História Mito - Capítulo 5


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Ação, Aventura, Fantasia, Yuri
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Palavras 3.081
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Fantasia, Luta, Magia, Romance e Novela, Yuri
Avisos: Homossexualidade, Nudez, Sexo, Suicídio, Tortura
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Mais um ai!

Capítulo 5 - Capitulo Cinco


Capitulo Cinco

Já era noite, seus cavalos estavam deitados de baixo das arvore dormindo. Elas sentaram ao redor de uma pequena fogueira que foi feita pra aquecer as duas e iluminar o local, não sentaram muito longe uma da outra. Ainda estavam na floresta, em uma pequena clareira, mas longe o bastante do templo. Nefera tinha decidido. Não pensou nem duas vezes. Colocou a morena no cavalo depois de constatar que ela estava bem, montou no seu e começaram a se a afastar, pois a fera poderia ter alguns amigos por perto, e não queria ser pega de surpresa, já que as duas não estavam em sua melhor forma. Nefera mexia dentro de sua mochila do qual tirou dois pães dormidos e uma garrafa a qual tirou a rolha e despejou o liquido um pouco escuro em dois caneco dando um de cada a Arquia.

– Coma, isso vai ajudá-la a recuperar suas forças – a loira começou a comer. A morena olhou o liquido ralo que era um suco de uva. Ao ver seu reflexo lembrou como estava mais cedo. Aquela pessoa era ela, quem matou e derramou o sague da fera era ela. Sem medo apenas uma fria, letal e sanguinária vontade de matar.

– Não está bom? – perguntou a loira, se referindo a refeição, enquanto segurava a sua.

– Não, não é isso – olhou pro seu braço direito e viu as tatuagens, que cobriam todo o seu braço até o ombro. Colocou seu caneco no chão e o pão em cima, encarando Nefera.

– O que quis dizer com o nosso encontro não ter sido coincidência? Você sabe o que é.... exatamente isso? – se referiu a tatuagem. A loira levantou um pouco o cenho, já tinha comido metade do seu pão, colocou sua refeição no chão e com a cabeça ainda baixa começou.

– Quando eu era jovem, meu pai me trouxe ao Tempo da Magia de Cinéreo mostrou todo o lugar... mas teve uma sala que me chamou a atenção – levantou a cabeça olhou Arquia um pouco hesitante.

– Nela havia uma armadura velha, enferrujada, tão desgastada que um único toque poderia desmancha-la, mas quando tentei minha mão foi repelida. Meu pai me contou, que ela era a armadura do único ser que conseguiu lutar de igual contra o Senhor das Trevas e derrota-lo. Matando-o. Embora enquanto houvesse maldade no mundo ele sempre renasceria. Então quando o guerreiro percebeu que seu fim estava próximo, decidiu dá sua armadura aos grandes sábios da época. E disse. Apenas aquele que herdasse sua chama poderia vesti-la – ela se calou olhou nos olhos de Arquia.

– Você é a primeira pessoa a vestir essa armadura desde que foi entregue aos sábios – Arquia encarou Nefera, então baixou a cabeça. Segurou o braço e apertou.

– Entendo... – falou quase em um sussurro, seus olhos murcharam enquanto olhava pro chão, “então estou destinada a tirar vidas... a manchar minhas mãos de sangue”, pensou ela amargamente no que o destino tinha reservado a ela.

– Arquia... - Nefera chamou sua atenção ao pegar em sua mão, a qual tinha as tatuagens, mas não olhou pra elas e sim para os olhos da morena – ...sei que pode ser muita coisa pra pensar agora, mas...

– Não vou te deixar! – a morena viu as sobrancelhas da loira se levantar ao ser pega de surpresa pelas palavras dela, e Arquia também foi pega, pois as palavras saíram antes mesmo dos seus pensamentos se formarem.

