História Mistérios sem Fim - Capítulo 10


Escrita por: ~

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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Lay, Personagens Originais, Sehun, Suho, Xiumin
Tags Amor, Atração, Aventura, Bruxa, Coragem, Drama, Exo, Família, Feitiçeira, Feitiço, Força, Kpop, Magia, Medo, Ódio, Paixão, Poção
Visualizações 9
Palavras 2.323
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Crossover, Drabble, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Caraca, fortes emoções!

Capítulo 10 - Não apresse o tempo


Fanfic / Fanfiction Mistérios sem Fim - Capítulo 10 - Não apresse o tempo

O dia começava a tomar conta do céu escuro, quando Somin abriu a porta do quarto de Sehun. Mahauf se assustou, ao sentir alguém lhe chamando, mas depois se sentiu aliviada ao ouvir uma voz suave e logo identicou que era Somin. 

- Mahauf. Trouxe isso para você, ela dizia em um tom baixo, enquanto colocava um copo com café e um pedaço de pão em cima da mesa. 

- Como ele está? Mahauf ainda estava deitada no chão. 

- Tivemos um processo, parece que a respiração dele está voltando ao normal.
Nesse momento Mahauf imediatamente se levantou e foi até Sehun. 

- Eu devo ficar feliz? Disse ela enquanto tocava Sehun. 

- Claro que sim.

- Fico feliz por ele, e já começo a me preocupar pois minha morte está chegando. 

- Calma, não apresse o tempo. 

- Somin, me ajuda. 

- O que? Você vai fugir? 

- Naaaao!! Eu não vou fazer isso, se eu sair daqui com certeza eles vão atrás das minhas irmãs. 

- Então o que posso fazer para te ajudar? 

- Preciso falar com Chen. 

- Chen? Você conhece ele? 

- Não, ele é o namorado da minha amiga na vila, e ele brigou com ela assim que as meninas foram pegas, preciso fazer com que ele se acerte com ela, antes que algo aconteça comigo. 

- Entendi, eu vou tentar te ajudar, agora preciso ir, eu cuido de fazer a comida deles. 

- Muito obrigada, até mais.

Somin desceu até a cozinha e Baek, Suho, Lay, D. O, Xiumin, Chen e até Kai estavam assentados a mesa, antes que ela pudesse dizer algo, Kai olhou para ela, ela sempre tinha medo dele descobrir a verdade quando ele a olhava fixamente. 

- Então, como está Sehun? 

- Sehun está bem. 

- ELE ESTÁ BEM?? Todos perguntaram juntos e olharam para ela.

- Calma, a respiração dele está voltando ao normal, mas ele ainda está inconsciente. Somin disse enquanto colocava as coisas na mesa. 

- QUE RAIVA!! Kai bateu na mesa, se levantando e caminhando para fora da cozinha indo em direção aos fundos do castelo. 

Ninguém entendeu a atitude dele, aliás ninguém nunca entendia ele. 

- Você não vai...... 

- Deixa ele Somin, cuida da gente aqui. Baek, disse enquanto pegava nas mãos de Somin, e a olhava sorrindo. 

Somin arrumou tudo na mesa e se sentou ao lado de Baek para tomar o café, enquanto isso eles conversavam. 

- Se Sehun está melhorando, será que ele vai mesmo matar ela? Xiumin perguntava enquanto colocava um pouco de café no copo. 

- Por que ele não faria isso? Lay rebateu Xiumin. 

- Se ela fizer algo como salvar a vida de um de nós, acho que nao teremos motivo para matar ela, você não acha? Suho dizia olhando para Lay. 

- O que está acontecendo com vocês? Lay estava intrigado. 

- Acho que estão acordando. Baek disse enquanto segurava as mãos de Somin. 

- Acordando??  O que você quer dizer com isso? D. O disse curioso. 

Baek olhou para Somin, que consentiu com a cabeça, como se estivesse dizendo " Prossiga". 

