História MITW -A cura do Amor - Capítulo 66


Escrita por: ~

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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac, Personagens Originais
Tags Cellbit, Cellbits, Gabieby, Mike, Mikhaé, Mikhael Linnyker, Minecraft, Mitw, Pac, Pacanhan, Tarik, Tazercraft
Exibições 468
Palavras 2.034
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OI OLHA QUEM VEIO ATUALIZAAAAR
eu mema
'-'
desculpa se vc achou q fosse outra pessoa ;~;
GENTE TENHO UM PEDIDOZINHO
passem nas fanfics da snotas finais, deem uma lida... muitos de vcs ainda não conhecem pode ser que gostem!
porque nesses dias q n att aqui, estava trabalhando nelas e tal
ENTÃO NÃO ESQUEÇAM DE TER MAIS UMA DOSE DE MITW PASSANDO NA SNOTAS FINAIS

Capítulo 66 - O Problema


-Era o Cellbit? –Tarik perguntou a Mike depois de acordar. Os dois se encaravam enquanto Mike segurava o telefone.

-Ah... Sim... –Ele respondeu evasivo. Tinha passado quase a noite toda olhando Tarik dormir . Ele tinha esse costume desde muito tempo atrás e acabou não perdendo. Cellbit ligou no inicio da manhã, e não parecia muito bem. Bastou insistir um pouco pra que ele contasse o que estava havendo. Mike começou a chorar silenciosamente. Ele não esperava que essa fosse a própria reação. Mas quando se ama alguém, é assim que a gente se comporta. Espontaneamente, sensivelmente. Ele limpou os olhos antes de olhar para Pac.

-Você estava chorando?

-Não... É o vento da janela. Meus olhos estão lacrimejando. –Mike respondeu, sentando-se na cama. Sabia que teria que contar, mais cedo ou mais tarde, mas não era uma tarefa fácil.

-É verdade mesmo? –Outra tarefa quase impossível, era esconder algo de Tarik.

-Sim. É melhor você se levantar, temos que aproveitar o restante da semana. –Mike falou sorrindo. Pac se levantou retribuindo o sorriso e correndo pro banheiro pra tomar um banho.

Nos planos de Linnyker, eles se casariam e logo teriam a guarda de Lucas. Não haviam muitas famílias interessadas em garotos acima de cinco anos, e com um histórico de traumas como o dele. Eles eram o casal com preferência. Tinham uma união estável, estavam casados... E agora isso. Não tinham como lidar com esse problema. Bastava uma palavra do pai de Lucas, e todos os seus planos iam por água a baixo.

Mas quem era esse homem? Mike queria saber em que mãos estava deixando seu garoto.

Alguns minutos se passaram, e os dois caminhavam juntos no calçadão do litoral. Não era difícil esquecer dos problemas com o sorriso de Tarik, apenas a presença dele era capaz de expulsar toda a tristeza. Algumas pessoas olhavam os dois de mãos dadas na rua. Mas ninguém jamais tinha comentado algo.

-Vocês!

Os dois se viraram.

-Acham bom expor crianças a esse tipo de coisa? –Uma mulher falou com todo o desdém possível. Ela segurava um garoto de cerca de dez anos pelo braço, e o cara que parecia ser seu marido, estava logo atrás com uma garotinha com cerca de três anos.

-Do que a senhora está falando?

-Ainda pergunta? Ninguém é obrigado a lidar com viados andando assim na rua!

-Lana... –O marido da mulher parecia envergonhado. Algumas pessoas haviam parado para ouvir a discussão.

-Não. Eles tem que ouvir, alguém tem que falar alguma coisa... Ou vão começar a criar cópias deles.

-A senhora não tem direito de nos agredir assim –Pac falou. Mike segurou seu braço, o mantendo longe da mulher.

-Você está assustando meus filhos saindo na rua assim! –Ela gritou, chamando mais a atenção.

