História MITW -A cura do Amor - Capítulo 69


Escrita por: ~

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Categorias Minecraft
Tags Cellbit, Cellbits, Gabieby, Mike, Mikhaé, Mikhael Linnyker, Minecraft, Mitw, Pac, Pacanhan, Tarik, Tazercraft
Exibições 199
Palavras 2.762
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Festa, Lemon, Luta, Orange, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


Desculpe pelo capitulo meio ruim. É um capítulo dr transição
AS MAIQUETES ESTÃO FAZENDO UM CONCURSO DE ONESHOTS MITW!
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Capítulo 69 - Lugar seguro


 Tarik se levantou. Não demorou muito para sentir a falta de Linnyker no quarto. Ele entrou para o banho, para esfriar a cabeça e pensar melhor. Dante era real afinal, um perigo iminente e inevitável. Tarik não imaginava que teria de lidar com ele tão cedo. Nem que ele seria tão persistente em relação à Lucas. 

Mas o fato era que estava começando a aceitar a situação. Nenhum juiz daria a guarda do garoto para um casal gay, quando existe um casal hetero absolutamente apto principalmente naquele caso, em que o homem é o pai biológico. 

Então era mais fácil aceitar. Por mais que doesse ele sabia que era o que iria acontecer. 

Mas ao menos tinha linnyker. Talvez realmente não estivesse pronto para ser pai, certo?

  Não... Assim como teve certeza do casamento tinha certeza absoluta que estava pronto para Lucas. Mas as coisas não foram como o planejado. 

Era hora de esquecer, seguir em frente e se estruturar. Afinal estava formado, logo Mike faria aniversário e tinha que ser especial afinal no aniversário de linnyker no outro ano, eles estavam brigados, Mike não era este que Tarik conhecia agora e era casado. 

  Não era estranho pensar em Mike como seu marido. É como se já fosse há algum tempo atrás. Tarik estava extremamente confortável ao pensar assim. Tudo ao lado de Mike era bom. Até os problemas e obstáculos pareciam pouco com ele por perto, isso confortava Pac. 

  Ele saiu do chuveiro, pegando seu celular. Nenhuma mensagem. Ele saiu do quarto, olhando pela casa. Cell estava na mesa. 

  -Bom dia! 

  -ah Pac fala baixo eu tô com uma dor de cabeça insuportável. 

  -Travis foi viajar? -pac perguntou, advinhando o motivo do mau humor. Cellbit deixou o celular na mesa torcendo o nariz como uma criança mimada. 

  -foi. Ele vai voltar semana que vem, tá com o pai resolvendo as coisas do escritório.     

  -mas a decoração pensei que ficaria por sua conta. 

  -claro, eu já fiz as compras pela internet, tudo chega na próxima semana. Mas é bem mais que isso que os dois estão resolvendo. Coisas chatas, papelada e...  

  -e? 

  -a aparência do Travis. Acho que vão cortar os cabelos e tirar o piercing, pra começar. 

  -E isso te incomoda? 

  -Nenhum pouco. Travis tem medo que eu ache estranho mas não vou. A questão é que não queria que ele viajasse logo agora, que estamos passando por toda essa situação. Não queria que uma coisa tão boa e outra ruim coincidissem dessa forma 

  -O que está havendo é péssimo mas acho que você está ansioso e procurando desculpas para se preocupar. 

  -Você parece tranquilo.

Pac suspirou. 

  -Estou tentando aceitar tudo isso. Me despedindo da vida que sonhei que levaria agora. 

  -O que tem não é suficiente?

  -Exatamente o contrário. Eu estou satisfeito por estar casado, formado... Tudo aconteceu rápido e eu estou feliz pelo Lucas. Ele vai ter uma familia. Uma boa família. 

  -Nós somos melhores. 

  -Sim. 

  -Ele ia adorar a casa nova. 

  -Eu sei. 

  -E ia ter um tio maravilhoso e estranho, eu no caso. 

  -Cellbit você tá tentando me fazer mudar de ideia? 

