História MITW -A cura do Amor - Capítulo 66


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Categorias Minecraft
Tags Cellbit, Cellbits, Gabieby, Mike, Mikhaé, Mikhael Linnyker, Minecraft, Mitw, Pac, Pacanhan, Tarik, Tazercraft
Exibições 427
Palavras 1.528
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Festa, Lemon, Luta, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 66 - O Luau


Cellbit estava sentado do lado de fora da casa de praia. Travis havia dito que viria logo depois dele, mas já haviam se passado três horas desde que Cellbit chegou.

Ele olhava o mar, enquanto o tempo fechava e uma chuva fina caía. Ele olha em direção á estrada, mas nada acontece.

-Está frio, Travis. –Ele fala sozinho, entrando para a casa.

Quando estava com o telefone na mão, ouve o barulho característico da moto de Travis na entrada da casa.  Cellbit cruza os braços sobre o peito aguardado. Travis  bate de leve na porta antes de entrar.

-Oi... –Falou com um sorriso. Se aproximou de Cellbit mas o mesmo recuou. –O que foi?

-Você demorou demais.

Fiquei preso no trânsito.

-Não ficou

-Como assim?

-Sei quando está mentindo. Me fala onde você estava, nós planejamos de almoçarmos juntos.

-Olha, eu não tenho como provar nada.... veja o tanque da moto.... não tem gasolina quase nenhuma. É a prova de que ela ficou ligada muito tempo. –Travis falou, começando a se irritar. Cellbit não conferiu nada, e ainda continuou com raiva mas resolveu não discutir mais.

Ele dá a volta pelo namorado, fechando as portas da casa, impedindo o vento insistente de entrar. Antes, dá apenas uma olhada para o farol.

-Vamos ficar quantos dias?

-Não sei... Meu pai chega na cidade no início da semana. Acho que Pac e Mike voltam no mesmo dia que ele, todos vão começar a trabalhar e...

-Travis?

O moreno para de falar.

-Seu pai já sabe? Sobre você? Sobre nós?

-Não. Mas não importa nada disso agora, o importante é ele saber que formado posso abrir meu próprio negócio.

-Mas ele tem que saber

-Não sabemos como ele vai reagir e isso é perigoso pro nosso relacionamento, você sabe.

-O único perigo é contar pra ele. Se ele maltratar você, não vou conseguir nem ao menos aceitar o dinheiro para abrir o escritório. E isso atrasaria tudo.

-Ele vai acabar descobrindo, e vai ser pior.

-Ok, tá? Só me dá um tempo, eu preciso de tempo! –Travis falou num tom meio alto, se levantando do sofá e se trancando no banheiro.

Ele liga o chuveiro, mas fica dez minutos fora dele, se olhando no espelho. Seu medo de encarar a verdade era muito grande.

Ele tinha mudado muito em pouco tempo, e agora se parecia mais com o antigo Travis do que com o marrento rebelde que vinha sendo depois do seu desastroso relacionamento com Batista.

Travis entra no chuveiro deixando a água quente cair em sua cabeça.

Cellbit permanece sentado na sala. Isso seria complicado.

 

 ***

Enquanto Tarik dormia Mike observava a vista do hotel. Eles tinham chegado pela manhã no quarto, e o outro desabou de cansaço. Já era quase noite quando finalmente acordou.

-Mike? –Pac chamou, mas não obteve resposta. As luzes do pôr do sol invadiam o quarto e a brisa do mar também.

Ele se levantou, e sentiu dor pra sua surpresa. Nesse momento Mike abriu a porta. Ele vestia uma bermuda jeans e blusa Preta com gola v e mangas. Estava usando bastante esse estilo de blusa.

-Boa noite meu amor.

-Mike, o que você fez comigo ontem á noite? –Pac pergunta sentando novamente e fechando a cara. Mike deu uma risadinha, se aproximando.

-Você não lembra? Bebeu tanto assim?

-Claro que eu lembro... –Pac desviou o olhar –Não foi isso que eu quis dizer.

-De qualquer forma, me perdoe mas foi você quem pediu.

Pac não se lembrava de ter falado nada, mas se lembrava dos momentos com bastante clareza. Seu corpo chegava a estremecer um pouco, só de lembrar. Afinal tudo que tinha vivido com Mike não estava gravado apenas nas memórias. Mas em seu coração, alma, e em cada parte de seu corpo.

-M-mas não lembro disso...

Mike se aproximou de Pac, sentando-se na cama também. Ele sussurra em seu ouvido.

-Você pediu. Pra eu Fazer com força.

O sangue sobe ao rosto de Pac, ao se lembrar disso. Não devia ter bebido antes de ir pro quarto com Mike.... Não devia nem mesmo ter sido ele a levá-lo pra lá...

-Tudo bem Pac, vai passar.... Espero não ter te machucado pra valer... –Mike mudou para uma expressão preocupada.

-Eu tô bem! –Pac se virou pra ele, se levantando em seguida. Caminhou até o banheiro, devagar, como se tivesse distraído. Quando na verdade só queria esconder a maneira engraçada que estava andando. Mas logo passaria, porque ele tinha apenas acabado de acordar. Tarik escovou os dentes e tomou um banho rápido, saindo do banheiro. Mike estava deitado na cama, olhando o celular. Pac colocou a toalha no pendurador, olhando disfarçadamente para o marido. Era engraçado pensar nele assim. Era seu, só seu. A aliança provava isso.