-Acho que você está assustando eles. E educando os dois dessa forma, só vai envergonhá-los mais ainda.

-E ainda quer dizer como educo meus filhos? Eu digo como! Longe de gentinha como vocês. –Ela disse, quase avançando em Pac, que não recuou. Mike o puxou, fazendo-o ficar atrás de si.

-Se a senhora não quer parar na cadeia agora mesmo, sugiro que pare. Temos testemunhas e se não sabe estamos num país livre. A rua não é sua, é pública. Se encostar um dedo no meu marido te garanto que não vai ficar impune só por ser mulher.

-Vamos Lana! Eu tô cansado dos seus chiliques! –O marido se pronunciou. Como o restante da família olharam assustados, Mike julgou que isso não fosse muito comum. –Peço desculpas por isso rapazes.

-Desculpas? Eles fazem isso na frente...

-Por favor cala essa boca! E sobre nossos filhos, já chega! Agora vamos. –Ele puxou a mulher pela mão, levando a garotinha no outro braço.

Algumas pessoas bateram palmas na rua, e como era de se esperar outras fizeram o mesmo. Mike e Pac ficaram parados, estáticos tentando compreender o que havia acabado de acontecer.

 

 ***

Dois dias se passaram depois do incidente na rua. Mike e Pac se preparavam para voltar.

-Eu nem acredito que acabou....

-Hey, não acabou... Temos a vida inteira agora. –Mike falou, passando uma mão no rosto do outro. Tarik sorriu recebendo o carinho.

-Tem razão. Vamos andando, ou vamos acabar perdendo o voo. Imagino como estão as coisas por lá...

Mike assentiu, Ele fechou a porta do hotel lentamente, antes de sair dali. Jamais queria que aquele momento acabasse. Mas estava na hora de encarar a vida.

 

 

-Eu tô bem de vermelho? Ou preto tava melhor?

-Não importa o que você vestir, vai continuar lindo, Cell.

Cellbit fez uma careta, esperando uma resposta de verdade.

-Ok, preto realça mais seus olhos?

-Verdade? Então talvez vermelho seja melhor, não quero que ele fique me encarnado muito...

-Calma. –Travis segurou os dois braços de Cellbit, fazendo um carinho em seguida. –O que for pra ser, será. Temos que sentar naquele sofá, e esperar que ele chegue. Meu pai não deve demorar muito. Estamos quase lá, cell.

Cellbit sossegou ao lado de Travis.

-Você acha que... nós vamos conseguir ser felizes?

-O que?

-Como eles. Meu primo e o Tarik. Eles são felizes.

-Não vamos ser felizes como eles. Nunca. –Travis disse se levantando. Cellbit se levantou também, ao ouvir aquelas palavras que pareciam tão duras. Talvez estivesse sensível demais, mas já estava começando a chorar, em lágrimas silenciosas.

-Eu e você somos diferentes deles. Totalmente. Vamos ser muito felizes, mas do nosso jeito. –travis se virou, a expressão de Cell suavizou com aquelas palavras. –Nós passamos por muitos problema,s discussões, e não serão os últimos. Mas com você, eu estou disposto a tudo. Qualquer coisa. Eu não sou a melhor pessoa do mundo... Você se lembra quando fiquei doente e tive que me tratar...

Cellbit olhou para o lado se lembrando. Travis tinha transtorno bipolar. Mas não como as pessoas falam aí. Era grave, sério. Demorou para que ele começasse a se estabilizar, ate que a doença se foi.

-Pra mim, você é. Sempre foi, doente ou não. Eu te amo faz tanto tempo que parece que é desde sempre. Eu não sei viver sem você. –Cellbit falou, fazendo um carinho nos cabelos de travis. –Vamos passar por tudo juntos.

A porta abriu, Cellbit e Travis se levantaram alarmados.

-Oi família1 –Pac falou, enquanto Mike entrava logo atrás deles.