  -Não, eu parei. Prometo. Realmente seria bom focar em algo melhor. Por exemplo seu novo emprego. Quem sabe não inventa um método brilhante criando uma startup e enriquece feito o Mike? 

  -Interessante mas eu não penso nisso. Eu quero trabalhar logo na pediatria. 

  -Acho que vai ter companhia logo. 

  -o que? -Cell se levantou bebendo seu último gole do café. Ele encara o celular ignorando a pergunta de Tarik. 

  -Onde o Mike foi? 

  -Saiu cedo, disse que volta tarde. Estamos presos e entediados aqui. 

  -Não avisou pra onde ele ia? 

  -Mike nunca me dá satisfações. Bom, eu vou subir. Estou no maior tédio nessa casa 

  -Já pensou em procurar um emprego? Sei lá, você pode ser decorador de..  

  -Eu disse que estou com tédio, não louco. -Pac riu com o comentário, olhando o outro subir. Aquela casa era realmente muito grande, Pac não tinha certeza se gostava dela. O fato é que viveu momentos incríveis ali. Inesquecíveis. Ele dá um suspiro, se levantando. Caminha até a cozinha onde as duas empregadas estavam. Elas não falavam muito com ele, apenas faziam seu trabalho e iam embora. A casa havia um espaço funcional para que mogassem ali, mas as mesmas não o faziam. Apenas Thomas morava na casa ao lado da mansão. Era realmente um espaço muito grande e pouco utilizado. Tarik saiu olhando o jardim. Imenso. Um homem era contratado apenas para cuidar de tudo aquilo, vinha uma vez na semana. 

   Onde Mike teria ido afinal? Pac não gostava quando ele saía sozinho, afinal Mike ainda tinha debilitações , não corria, por exemplo. Mas em alguns meses estaria totalmente bem e isso era gratificante. Era engraçada a forma como as coisas caminharam para que os dois estivessem juntos agora, e ao mesmo tempo problemático. Foram muitos problemas que insistiram para que se afastassem mas isso não aconteceu. Mike deu forças para que Pac continuasse. Hoje sua vida era outra, cheia de perspectivas as quais ele jamais teria antes. Seus planos eram sustentar sua família até que pudesse voltar a estudar. Agora ele teria o proprio emprego no hospital do marido e isso era incrível. 

  Ele estava numa situação muito difícil então... Mike chegou. Aquele homem fechado, triste e implicante mas cheio de qualidades que conquistaram o coração do garoto num instante. Era uma sensação maravilhosa lembrar disso. 

O telefone de Pac toca o tirando de seus devaneios. 

  -Alô? 

  -Sumido! 

  -Guaguá! MEU DEUS que saudades de você... O que está arrumando? 

  -nada de mais... Queria te contar que aceitei a oferta de emprego que seu marideco me ofereceu. 

  -Marideco? -Tarik deu uma risadinha pelo apelido. 

  -Isso mesmo, vamos trabalhar juntinhos. Eu vou ser seu melhor amigo que vai te dar ombrinho pra chorar e ouvir sobre sua vida sexual. 

  -argh -Tarik riu- você já é meu melhor amigo, mas não pretendo contar da minha vida sexual obrigado. 

  -OK. Mas queria dizer que estou com saudades das nossas saidinhas. Eu você e o Cell. 

  -Mesmo? Bom, se estiver disponível agora, tenho uma ideia. 


 ***

  -Anda Cell... -Tarik pixava o pé do outro. Cellbit resmungava preguiçoso. -você está no tédio e dormindo em pleno domingo. Se levanta agora e vem comigo. Nós queremos relembrar os velhos tempos. 

  -eles estão frescos na minha memória. Eu quero dormir. 

Pac vendo que não seria fácil, se jogou em cima de Cell. 

  -Por favor, Mike saiu eu estou sozinho e triste. A gente manda uma mensagem pra ele. Por favor vamos... Eu tô ficando bravo por ele não estar aqui...  

  -Pac se não reparou está encaixado em mim, se nossos parceiros vissem isso acho que estaríamos solteiros agora. 

