História Mistério da meia noite - Capítulo 6


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Categorias Originais
Exibições 7
Palavras 2.679
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 6 - Capitulo 5


Capitulo 5

 

A semana passou rápido e nada de estranho aconteceu novamente. Desde o dia em que eu dei um beijo no Eddie o Scott não vem me atormenta, o que eu estou adorando.

– Nós podíamos sair hoje, mostrar ao Luke os clubes de New York – falo pra galera e eles abrem um sorriso.

– Olha só, nossa garota esta voltando ao normal – Ally fala fingindo emoção e mando o dedo do meio pra ela.

– Eu acho uma boa, quem sabe bebendo de novo a Naty não se lembra da semana passada – Zeke fala e todo mundo rir.

Todo mundo concorda em ir e o sinal toca. Voltamos para nossas salas e assisto o resto das aulas.

Chego em casa e Nanda diz que o almoço já estava pronto, preparo meu prato e me sento na cadeira e devoro o delicioso prato de macarrão a bolonhesa na minha frente.

Depois de comer e conversar um pouco com a Nanda vou pra sala ver um filme, decido ver orgulho e preconceito (eu amo o Sr. Darcy).

Eu a amo... ardentemente – o Sr. Darcy fala para Lizzy e eu dou um gritinho o achando a coisa mais linda do mundo.

– O que foi menina? O que aconteceu? - Nanda sai da cozinha correndo com uma colher de pau na mão e olha em volta procurando a ameaça.

Olho pra ela surpresa e depois caio na gargalhada, ela me olha feio e tento conter os risos.

– Nada! É só o Sr. Darcy que é muito lindo – falo ainda rindo e ela sai da sala resmungando.

Depois que o filme acabou vou para o meu quarto e me deito na cama e fico olhando pro teto, pisco meus olhos e quando eles voltam a abrir horas já se passaram e meu celular tocava ao meu lado na cama.

– Alô – falo com a voz rouca de sono.

Sabia que estava dormindo, por isso estou te ligando. Vai tomar banho e se arrumar agora que daqui a 1 hora estamos indo pra ir – Ally fala igual uma metralhadora e fico confusa.

Olho as horas no meu celular e fico espantada por já ser 22hs da noite.

– Caraca. Já estou indo – falo e desligo o celular correndo pro banheiro. Depois de tomar banho vou para o meu quarto e abro meu guarda roupa vendo o que vou vestir.

Depois de colocar o vestido e o salto passo uma maquiagem que marque bem os olhos e a boca num tom claro, desço pra sala pra esperar meus amigos. Chego na sala e dou um beijo nos meus pais dou uma voltinha na frente deles e eles me elogiam.

A campainha toca e vou atende, abro a porta e vejo Luke parado, ele estava muito gostoso. Ele olha pra mim e solta um assovio e dou um sorriso.

– Oi gato – falo deixando ele entra e ele me da um beijo na bochecha.

– Oi gata – ele fala e o levo pra sala.

– Gente! Esse é o Luke – falo pros meus pais apontando pro Luke – ele foi transferido pra minha turma.

– Oi, prazer! – minha mãe fala dando um sorriso simpático e depois olha pra mim de soslaio.

– Oi, boa noite! Foi transferido de onde? – meu pai pergunta tentando puxar assunto.

– De Boston, me mudei essa semana – Luke responde se sentando no sofá e começa a conversar com os meus pais.

– Legal! Fui deixada de lado – murmuro pra mim mesma e escuto a campainha tocar.

– Oi quenga, vamos, o taxi já esta esperando – Ally fala assim que abro a porta. Chamo o Luke e dou um beijo nos meus pais.

– Aparece um dia desses – minha mãe fala com Luke e ele sorrir.

– Pode deixar, apareço sim – Luke se despede e entra no taxi depois de mim.

Paramos em frente ao clube e faço um feitiço em minha cabeça e mexo meus braços levemente pra ninguém notar e pulseiras VIPs aparecem em nossos pulsos.

