – Eu estou um tanto … fofa, uma garota que espirra purpurina colorida. – Disse enquanto  Lucy arrumava o laço atrás do vestido, fazendo assim a loira lembrar do dia anterior.


"Alô? Lucy?"
"Sim. O que foi?", respondeu ao atender o telefonema.
"Aqui é o Gajeel. Eu só liguei pra te pedir  favor."
"Depende. Bom ou ruim?", disse apreensiva.
"Maravilhoso!"
"Nossa! Então diga-me."
"Amanhã como deve saber, é meu aniversário de namoro com a Levy, e eu queria que ela fosse com uma certa roupa. O problema é que eu não posso dar essa roupa pessoalmente, e eu não quero pedir pra ela vestir isso."
"E como eu entro nessa história?"
"É simples. Eu só peço que vá até a loja Star no shopping, fala com uma vendedora chamada Cindy sobre o Gajeel e ela vai te mostrar um vestido, e você faz a Levy escolher escolher essa roupa e outras coisas que eu pedi para ela mostrar.
"Tá ok, mas e o preço?"
"Vai estar barato, Levy vai aceitar comprar.", Lucy começou a gargalhar.
"Do que está rindo?", Gajeel perguntou em um misto de vergonha e raiva.
"De nada", cessou os risos. "Só acho fofo você falando essas coisas. Percebi que minha amiga arranjou um belíssimo companheiro."
"Belíssimo e gostoso."
“Idiota."
"Nunca. Então obrigado e até mais.”
“De nada e até.” E naquele mesmo dia após Levy ter ido comprar o relógio de Gajeel elas foram a essa tal loja e compraram tudo como planejado.

 

   A campainha tocou tirando Lucy de seu devaneio, Levy foi então atender.
   – Flores para a mais bela flor que existe no mundo. – disse Gajeel assim que a porta foi aberta,ele segurava um buquê de rosas vermelhas.
   – Obrigada! – Levy agradeceu assim que pegou as flores. Deu um selar estalado em Gajeel e um abraço apertado.
   – Então, vamos? – perguntou arqueando as sobrancelhas.
   – Mas é claro! – respondeu com alegria. – Lu-chan coloque-as em um jarro para mim por favor! – Pediu à sua amiga levando as flores para ela.

   – Com o maior prazer – falou dando um singelo sorriso.

   – Agora sim podemos ir. – disse se direcionando à Gajeel.

   – Até mais Lucy. – Gajeel falou, enquanto Levy apenas acenou trancando a porta por fora. Enquanto desciam as escadas Levy puxou assunto.

   – Por que demorou?

   – Foram só cinco minutos Levy, e eu acabei tendo problemas em casa.

   – Que tipo de problemas?

   – O tipo de problema que você fica indeciso de qual roupa usar.

   A pequena então começou a rir, não era sempre que isso acontecia com seu namorado.

   – E você está maravilhosamente linda nessa roupa. – Comentou após observar bem que ele escolheu caiu perfeitamente bem em Levy.

   – Sério? Eu achei que não fosse gostar – disse cabisbaixa escondendo a risada diabólica.

   – Eu amei. – “Seria meio que impossível eu não gostar de uma roupa que eu mesmo escolhi com tanto cuidado.”, completou mentalmente.

   – Que bom! – falou batendo palmas enquanto chegavam ao carro de Gajeel, um lindo sedan preto.

   – As damas primeiro. – Abriu a porta do carona como um gesto de cavalheirismo.

   – Obrigada meu lorde. – Fez uma breve reverência de dama.

Gajeel foi ao seu lugar de motorista e deu partida no veículo, Levy apoiou sua cabeça no ombro dele.

   – Para onde iremos, meu lorde?

   – Minha dama isto é uma surpresa. – Respondeu gentilmente.

   A senhorita McGarden bufou em resposta, mas por fim resolveu deixar de perguntas.

