História Mistério gelado - Capítulo 11


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Mistério, Romance, Terror
Exibições 12
Palavras 2.319
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Colegial, Comédia, Ecchi, Escolar, Fantasia, Hentai, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Terror e Horror, Violência
Avisos: Canibalismo, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


GENTE! NÃO ME MATEM DEPOIS DE LEREM ESSE CAP!
PROVAVELMENTE quem tem coração mole vai chorar, quem gosta o Yuki vai ficar puto, e quem gosta da Morgana, vai querer me matar!
RECOMENDO QUE PARA LEREM A CENA DE LUTA COLOQUEM UMA MUSICA FODA!
MAS TIRANDO TODA ESSA DESGRAÇA! ESPERO QUE GOSTEM!
PS: até eu que escrevi esse cap fiquei com raiva de mim.

BEIJOS <3<3<3<3

Capítulo 11 - Perda


LEIAM AS NOTAS DA AUTORA!

                                                                                                                                                                            Yuki

                “Usagi... Eu não ligo pro que você sente”. Essa sem duvida foi a pior mentira que eu já contei. Eu queria vê-la feliz, queria ela sorrindo e acabo fazendo ela chorar. E o pior, foi bem depois dela admitir que me ama. Mas eu não podia permitir que ela tivesse mais contato comigo. Ela corria risco ficando comigo, e eu corria risco ficando com ela. Esse monstro cresce dentro de mim a cada sentimento que demonstro, e quando fico com Usagi é como se tivesse um tsunami de sentimentos. Tinha que afastá-la antes que o pior sentimento me tomasse.

 

 

                                                                                              ***

 

 

                Usagi me deu um tapa depois e saiu correndo, tinha que admitir que a mão dela era pesada. Me levantei e fui para casa de Usagi, escalei a parede como sempre fazia para entrar na casa dela e a vi chorando com a cara no travesseiro, quando vi quis entrar e dizer que era tudo mentira, mas não consegui.

                Voltei para minha casa, entrei e fechei a porta com forsa. Escorreguei por ela e me sentei no chão, respirei fundo para evitar, mas não consegui. Soquei a parede, e deixei as lagrimas caírem. Por que dói tanto?

                -Ver você chorando por uma grota é novidade. – Ouvi uma voz vinda do sofá.

                -O que você ta fazendo aqui? – perguntei vendo Hinata se levantar e andar até mim.

                -Não posso mais ver meu irmão? – Hinata perguntou indignada.

                -Quero ficar sozinho. – Limpei as lagrimas, mas outras já vieram.

                -Ficar sozinho não é bom. – Hinata se agachou na minha frente. – Quer desabafar?

                -Só me deixa.

                -Yuki eu te conheço a mais de 300 anos. Eu sei que você quer falar.

                -Odeio quando você tem razão. – Chorei mais, Hinata me abraçou e fez cafuné nos meus cabelos.

                -Da pra ver que você gosta mesmo dela. – Ela disse gentilmente.

                -Eu não gosto... Eu... – não consegui falar, não podia. Se terminasse, ia ser o fim. – Tive que afastá-la. Se não podia machucar ela.

                -Então você já sabe.

                -Desconfio.

                -Sinto muito.

                -A culpa não é sua. – Comecei a chorar mais, quando lembrei de Usagi sorrindo. Na ultima vez que dormimos ela sorriu pra mim vestindo um short preto, uma camiseta branca, os olhos verdes dela na luz e os cabelos cinza dela balançando com o vento, a mesma visão que via há 300 anos, mas ela não tinha 20 e poucos anos e sim 16. – Ela me fez querer viver, mas agora percebo que realmente tenho que morrer.

                -Yuki... – Hinata falou carinhosamente – Tente controlar.

                -Não da Hinata. Se fosse tão fácil. Ele tenta sair, e dói para mante-lo dentro, mas é só ela sorrir que eu...