Cellbit colocou a mão no coração, correndo até ele.

-Seu piranha! –Cell deu um tapinha em seu braço.

-Ai1 O que foi isso?

-Meu sogro tá vindo pra cá, achei que fosse ele... –Ele encarou Pac. –Vem cá... –Cell o puxou para um abraço. Bem apertado e demorado, deixando no final dele, um beijo na bochecha de Tarik que sorriu de forma doce. Mike olhou para Travis que acenou.

-Ficaram bem aí?

-Tudo certo Mikhaé. –Travis falou, sem perceber que deixou escapar o apelido que usava ás vezes, quando eram amigos. Mike sorriu.

-Chega... Eu também quero um abraço. –Mike separou os dois, Cellbit se preparou mas ele abraçou Pac Os três riram, e Cellbit agarrou o primo, enquanto Pac entrava indo até Travis.

-Comeu bastante lá? –Cellbit perguntou.

-Porque? Eu pareço ter engordado?

O loiro riu, ao perceber que Mike não captou a pergunta de primeira.

-Cell está bem? É que ele ligou pro Mike, e ele parecia preocupado...

-Ele não te contou?

-O que?

-Nada

-O que?

-O que o que?

-O que você não me contou, Mike?

Linnyker olhou bravo para Travis que desviou o olhar, ao receber um tapinha de Cellbit. Antes que ele tivesse que se explicar, o pai de Travis entrou na casa.

-Pai? –Travis foi até a porta.

-Desculpe, a porta estava aberta, e o segurança me deixou entrar. Não me recebe com um abraço, filho? –Um pouco surpreso, Travis foi até ele.

Cellbit tentou se esconder atrás de Pac, mas o mesmo o empurrou para frente.

-Então... Esse é seu namorado? –O homem perguntou a Travis que ficou boquiaberta. Ele não tinha comentado sobre o namorado com o pai. Como ele sabia?

O mais surpreendente veio depois. O homem se aproximou de Cellbit que estendeu a mão, mas foi surpreendido com um abraço de lado. Todos estavam muito surpresos naquela sala.

  ***

-Como eu não saberia?  -Marcelo perguntou ao filho, após sua pergunta. –Na noite da formatura do próprio Cellbit, eu te busquei. Você estava alterado, era quase manhã, aprecia ter bebido um pouco, ou estava muito sonolento. Me disse que gostava de um tal de Batista.

Todos na sala se incomodaram com esse nome, mas Marcelo parecia não notar.

-Por isso estava tão bravo comigo naquele dia... E eu não me lembrava porque...

-E por isso me afastei de você. Mas o que posso dizer? Me arrependo de ter falhado como pai, e quando você me ligou, vi uma segunda oportunidade. Mesmo tendo falhado dessa forma, eu sou seu pai. E te amo.

Travis estava chocado. Não esperava nada daquilo. Cellbit muito menos.

-Mas, sei que não me chamou aqui por isso. Quando começamos a falar sobre o escritório?

 

 **

Mike e Tarik deixaram os três á sós na sala, apesar da cara de desespero de Cellbit, ele teria de lidar com aquilo. E quando Pac fechou a porta do quarto –Que estava bem mais arrumado e iluminado por sinal – Mike soube que teria que enfrentá-lo. O garoto cruzou os braços.

-Desembucha Linnyker.

Mike suspirou.

-Não é fácil te dizer isso...

-Percebi, pra ter escondido tão bem,..

-Por favor, não fica bravo....-Bravo? Eu tô nervoso, ansioso. Não gosto que faça isso comigo. –Mike segurou sua mão, o fazendo sentar ao lado de si.

-Meu amor... É o Lucas.

-O que aconteceu com ele? –Pac se alarmou.

-Nada... E tudo. A questão é que agora.... a guarda dele tem preferência para o pai.

-Pai? Que pai?

-Calma... Parece que o pai biológico dele surgiu.

