História MITW - Você Me Pertence - Capítulo 23


Escrita por: ~

Postado
Categorias TazerCraft
Personagens Personagens Originais
Tags Mike, Mikhael Linnyker, Mitw, Pac, Pactw, Tarik Pacanhan
Exibições 291
Palavras 3.160
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Escolar, Esporte, Famí­lia, Festa, Hentai, Lemon, Luta, Mistério, Orange, Romance e Novela, Saga, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Bom já vou avisando que o Cap de hoje tá o!
Hoje abordei um tema, acho que pode se dizer assim, sobre opressões contra a comunidade LGBT. Tivemos algumas palestras na escola sobre opressões e tals e foi uma coisa que me atingiu de certo modo e tipo, eu sou hétero e sou super a favor da comunidade LGBT, contra agressões a mulheres, gays, lésbicas etc...
E sim eu sou a favor do aborto "legal", eu não quero generalizar nem nada e nem influenciar nem nada, mas meu lema é "Meu corpo minhas regras!" . mas isso não quer dizer que minha namorada ta grávida que eu quero que ela aborte pelo contrario eu assumiria, mas lembrem nem é toda mulher que tenha ou se relacionam com homens assim e isso acaba resultando no aborto "ilegal" causando as mortes delas em condições deploraveis! Então é assim que penso, pois mulheres ricas que abortam não passam por isso e sim as mulheres pobres elas que passam por tudo isso e acabam morrendo.. Me desculpa se alguém discorda e tudo mais..

Boa Leitura! *3*

Capítulo 23 - 23 Cap - My Son


Gostaria muito que vcs lessem as notas iniciais é algo que tem um pouco haver com o cap de hj..

Boa Leitura!

-xXx-

 

— Baby? Já terminei podemos ir agora..

— Tudo bem, me leva?

Ergo os braços em sua direção, um beicinho salta de baixo do meu lábio superior o fazendo sorri sacana. Meus braços abraçam seu pescoço e minhas pernas enlaçam sua cintura. As mãos de Mike seguravam minhas cochas, ele solta uma das duas para pegar chaves, sua maleta e fechar a porta.

Os corredores antes cheios, agora se encontram vazios e silenciosos que pra quem estivesse ali só, um tanto macabro, se cagaria de medo. Vamos direto para o elevador, meu nariz e rosto estavam na volta de seu pescoço e ombro. Inalo seu cheiro de perfume amadeirado e hortelã, solto o ar pesadamente pelas narinas uma forma do sono protesta sua chegada.

Chegamos ao subsolo onde se encontravam todos os carros de funcionários que agora só tinha a BMW de Linnyker. Mike da a volta no carro e abre a porta me colocando no banco, me aconchego no estofado a procura de uma boa posição. Sinto lábios em minha testa, me permito sorrir fraco por conta do sono, a porta é fechada e o mesmo da a volta novamente entrando do lado do motorista.

— Mike?

Minha voz sai um tanto arrastada e fraca.

— Durma pequeno, vamos passar na minha casa primeiro, espero que não se incomode. E depois iremos a sua para que eu possa falar com sua mãe.

— Tudo bem..

Me deixo levar pelo cansaço do dia. Luke, Cellbit, Mike e uma suposta viajem. Quantas coisas mais podem acontecer em um dia só? De um dia divertido com seu melhor amigo até um cara descarado que se joga a qualquer um por ai. Até seu namorado e uma suposta viajem. Que dia corrido! Mas tudo vale a pena, tudo tem seu propósito nessa vida, nada acontece por acaso. São coisas predestinadas a você.

O caminho é calmo, em alguns momentos acordava e tinha a bela vista de Mike com aquelas esmeraldas focadas no para-brisa do carro, o maxilar travado e o cenho franzido mostrando sua concentração na direção. Escuto portões rangindo, talvez por falta de óleo nas juntas, mas acredito que já estamos em sua casa. 

O carro para, a puxada brusca do freio de mão faz o carro para no pátio frente a casa. O porta ao lado é fechada e outra é aberta, sinto braços em minas cochas e costas, encosto em seu peito rubro e rígido puxando um pouco a borda de seu paleto agarrando minhas mãos ali. 