– Quer dizer... – a olhou nos olhos e falou com o máximo de sinceridade – ainda vou continuar te ajudando. Essas informações não mudam em nada minha decisão – viu sua expressão se suavizar e o brotar de um sorriso em seus lábios gentis.

– Então acho melhor você terminar sua refeição, vai precisar de forças.

– Vou sim – pegou o caneco, o pão e começou a comer, a loira fez o mesmo, toda a tensão que tinha antes sumiu, “Isso mesmo. Não mudava em nada o que ela tinha que fazer”, pensou a morena.

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Assim que o dia amanheceu, começaram a viajar. Nefera a acordou dizendo que tinham que recuperar o tempo perdido, Arquia concordou mas ainda se sentia um pouco fraca, tanto fisicamente como em poder magico, pois ele ainda não tinha se recuperado totalmente e isso a preocupava. Se fossem atacadas talvez não pudesse revidar.

– Tem uma expressão tensa no rosto. O que foi? – a loira cavalgava ao seu lado. Nefera sabia que Arquia estava fraca mais não até que ponto.

– Nada – viu pelo semblante da outra que ela não tinha se convencido - só estou cansada – Nefera olhou involuntariamente para o braço dela. Que agora estava completamente enfaixado, para esconder as tatuagens. Depois virou o rosto. Suspirou.

– Sei – não sabia o que se passava pelos cabeça da outra, mas era clara sua preocupação. Talvez duvidasse se Arquia seguiria com sua decisão.

Arquia observou Nefera. Ela cavalgava com graça. Ao lutar contra aquele crool sua habilidade com a espada ficou claro. Como se tivesse feito aquilo a vida toda. E talvez fosse assim, já que Arquia não sabia nada sobre a loira, e não ousou perguntar, já que todas os momentos em que ela se deparou com coisas do seu passado, seu semblante foi de tristeza e ao vela daquela forma sentiu um aperto no peito, e não gostava de sentir aquilo. Mas também não saber nada da outra não lhe agradava.

– Algum problema? – a loira a olhava de canto de olho.

Arquia observou aquele mar cristalino que era seus olhos, então virou o rosto mirando a estrada que estavam, do lado de Nefera era cheios de arvores, mas o da morena tinha um campo aberto. Ao olhar pro seu lado viu um menino brincando, com uma bola de feno, provavelmente feito por ele mesmo, mas mesmo sendo um monte de feno enrolado, o garoto esbouçava um grande sorriso ao brincar com ela e ser acompanhado por um adulto que apenas observava com um sorriso cheio de ternura no rosto. Arquia tinha feridas que não queria que fossem tocadas, e sabia que com a loira era do mesmo jeito. A morena trincou o maxilar ao passar pela cena e virou o rosto, colocando sua máscara sem emoção.

– Nenhum – olhou pra frente e durante toda a viajem, não falou nada, apenas ignorou tudo a sua volta, até Nefera que da mesma forma não disse nada.

A noite já tinha chegado, mas as duas ainda cavalgavam, estavam procurando um lugar pra acampar, quando acharam uma pequena colina, e decidiram ir até lá. Ao chegar no topo a cena que se sucedeu diante de seus olhos. Uma cidade murada com pequenos focos de incêndio, gritos e rugidos de feras negras.

– Não! – Arquia olhou pra loira, seus olhos estavam semicerrados em descrença e raiva, estava prestes a incitar o cavalo a descer a colina, quando o morena segurou seu branco – O que está fazendo?! – a olhou indignada, a morena ignorou sua irritação.

– São muitos, não acho que seja prudente descer até lá, e pelo estado do lugar, não deve haver tantos vivos – “além de quer estou fraca e não posso lutar assim”, pensou a morena. Nefera abaixou a cabeça por um momento, Arquia viu que a loira estava ponderando suas palavras, no entanto mais um grito foi escutado, a loira levantou a cabeça de súbito.

– Você não precisa vir! – puxou seu braço do aperto da outra com certa agressividade, e desceu a colina em disparada indo em direção a cidade.