- Durante anos, nós vivemos presos a uma vingança que pertence a Kai, quantas pessoas matamos? 

- Inúmeras. Chen disse. 

- Vocês querem viver o resto da vida assim? Matando as pessoas que nem sabemos quem realmente são? Ficamos presos aqui, com medo de deixar esse lugar e Kai se revoltar contra nós. 

- Não estou entendo aonde você quer chegar com esse discurso Baek. Lay retrucou. 

- É simplesmente um toque. Comecem a olhar a sua volta, comecem a ir até a vila e observar como tudo está diferente lá, mas comecem a ir lá para observar a beleza da vila, e não para procurar alguém para matar. 

- Você está se contradizendo ao que Kai nos manda fazer. Chen disse intrigado. 

- Kai instituiu o decreto, mas alguma vez ele foi até a vila e observou tudo lá?

- A única fez que ele fez isso, foi quando pegou Muriel. Quem faz tudo? Quem mata? 

- Somos nós. Todos responderam. 

- Quem é o responsável pelas ordens de vocês? 

- Você. Somin respondeu sorrindo. 

- Até que Kai nos diga o que fazer com a Mahauf, vocês só irão até a vila para tentar recuperar o tempo que perderam presos a algo que não pertence a vocês. 

- Um absurdo isso, só pode estar enfeitiçado. Lay disse levantando-se da mesa. 

- Enfeitiçado. Baek olhou sorrindo para Somin encostando a cabeça em seu ombro. 

- Será que Somin não é uma delas também, e Baek está enfeitiçado por isso a trouxe para cá? D. O disse para Baek. 

As mãos de Somin ficaram parecendo pedra de gelo. 

- Você está louco. Disse Baek enquanto abraçava Somin. 

- Brincadeira. Todos sorriram. 

- Chen, eu preciso falar com você. 

- Com Chen? Baek olhou curioso para Somin. 

- Calma, depois eu te conto. 

- Falar comigo? Chen achou estranho, pois nunca Somin havia falado com ele. 

- Sim, você mesmo. Após tomar seu café me espere aqui. 

Todos tomaram o café, os D. O, Xiumin, Lay, Suho e Baek foram cuidar de seus afazeres. Chen aguardou Somin como ela pediu. 

Enquanto isso no quarto de Sehun, Mahauf preparou uma espécie de buquê, com as flores mais lindas que ela mesma havia criado, fez também uma coroa com as flores ( do mesmo jeito que havia feito para Minhee quando ela foi até sua casa e descobriu tudo). 

Ela estava crendo que Somin, iria levar Chen até lá. Toda vez que ela ouvia batidas na porta, achava que era seu fim, mas sempre se acalmava ao ver Somin passando pela porta. 

- Vem. Disse Somin, enquanto entrava e atras dela vinha Chen. 

- O que eu estou fazendo aqui? Ele estava assustado. 

-Fui eu quem pedi para Somin te trazer aqui. 

- Você vai me matar? Para se vingar? Ele pegou em sua espada. 

- Se acalme por favor. Eu só quero conversar. 

- Não converso com feiticeiras. Disse Chen caminhando em direção a porta. 

- Tudo bem, pode ir, mas saiba que se você realmente gosta da Minhee e continuar desse jeito vai perder ela. 

Nesse exato momento ele congelou seus passos, e ficou imóvel de costas para Mahauf e Somin. 

- Escute o que ela tem a dizer. Somin disse saindo do quarto e fechando a porta. 

Chen se virou para Mahauf. 

- Você conhece minha Minhee? 

- Soube que você brigou com ela por esconder a verdade sobre as meninas, mas agora você já sabe que não foi bem assim, imagina se fosse no seu lugar, imagine Minhee uma feiticeira, você iria entregá-la? 

- Jamais, eu amo Minhee, mas confesso que não deixei ela se explicar e acabei magoando ela. 

