História Mistério da meia noite - Capítulo 7


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Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Comédia, Escolar, Festa, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Sobrenatural
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Capítulo 7 - Capitulo 6


  Capitulo 6

 

Depois de um final de semana de revelações e trotes vocês pensaram que Luke e eu vamos começar a namorar, casar e ter três filhos, certo? Errado.

Depois que acordamos agimos como se nada tivesse acontecido, porque, tecnicamente não aconteceu.

Estaciono em uma das vagas da escola e desço do carro indo de encontro aos meus amigos. Acordei de mau humor hoje e eu nem faço ideia do porque (deve ser TPM).

– Bom dia pra você também – Gabi fala e só dou uma olhada pra ela.

– Nossa. Esta de TPM? – Ally pergunta sem se importar com a minha cara.

– O Luke esta do mesmo jeito. Só que com ele é mais perigoso – Zeke fala e o olho e ele da de ombros – só estou dizendo que por ele ser um lobisomem fica mais difícil de se controlar.

– Sei. E porque ele esta assim também? – pergunto tentando controlar minhas emoções.

– Pelo o que ele me disse mais cedo é alguma coisa com o antigo bando dele – Zeke fala e o sinal toca nos obrigando a irmos para nossas salas.

Luke se senta ao meu lado com a cara fechada e olha-lo assim só fez o meu humor afundar mais ainda. Ele me cumprimenta com um leve balançar de cabeça e faço o mesmo para ele.

Passo a aula inteira tentando me controlar pra não sair socando cada um que falar comigo e tentando intender de onde esta saindo esse mau humor todo, quer dizer já tive TPM antes e nunca cheguei a esse estremo, e não era pra eu esta de TPM agora.

As aulas se passam e todos notam que nem eu nem Luke estamos pra brincadeira e eles nos deixam em paz.

Mas como tudo que já esta ruim pode piorar, na hora do intervalo a merda bate no ventilador e pelo jeito foi tudo em direção ao Scott que falou alguma coisa para o Luke que partiu pra cima dele.

Sinto um ódio enorme pelo o Scott me fazendo ver tudo vermelho e vou em direção a ele pra no mínimo deixa-lo inconsciente. Quando Zeke consegue segurar o Luke que se debatia em seus braços eu entro na frente e começo a socar o Scott que já estava sangrando no chão.

Ally segura meu braço na hora em que ia da mais um soco nele e me puxa pra longe pra perto do Luke e Zeke que ainda o segurava.

– Naty, o que aconteceu? Para com isso – Ally grita no meu ouvido e vejo Gabi e Zeke olhando pra mim espantados.

Uma ventania começa carregando tudo que via pela frente conforme minha raiva aumentava pelo Zeke esta me segurando (o que? Zeke?). Zeke olha pro Luke e depois pra cima e por ultimo olha pra mim que o fuzilava com o olhar e compreensão passa por seus olhos.

– Luke me escute, se acalme. Se você continuar assim você vai matar todo mundo – Zeke fala tentando fazer com que Luke o escutasse.

– Não todos. Só vou matar aquele filho da puta – Luke fala com tanta raiva que eu ainda não sei como ele não se transformou. Raios caem perto da escola fazendo com que o som quase estoura-se nossos ouvidos e o vento fica mais forte ainda.

– Não cara, olha pra cima. Você vai matar todo mundo. A Naty esta ligada a você, se acalma agora! – Zeke grita a ultima parte. Luke e eu ficamos imóveis com a palavra ligada em nossas mentes.

Os ventos e raios vão parando a medida que o ódio é substituído pela surpresa. Ficamos um olhando pro outro arfando e depois de uns cinco minutos assim Zeke e Ally nos soltam vendo que não iriamos mais fazer nada.

– Como você sabe? – Luke pergunta pro Zeke e todos ficam olhando pra ele esperando uma resposta.

– Eu conheço a Naty e nem a pior TPM dela a deixa assim – Zeke fala rindo – e também eu notei que a media que o seu humor piorava a dela também. Eu tenho isso, eu sei como é.