  -Então é melhor levantar e me obedecer. Posso ser convincente. -Pac encostou na cintura de Cell o fazendo leves cócegas. 

  -Para! -Ele gritou rindo e se levantando. Nisso Pac caiu no chão. -Machucou?

  -Ai... Não, tudo bem. Ao menos fiz você se levantar. Vamos logo assim voltamos. cedo a tempo de eu esperar o Mike na sala com uma cara brava. 

  -Aposto que sim. -Cell falou vestindo uma calça e um moletom preto. -Anda antes que eu desista. 

  -OK, mau humor. 

  Os dois desceram juntos. 

  -Sabe de uma? Acho que devíamos ir no seu carro. Ninguém usa aquela coisa. 

  -será? 

  -Claro. Eu dirijo e você vaia aprendendo alguma coisa. 


 ***

  Guaxinim riu alto quando Cellbit contou sobre a cara do amigo caído no chão. 

  -eu estava morrendo de saudade de vocês, seus cornos. 

  -Cornos???

  -Guaxinim, nem brinca. Cellbit tá paranoico com a viagem do Travis. 

  -Eu? E o Mike que saiu sozinho sem falar pra onde? -Pac torceu o nariz empurrando o ombro de Cell. 

  -A vida de vocês é uma loucura. 

  -A gente gosta. 

  -A minha tá até bem calma. Tô estruturado agora, vou financiar um apartamento acho. 

  -Compra perto da nossa casa. 

  -Naquele bairro? Nada ali sai por menos de quinhentos paus. 

  -Que exagero... Será? 

  -Acho que sim, Cell. A nossa casa pore exemplo... Aquilo da pra bancar umas duas gerações. É muito grande. 

  -Eu também acho mas eu gosto muito daquela casa. 

  -Eu também. Mas às vezes tenho medo. 

  -Bandido ou fantasma? -Guaxinim perguntou para Pac. 

  -Os dois. -Cell respondeu. Pac nem retrucou se lembrando de algumas agonias que passou ali. E isso o remeteu a aquela arma. Era uma lembrança um tanto quanto constante em sua mente. 

  -Odeio falar de bandido. Me lembra aquele cara que quebrou meu braço. 

  -Nem me fale. Eu quase chorei vendo você daquele jeito. Tenho medo de morar numa casa tão grande. 

  -Por que vocês não se mudam? 

  -Aquela casa é importante pra mim. 

  -Claro, foi lá que os dois fizeram sexo pela primeira vez. -Cellbit acrescentou distraído. Pac lhe deu uma cotovelada. -ai... Que mal tem? 

  -verdade. Somos amigos há muito tempo. -guaxinim comentou. -deve ser diferente para vocês gays... 

  -Gente... Que assunto. 

  -Pac a vergonha em pessoa. Eu não tenho problemas em falar. Sou passivo. 

  -Ai... 

  -Ai mesmo. 

  -Meu deus. -Tarik riu dos dois. 

  -E você? Ouvi dizer que tem características. 

  -Isso é mito... Nem sempre é o que acontece. 

  -Eu chuto passivo. -Guaxinim falou de Pac. 

  -Acertou. -Cellbit falou 

  -Poxa Pac nem pra me incluir na rodinha de conversa. 

  -Eu não disse nada pra ele. -Pac se defendeu. 

  -Um reconhece o outro. -Cell afirmou. 

  -Que interessante. E é sempre assim? 

  -O que? 

  -Vocês são sempre passivos? 

  -gente... 

  Cellbit riu. 

  -Estou com o Travis há pouco tempo. Temos muitas possibilidades ainda. O Pac eu já não sei. Com essa carinha de santo pode enganar muita gente. 

  -Acho melhor a gente ir andando vocês estão falando cada vez mais alto... 

  -Relaxa. Mas conta, você já propôs algo assim pra ele? Vocês já fizeram alguma brincadeira? 

  -Ele tá com vergonha Cell. 

  -isso é bobagem. Somos três melhores amigos aqui. Se fossem estranhos eu jamais falaria também, mas não é o caso. 

  Pac sentia o rosto esquentar um pouco. As orelhas também. 