Luke olha para seu pulso e depois pra mim e abre um sorriso de lado, fico olhando seus lábios e uma sensação estranha surge em mim. Desvio os meus olhos para os seus e ele abre mais ainda o sorriso.

Me viro pro segurança e ele nos deixa passar sem problema nenhum. O clube estava bem cheio, como sempre e não tivemos a sorte de encontrar uma mesa vazia. Paramos num canto e os meninos disseram que iriam pegar bebidas pra gente.

Eu e as meninas ficamos dançando entre nós até os meninos chegarem. Luke me disse que pediu um shot de tequila pra mim e pra ele e meus olhos brilham.

– O Zeke falou que gosto de tequila? – pergunto pro Luke no ouvido dele e ele balança a cabeça negando – então como você sabia?

– Chute? – ele pergunta rindo e da de ombros. Deixo esse assunto pra lá quando vejo nossas bebidas chegando.

Tomo duas doses de uma vez com a bebida queimando enquanto desce pela minha garganta e depois de fazer uma careta chupo o limão com sal. Luke rir da minha careta e toma a dele sem fazer careta nenhuma (exibido).

Me envolvo com a musica sensual que estava tocando e começo a dançar seguindo o ritmo da musica. Sinto duas mãos envolverem minha cintura e estranhamente eu sabia que eram as de Luke.

Ele cola nossos corpos e se junta ao ritmo da musica junto comigo. Coloco meus braços pra cima envolvendo seu pescoço e minha cabeça em seu peito enquanto meu quadril roça no seu. Ele aperta mais a minha cintura e beija o meu pescoço passando a língua levemente, fecho meus olhos e dou um sorriso com a sensação de prazer e arrepio que passa pelo meu corpo.

Ficamos dançando assim por um tempo até me dar “sede” de novo e bebe mais uma dose de tequila.

– Já estou até vendo, você e o Luke – Gabi fala rindo e rio com ela.

– Nada a ver garota, só estávamos dançando – falo e ela arqueia uma sobrancelha.

– A dança do acasalamento, só se for – Gabi fala e caio na gargalhada.

Vou ao banheiro e quando volto vejo Luke agarrado com uma loira já quase arrancando a roupa. Vou pra perto da Gabi que estava dançando com Zeke e a cutuco no obro.

– Não disse que não tinha nada de mais – falo e Gabi olha na mesma direção que eu e também ver Luke aos amassos.

– E isso incomoda você? – Gabi pergunta e a olho cética e com uma sobrancelha levantada. Ela deixa essa conversa pra lá e volta a dançar com o Zeke.

Me junto a Ally e dançamos juntas até que dois caras lindos aparecem na frente de cada uma e começamos a dançar com eles. Olho pra Ally e vejo que ela não perdia tempo e já estava beijando o cara com quem estava dançando.

O cara que dançava comigo era humano, moreno dos olhos castanhos e alto. Ele coloca a mão em minha nuca e me puxa colando nossos corpos e me beija.

O beijo dele era muito bom, sua língua entrava em guerra com a minha e suas mãos me prendiam ao seu corpo em uma pegada maravilhosa. Por um segundo um sentimento de raiva passa por mim, paro de beija-lo e me afasto com raiva, mas logo passa.

– Algum problema? – ele pergunta me olhando confuso refletindo o meu olhar.

– Não. Nada – falo o puxando pra mim novamente e iniciando outro beijo.

Ficamos entre os beijos e a dança por algumas horas até nos cansarmos. Ele sabia que não iria rolar nada a mais que isso e me respeitou, trocamos números de telefones e nos despedimos com mais um beijo. Vou para o bar e peço uma dose de tequila pra mim.

Enquanto estou esperando o cara trazer meu copo um cara para ao meu lado e sinto o me olhando e o olho também, outro humano.

– Esta sozinha? – ele pergunta dando um sorrisinho que retribuo. Apesar dele ser bem gatinho não estava afim de ficar com ele mas também não seria mal educada.