                Fiquei um bom tempo com Hinata até conseguir parar de chorar. Nunca chorei por uma garota, a não ser quando minha mãe morreu. Fazia duas semanas dês que disse aquilo para Usagi. Fui no colégio no dia seguinte, ela nem olhou na minha cara, depois parei de ir. Fiquei no meu quarto o tempo todo, a fome estava me matando, mas eu não queria comer ninguém, não queria alimentar o monstro. Hinata vinha em casa de vez em quando e tentava me tirar de casa, mas não adiantava. Só quero ficar sozinho. Quero que alguém me mate para mim completar minha missão. Mas na aguentei muito e sai, já estava de noite e frio.

 

                                                                                                                                                                            Usagi

 

                Fazia duas semanas que Yuki não ia para escola. Eu não ligava, não queria saber dele depois do que disse. Mas tenho que admitir que esses dias sem ele me deixaram mal. Minha tia também não tinha voltado. Eu estava morrendo de saudades. Pensei em dar uma volta, Já estava de noite e estava frio. Coloquei um casaco e sai. Andei por um tempo e parei no meio da rua em frente a floresta. Quando ouvi passos vindos da floresta, olhei para o lado e fiquei surpresa.

 

               

                                                                                                                                                                            Autora

 

                Usagi olhou para o lado e viu Yuki parado a olhando seriamente. Ela ficou paralisada por um tempo, seu coração ficou bateu forte, tanto de raiva quanto por outra coisa.

                -O que esta olhando? – Yuki perguntou frio, mas por dentro queria beijá-la

                -Nada – Usagi abaixou a cabeça.

                -O que esta fazendo na rua sozinha? – continuou frio

                -Iria te perguntar a mesma coisa. Mas enfim, só estou dando uma volta. – Usagi deu de ombros.

                -Esta frio, vai pegar um resfriado.

                -Come se fosse se importasse.

                -Eu me importo – Yuki disse baixinho.

                -O que?

                -Nada. Vai dar a sua volta, vai. – Disse Yuki frio

                -Agora alem de quebrar o coração das pessoas, agora voltou a ser o babaca que era antes. – Usagi suspirou e sorriu torto. – Boa noite Yuki... – quando ela disse seu nome Yuki tremeu e sentiu seu coração bater mais forte do que nunca, quando ela se virou ele foi até ela e a puxou pelo braço, virou ela para si e lhe beijou. Um beijo necessitado e profundo, Usagi pensou em se afastar, mas não fez, levou a mão aos cabelos de Yuki aprofundando o beijo, quando o lhes faltou se afastaram ofegantes – Yuki, por que fez isso?

                -Usagi... Eu... – Yuki tentou terminar, mas parou, ele não podia dizer essas palavras.

                -O que? Você o que? – Usagi estava ansiosa.

                -Nada... – Yuki desviou o olhar.

                -Entendo... – a animação de Usagi passou, ela virou as costas para ir embora novamente, mas se virou – Por que você me odeia? – Essa pergunta surpreendeu Yuki – E não tente falar que não me odeia. Se você pelo menos gostasse de mim, não faria tudo isso que fez. – os olhos de Usagi se encheram de lagrimas, enquanto Yuki mantinha a cabeça baixa com uma sombra cobrindo seus olhos. – Eu fiz tudo que eu podia. Me preocupei com você, fui atrás de você quando você surtava, vim atrás de você quando descobri que você era um Chīsai kōri no akuma, nem me importei, e ainda dormi com você, não uma, nem duas, nem três, foram varias! E quando finalmente me declaro para você, você diz que não se importa! – Usagi gritava, chorando, era impossível segurar as lagrimas. – Yuki! Me responde com sinceridade. Você me odeia ou não? – O silencio permaneceu por um longo tempo. Yuki não respondeu – Entendo... – Usagi limpou as lagrimas e se virou para sair.

                -Eu... – Yuki falou baixo. Usagi ouviu e olhou para ele por cima do ombro, viu que lagrimas escorriam por suas bochechas. – Usagi...

                -Não precisa falar... Eu já entendi. – voltou a andar, mas parou quando Yuki gritou:

                -EU TE AMO! – Usagi congelou, não conseguia se mexer por conta da surpresa. – Arg... – Yuki grunhiu, Usagi virou para ver o que tinha acontecido, então viu Yuki apertando a camiseta em cima do peito, ele caiu de joelhos e tossiu sangue. Usagi correu para perto dele e se agachou – Usagi... Você... Tem que sair daqui. – Empurrou Usagi, mas ela não se afastou.