   – Meu amor olhe para mim as horas. – Gajeel estava com pressa. Levy pegou o celular que estava dentro de sua pequena bolsa bege. Na tela de bloqueio do aparelho havia a foto dela e de Gajeel abraçados na praia com o mar de fundo, aquela foto havia sido tirada na comemoração do aniversário de quatro anos de namoro do casal. – São exatamente onze horas e nove minutos.

   – Ótimo.

   – Por quê? – perguntou ela.

   – Coisa minha. – Levy o fuzilou com o olhar.

   À medida que seguiam de carro, Levy notará que estavam indo aos limites da cidade, pois o número de casas de a diminuindo gradativamente até só restar árvores e mais árvores.

   Levy se sentia um tanto ansiosa, ela não queria perguntar onde iriam pois notou que Gajeel armaram alguma surpresa, então ficou em silêncio, frustrada tirou a cabeça do ombro de Gajeel e ficou ereta no banco observando a paisagem. Árvores dos mais diversos tipos haviam pelo caminho, tais como mangueiras, eucaliptos, ypês cor-de-rosa, araucárias, pinheiros, cajueiros,  entre outros que eram de fazendas e da estrada para vê-los.

   Depois de cerca de quinze minutos dirigindo Gajeel chegou ao seu destino. Uma casa de fazenda. Levy ficou boquiaberta pois seu namorado não era do tipo de pessoa que gostava de campo. Gajeel desceu do carro e foi abrir a porteira, depois de aberta voltou para o carro e entrou na fazenda, logo depois desceu novamente do veículo para fechar a porteira e seguir adiante dirigindo para o local certo.

   Levy percebeu que Gajeel passou da casa e seguiu mais em frente por uma estradinha de terra, ele a olhou e percebeu que ela o olhava com uma expressão de interrogação no rosto, ele apenas piscou tentando mostrar que estava indo tudo bem e que aquilo era o certo a se fazer. Quando chegaram ao fim da estradinha havia vários arbustos impedindo a visão para o outro lado.

   – Desça do carro meu bem e me espere ao lado da porta – pediu Gajeel, Levy apenas assentiu obedecendo.

   O moreno foi então abrir o porta malas, tirou de lá uma cesta de piquenique e um pano vermelho quadriculado.

   – Vamos? – perguntou assim que chegou perto de Levy, ela por sua vez assentiu novamente e segurou na mão desocupada do rapaz, na outra ele carregava a cesta com o pano sobre ela. Andaram pelo capim baixo até uma “entrada” para o outro lado.

Levy no mesmo instante que viu o que havia ali se sentiu maravilhada. Um mar de flores dos mais diversos tipos, lírios, lírios asiáticos, orquídeas lilases, margaridas, dentes-de-leão, flores de lavanda, hibisco, girassóis, ipomeias, perenes, papoulas-orientais, flores silvestres, rosas. Um riacho de uma azul cristalino ao fundo, uma pitangueira se encontrava à margem do riacho fazendo uma bela sombra para quem quisesse aproveitar a bela vista da natureza, um céu de um infinito azul e sentir aquele cheiro de orvalho misturado ao da flores deixava um cheiro ótimo, tudo aquilo remetia o paraíso.

   – Gajeel aqui é simplesmente … lindo! – disse tentando conter as lágrimas.

   – Eu sei, escolhi exatamente esse pois sabia que boa adorar – riu vitorioso.

   – Adorar? Eu amei isso aqui! – e saiu a correr pelo campo como uma criança cheia de felicidade e energia.

   Enquanto ela apreciava tudo, Gajeel ficou arrumando o local do piquenique que seria sob a pitangueira.

   O rapaz a observou brincar com coma água, andar entre as flores e vir em sua direção. Levy o beijou de forma calorosa, e onde antes ele se encontrava sentado, estava deitado, o beijo de sua baixinha era simplesmente a melhor coisa do mundo.

   – Eu te amo Gajeel!

   – Eu te amo Levy!

   Permaneceram deitados abraçados por um bom tempo, passava-se do meio dia quando foram almoçar, pois a companhia um do outro era única e especial.  Gajeel preparou sanduíches lights, suco natural de laranja, alguns doces como brigadeiros e beijinhos.