– Sempre tento me controlar pras emoções da Gabi não me controlarem – ele fala e da um sorrisinho pra ela que retribui – e olha que ela nem é tão intensa assim.

A inspetora e alguns professores aparecem no pátio e Gabi olha pra mim desesperada como se dissesse pra eu fazer alguma coisa, mas, estou tão perdida em pensamentos tentando descobrir o significado disso que não me vem nada na cabeça.

Os professores vão até Scott e o pega pelos braços e o arrasta para a enfermaria enquanto a inspetora vem em nossa direção e fala para Luke e eu irmos para a diretoria.

Olhamos um pro outro e tento transmitir calma pra ele dizendo que eu resolveria isso e ele assente intendendo. Dou um sorriso e ando em direção a secretaria com Luke ao meu lado.

Chegando lá a secretária fala para esperarmos que o diretor já iria nos atender. Me sento em uma das cadeiras e Luke se senta ao meu lado e fica me encarando com um sorrisinho.

– O que foi? – pergunto sem nem mesmo olhar pra ele que sorrir mais ainda.

– Quer dizer então que estamos ligados? – Luke pergunta e olho pra ele e rio também.

– Como isso foi acontecer? – pergunto rindo e ele me acompanha.

– Não faço ideia. Não sabia que éramos tão ligados assim – Luke fala e paro pra refletir sobre a gente.

– Eu nunca senti isso, nem mesmo com o Scott – falo e um sentimento de ciúmes passa rapidamente por mim. Sorrio pra ele que me olha como se nada tivesse acontecido.

– Nem eu. Já tive outras namoradas, mais nunca foi muito serio – Luke fala e levanto uma sobrancelha.

– Não que você seja minha namorada – ele fala rápido – somos amigos.

– É amigos que já transaram e que tem uma ligação – falo e ele da um sorriso de lado – e que sente ciúmes.

– Você sente ciúmes, eu não – Luke fala e o olho cética.

– Sei. Que eu saiba não foi eu que estava com ciúmes porque estava beijando outro – falo rindo e quando ele ia responder a secretária nos fala para entrarmos na sala do diretor. Tento pensar em algum feitiço para nos livrar dessa, mas o máximo que me permito fazer é induzir o diretor de que não foi tão grave (não gosto de manipular as pessoas, embora conseguisse facilmente).

Sentamos nas cadeiras de frente a mesa e Luke fica todo largado como se não tivesse acontecido nada de mais. Dou um sorrisinho e o diretor se vira pra mim com a cara fechada.

– O que é tão engraçado Srta. Pierce? – o diretor pergunta e tento ficar seria.

– Nada não, só lembrando de uma coisa – falo e Luke da um sorriso de deboche.

– Vocês deveriam refletir sobre o que fizeram. Isso é motivo de suspenção – o diretor fala e fico animada com a ideia de passar uns dias em casa e pelo que vejo o Luke também.

– De quantos dias estamos falando? – Luke pergunta e mordo os meus lábios pra conter o riso.

– Você acha isso engraçado Sr. Miller? – o diretor pergunta irritado – você agrediu um aluno quase o deixando inconsciente.

– Não é pra tanto assim – Luke da de ombros.

– Como eu estou vendo que vocês não se importariam de ficar em casa por uns dias, vou fazer melhor que isso então – o diretor fala e da um sorriso.

– Vocês dois vão ficar quatro dias organizando a biblioteca – ele fala e soltamos um resmungo – o diretor da um sorriso satisfatório e nos manda de volta para nossas salas.

As horas passam rápido e quando vejo já estava na hora de ir embora (pros outros). Paro em frente ao meu armário e vejo Ally, Gabi e Zeke vindo em minha direção e faço careta pra eles.

– E ai? Foi suspensa? – Gabi pergunta preocupada.

– Quem me dera. Vamos ter que limpar a biblioteca toda – falo com um semblante triste e eles riem da minha cara (ótimos amigos que eu tenho).   