Sou posto a algo macio, sua cama, me lembro perfeitamente da nossa primeira vez nela. É algo que não tem como se esquece Mike simplesmente é maravilhoso! Uma caixinha de surpresa, pronto pra lhe surpreender a cada instante. Abro os olhos vagarosamente, o ambiente era escuro mas claro pelas luzes fracas de uma sanca no teto que contornava os cantos do quarto. 

— Mike?

— Oh, oi pequeno. Durma mas um pouco , vou tomar uma banho ai podemos ir..

— Posso tomar banho com você? É que também preciso de um banho..

Mike sorri com minha pergunta, talvez por ter meu corpo nu assim entregue a ele, mas deixaria claro que será apena só um banho e não passaria disso.

— Não seria louco de recusa uma proposta dessas..

— Não vá se animando Linnyker, vai ser só um banho viu?

Já me levanto tirando as meias, me levanto esticando e estalando o corpo todo e um longo bocejo, mãos enlaçam-se ao meu quadril. Beijos são posto do meu pescoço até minha nuca, chegam até minha orelha apanhando o lóbulo mordendo ali me fazendo gemer.

— Como quiser Pacanhan. Mas não pense que vai escapa de mim em Londres, vou te foder de um jeito que você nunca esquecera..

Suas palavras me fazem arrepiar e uma vontade enorme para que essa maldita viagem chegue logo. A ansiedade bate e a vontade de senti-ló novamente dentro de mim, me preenchendo em todos os sentido da forma que só ele consegue me fazer sentir.

— Mau posso esperar para essa viagem então.

— Imagina eu então baby.. Vá indo preciso pegar algumas toalhas para nós.

— Não demora..

 

Mikhael -

 

Não demoro mais que o necessário, sabendo que ele estaria a minha espera. Aquele corpo com curvas invejáveis, onde minhas mãos se encacham perfeitamente. Pego algumas toalhas no closet, me dispo ali mesmo pendurando o terno nós cabides. Me direciono ao banheiro, mas chegando ao batente da porta para de abrupto apreciando a bela visão do corpo alheio..

Ele retira a camiseta e abaixava o short passando-os pelos pés os jogando num canto do banheiro. Devagar ele se abaixou retirando a box deixando a visão de suas nádegas pra mim..A cintura fina, as covinhas no fim da coluna, a bunda branca e avantajada com coxas tornadas e grossas. O meu Deus! Me de controle para não encurrala-ló naqueles azulejos e faze-ló gozar até pedir por uma trégua!

— Você vem?

Ele diz abraçando o próprio enquanto entrava no box de chuveiro já ligado. Coloco as toalhas sobre o mármore e o sigo retirando minha última peça de roupa existente em meu corpo. Adentro no box abraçando-o por trás, chocando sua bunda em meu quadril, tentando ao máximo para não me exitar, mas é quase impossível! Um pouco de sabão liquido em minhas mãos, as passando de sua cintura para os ombros, dos ombros para seus braços, costas e sua bunda. Mas sem malicia alguma, mas claro que alguns pensamentos passam por mim, mas os afasto-os virando o corpo minusculo a minha frente pra mim..

— Cabeça para trás por favor..

Peço e assim ele faz. Passo um pouco shampoo em seus cabelos os esfregando com as pontas dos dedos na forma mais delicadas o bastante enxaguando em seguida, passando as mãos ao longo de suas madeixas negras e molhadas. Ele sorri com o meus mimos. Ele gosta dos meus carinhos e mimos, confirmado. Repito o mesmo procedimento com o condicionador deixando um beijo na ponta de seu nariz no final.

Sinto suas mãos e o cheiro de sabonete liquido de frutas vermelhas percorrer meu corpo. Abdômen, peito, costas  ele até se atreve ser pervertido apalpando uma de minhas nádegas me fazendo rir e ele gargalha fraco e morder o lábio inferior. Ma um ato provocativo vindo de sua parte me faz arfar, sinto sua mão delinear o V abaixo se de meu abdômen e descer até minha virilha e rodear a base do meu membro com sua pequena mão.