   – Está tudo uma delícia Gajeel – disse Levy se deliciando nos sanduíches e Gajeel apenas assentiu pois estava com a boca cheia.

   – Sabe, eu me sinto tão feliz por ter encontrado você Gajeel, me sinto agradecida, eu realmente não quero nunca te perder, porque depois de todos esses anos eu não saberia como me relacionar com outra pessoa. – Levy já se encontrava chorando.

   – Você não irá me perder meu amor, não mesmo. Não precisa chorar, eu estou aqui e não vou sair da sua vida. Você não vai se livrar tão facilmente de mim. Eu também me sinto agradecido por ter você. – Gajeel enxugou as lágrimas de Levy com o polegar. Ele se sentia marejado, mas não choraria por mais que o momento pedisse. Suas lágrimas tinham outro destino.

   Gajeel deixou toda a cesta aberta fazendo com que Levy visse um embrulho simples, porém sofisticado.

   – Amor você esqueceu de abrir isso aqui – disse pegando o embrulho.

   – Abra então meu bem.

   Ao abrir Levy viu um porta retrato de vidro com uma foto do casal, a mesma do celular dela, a única diferença era que nessa foto ao sorrir Gajeel mostrava os dentes e na outra não.

   – Gajeel… obrigada! – e então começou a beijar e abraçar Gajeel o deixando quase sem fôlego. Aquela foto significava muito para Levy, para os dois aliás, pois fora tirada no aniversário de quatro anos de namoro do casal, o dia havia sido cheio de erros e aquela foto simbolizava que sempre tudo daria certo.

   – Você merece isso e muito mais meu amor! – e novamente envolveram-se em um beijo caloroso e apaixonado.

 

***

 

   – Tá começando a fazer calor, será se podemos banhar no riacho? – perguntou Levy enquanto se espreguiçava.

   – Podemos – disse Gajeel enquanto se levantava. – Eu já volto.

   O moreno foi até seu carro e pegou uma bolsa com protetor solar, óculos de sol, e um biquíni laranja.

   – Como eu sabia que você não traria roupa de banho eu comprei um pra você. – Estendeu o biquíni envolto em um embrulho.

   – Meu Deus, o que mais você tem pra mim hoje?

   – Muitas coisas sua linda. – Disse sorrindo fazendo Levy ficar envergonhada.

 

***

 

   Banhando, mergulhando, nadando, brincando. Quando Gajeel Redfox e Levy McGarden se juntavam não havia mais ninguém no mundo. Ele e ela. Um ao outro. Nada importava, e o cair da noite só deixava tudo mais bonito pois a lua brilhava e as estrelas cintilavam.

   O lugar estava repleto de risos, risos sinceros, risos que ninguém atrapalharia.

   – Vem comigo. – Disse Gajeel com um sorriso confiante.

Então mergulharam e nadaram até uma curva no riacho que ficava atrás de pedras enormes. Do outro lado havia um campo totalmente planado, nele continha vários lampiões formando um caminho desde a margem do riacho até uma tenda alta coberta por uma cortina rosa claro que estava fechada. Levy andou de mãos dadas com Gajeel pelo caminho até a cortina.

   – Isso é obra sua não é? – perguntou olhando para a frente e com um sorriso bobo.

   – É sim – admitiu enquanto abria a cortina com a mão livre para Levy entrar. Dentro da tenda havia uma mesa baixa de madeira com um jantar a luz de velas, no lugar de cadeiras haviam almofadas vermelhas combinando com a toalha da mesa, em cima das almofadas havia uma muda de roupa para cada um. Para Levy um vestido de seda azul claro até o joelho e de alça, para Gajeel uma bermuda jeans azul escuro e uma camisa branca.

   – Tire o biquíni e troque de roupa amor, não irei olhar.

