História MITW -A cura do Amor - Capítulo 69


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Categorias TazerCraft
Personagens Mike, Pac, Personagens Originais
Tags Cellbit, Cellbits, Gabieby, Mike, Mikhaé, Mikhael Linnyker, Minecraft, Mitw, Pac, Pacanhan, Tarik, Tazercraft
Exibições 370
Palavras 1.487
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Lemon, Luta, Policial, Romance e Novela, Saga, Suspense, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 69 - Good day


  Mike andava de um lado para o outro. Estava perto da hora de Tarik chegar. Ele sempre foi um teimoso nato, mas dessa vez Tarik pediu -ordenou- para que ele ficasse em casa. Alegou ser porque não queria que Mike exercesse influência sobre os outros funcionários, sendo que seu marido agora trabalharia em seu consultório, como médico no local. Não queria parecer superior ou que Mike acabasse fazendo alguma ceninha, amendrontando alguém. 

  Queria ir apenas com seus próprios méritos, já que o emprego não pode evitar que ganhasse, queria fazer por merecer. Seria seu primeiro dia atendendo crianças, já que estava na área de pediatria. 

  Com o passar daqueles dias, a situação entre eles amenizou, embora Tarik agisse de forma estranha em alguns momentos. Mike não identificou o motivo, mas ele estava agindo diferente. 

  O moreno senta no sofá, tentando assistir TV. Mas ao ligar a mesma rapidamente desligou. Estava entediado sem Tarik, emntodo aquele tempo perto dele, mesmo na época em que era um empregad , ia se apegado à sua companhia. 

  Talvez por tê-lo sempre por perto, notando aos poucos suas qualidades e começando a compreender seus defeitos que Linnyker começou a amá-lo. Nas vezes que brigaram os dias eram torturas infinitas. Não só pelos problemas que enfrentava por conta de sua debilidade, mas pela falta de ter alguém para conversar, sorrir e ver que a vida tinha sim um sentido.

  As noites eram terrivelmente longas, até mesmo.antes de se relacionarem como, namorados, ele se sentia bem com Pac ao seu lado, era uma companhia agradável e se tornou indispensável. 

  Linnyker se levanta, indo até a porta. Antes que abrisse no intuito de sair, ouve batidas. Como ja estava com a mão na maçaneta, apenas abriu.

  -Mãe?

  A loira sorriu, se surpreendendo com a palavra. Ela olhou emocionada para o filho de pé, sorrindo.

  -Meu filho.


Tarik organizava as fichas e prontuários de seus primeiros pacientes, já que ele mesmo teria que prestar conta daquilo tudo, como um médico qualquer, assim como pediu para Mike que fosse. Na verdade aquela foi uma das condições para que ele trabalhasse no consultório. Ele gira o pescoço tentando relaxar, tocando os próprios ombros. Então se encosta na cadeira sorrindo consigo mesmo. Foi seu primeiro dia de trabalho.

  Há pouco mais de um ano atrás, jamais imaginaria que isso seria possível. Ele resolve ligar para sua mãe, e conversaram um pouco.

  Depois de alguns minutos, ele desliga o telefone, encarando a foto emoldurada em sua mesa. Era do dia do seu casamento. Mal podia esperar para o filme e o book ficarem prontos, queria reviver aqueles momentos.

  Ao pensar naquela noite tão maravilhosa, se recordou do que pediu a Mike, tanto na viagem quanto antes dela.

  Ele se levanta inquieto. Precisava limpar sua mente daquelas curiosidades. A única forma disso seria satisfazendo seus desejos. Ele só não sabia qual seria a reação de Mike com isso.

  -Tarik?

  O rapaz dá um pulo assustado. Era apenas a recepcionista.

  -Calma... -Ela sorriu amigável.- sou só eu. Bom, você vai fechar o consultório? Está tarde.

  -Tudo bem, eu fecho. Desculpe por ter demorado muito...

  -Não se preocupe. Até mais.

  -Até mais. -Ele respondeu sorrindo. Quando ela sai, se escora na parede dando um suspiro. Tantas coisas acontecendo...

  Pac começa a juntar suas coisas, colocando na mochila que tinha. Ele organiza os papéis sobre a mesa, e deixa tudo alinhado antes de apagar as luzes. Da uma breve corrida até a recepção. Não gostava de escuro, ainda mais sozinho. Ele tranca a porta de vidro, colocando sua digital na de madeira. Guarda as chaves dentro de sua mochila, conferindo se a porta exterior estava trancada. Se afasta, olhando a placa e sorrindo. Estava muito feliz por estar trabalhando ali. Deu um suspiro cansado, esperando que Thomas o buscasse, como Mike pediu que fizesse. Mal podia esperar para chegar em casa e ver seu marido. Sorriu ao pensar em Linnyker dessa forma.

  


 ***

Travis vai descendo pela escada rolante do aeroporto. Desde ali, vai olhando em volta, procurando seus grandes olhos azuis. Ele encontra seu namorado sentado nas cadeiras de espera. Fica por trás do loiro, se aproximando bem dele. Tapou seus olhos com as mãos. Cellbit sorriu, se virando para ele. Travis pulou a cadeira que os separava, apertando o loiro num abraço. Cellbit processa a aparência diferente do outro. Sem piercing, mas o cabelo continuava grande. Isso Cellbit adorava de verdade. O qie estava diferente nele não era a aparência.