Ele começa com movimentos lentos indo até minha glande a massageando devagar. Uma forma torturante e boa de me provocar. Me encosto a parede de azulejos escuros, enquanto a água banhava ambos os corpos de baixo de si, afasto os cabelos molhados que caim sobre meus olhos e minha testa, meus gemidos roucos pareciam lhe agradar, uma de suas mãos estavam em meu peito em quanto a outra fazia um belo trabalho prazeroso em meu membro. Ele acelera os movimentos vendo que eu estava perto do meu ápice, estaria perto de me derramar em sua mão. espasmos como calafrios percorrem toda extenção do meu corpo cada canto correspondia a seus toques. Meu orgasmo vem vindo junto, logo desmancho em sua mão, mas aperto minha mão junto a sua em volta do meu membro prolongando o sensação prazerosa. O vestigio do esperma de cor perolada e quente era apagado aos poucos pela água que nós banhava. Minha respiração descompassada era nítida de se perceber.

— Você me deixa louco cada vez mais por ti..

Vou de encontro aos seus lábios vermelhos, passando minha língua por seu lábio inferior em modo que ele me concedesse de invadir sua boca, que logo cedeu de bom grado, os arrepios causados quando nossas línguas se chocam são indescritíveis. Cada toque, cada arrepio são sensações diferentes a cada um deles difíceis de interpreta. Com ele, apesar de não ser a primeira vez, é sempre como a primeira vez. Ele tem esse dom de torna tudo melhor com seu jeito meigo, simples e inocente. Tarik Alvares Pacanhan é e sempre sera minha perdição, sera meu ponto mais fraco. Estará atado aos meus braços e estarei disposto a mante-ló sempre neles! O cuidando e protegendo..

— Isso é muito bom de se ouvir..

Ele ri baixo contra meu peito enquanto ficamos mais minutos de baixo d'água, beijo o topo de sua cabeça molhada. Saio do box primeiro me enxugando e envolvendo a toalha em minha cintura, em seguida ele vem mas antes que o possa pegar a toalha o levando colocando sobre o mármore da pia, passo a toalha por seus cabelos descendo para seus rosto e ele sorri com as bochecha coradas. E assim faço por todo seu corpo enxugando e pondo a toalha envolta de seus ombros. Algumas de suas roupas já ficariam por aqui, então não haveria problemas com roupas minhas em seu corpo pequeno..

— Mike! Onde colocaram aquele suéter meu?

Ele clama por mim, que vesta as roupas no quarto fora do closet.

— Devem estar junto aos meus moletons, devem colocado ai por engano. Segunda porta na parte de cima perto das gravatas.

O informo, digamos que meu closet não seja tão "pequeno" assim! Termino de ajeita as botas de couro caramelo em meus pés. E ela sai deslumbrante de lá. Calça skynni na cor vinho, uma camisa branca de mangas longas gola V e um tênis de cano médio preto com detalhes brancos.

— Você me surpreende a cada vez que troca de roupa..

— Eu sei, os Pacanhan tem esse efeito..

— E de me deixarem exitado facilmente!

O beijo castamente sobre os lábios rosados, passo por ele, entrando no closet escolhendo um dos perfumes. Pego um de vidro longo e fino. Fragância Francesa, uma das melhores na minha opinião.

— Anão Mike! Esse não, essa coisa fede a bebida e nicotina.

— Mas..

— Mas nada. Cade aquele amadeirado e com cheirinho de hortelã? Amo o cheiro daquele perfume ainda mais em você.

Ele pisca atrevido em minha direção, me fazendo rir sacana mordendo o lábio, ele se inclina um pouco adentro do closet pegando um dos frascos vindo até mim retirando a tampa do frasco e passando um poco em seu pulso e depois em meu pescoço e numa parte da roupa. Ele aproxima o nariz do meu pescoço se inebriando com o cheiro do perfume. Me causando um arrepio bom com seu ato.

— Bem melhor..

Ele fica na ponta dos pés e beija meus lábios, coloco minhas mãos em sua cintura por baixo da camisa o levantando um pouco para ficar na minha altura. E um maldito celular resolve toca!

— Desculpa... Alô? Oi mãe...hoje?...tudo bem sim...as sete então. Ta, nós vamos sim...também te amo. Thau.

— Sua mãe? 

Pergunto ajeitando o cabelo e ele levanta um pouco as mangas da camisa longa.

— Sim, e ele nós convidou pra ir jantar com eles..

— Eles?

— Sim "eles", minha mãe conheceu um cara, mas especificamente o chefe dela. Mas ela esta se fazendo de difícil..