   Levy pegou a roupa e se virou ao mesmo tempo que Gajeel também se virou para se trocar. Ao abrir o vestido que estava dobrado caiu uma calcinha branca de renda, Levy ficou totalmente rubra mas seguiu firme e se trocou, seu cabelo por incrível que parecesse não estava assanhado e ela só precisou usar os dedos para melhorar a situação dele.

   – Posso virar? – Gajeel perguntou.

   – Sim.

Se viraram ao mesmo tempo e ficaram fixados olhando um pro outro até Gajeel quebrar o silêncio.

   – Vamos comer, você deve estar com fome. – Levy assentiu.

Se sentaram e enquanto comiam uma bela lasanha de frango com vinho, uma mistura louca, conversaram e riram até cerca de oito da noite.

   – Gajeel vamos lá fora? Quero observar o céu.

   – Claro! Você quer algo para sentarmos em cima?

   – Sim. – Gajeel então pegou um pano grosso vermelho que estava ao lado da mesa e as almofadas e foram para fora.

   Estenderam o pano ao lado do caminho e posicionaram as almofadas para usarem como travesseiros.

   – Sabe – começou Levy quando já estavam deitados –, eu nunca imaginei que fosse encontrar alguém que me amasse de verdade desde aquele dia. Eu tive medo de me entregar até hoje, eu tive medo de me entregar para você por cinco anos – Levy começou a chorar. – Eu não deveria ter feito isso, nós nos amamos e eu não confiei em você. Eu não sou digna de ter você Gajeel, eu não sou.

   – Ei ei ei amor! – Gajeel a beijou. – Não fale isso. Se eu tivesse atrás disso eu não estaria mais com você. Eu te amo – enxugou as lágrimas dela com o polegar. – Eu sei bem pelo que você passou, e eu não vou obrigar você a nada, desde o começo eu nunca obriguei você amor, eu nunca pedi. Eu sei que você confia em mim, e não é o sexo que vai mudar isso.

   – Mas Gajeel… eu deveria…

   – Você não precisa fazer o que não quer amor.

   – Já faz cinco anos que estamos juntos, eu deveria.

 

   Cinco anos atrás Levy fora perseguida e quase abusada sexualmente em seus 16 anos de vida. E mesmo agora com 21 anos nunca cedera à Gajeel, mesmo tendo sido ele seu salvador.

   Ela voltava da escola de noite quando um carro preto começou a persegui-la, ela tinha que passar por um beco para ir para casa, na entrada do beco a encurralaram, seis caras do tamanho de Gajeel a cercaram e a levaram para dentro do carro, Gajeel vira aquela movimentação no beco de longe e após ouvir gritos abafados e pequenos pés sendo carregados não esperou. Porém os caras foram mais rápidos e deram a partida no carro. Levy foi violentamente maltratada, abusaram de seus pequenos seios, vários membros enormes foram colocados em sua boca e as lágrimas salgadas se misturavam ao sabor azedo dos pênis. Gritos não poderiam ser feitos enquanto dedos eram penetrados em sua vagina e em seu bumbum, nada.

   Nada ela poderia fazer contra todos eles.

   Como estava de calça apertada e colada fora mais demorado para tirar e isso contribuiu com sua salvação.

   Um tiro fora disparado e um pneu traseiro acertado.

Gajeel seguia firme dirigindo seu carro mais atrás, sua pistola em mãos. Os abusadores aceleraram e a perseguição começou.

   Enquanto Levy chorava, Gajeel não sabia o porquê de estar fazendo aquilo, colocando sua vida em risco. Mas aquilo não parecia que iria dar errado. Não poderia dar errado.

   Gajeel seguiu firme, estava suando e com o coração acelerado, nunca tinha feito isso na vida e nem pensara em fazer, mas algo naqueles pés pequenos o chamou a atenção, não parecia ser uma criança, tampouco uma grande mulher.

   Os abusadores não possuíam qualquer tipo de arma e por isso estavam com medo, com medo da morte. Levy estava com a calça acima do joelho juntamente da calcinha e com as mãos atadas, resolveram por jogar ela para fora do carro em movimento, sua vida estava em risco mas não se importavam com isso. E fora feito tal coisa. Levy foi bruscamente jogada para fora do carro, bolou pelo asfalto se ferindo, seu corpo pequeno e frágil sendo destruído.