Arquia a olhou. Surpresa. Cada vez que ela se distanciava seu peito se apertava, franziu o cenho quando a loira adentrou a cidade, segurou as rédeas do cavalo apertando com força, e fez o animal avançar. Se fosse qualquer outro ali a deixaria pra morrer, mais por alguma razão não conseguia, e não sabia porquê. Só o pensamento de vela se ferir a doía tanto, mais do que um corte profundo.

Ao entrar na cidade, viu que o lugar estava pior do que parecia por fora. Corpos de pessoas no chão com ferimentos que mostravam seus interiores, alguns chorando em agonia, feridos tentando fugir dos seus carrascos, chamas em todo o lugar. Era difícil acreditar que alguém sairia vivo de lá. E bem no meio de tudo isso estava ela. Nefera com uma aspada na mão e um adaga na outra, as feras a rodeavam, no entanto ela os derrubava, quase sem nenhum esforço. Girava a sua espada contra carne, dilacerando o seu oponente, se abaixava fazendo cortes horizontais, desviava já atacando, perfurando as feras e derrubando seu inimigo, era como presenciar uma dança cheia de elegância e sangue. Cada golpe dela era preciso.

Arquia ficou admirada com a cena, não esperava por isso. No entanto nesse momento de distração sentiu seus cabelos serem puxados, a fazendo cair do cavalo indo ao chão, quando olhou pra cima, teve a visão de uma fera grotesca que ainda segurando seus cabelos, lançou um golpe de punho fechado em sua direção, a morena desviou rolando pro lado. Escapou do ataque. Mas logo em seguida sentiu ser puxada pelos cabelos de novo, tentou pensar em uma forma de escapar daquilo. Ao olhar pra cima viu seus cabelos emaranhados na mão da fera. Era impossível tentar fazê-lo soltar. Uma voz autoritária e roca, ecoou em sua mente.

 “Não hesite. Pense nas consequências depois. Apenas faça!”

Tirou a adaga da sua alforja no peito e com um único golpe veloz, passou pelos seus cabelos. Os cortando-os. Se libertando de sua prisão. Não deu tempo pro animal pensar, pulou em cima dele e com a adaga enfiou em sua garganta abrindo um sorriso vermelho fora a fora. Se afastou. Encarou a fera e viu em suas patas o seu cabelo. Aquilo a atingiu profundamente.

Passou as mãos pelo cabelo que restava em sua cabeça, deslizou seus dedos até as pontas que agora davam em cima de seus ombros. Seus olhos murcharam com a constatação. Nesse mesmo instante os prédios do outro lado foram destruídas, por uma fera, que chutava as casas para abrir passagem pra ele. A criatura dava duas casas uma em cima da outra. Arquia olhou de canto de olho, sua visão estava turva. De raiva. Tudo a sua frente estava vermelho. Ela queria sangue. Assim que viu a morena o crool a atacou. Antes do golpe a atingi-la ela saltou, caindo agachada em cima do braço da fera. Começou a correr até ver claramente seu pescoço, a criatura vendo o que estava acontecendo, lançou o outro punho em sua direção, a morena saltou outra vez, então pairando no ar, chamas surgiram em sua mão e se esticaram formando um chicote laminado, que com um único movimento se agarrou no pescoço do crool e deu voltas até se prender. Arquia aterrissou bem atrás da fera. Com a maestria de um gato. Então puxou o chicote com rapidez e força o suficiente pra decapitar a criatura. A cabeça deslizou até atingir o chão sendo seguida pelo corpo fazendo um baque ensurdecedor. Suas chamas aos poucos foi sumindo.

– Arquia... – a morena ouviu a voz da loira, seu tom era hesitante, a olhou de canto de olho, havias manchas negras em suas roupas, ao olhar além dela viu que as criaturas estavam todas mutiladas e mortas.