Enquanto me ajeitava mais um pouco ainda com uma pomada no cabelo resolvo continuar o dialogo que devidamente me arrependo.

— Parece que vocês tem uma paixão platônica por chefes..

Naquele momento meu sorriso brincalhão sumiu, a expressão alheia afrouxou e seu olha era de ofendido.

— Oque você quis dizer com isso? Tudo bem Linnyker...

Ele sai do quarto em passos pesados e determinados, ele atravessa o batente da porta. Até o momento em estava sem saber oque fazer mas seus passos me despertaram os sentidos, me fazendo ir atrás dele antes de sair pela porta do Hall da casa.. Ele estava perto aporta mas seguro seus braços o virando pra mim, ele tenta se solta mas seguro um pouco mais forte seus pulsos. Seus olhos já transbordavam, provavelmente a ofensa teria tomado seu corpo e na quele momento toda a culpa do mundo caiu sobre minhas costas, me partia vê-lo daquela maneira e saber que a causa daquilo era minha culpa.

— Pac espera, ei..ei..ei calma ai. Me desculpa, não foi oque eu quis dizer, desculpa amor. Eu fui idiota em dizer isso, eu sei que dinheiro não é algo que sobe a sua cabeça muito menos interesse. Me desculpa...

Ele antes relutante para e me deixa abraça-ló, ele segura o tecido de minha camisa afundando a cabeça em meu peito. Ele se acalma em alguns minutos..

— Esta mais calmo?

Ele assente com a cabeça e lhe dou um sorriso fraco.

— Mike..eu não quero que você pensa isso de mim. Você sabe que...

— Shhh, ta tudo bem, não precisa falar nada. Eu fui culpado disso, e sei muito bem que tipo de pessoa você é. E também que você e sua mãe são pessoas maravilhosas...

— Falando nela, nós convidou para um jantar para conhecer o Marck. E ela te convidou, você já faz parte da família..

Aquilo me acende um chama no coração, que me aquece por dentro, me causando ma sensação boa dos pés a cabeça. 

— Seria maravilhoso participar desse momento.. Podemos ir então?

— Claro, só preciso ir ao banheiro rapidinho levar o rosto e tirar essa cara de choro..

— Tudo bem pequeno..

 

Tarik -

 

— Parece que alguém achou o caminho de casa é? Mike que bom te vê querido! E onde você esteve o dia todo Tarik?

— Você sabe mãe, fui encontra o Cell e depois fomos ao shopping. Depois fui até o trabalho do Mike, fiquei um tempinho lá e depois a casa dele..

— Mas já esta são e salvo em casa..

Mike intervem no dialogo, tirando um sorriso da minha mãe. Sentamos no sofá e Mike já me abraça pelos ombros me aconchegando em seus braços..

— Quando ele chega mãe?

— Pelo que ele me disse, lá pelas sete e meia, ele fecharia o restaurante um pouco mais sedo..

— Em qual restaurante a senhora trabalha?

— "Upper East".. Porque?

— Não, é que eu frequento  muito o Upper East, bom, frequentava né. O tempo não me favorece muito mas...eu acho que devo conhece-lo já..

O olho desacreditado, quem nesse mundo esse homem não conhece?

— Quem nesse mundo você não conhece?

— Bom gostaria muito de conhecer a Lady Gaga e pedir pra ela cantar "Aplause" pra mim..

Dou um tapa em seu braço e ele finge dor massageando o lugar.

— Bobo.. mas eu gostaria de conhece-lá também..

— Por conta da minha profissão, eu acabo conhecendo muito empreendedores e empresários de NY. E eu também frequentei muito o restaurante de Marck certo?

Minha mãe assente para ele, no estante seguinte a campainha soa tilindra pela casa. Minha mãe vai aporta, ela parecia nervosa, isso me faz rir dela que me olha repreendendo e eu paro no estante.

— Oi..

— Oi..e linda como sempre Ana..

Um educado, elogios ganham qualquer pessoa, mas não o bastante para me convence..

— Vamos entra, venha..

— Licença, boa noite...

Minha primeira impressão foi de uma homem já nos seus quarenta, cabelos loiros e olhos azuis, corpo robusto e dotado de músculos. Usava um terno de risca preta com os cabelos penteados e alinhados para trás.

— Linnyker! Você por aqui?