                Os olhos de Yuki ficaram em um puro vermelho sangue, seus dentes ficaram afiados, sua pele ficou mais pálido do que já era, suas unhas se transformaram em garras afiadas. Yuki tentou pegar o pescoço de Usagi, mas segurou sua mão antes que conseguisse.

                -Usagi... – sua voz estava grossa e monstruosa. – Sai daqui, por favor.

                Usagi não discutiu, saiu correndo, e quando já estava em uma boa distancia olhou para trás e viu Yuki, ele cresceu mais um 20 centímetros, ficando com uns 2 metros, chifres grandes cresceram no topo de sua cabeça, seu corpo ficou bem mais musculoso, uma calda se formou nas costas de Yuki, ele deu um urro assustador, olhou diretamente para Usagi com uma expressão raivosa. Voltou a correr o mais rápido que conseguia. Correu até chegar na porta de casa, entrou e subiu correndo para seu quarto, fechou a porta com forsa e escorregou por ela. Abriu os olhos e viu que seu quarto estava escuro, se levantou e foi até o abajur, acendeu a luz, sentiu uma respiração gelada atrás dela, se virou rapidamente encontrando o monstro que era Yuki sorrindo. Ele a pegou no colo e colocou em cima do criado mudo, derrubando o abajur. Usagi gritou, Yuki beijou-a com forsa, abafando o grito, ele parecia que queria arrancar a boca de Usagi. Levou a mão para baixo da saia que Usagi usava e rasgou a calcinha da mesma. Segurou as coxas de Usagi com forsa e penetrou rapidamente, arrancando um grito de Usagi. Suas estocadas eram rápidas e fortes, Usagi gemia de dor, lagrimas caiam por seu rosto, enquanto Yuki sorria. Mordeu o pescoço de Usagi, deixando as fileiras de dentes no pescoço dela. Usagi gritou de dor e empurrou Yuki, correu até a janela, que estava aberta e pulou, correu o mais rápido que conseguia até voltar para floresta. Viu que Yuki a segui sem parar. Usagi não viu o tronco na sua frente e tropeçou, Yuki quase a pegou se não fosse por uma foice vermelha sendo atirada na direção dele. Yuki desviou e a foice acertou uma arvora. Olhou em volta não vendo ninguém.

                -Finalmente se mostrou demônio – Uma voz, que Usagi conhecia muito bem, se aproximava. Morgana apareceu de trás de uma arvore e encarou Yuki com um olhar mortal – Usagi venha aqui – Morgana mandou e Usagi obedeceu.

                -Tia, não machuque ele. – Usagi pediu – Ele só perdeu o controle. Só prenda ele e vamos embora, daqui a pouco os outros Chīsai kōri no akuma vão chegar...

                -Outros? – Morgana a olhou confusa. – Não tem nenhum Chīsai kōri no akuma aqui querida.

                -Yuki é um...

                -Meu amor... Ele é o Aisu Akuma. – Morgana disse séria.

                -Que bom que você falou... – Yuki disse com a voz macabra – Assim não perco meu tempo explicando para ela.

                -Yuki! Você me disse que era Chīsai kōri no akuma! Mentiu para mim! – Usagi gritou.

                -Não menti. Eu era idiota e não me toquei. Até hoje, finalmente consegui me libertar novamente. Por semanas, fiquei sem sentir esse poder, a ultima vez foi quando eu te ataquei.

                -Desculpe Usagi – Morgana disse com olhar mortal – Não posso prometer que não vou matá-lo. Porque eu vou.

                Morgana correu para cima de Yuki, desviou de um golpe e arranco a foice da arvore. Desferiu vários golpes em Yuki, que desviou de todos. Vários golpes eram efetuados, de ambos, mas nenhum acertava.

                -Usagi sai daqui! – Morgana gritou.