– Se já terminou seu ato de boa-fé, podemos ir embora? – falou dirigindo seu olhar pra ela e ao mesmo tempo se afastando. Começou a andar pra fora da cidade, passou pela entrada, e do lado de fora avistou longe seu cavalo pastando na campina perto de uma arvore. O animal com toda certeza tinha se assustado com a confusão que se seguiu a sua dona, mas já parecia calmo. Caminhou em sua direção. Uma mão a segurou no pulso a impendendo de continuar, e se Arquia não tivesse firmando os pés com força. Que ela já não tinha. Teria indo de encontro ao chão, pois a morena já estava fazendo um grande esforço pra andar.

– Espera! – se virou e deu de encontro com a loira, que tinha os olhos semicerrados – Está fazendo pouco do que fiz?

– Me diga quantas pessoas você acha que vai sair daquela cidade com vida? – a loira abriu a boca – E mesmo que alguns vivam, acha realmente que eles vão sobreviver até encontrar um lugar seguro, sem ajuda? – suas sobrancelhas estavam levemente levantadas – Ou você pretende encontrar um lugar pra eles e lava-los até lá?

– Se necessário porque não? – a loira franziu o cenho. Arquia puxou seu pulso e virou as costas pra Nefera

– Vai embora!? – a morena parou. Estava arfando um pouco. Queria apenas se deitar encostada do seu cavalo e dormir com o calor dele a envolvendo.

– Duvida de mim? – vociferou a pergunta. Sua voz saiu rouca, porque estava fazendo força pra conter sua raiva e para não desabar. Viu surpresa no rosto da loira ao encara-la.

– Eu direi uma última vez. Tem minha ajuda, minha decisão não mudou. Mas você que decide o que vai fazer com ela. Quer que eu a ajude a salvar qualquer coitado que encontramos? Tudo bem farei isso. Mas tenho certeza que entende de que nada adianta salva-los, se não acabar com quem comanda essas coisas – falou apontando para os crools moribundos atrás da loira. Embora a loira a fuzilasse com os olhos, Arquia viu a dúvida em seus olhos. Suspirou. Se virou, deu um, dois, três passos, e quando estava prestes a dá o quarto.

– O que as donzelas fazem por essas bandas? – aquela voz estremeceu Arquia por dentro, era como uma lamina gélida e afiada – Estão perdida senhoritas? – quando a morena olhou pra cima, viu um ser coberto de sombras que se misturavam com sua armadura, cabelos longos e negros. Arquia deu um passo pra trás, estava arfando não só pelo cansaço mas por aquilo ali na sua frente, encima de suas cabeças. Aquele ser sombrio. Ele não precisava falar nada, pois todo o seu corpo já diziam pra Arquia, que ele era um inimigo. Sua voz, as sombras em volta dele, seu sorriso, os olhos mostravam um abismo profundo. Ela recuou um passo sumindo. Em um piscar de olhos, pegou Nefera no colo e correu o mais rápido que pode. Elas eram como um vulto, no máximo um vento forte passando por quem quer que ainda estivesse ali.

– Arquia? – Nefera a chamou pelo nome

– Não posso lutar contra ele - olhou a loira de relance - Não podemos lutar contra ele! – Nefera olhou pra trás e viu que ele ainda estava ali.

– Ele é um general – Arquia a olhou com indagação – sua força é quase equiparada com de seu mestre.  

– Então é amigo daquelas coisas?

– Ele é um dos nove comandantes dele. Cada General comanda uma grande legião – Arquia olhou pra trás e viu ele ainda observando-as, franziu o cenho.

– Não podemos enfrenta-lo!

– Não. Você não pode enfrenta-lo – a morena levantou uma das sobrancelhas

– O que quer dizer?

– Se você o enfrentar vai ter que usar a armadura – “isso se ela conseguisse”, imaginou Arquia – e quando ele ver vai saber que você é quem herdou as chamas do guerreiros que um dia matou seu mestre...