- Preparei isso para você levar ate ela, e se desculpar. Disse ela enquanto pegava uma pequena cesta com o buquê e a coroa de flores. 

- Isso é lindo. 

- Não perca o amor de sua vida, por algo tão pequeno. Algumas vezes precisamos esconder a verdade para salvar quem amamos. 

Chen caminhou até Sehun, e ficou observando. 

- Então é verdade mesmo. Ele tocava Sehun e sentia que voltava a passar vida por suas correntes sanguíneas. Então ele se virou para Mahauf e disse:

- Omitir a verdade por amor sim, mas entregar minha vida para salvar alguém, não sei se teria essa coragem não. 

Mahauf apenas olhou para ele. 

- Jamais deixaria minhas irmãs morrerem em meu lugar. 

- Sinceramente, não sabemos o que vai acontecer com você.

- Não tenho medo. 

Chen pegou a pequena cesta e caminhou até a porta.

- Obrigada, avisarei suas irmãs que você ainda está viva. 

Mahauf apenas abaixou a cabeça em forma de agradecimento. 

Chen saiu do quarto e foi correndo pegar seu cavalo para ir até a vila. 

Ao chegar na vila, Minhee estava sentada no centro, olhando para o nada. 

Ele deixou seu cavalo preso a uma árvore bem próximo ao centro, e caminhou lentamente até Minhee, segurando as flores. 

- Meu amor, eu sei que fui grosso com você aquele dia, por favor me desculpe. Chen se ajoelhou em frente a Minhee, levantando o lindo buquê para ela.Minhee ficou surpresa, pois nao esperava aquilo de Chen. 

Chen se levantou, e então colocou a coroa de flores na cabeça dela, e selou o momento com um beijo em sua testa. 

- Foi Mahauf quem fez isso ne? 

- Sim!! Me desculpa, ele foi chegando mais perto até que a abraçou. 

Minhee passou as mãos sobre os cabelos de Chen. 

- Eu deveria ter ouvido o que você tinha para me dizer aquele dia. 

- Chen, esquece isso. 

Um doce beijo selou aquele momento.
Eles caminharam até a casa dela, aonde estavam Chanyeol, Nahura e Ahn Yon. 

- Então vocês se acertaram. Disse Chanyeol enquanto apertava a mão de Chen.  

Nahura e Ahn Yon correram desesperadas com medo de Chen. 

- Não precisa se esconder, vocês são livres agora. Disse Chen caindo na risada.

 - Você tem notícias de Mahauf? Chanyeol estava curioso,  assim como todos ali.

- Ela ainda está viva.

- Ainda? Nahura perguntou assustada. 

- Não sei o que vai acontecer com ela. Kai está imprevisível, e Baek está com uma conversa estranha. 

- E o Sehun?

- Estou impressionado, agora a pouco estive no quarto dele e aparentemente sua respiração está voltando ao normal. 

- ISSO É OTIMO! Todos gritaram. 

Chen passou a tarde ali na casa de Minhee. 

Alguns dias se passaram e o destino de Mahauf ainda era incerto, porém Sehun a cada dia apresentava uma melhora significativa. 

Certa vez Mahauf estava preparando uma poção quando percebeu que Sehun começou a se mexer. 

Oh meu Deus, ele está se mexendo.  Mahauf não conseguiu conter sua alegria, ela se aproximou vagarosamente e então Sehun abriu os olhos, sua visão ainda estava embaçada  e ele enxergou Mahauf como um vulto. 

Mahauf tocou levemente seu braço, e enquanto passava as mãos em sua testa para chegar a temperatura perguntou:

- Você está bem? 

Sehun mexeu levemente sua cabeça, então ela entendeu o recado. 

No outro lado do castelo 

Lay não estava entendo e nem concordando com o que estava acontecendo,  então foi procurar Kai que estava andando pelas terras do reino, ele encontrou Kai sentado próximo a uma árvore olhando para o rio que tinha a sua frente. 