Mike olha para ele e Pac desvia o olhar novamente. Ainda queria se bater. Como nunca pensava no dia seguinte?

- pode vir aqui um minuto?

-Aham... já vou....

Quando Pac se aproximou da cama, olhando para a janela, Mike se levantou de repente, jogando o mesmo na cama, e ficando meio de lado, apenas com o tronco por cima dele, colocando um braço do outro lado do corpo de Tarik. A respiração dos dois se acelerou no mesmo instante, com o contato físico e visual.

-Não precisa ficar assim.

-Eu não Tô “assim” –Tarik falou, tentando se soltar. Mas Mike ficou realmente por cima dele, impedindo.  

-Você tá sem graça por ontem.

-Não...

-Tá sim...

-Não, eu só

-Você tá. Eu te conheço.

-Tá bom ok? Eu tô, e daí?

-E daí que não precisa.

-Porque não foi você.

-E nem seria.

-Você é um desgraçado.

-Sou sim. Mas vai dizer que não gostou?

Pac olha para a boca de Mike por um segundo. Foi o suficiente para que Mike se inclinasse, o beijando.

Mike solta os braços de Pac, passando as mãos em seus cabelos enquanto Pac segurava seu tronco. Usando sua força, Tarik trocou as posições, montando em Linnyker.

Ele se abaixa nivelando seus olhares.

-Se pensarmos bem, quem me obedeceu foi você então.

-Eu não...

-Sim. E parece ter gostado ainda mais do que eu.

Mike estreita os olhos, jogando os óculos de lado.

-Esteja á vontade.

-O que?

Mike relaxou os braços ob a cabeça, cruzando-os como um travesseiro.

-Pode se divertir com seu objeto sexual, vulgo eu.

Pac riu de uma forma escandalosa, Mike sorriu também.

Quando voltaram a se encarar, Tarik voltou a beijá-lo de uma forma mais “feroz” do que de costume, dando leves mordidas e apertando a colcha da cama. Movimentou seu quadril em cima do de Mike, fazendo o outro descruzar os braços e segurar sua cintura enquanto gemia de leve.

Tarik aumenta os movimentos, e Mike aperta sua bunda, enquanto o outro segurava seus cabelos e um de seus braços.

Quando sentiu que Linnyker estava cada vez mais animado, Tarik saiu de cima dele. Mike segura seu braço fazendo uma cara confusa.

-Hoje é você quem vai pedir.

Mike riu soprado voltando a encarar Pac.

-Você não existe. –Fala se sentando. Pac ia sair do quarto, mas Mike segura seu braço, o fazendo recuar e sentar em seu colo, ao tropeçar no pé da cama, caindo de forma desajeitada ali.

-Continua o mesmo... –Mike sorriu. –Lembra quando chegou na minha casa, no primeiro dia, e acabou caindo bem assim? –Tarik faz uma expressão de vergonha ao lembrar. –Tão cedo, e já pretendia coisas comigo, não é?

Tarik desfere um tapa em seu braço.

-Não foi assim.... Eu não queria nada com um babaca feito você.

-Verdade.... mas não demorou mais que alguns dias pra mudar de ideia....

Pac percebeu o que Linnyker estava fazendo.

-Ah, claro, como no dia em que Travis me beijou...

Mike fechou a expressão ao lembrar.

-Você não presta, Pac.

-E você menos, sei o que está tentando fazer, mas eu não vou pedir.

-Tudo bem, eu faço. –Mike apertou Pac em seu colo, nos lugares mais provocantes possíveis.

-Você... Pode... Por favor... Dar pra mim... Fazer amor comigo... agora? –Falou pausadamente enquanto beijava o outro. Tarik foi gemendo e baixando a guarda. Mike o deitou na cama, e não demorou muito até estarem sem roupas naquela cama.

Parece que não veriam o Luau daquela noite.

 ***

-Alô? –Cellbit atendeu o próprio telefone. Travis estava dormindo no quarto. Ele deixou o outro ali, para que descansasse. Quem sabe quando acordasse de bom humor, fizessem algo de bom juntos. –Sim, eu lembro de você.

Cellbit foi caminhando para o quarto, apagando as luzes.

-Claro, mas é por causa da cerimônia de casamento. Todos viajamos.

Ele entra no quarto onde o namorado dormia tranquilamente.

-Pode falar pra mim, assim que eles ligarem eu dou o recado. É algo com o Lucas? Ele está bem?

-Sim, ele está. A questão é outra. Agora o casal preferencial para a adoção não é mais os Linnykers.

-Como assim? –Cellbit se deitou. Travis dormia um sono profundo, virado para a parede. Parecia mesmo cansado.

-Porque membros da família tem preferência.

-Mas o Lucas não tem ninguém. Tios, Primos, Avós... A mãe morreu e não tinha irmãos...

-Eu sinto muito por vocês. Mas o Pai do garoto apareceu.


Notas Finais


foquem no mitw
adoron


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