– E estou destinada a fazer isso de novo – sussurrou a morena

– Isso mesmo. Me deixe aqui... – a morena viu uma floresta a sua frente, poderia tentar se esconder ali e procurar um refúgio – ...posso ganhar tempo para que possa fugir...

– Quanto tempo você acha que conseguiria, antes dele arrancar sua cabeça? – falou sem olha-la, mas era clara o sarcasmo em sua voz.

– O suficiente pra você... – Arquia sentiu algo gélido e doloroso arrancar carne e pele em sua perna, tinha sido atingida por uma lamina sombria a fazendo cambalear antes de entrar na floresta, embora não tenha conseguido a deter, pois mesmo com a perna sangrando seguiu até entrar na parte mais densa da floresta, colocou Nefera no chão, que prontamente ficou de pé. Arquia respirava com dificuldade.

– Você está bem? – a loira falou se aproximando, tinha preocupação em sua voz, rasgou um pedaço de pano da manga de sua camisa e amarrou na perna da morena, que logo foi tingido de vermelho.

– Arquia está me ouvindo? – a morena a olhava nos olhos, sua respiração já estava normalizando – consegue correr mais, certo? – antes que Arquia falasse pra loira tirar da cabeça aquela ideia absurda de enfrentar aquela coisa sozinha, um som estridente invadiu seus ouvido.

– Não adianta correr e nem se esconder! – a frase tinha sido seguida de uma gargalhada.

– Tem quer ir agora – Nefera se levantou olhando pra cima, procurando ele. Sacou sua espada – vá para leste, vou afasta-lo....

Arquia pegou o braço de Nefera, o que a fez soltar a espada, a puxando pra baixo e com sua nuca ao alcance a golpeou fazendo-a desmaiar, a pegou no colo e caminhou até uma pedra grande e a colocou encostada nela, atrás de arbustos, ninguém a viria ali. “Ela adormecida tinha um rosto angelical”, pensou Arquia mordendo o lábio inferior. Doía ter que deixa-la ali, como se estivesse abandonada, mas era preciso. Nefera nunca desistiria de seu plano, e elas não tinham tempo pra discussão. E em meio ao desespero Arquia tinha decidido, que a loira era mais importante que ela, não sabia porquê.

Tocou o rosto de Nefera envolvendo com sua mão, era macio e tinha um leve calor. Observou seu cabelo loiro, seus cílios longos, e imaginou seus cristalinos olhos azuis a olhando com indignação, e deixou um leve sorriso brotar em seus lábios, com aquela cena em mente.

– Apareçam! quanto mais tempo demorarem mais doloroso vai ser! – aquela voz cortante lhe tirou de seus pensamentos. Tirou sua mão se levantando. Olhou ela uma última vez.

Semicerrou os olhos. Suspirou. Sabia o que estava por vir. Provavelmente a sua eminente morte. Se afastou de Nefera, desembainhou sua espada que estava na cintura, e com a outra mão pegou uma de suas adagas que se encontrava em sua alforja, e começou a correr. Rápido. Furtivo. Mudando de direção. O General ainda continuava gritando ameaças. Quando Arquia constatou que estava longe de onde Nefera se encontrava, decidiu sair da floresta, pois se aquela criatura decidisse descer pra procura-la, ele poderia achar Nefera. Estava em campo aberto, mas não parou de correr, olhou pra cima e viu a criatura ali a olhando. Arquia levantou as sobrancelhas. Aquela expressão não era a de quem estava perdido procurando seu alvo, e sim de alguém que sabia exatamente onde seu inimigo estava. Arquia franziu os lábios xingando-se mentalmente. A coisa sorriu com seus lábios roxos e cruéis. Já estava bastante longe da floresta quando ele pulou na sua frente a impendendo de continuar.

– Vamos começar!?


Notas Finais


E agora, o que vai acontecer?


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