– Defina sozinha? – assim que essas palavras saem da minha boca todas as lembranças da semana passada voltam com tudo em minha cabeça.

– Cretino, eu não acredito nisso – falo alto o suficiente pro cara na minha frente ouvir e me olhar confuso e ofendido – desculpa! Eu não estava falando de você.

– Tenho que ir – falo tomando minha dose de tequila rapidamente e saindo sem lhe da a chance de falar alguma coisa. Vou ate a Gabi e paro ao seu lado novamente.

– Onde esta o Luke? – pergunto um pouco grossa e Gabi me olha confusa (pelo jeito hoje é o dia de todo mundo me olhar assim).

– Ele foi embora com aquela garota – Zeke responde por ela e bufo irritada.

– O que aconteceu? – Gabi pergunta.

– O cara que eu fiquei na semana passada era o Luke – falo e os dois arregalam os olhos surpresos – e o que estou mais puta é que ele sabia e nem me falou nada – eles balançam a cabeça concordando comigo.

– Vou pra casa que pra mim já deu – falo e eles me abraçam mandando eu tomar cuidado e mandar uma mensagem assim que chegasse em casa.

Dou um beijo neles e falo pra Gabi falar pra Ally que já fui e contar pra ela o que eu me lembrei. Saio do clube e chamo um taxi dando o endereço da minha casa para o mesmo e encosto minha cabeça no vidro e fico vendo as ruas passarem.

Chego na minha casa e mando uma mensagem pra Gabi avisando que cheguei bem em casa e vou para o meu quarto tirar a maquiagem e tomar um banho antes de cair na cama e apagar.

Acordo com a claridade batendo na minha cara e olho para o relógio da cabeceira, ela me dizia que eram 9:30 e solto um resmungo me levantando.

Vou para a cozinha comer alguma coisa e vejo que tudo ainda estava em cima da mesa, me sento e coloco suco em meu copo e tomo um gole. Fico pensando no que me lembrei ontem enquanto como e de novo a raiva aparece.

Olho a hora e vejo que são 10:00 ainda. Dane-se, em um impulso vou para a garagem e pego meu carro indo para a casa de Luke, paro no acostamento em frente ao seu prédio e saio do carro. Entro no hall e não vejo o porteiro em lugar nenhum, então vou paro o elevador direto.

Bato na porta do Luke e Susan abre a porta e sorrir.

– Oi Nataly. Estou feliz em te ver – Susan fala sorrindo e sorrio meio sem graça. Ela abre a porta e me manda entrar.

– Oi... também estou ... e pode me chamar de Naty – falo meio sem graça, não tinha pensado em encontra-la ali.

– O Luke ainda esta dormindo... e eu acho que tem alguém lá com ele – ela fala baixo como se fosse segredo e rio. Uma ideia me vem a cabeça e abro mais ainda o sorriso.

– Você se importa se eu for lá no quarto dele? – pergunto com um sorriso malicioso e ela logo entende e sorrir também.

– Não. Também acho que já passou da hora dele acordar – Susan fala rindo – você poderia ir lá acorda-lo pra mim.

– Claro! Será um prazer – falo e começo a subir as escadas (sim, ele mora num duplex) mas paro no meio e me viro pra ela de novo.

– Se ouvir uns gritos não liga não, tá – falo rindo e ela concorda rindo também.

Paro em frente ao quarto dele e antes de entrar tiro meu celular do bolso e faço um feitiço de silencio pro cômodo todo, até poderia entrar normalmente se fosse humano, mas os lobisomens como sabem tem a audição mais aguçada e blábláblá.

Abro a porta e olho pra ver se alguém estava acordado e vou entrando de vagar. Ligo minha câmera e coloco pra gravar vídeo e o acomodo em cima da estante num ângulo que pegasse boa parte do quarto.

Sorrio pra câmera depois de arruma-la e vou pra fora do quarto novamente e retiro o feitiço de silencio. Abro a porta fazendo um barulho alto o suficiente pra eles começarem a acordar e paro bem em frente a cama.