   Ao ver aquilo Gajeel freou bruscamente e a foi ao encontro de Levy, ela estava desacordada e toda ferida e seminua, a colocou no carro e teve o cuidado de a cobrir com sua camisa, não pôde subir a calça pois havia feridas onde a calça ficaria. Não chamou uma ambulância pois esquecera o celular em casa. Seguiu rapidamente para o hospital mais próximo e pediu ao máximo aos médicos que fizessem o possível por ela. Ela teve algumas fraturas mas nada de tão grave, porém não recebeu alta tão cedo. Gajeel ia todos os dias visitá-la, com o tempo os dois acabaram ficando juntos. Não colocaram um pênis dentro dela mas a dor daqueles deles não seria esquecida.

   Vezes ou outras ela e Gajeel tinha seus momentos, mas nada que envolvesse dedos ou sexo, e Gajeel se contentava com aquilo, zoavam o moreno por nunca ter transado com a garota, mas ele não se importava, amava ela de forma tão incondicional que nada importava.

 

   – Sabe – disse Gajeel –, já faz cinco anos como diz, e normalmente quando se passa muito tempo com uma pessoa é porque já é hora. – Levy estava sentada e Gajeel sentou-se de frente para ela.

   – Gajeel eu te amo! – disse Levy desesperadamente como se o mundo fosse acabar, deu um abraço apertado em seu namorado e ele a distanciou dele, e antes que ela pudesse perguntar o porque ele dirigiu a palavra.

   – Eu também te amo, e muito. E por isso e por outros milhares de motivos eu quero ficar com você. Não sou um cara romântico mas por você eu faço tudo. Não tenho um discurso decente como muitos têm quando vão fazer isso, por isso vai assim mesmo – os dois sorriram. – Levy McGarden aceita se casar comigo?

   Em meio a lágrimas Levy deu sua resposta, em meio a lágrimas Gajeel ouviu o que tanto queria.

   – Sim! Eu aceito! Eu quero ficar com você Gajeel Redfox.

   Abraços e beijos preencheram o ar naquele momento.

   Levy deitou-se por cima de Gajeel e o beijou de forma como se desejasse algo mais que beijos, ele entendeu o que ela queria.

– Tem certeza?

– Absoluta.

 

   Gajeel foi tirando lentamente o vestido de Levy, ela ficou corada rapidamente, não era a primeira vez que Gajeel via seus seios, mas era a sua primeira vez.

   – Calma amor – o moreno tentou confortá-la.

   Levy assentiu, não se acanhou e tirou a camisa de Gajeel.

   – Você tem um belo corpo – falou isso olhando e deslizando as pequenas mãos pela barriga do rapaz e ficando extremamente corada, pois era bem definida e muito gostosa.
   – E você sabia que também tem um belo corpo? — disse levantando com as duas mãos o rosto de Levy até a altura de seus olhos. – Você é pequenina, tem os seios pequenos e bem durinhos, uma bundinha linda, olhos que me trazem paz, cabelos excepcionalmente lindos e exóticos, além de ser bastante cheirosa. Eu amo você, eu amo tanto você Levy. O que eu tenho de mais, você tem de menos, ou ao contrário – ele riu e ela junto –, e a gente se completa.
   Nesse momento Levy já se encontrava emocionada com as palavras de Gajeel.
   – Bobo. – Depois disso ela se aproximou do rosto de Gajeel, olhou-o nos olhos, e o beijou, profundamente, ele a correspondeu, beijou-a intensamente, como se estivessem necessitando daquele beijo, como se suas vidas dependessem daquilo, Levy explorava a boca de seu companheiro totalmente, cada canto, e ele fazia o mesmo, o toque das línguas era tão bom, se separaram por um instante para tomar fôlego, e voltaram a se beijar intensamente, com uma euforia maior, necessitavam daquele beijo mais que tudo, estavam com saudade um do outro.
   Novamente foram separados pelo ar que lhes faltava, então Gajeel começou a dar beijos pelo pescoço da garota, depois chupadas e lambidas, fazendo com que a mesma gemesse em resposta. Aqueles gemidos só deixavam Gajeel mais excitado.
   Ela já estava arrepiada e já estava molhada, pois seu companheiro tinha o dom de lhe deixar assim com seus toques.