— Parece que temos o mesmo gosto para pessoas magnificas! 

Ele diz e me olha o ultimo estante de sua fala me fazendo corar. Dou-lhe um selinho rápido nele que sorri..

— Oh, você namora o filho de Ana?

— Acho que sim né..

Os dois riem, pareciam se dar bem. Minha mãe parecia feliz com a presença do homem. Só espero que ele vá-lhe a pena, pois não é qualquer homem que vai entra na vida dela e sai de abrupto sem mais nem menos! Estávamos todos sentados na sala, eu e Mike num sofá e Marck e minha mãe do outro lado e outro sofá menor apenas a mesa baixa de centro nós separavam..

— Bom Marck... eu sei que posso parecer precipitado mas..quais são suas intensões com a senhora minha mãe?

A mesma nega com a cabeça enquanto ria do meu modo de falar..

— Bom, minhas intenções com a senhora sua mãe são das melhores e mais positivas. Desde que há vi na entrevista de emprego já havia me cativado por ela. Aparentava ser uma pessoa boa, bonita e batalhadora. E oque eu mais quero é poder da a ela e creio ao meu futuro afilhado é muito mais que felicidade. De forma alguma quero ocupar o papel de seu pai, mas prometo fazer você e sua mãe felizes como um verdadeiro e pai e marido...

Eu não me importaria se ele quisesse ocupar o lugar do meu pai, creio que ele faria o papel de pai bem melhor que o próprio. Mas sabia que ele não queria magoa-lá e sim a fazer feliz. Minha mãe merecia isso, ela passará tanto tempo só sem a companhia de alguém.

— Mãe...já pode casar. Esse é o homem da sua vida..

— Tarik! Isso é coisa que se fale menino?! Meu Deus, me desculpe Mack...

— Tudo bem, eu também concordo com Tarik..

— Aaaahhh meu Deus, eu vou levar as alianças!!! 

Mike me segura em seus braços tentando me acalmar, eles são muito lindos juntos, Mike ria do meu estado de alegria ao seu lado.

— Tarik Alvares Pacanhan. Sossegue agora..

— Você me lembra muito o Dilam, meu filho..

— E porque não trouce?

— Seria maravilhoso, mas isso é impossível agora, Dilam faleceu a dois anos por ser agredido na rua. Ele foi pego por um grupo de homofóbicos que o agrediram, infelizmente ele não resistiu e faleceu por morte acéfala. Foi quando meu casamento desandou, eu e minha ex esposa, já não nós amávamos como antes. Dilam sempre troce alegria para casa com seu jeito alegre, exagerado e extrovertido. Quando a noticia de sua morte chegou a mim meu mundo caiu. Parecia que nada no mundo fazia mas sentido. Bom, ai foi quando eu me dediquei a minha profissão de chefe de cozinha, os méritos da empresara foram crescendo, a renda aumentou e hoje dez por cento do ganho dos restaurantes em meu nome vai para a instições onde acolhem a comunidade LGBT que passam por agressões e abandono dos pais. Esse era o sonho de Dilam que se torno o meu..

Eu estava estupefato com a confissão, minha vontade de chorara é imensa, Dilam certamente era uma pessoa muito boa e amada pela família. Marck com certeza tivera o melhor filho que alguém poderia ter. Minha mãe afagava o rosto do homem que sorria fraco para ela. Mike virá meu estado de choque com tudo me abraçou, me sinto na posição de conforta o homem depois de sua confissão que ao menos se importo em me conhece melhor e já ter depositado, suponho, uma das coisas mais importantes de sua vida a mim..

— Eu sinto muito Marck, claramente Dilam é uma pessoa maravilhosa. E você certamente você foi e é um ótimo pai.. Posso te dar um abraço?

Me levanto e vou em direção ao homem alto, abraço seu tronco afagando suas costas, ele tinha as mãos em meus cabelos, minha mãe segurava seus ombros. 

— Tudo bem..meu filho ..

 


Notas Finais


Bom sobre oque eu disse nas notas iniciais, ou se você discorda, deixe sua opinião gostaria de ouvir seu argumento tudo mais. Me desculpa se alguém se sentiu ofendido.. Não deixem de votar na fic, comentem É SÉRIO COMENTEM '-'.. Bjss do Guii e Fuii >3<


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...