  -Melhor a gente ir. Vem com a gente Guaguá? 

  -Não amigos... Eu vou passar na minha casa. Depois marcamos de sair de novo, eu. me divirto muito. 

  -A gente também. -os três se abraçaram ao sair. Cellbit dirigia de volta pra casa. 

  -Obrigado por ter insistido. Eu amo o Rafa. 

  -De nada, eu sabia que você queria que eu te adulasse pra vir. 

  -Você me conhece. Ah... Espero que não esteja bravo por causa da nossa conversa. 

  -Não... Eu tô tranquilo. 

  -Às vezes você fica com vergonha... Não precisa. Tem que se soltar um pouco. Como quando toma suas tacinhas. 

  -Ah, eu me lembro bem como fico...

  -Na noite do seu casamento por exemplo. 

  -Exatamente dela que estou falando. Não é vergonha de vocês... É uma cisma, mas vai passar. 

  -HM... Então aquela noite foi trabalhosa hein. 

  -O Mike disse que eu pedi. Eu não lembro de ter falado nada. 

  -Ah eu até imagino-Cellbit riu- mike... Vamos pro quarto... Ai Mike

  -Para... -Tarik riu de leve. -Ele disse que eu pedi pra ir com força. 

  Cellbit riu mais alto. 

  -Imagino a cara dele te ouvindo falar isso. 

  -Eu também. Não lembro de ter falado mas lembro como acordei. Devo dizer que foi bem interessante. 

  -Não conhecia esse seu lado, meu amigo. 

  -Chegamos.

  Cellbit riu discreto saindo do carro ao estacionar. 

  -O Carro do Mike tá aí. Ele chegou. 

  -Vou conversar com ele. 

  -Eu cou subir, mofar sozinho lá em cima. 

  -Mais tarde eu subo pra te ver. 

  -OK. Boa sorte 

  -obrigado.



  -Linnyker? -Pac entra no quarto. O outro tirava os sapatos colocando um chinelo. 

  -oi Pac. Onde foi? 

  -Eu que pergunto... Ficou fora o dia todo! Onde você está estava? 

  -Eu perguntei primeiro. 

  -HM. Eu saí com os rafaéis. Distraí um pouco. 

  -Que bom, uma pena que eu não pude ir. Eu estava no hospital. Depois fui ver meu corretor 

  -Ah sim... Coisas da empresa? 

  -Mais ou menos. 

  -Quanto mistério hoje. Bom, pelo menos não chegou muito tarde. -Pac falou saindo do quarto. Mike o alcançou segurando sua cintura. 

  -Não ganho um beijo? -ele beijou a nuca de Pac. O mesmo estremeceu em seus braços se virando. Segurou os ombros de Mike enquanto se beijavam. Devia? Não saberia dizer. Mas deixou que suas mãos escorregassem até a bunda de Linnyker apertando o lugar. Mike interrompeu o beijo por um instante surpreso, com um leve sorriso. Pac evitou olhar em seus olhos colocando as mãos na cintura do outro. 

  -eu vou ver o cellbit. 

Mike segurou seu braço roubando mais um beijo, dando uma leve mordida no final. Tarik sorrii sem graça subindo o mais rápido que pode. 

Ele abriu a porta de Cellbit que pintava um quadro. 

  -Que correria é essa? Você me assustou. 

  -Nada. Eu pensei ouvir você me chamar... Só isso. 

  -aham, sei. O que foi, vai falando. 

  -Nada. Quero ficar um pouco com você. 

  -Eu sou comprometido. 

  -Eu sei, babaca. -pac olhou para a porta como se Mike fosse chegar. Tinha que parar de ser vergonhoso? Talvez. 

  -Deita aí na minha cama. Já Da eu termino e a gente conversa um pouco. 

  -OK. -Tarik deitou encarando o teto. Sorriu consigo mesmo. 

Era engraçado quando tentava se soltar. 


  -Acorda bela adormecida. O Mike tá esperando a gente lá embaixo. -Pac abriu os olhos encontrando o quarto escuro de Cellbit. 