- Preciso falar com você. 

- Pode falar, estou te ouvindo. 

- Você não acha que já passou tempo demais? 

- Tempo demais? 

- Sim, até hoje ela está aqui, você não vai matar ela? 

- Vamos esperar e ver se o Sehun vai melhorar depois eu penso no que vai acontecer com ela. 

- Não entendo o porque dessa demora. 

- Lay, quem tem que entender algo aqui sou eu. 

- Tudo bem, fique aí perdido em seus pensamentos como sempre. 

Lay saiu andando sem rumo, e Kai realmente ficou ali perdido em seus pensamentos, e depois caminhou até o Castelo. 

Mahauf percebendo que Sehun estava voltando com seus sentidos, o sentou na cama, fazendo com que sua coluna ficasse encostada na cabeceira da cama. 

- Não se mexa muito, você ainda está se recuperando, eu vou tentar fazer alguma coisa para você se alimentar. 

Mahauf enfim depois de longos dias presa naquele quarto, saiu e começou a andar pelos corredores do castelo. Enquanto ela andava, ela observava como tudo ali era tão sombrio e frio. Enfim ela chegou até a cozinha, "Ufa, nao tem ninguem aqui" e então achou algumas batatas, abriu a dispensa procurando mais alguma coisa para fazer uma sopa. Enquanto ela colocou a água para ferver no fogo, estava sentada descascando as batatas.

- O QUE VOCE ESTÁ FAZENDO AQUI? 

Disse Kai entrando na cozinha, Mahauf se assustou e acabou cortando sua mão. 

- E... Eu... es.. Ela não conseguia falar, enquanto se levantou e procurava alguma coisa para estacar o sangue que escorria de suas mãos. 

- Anda fala logo. Kai foi se aproximando dela. 

- Estou fazendo alguma coisa para Sehun. 

- Mas ele já está consciente? 

Ela apenas balançou a cabeça pois Kai lhe dava muito medo. 

- Preciso ver isso com meus próprios olhos. 

- Agora que ele está bem, o que você vai fazer comigo? 

Kai fitou Mahauf por alguns minutos, até que se aproximou um pouco mais dela, e segurando seus braços, respondeu. 

- Eu não sei! Não aguento mais ouvir essa pergunta. 

E a empurrou no chão. 

- EU SÓ.....  

- Fique quieta, cuide de terminar isso logo. 

Kai saiu da cozinha indo em direção às escadas que davam acesso ao quarto aonde Sehun estava. 

Quando ele abriu a porta ficou surpreso, pois era algo que nunca tinha visto, o quarto estava cheio de poções, tinha um aroma de flores e folhas, estava bem diferente dos outros quartos do castelo. Após passar pelo encanto em que o quarto se encontrava, ele avistou Sehun sentado na cama. Boquiaberto ele caminhou até Sehun, que estava do mesmo jeito que Mahauf havia deixado. 

- Você está bem? Kai perguntou surpreso. Sehun fez um sinal com as mãos de que estava sim. 

Mahauf chegou no quarto.. 

- Aqui esta sua...... antes que pudesse concluir a frase ela se deparou com Kai, bem na frente de Sehun. Então ela colocou o tacho com a sopa em cima da mesa que ficava próximo a cama, e abriu alguns vidros de poções que ela mesmo havia feito e colocou ali. Passou por Kai e sentou ao lado de Sehun:

-Você precisa se alimentar. 

Ela literalmente deu a sopa na boca de Sehun, Kai permaneceu ali imóvel observando tudo por um tempo. 

Somin então chegou no quarto e se assustou ao ver Kai ali. 

-  Você aqui? 

Kai imediatamente saiu do quarto sem dizer uma palavra. 

Somin não entendeu nada, e caminhou até aonde estava Mahauf e Sehun, ela não conseguiu esconder a alegria ao ver Sehun bem novamente. 



Notas Finais


Eu to rindo de nervoso.


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