– Você quer dizer você vai fazer isso, né? O Luke meteu o pé – Zeke fala rindo e fico com raiva.

– Ele o que? Se ele acha que vai me deixar sozinha nessa, esta muito enganado – falo torcendo pras minhas emoções serem fortes o suficientes para ele sentir.

– Zeke. O que você faz pra localizar a Gabi pela ligação? – pergunto o olhando e ele da um sorriso.

– Eu me concentro nas emoções dela e é como se o meu corpo fosse puxado até ela – ele fala e Gabi da um sorriso. Ela adora essa ligação, ela acha lindo.

Fecho meus olhos me concentrando no Luke e depois de um tempo sinto um puxão no meu corpo. Abro os olhos e dou um sorriso maligno.

Faço um portal exatamente aonde ele esta e só coloco minhas mãos no portal o puxando pela camisa. Ele olha para os lados confuso e coloco minhas mãos na cintura irritada com ele.

– Como você sabia onde eu estava? – ele pergunta dando um sorrisinho me deixando mais irritada ainda.

– Você ia me deixar sozinha? – ignoro a pergunta e ele da de ombros.

– Foi mal, mas eu não estou afim de fazer isso – ele fala e minha raiva vira ódio. Ele me olha meio com medo, mas tenta não demonstrar (tarde de mais querido).

Com um sorriso maligno no rosto faço um feitiço de aprisionamento e Luke na mesma hora fica imóvel, só conseguindo mexer os olhos e respirar. Mando um beijo pros meus amigos que estavam em silencio e começo a andar no corredor em direção a biblioteca e arrastando o Luke atrás de mim como se tivesse uma corda invisível (relaxa que todos já tinham ido embora, então ninguém viu).

Chegando lá a bibliotecária diz que só estava nos esperando chegar para poder ir embora porque precisava resolver alguma coisa, mas que o segurança estava aqui perto e que iria nos checar de vez em quando.

Depois que ela sai desfaço o feitiço e Luke cambaleia para trás meio desnorteado.

– Você ficou maluca? – ele pergunta irritado e dou de ombros como se não tivesse feito nada de mais.

– A culpa foi sua mesmo querido – falo e ele estreita os olhos.

– Mas também não precisava me imobilizar – Luke fala ainda irritado e me sento em uma das cadeiras relaxada.

Ele pega um paninho na mesa e vai para uma das estantes arrumar os livros e tirar a poeira. Continuo sentada da mesma forma que antes e ele para o que estava fazendo e olha pra mim.

– Vai ficar ai parada ou vai me ajuda? – Luke pergunta e com um suspiro mecho minhas mãos no ar e o pano e os livros começam a sem mexer sozinhos.

Luke olha pros objetos e depois para mim e faz uma cara como se não estivesse acreditando nisso. Olho pra cara dele com deboche e dou de ombros.

– Você não poderia fazer isso pra mim também? Pra acabar mais rápido – ele pergunta se aproximando de mim e largando o paninho na mesa.

– Até poderia, mas você me irritou muito – falo sem me intimidar com o seu olhar que me olhava como seu eu fosse uma presa.

– Não te imaginava uma pessoa vingativa – ele fala abaixando a voz e o deixando rouca.

– Sabe. Sou muito bom em persuadir as pessoas – ele fala aproximando seu rosto do meu e desvio os meus olhos para sua boca.

Deixo ele chegar a milímetros dos meus lábios e no ultimo momento desvio meu rosto para o seu ouvido.

– Eu também – sussurro em seu ouvido e me levanto me afastando dele. Ele solta um suspiro e segura o meu braço me virando pra ele.

– Me desculpa – Luke fala e sei pela ligação e pelos seus olhos que ele estava sendo sincero.

– Tudo bem – falo e ele levanta uma sobrancelha.

– Não vai me pedir desculpas pelo que você fez comigo, não? – ele pergunta e dou uma risada.

– Por que deveria, você mereceu – falo rindo e ele balança a cabeça em exaspero.