-O que? Não! Não! Eu, eu sou o pai dele1 Você também.... ninguém mais, deve ser mentira!

-Eu também pensei nisso, mas o homem está completamente disposto a fornecer o material pro DNA. –Mike disse. Ele estava quase chorando novamente, mas precisava ser forte.

-Porque não me disse???

-Eu não podia, tive que esperar...

-Não...

-Pac...

-Não! –Gritou. –Ele é MEU FILHO!

Mike assentiu, abraçando-o. Cellbit abriu a porta.

-Você contou?

Mike assentiu, enquanto massageava as costas de Pac, que chorava compulsivamente.

-O que houve? Marcelo perguntou ao lado de Travis, da sala. Pac se desvencilhou de Mike, correndo pra lá. Ele se ajoelhou no carpete, de frente para os dois.

-Vocês... São advogados... Vocês precisam nos ajudar! Eu faço qualquer coisa... eles não podem tirar o Lucas da gente.

Travis olhou para Mike que também chorava, e Cellbit que o abraçava.

-Fique calmo Tarik. –Ele disse. Pegou a mão do pai. –Eu e o meu pai, vamos ajudar você.

Pac assentiu, em seguida foi levado para o quarto, por Mike. Os três continuaram na sala, conversando mais. Mike fechou a porta, apagando as luzes. Ele chorava, mas secava suas lágrimas assim que saíam. Tarik estava deitado de lado, e Mike retirou seus sapatos, meias, calças. Fez o mesmo consigo e puxou as cobertas, abraçando o outro.

Pac se virou e Mike secou seu rosto com as mãos, mas não foi o suficiente, então tirou a blusa para fazê-lo.

-Eu estou aqui. Sempre.

-Mike...

-Eu sei... EU sei... –Mike o puxou em seu abraço. –Mas vamos ter que ser fortes. E muito. Pra enfrentar tudo isso.... Vamos ter que permanecer unidos, a família inteira. Porque é isso que nos tornamos, uma família. Preciso que confie em mim, meu amor. Tarik assentiu. Depois de um tempo parou de chorar.

-E você?

-O que?

-O que vai fazer da sua vida particular agora?

Mike ficou em silêncio.

-J[á tenho algo em mente. Espero que eu consiga.

Pac carinhou seu rosto. Mike jogou a camisa de lado abraçando-o mais forte.

-Você é a minha força. O que me deu forças pra insistir no meu tratamento, me deu forças pra ser alguém melhor... e pra estar aqui.

-Comigo não é diferente.

-Não me deixa, tarik. Nunca.

-Eu não posso. E não quero. Pac falou, sentindo o calor de sua pele, o contato físico, que o acalmou.

Ao menos uma certeza tinham. Que ficariam juntos até o fim.


Notas Finais


https://spiritfanfics.com/historia/mitw-alexandria-the-purple-eyes-6289510 = Alenxandria, the purple eyes. Sinopse: Ninguém desafiava Tarik Pacanhan. Não porque não quisessem.... Mas porque não podiam. Depois que descobriu o que podia fazer apenas com um olhar, Tarik já não era mais o mesmo. As possibilidades eram infinitas, e bastou um deslize para que começasse a usar suas habilidades da forma incorreta. Mas seria mesmo incorreta? Quem pode dizer o que é certo ou errado? Ele. Ele podia. Ninguém contestava qualquer ordem dada sob seu poderoso olhar.
Isso até conhecer Mikhael Linnyker.


Se trata de poderes.

*
https://spiritfanfics.com/historia/mitw--picture-6649672 = PICTURE. Sinopse: Meu passado bem diante de meus olhos.
E devo dizer: Esse passado é atormentador.
Mikhael Linnyker é um jovem estudioso se formando em fotografia, que ainda não se sente totalmente realizado em sua vida. Mas tudo pode se agravar, com um reencontro.
E pensar que tudo começou, com uma simples foto...


Pac piranhona nessa.


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