                Usagi saiu correndo para a cidade, que só agora percebeu estar deserta. Olhou para trás e viu Yuki a poucos metros, quando ele foi atacá-la, Morgana apareceu, batendo com o cabo da foice na cara de Yuki, que voou longe. Yuki congelou o chão, na tentativa de que o gelo pegasse em Morgana, mas a mesma pulou alto, ficando na ponta de um prédio. Morgana usava os prédios como impulso, deixando vários buracos nas paredes. Os dois pareciam que não iam para nunca. Até um Chīsai kōri no akuma aparecer e segurar Morgana, logo depois vários apareceram e pularam em cima dela, Yuki se apressou e chutou a mão de Morgana, jogando a foice longe, a mesma aterrissou bem ao lado de Usagi.

                -Vamos acabar com o joguinho. – Yuki disse com um sorriso.

                Segurou o rosto de Morgana e encostou seus lábios nos de Morgana, em um selinho. Quando se afastou os Chīsai kōri no akuma também se afastaram. Usagi ficou chocada com a cena, Yuki tinha beijado sua tia. Usagi pensou que sua tia iria atacar rapidamente, mas ela apenas ficou parada. Foi quando Usagi percebeu que o corpo de sua tia se transformava em gelo lentamente. Correu até ela e segurou seu rosto.

                -Tia, o que ta acontecendo? – Perguntou desesperada.

                -O beijo dos Aisu Akuma é mortal. Quando efetuados transformam as vitimas em gelo – Morgana falou sem mover um músculo.

                -Quer dizer que você vai ficar que nem as mulheres que morreram? – Usagi se lembrou dos corpos e do vídeo, em pensar que perderia sua tia daquela maneira fez seus olhos se encherem de lagrimas. – Quer dizer que você vai morrer?

                -Exatamente – Respondeu sorrindo para sua sobrinha. – Quero te dar um presente antes.

                -Eu to pouco me fodendo pro presente! Eu não quero te perder – Usagi gritava e chorava ao mesmo tempo.

                -Boca suja como sempre. – Morgana riu – Mas esse beijo não tem cura. Não tem como me salvar – Morgana ainda sorria docemente.

                -Por que esta sorrindo? – Usagi perguntou.

                -Porque você se parece muito com a sua mãe. – Morgana fez forsa para mover os braços, dando para ouvir o barulho de gelo estralando, segurou o rosto de sua sobrinha e começou a chorar de felicidade, as lagrimas que caiam iam se transformando em gelo – Pude ver as duas antes de morrer. Usagi, não vou pedir para que odeie Yuki. Por mais que ele mereça morrer, você tem razão, ele só perdeu o controle. Sei que ama ele. Sei que no fundo ele também te ama. A ultima coisa que gostaria de ver era você com dor no coração tentando se vingar da pessoa que ama. O presente que gostaria de te dar e a minha foice. Era da sua mãe antes. Só ela conseguiu manuseá-la com perfeição. Ela me deu quando morreu. Em pensar que vou morrer da mesma maneira que ela – as palavras chocaram Usagi. Yuki tinha matado sua mãe. – Acho que é tradição morrer desse jeito, já que seu pai também morreu assim. Quero que use a foice para cortar a cerejeira congelada. Ela é a alma do Aisu Akuma, mas não corte a raiz, corte apenas o tronco. – O pescoço de Morgana começou a se tornar gelo, impedindo-a de respirar – Eu te amo tanto meu amor.

                -NÃO! – Usagi gritava chorando mais – VOCÊ NÃO PODE IR! EU PRECISO DE VOCÊ! NÃO QUERO QUE ME DEIXE! POR FAVOR... EU TE AMO MAMÃE! – Usagi gritou fazendo Morgana se surpreender e sorrir mais.

                -Meu sonho... Você lembrou – Morgana disse bem baixo, já que não conseguia respirar. – Adeus... – Morgana sorriu mais. Logo seus olhos se tornaram brancos, assim como seus cabelos, sua pele gelo puro. Assim Usagi viu sua tia morrer na sua frente.

                -NÃO! – gritou mais. – MAMÃE........     

 


Notas Finais


LEMBRANDO NÃO ME MATEM!


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