  -Por quanto tempo eu dormi? 

  -Duas horas. São quase onze. 

  -Vocês comeram? 

  -Já. Falta você. 

  -Nem quero. Eu estou com sede. 

  -OK. O Mike tá lá embaixo melhor descer. 

  -Desculpe por ter ocupado a cama. 

  -Tudo bem. Vai lá ninar ele. Ele parece cansado. 

  -Queria saber exatamente o que ele fez o dia todo. 

  -tenta não descutir. 

  -Eu não vou perguntar, ele já me respondeu. Bom... Boa noite. 

  -Não sei como voi dormir nessa cama vazia. O Travis disse que vai me ligar. 

  -Então está bom. -Cell beijou o rosto de Pac fechando a porta. O outro desceu devagar. Mike não estava na sala, estava tudo apagado. Pac entrou no quarto, vendo o outro o esperar. Havia uma garrafa imersa no gelo no chão. Mike estava no computador fechando alguma janela. Ele se vira quando Pac entra. 

  -Cheguei. 

  -Ficou muito lá em cima. Já estava triste aqui.

Pac riu de leve. 

  -Eu cou tomar um banho. Acho que estou um pouco tenso. 

  -Tudo bem. 

Tarik deixava a água cair. E pensava nas milhares de coisas que lairavam sobre sua mente. Ele saiu com uma toalha no quadril e outra no pescoço. Mike estava na cama tomando uma taça do vinho, Pac chutava que seria Rosé. 

  -A gente estava falando da casa hoje. E eu estava pensando mais cedo. 

  Mike se virou para ele colocando o celular longe. 

  -no que estava pensando? -Era desconcertante quando Mike se voltava assim para ele, dando toda a sua atenção. Pac coçou a nuca. 

  -É bem grande, a casa. 

  -Sim. A maior do bairro todo. 

  -Muito dos lugares dela não são mais tão funcionais. -Pac fala sentando na cama. Mike se aproximou dele recebendo o vapor quente que saía de seu corpo. 

  -E o que você sugere? 

  -Nada... Não pensei em nada. É só uma observação. -Mike assentiu. 

  -Você disse que está tenso. Nós passamos por muita coisa nos últimos tempos e não estamos tirando um tempo pra relaxar. -Mike se aproximou dele, ficando por trás e massageando seu ombro. Pac fechou os olhos com a carícia. 

  -você está bem tranquilo esses dias. 

  -Eu resolvi tentar ficar menos nervoso, Pac. Com tudo que está acontecendo nós precisamos de estabilidade. Quero o melhor pra nós. -Mike bebeu mais um longo gole de sua taça oferecendo para Pac que aceitou. O sabor era muito agradável. Mike fez com que Pac se inclinasse na cama, ficando por cima do mesmo que estava de bruço na cama. As costas de pac ganhavam uma leve vermelhidão com os movimentos de fricção que Mike aumentava durante a massagem. 

  -Minha vez. -Pac disse trocando as posições. Ele jogou a toalha de seu pescoço e quadril de lado ficando apenas com sua cueca. Mike estava ainda mais tenso e parecia cansado. Mas com aqueles movimentos Pac se sentia extremamente desperto ainda mais com a conversa de mais cedo. 

  -Muito bom... -Mike sussurrou. Pac saiu de cima dele puxando as cobertas sobre os dois. Mike o abraçou por trás cricundando sua cintura. Ele estava cansado quase dormindo. 

Mas pac estava bem alerta. Entre seus pensamentos bastante apimentados ele acabou cochilando. E ao abrir os olhos podia jurar ver uma sombra na janela. Estava ficando paranoico. Com medo, se virou para Mike o abraçando de frente e escondendo o rosto em seu peito. 

Aquele era o lugar mais seguro do mundo. 






Notas Finais


Opaaa
Acho que temos um tabu por aquiii
Ativos são só ativos?
Passivos são só passivos?
Não esqueça de enviar sua fanfic, pode já estar pronta ou ser feita especialmente para o co curso
😍😍😘😘❤❤❤


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