– Então, vai me ajudar ou vou ter que ficar limpando tudo isso – ele pergunta e lhe dou um sorriso inocente o fazendo estreitar os olhos.

– Só se você me pegar – falo e saio correndo pelos corredores da biblioteca que por sinal era bem grande.

O escuto rindo e correndo atrás de mim e fico virando vários corredores mesmo sabendo que seria inútil (ele é um lobisomem e pode me farejar facilmente).

Viro mais um corredor e bato de frente com Luke que me segura pela cintura evitando que eu caia.

– Ok, você venceu – falo ainda em seus braços e ele abre seu sorriso de lado que eu adoro.

– É, concordo! – ele fala com a voz rouca e me beija.

Nosso beijo começa tranquilo mas logo esquenta a medida que o prolongamos. Solto um suspiro e ele aproveita e me invade com a língua.

Ele me empurra pra estante ao nosso lado e uma mão vai na minha coxa a apertando e a outra na minha nuca colando mais ainda nossos corpos. Ele sai da minha boca e desce para meu pescoço e sua mão vai subindo acariciando minha coxa. Solto um gemido e sinto minha calcinha começar a molhar.

Ele coloca as duas mãos nas minhas pernas me levantando e entrelaço minhas pernas em sua cintura. Ele vai descendo com os lábios até os meus seios e abocanha um me fazendo arfa em meio ao gemido.

– Porque você sempre tem que esta de calça? – ele pergunta no meu ouvido e dou uma risada. Faço um feitiço e troco minha calça por uma saia e ele sorrir colocando minha calcinha para o lado e penetrando um dedo em minha entrada.

– Bem melhor – ele fala e tudo que consigo fazer é gemer em seu ouvido.

Ele me solta e pega a camisinha na sua carteira e abaixa a calça com a cueca e coloca a camisinha. Ele faz tudo isso rapidamente e me pega no colo de novo me penetrando rapidamente me fazendo gemer alto.

Ele começa a me estocar forte e rápido e mordo seu ombro tentando conter os meus gemidos com medo de alguém nos ouvir. Ele anda comigo em seu colo e me deita na mesa mais próxima e volta a estocar.

Quando sinto meu interior se contrair implorando por alivio ele para e me olha com um sorrisinho. Estreito meus olhos pra ele e saio de cima da mesa e o empurro o deitando e subindo em cima dele. Ele me da um sorriso sacana e lhe retribuo o mesmo sorriso e começo a rebolar em cima de sua intimidade e ele solta uns gruindo baixos e fechando os olhos.

Começo a quicar e ele coloca suas mãos na minha bunda me ajudando a ir mais fundo. Ele me inclina pra frente e começa a estocar rapidamente, sinto meu interior se contrair novamente o fazendo aumenta ainda mais a velocidade, depois de um tempo eu explodo em um orgasmo intenso o levando junto comigo.

Me deito em seu peito ainda dentro dele e ficamos assim até recuperarmos nosso folego e normalizarmos nossos corações. Saio de cima dele e sem nem mesmo ver minha aparecia já sabia que meu cabelo estaria um ninho. Faço um feitiço pra me arrumar e voltar a usar calça e Luke da um sorriso.

Seu cabelo pós sexo ficava a coisa mais sexy do mundo e seus olhos mais brilhante com as pupilas dilatadas a coisa mais linda. Voltamos pra onde estávamos e os livros continuavam a se arrumar e se limpar sozinhos.

– Você disse que se eu conseguisse te pegar você iria me ajudar – ele fala e da um sorriso sacana – e eu conseguir te pegar dos dois jeitos.

Solto um gargalhada e faço a parte dele trabalhar sozinha e nos sentamos nas cadeiras em que eu estava antes.

As horas se passam e ficamos jogando conversa fora até que eu ache que já estaria bom de “limpeza” por hoje e desfaço o feitiço. Saímos da escola e já estava escuro do lado de fora (coisa que eu nem tinha notado porque estava muito ocupada) e depois de me despedir do Luke vou para o meu carro e dou a partida.   



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