   Se beijaram loucamente, e se apertando, fazendo com que os seios de Levy tocassem no abdômen musculoso de Gajeel, já que ele não usava camisa. Se separaram e se abraçaram, o moreno beijou o pescoço da baixinha enquanto se abraçavam, ela gemia e arranhava as costas de Gajeel com vontade.

   Ele os separou e o mesmo começou a massagear os seios da garota, depois abocanhou-os, lambendo o bico, e fazendo movimentos de sucção, e com a outra mão fazia leves movimentos com os dedos no bico do outro peito.
   Ela de jeito safado tirou a bermuda e cueca do rapaz e fez uma pequena masturbação em seu pênis, fazendo ele gemer, e depois o colocou na boca chupando o mesmo, fazendo o garotão gemer mais ainda e pegar na cabeça de Levy pressionando-a a colocar mais dele na boca. Porém ela não conseguia colocá-lo todo.
   – Oh Gajeel, ele é tão grande. – Brincou sorrindo e olhando para o pênis do rapaz ao mesmo tempo que mexia o polegar pela cabeça do membro do mesmo.

   Ele levantou e a colocou por debaixo dele, com as mãos dos lados da cabeça dela falou:
   – Você quer? – disse em um tom rouco e sedutor.

   Ela hesitou em falar, corou, mas por fim disse:
   – Sim... eu quero.

   Ele se aproximou do ouvido dela e disse num tom rouco, ao mesmo tempo suave, totalmente sedutor:
   – Você não vai se arrepender.

   A partir daí começou a dar lambidas e chupadas pelo pescoço da garota que gemia em resposta, ao mesmo tempo que enfiava seu pau pela intimidade da pequena. Ela começava a sentir dor, pois seus olhos estavam se enchendo de gotículas de água.
   – Calma meu amor. Vai doer só no começo – falou isso passando a mão pelo rosto dela, ela fez que sim com a cabeça e ele continuou a penetrar.
   Ela gemia de dor, mas com o tempo a dor foi dando lugar ao prazer. Ele se mexia pela extremidade dela devagar, e ela sempre gemendo em resposta, e depois foi ficando cada vez mais rápido, ela ficava sem fôlego algumas vezes.
   – Oh Levy! Você é tão apertada! – falava gemendo ao mesmo tempo que se movimentava.
   – E você é tão grande... e gostoso Gajeel – disse isso o puxando para um delicioso beijo.
   Olhar as estrelas enquanto recebia o pênis de seu homem era maravilhoso, só deixava a noite mais gostosa.

   Ele tirou seu pênis dela, a fazendo ficar de 4, e começou uma nova sessão de sexo.
   Enquanto se mexia, ele pegava nos seios da garota, fazendo vários movimentos, a deixando mais excitada. Após isso, inseriu seu dedo no clitóris da menina, fazendo novamente mais outros movimentos, a deixando louca de prazer, gemendo como nunca. Desse modo chegaram ao ápice do prazer juntos.
   Deitaram um ao lado do outro, totalmente cansados, Levy colocou sua cabeça no peito de Gajeel e ele começou a fazer carinho nela.

   Estavam tão cansados que acabaram dormindo, e abraçados sentindo o calor um do outro.

   Sexo a luz do luar, não poderia ser melhor.


Notas Finais


Como eu não escrevo pelo pc e nem formato pelo pc os parágrafos ficam tudo bugado(meu cell é uma bosta -q) então perdão.
O hentai sei que não foi dos melhores mas é o que temos para hj.
Bjs e até o próximo cap.


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