– MAS QUE PORRA É ESSA – grito fazendo a cara mais indignada do mundo e os dois dão um pulo na cama, quase caio na gargalhada, mas me controlo.

– EU NÃO ACREDITO QUE VOCÊ ME TRAIU – continuo gritando, mas começando a embarga a voz em sinal de choro – VOCÊ DISSE QUE ME AMAVA – faço umas lagrimas descerem. Pego a primeira coisa de vidro que vejo e taco na parede se espatifando em vários pedacinhos.

A garota se levanta desesperada e Luke só me olha com uma sobrancelha levantada e divertimento nos olhos.

– sua destruidora de relacionamentos – falo me virando pra ela fingindo raiva e ela arregala os olhos.

– Me desculpa! Eu não sabia. Ele não me disse que tinha namorada – ela fala nervosa e começa a procurar suas roupas pelo quarto desesperadamente.

Me sento na beirada da cama de costa para o Luke e olhando a garota tropeçando tentando pegar suas coisas o mais rápido possível. Me balanço pra frente e pra trás chorando e ela vem em minha direção. Pego sua calcinha e a entrego.

– Tetas – falo em desespero quando ela se abaixa na minha frente pra pegar o sapato em baixo da cama e seus seios ficam bem na minha cara. Ela sai do quarto vestindo só a calcinha e o resto das roupas nas mãos.

Assim que ela fecha a porta deixo passar alguns segundos, começo a gargalhar descontroladamente e rolo na cama com as mãos na barriga já sentindo dor.

Depois de muito tempo assim consigo parar de rir e vou até a cômoda pegar meu celular e parar a gravação.

– Por que você fez isso? – Luke pergunta com uma cara irritada, mas seu olhar de divertimento o denunciava.

– Por que foi divertido – falo rindo e me sento ao seu lado na cama.

– Sei. Eu acho que você estava com ciúmes – ele fala se deitando de novo e me levando junto com ele.

– Vai sonhando – falo o empurrando e ele rir.

– você sabe que quebrou um presente que a minha avó me deu, né? – ele fala e arregalo os meus olhos. Mexo minhas mãos fazendo um feitiço rapidamente e o vidro volta a ficar inteirinho de novo.

– Desculpa. Foi a primeira coisa que eu vi – falo e ele rir.

– Tranquilo. Mas porque veio aqui a essa hora? Não era pra você esta dormindo? – Luke pergunta e me lembro do que vim fazer aqui pra inicio de conversa e a raiva volta me fazendo fechar a cara e estranhamente o Luke também fecha a dele.

– Porque você não me falou que você era o cara que eu fiquei em Boston? – pergunto meio irritada e ele fica surpreso por um momento, mas logo passa substituída por compreensão.

– Há! Você se lembrou – ele fala como se não fosse nada de mais.

– Sim, eu me lembrei – falo mais irritada ainda com seu desdém – porque não me falou quando nos conhecemos no primeiro dia de aula?

– Porque você não queria saber. Se quisesse, já teria feito algum feitiço pra se lembrar – ele fala e da de ombros no final.

– e você pensou em algum dia me contar? – pergunto e ele me da um sorrisinho de lado.

– Sim. Eu ainda pretendo ficar mais vezes com você – ele fala e minhas bochechas ficam vermelhas o fazendo rir – pra isso eu teria que te contar.

Fico quieta o olhando sem saber o que dizer e ele me olha de volta sem desviar nossos olhos. Ele passa seu braço pelo meu corpo e me puxa pra mais perto dele.

– Vem. Vamos dormir – ele fala colocando a coberta em cima de mim e fechando os olhos. Continuo o olhando sem saber o que fazer.

– Você atrapalhou o meu sono, então feche os olhos e dorme – ele fala ainda com os olhos fechados e fecho os meus e tento relaxar.

Seu braço se aperta mais em mim me fazendo relaxar mais e acabo caindo no sono.  



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