  Ele aproxima o nariz do pescoço do outro, absorvendo seu cheiro ao tocar sua pele macia. Passa a mão em seus cabelos beijando sua nuca.

  -Eu senti tanto sua falta, meu amor. -Travis falou, dando diversos selinhos em sua boca. Cellbit estava surpreso, e sorria, alguns dos beijos apenas acertavam seus dentes.

  -Quanta saudade... -Comentou. Travis parou de beijá-lo olhando em seus olhos.

  -Não sentiu minha falta? 

  -óbvio. Muita. -Cellbit disse olhando nos olhos verdes do moreno. Este voltou a apertá-lo, sorrindo. 

  -Como eu senti saudades de ver esses olhos. -Cellbit fechou os mesmos enquanto Travis o enchia de beijos. Ele não pôde deixar de rir.

 Travis se afastou, pegando sua mala e segurando a mão do namorado enquanto saiam dali.

  -Então... Qual o motivo da felicidade?

  -Te ver.

  -Ha, além disso...

  -A viagem com meu pai foi muito boa... Eu realmente me aproximei dele... Ele parece mais paciente. Mais feliz comigo. Mas o fato principal é que é muito melhor acordar vendo meu namorado que meu pai. Digamos que é mais bonito ver um certo par de olhos azuis.

  Cellbit sorriu. Por tanto tempo esperou aquele tratamento... Não acreditava ainda que era verdade.

  -Pena que não vou ficar na sua casa. -Travis disse. 

  -Você não precisa me lembrar. 

  -Mas... Nada impede que você venha pra minha. 

  -Quem sabe... 

  -Devíamos propor uma viagem de casais, quando resolvermos as coisas do escritório. -Cellbit sorriu animado com a ideia. 

  -Sério? Você e Linnyker? 

  -Ah qual é... Estou tentando ser legal. Não acho que ele vá se opor. 

 Sorriu consigo mesmo caminhando junto com o outro que ainda falava sobre a viagem, saindo do aeroporto.

    


***

  Mike estava sentado no sofá em frente à sua mãe. Não sabia muito como reagir com ela. Tinham tanto que falar... A coragem era pouca e a vontade era muita. Tarik o fez querer aquilo. 

  -Estou preocupado. O Tarik não chegou até agora. -Ele disse. A mãe assentiu. 

  -Talvez ele tenha ficado para trancar o consultório. 

  -Mas eu mandei que fizessem isso pra ele... Se foi o que aconteceu eu... 

  -Filho -ela tocou seu braço. O outro olhou o toque, ela pensou em tirar mas manteve a mão ali. Era seu filho. -Não se preocupe. Ele deve vir logo. 

  -Espero que sim. Não quero ele por aí até tarde. Não vi se Thomas já foi buscá-lo. 

  -Acho que sim. Não foi ele que abriu o portão pra mim. -Mike assentiu. -filho... Eu sei que temos muito oque falar... 

   -Não pense muito nisso. Aos poucos... Acredito que vamos conseguir. -Mike disse afinal. Ela olhou nos olhos dele, sentindo os seus encherem de lágrimas. 

  -Posso... Te abraçar? -Ela pergunta. Mike hesita, mas assente. Ela estende os braços e ele se aproxima, a abraçando também. Sentiu tanta falta daquilo... Val chorava de alegria e arrependimento. -Eu sonhei tanto com isso...  

  Mike fungou, sentindo algumas lágrimas escaparem. 

  -Eu também...  

  Por longos momentos ficaram daquela maneira no sofá. Ele começou a mostrar as fotos do clube o qual estava montando, para ela, quando ouviram a porta destrancar. 

  Tarik passou por ela, com a camisa branca quase toda aberta, jogou a mochila na poltrona. 

  -Cheguei... -ele disse numa voz baixa, um tanto quanto sensual. Tinha bagunçado seus cabelos propositalmente, sua intenção principal era parecer bastante sexy. Mike tinha um olhar levemente arregalados ao mesmo tempo que divertidos, e Tarik percebe o porque. Sua sogra estava na sala. 

  Ele começa a abotoar a camisa, se aproximando de Mike que ria. Fez questão se pisar em seu pé para que parasse e passou, cumprimentando Val estendendo a mão. 

  -Desculpe Val... Eu não sabia que... Meu deus... 

  Ela sorriu dando uma risadinha de leve. 

  -Não se preocupe. Eu vim de surpresa e ja estou de saída. 

  -Mas.... Fica pra jantar? 

  -Não, querido. Eu realmente preciso ir. -Ela se aproxima beijando suas bochechas, o abraçando. Tarik corresponde meio desajeitado ainda. Ela olha para o filho, sorrindo. Mike estende os braços e ela o abraça. 

  Tarik mal acreditou na cena, e sorriu largamente. Inacreditável. 

  Depois que ela sai deixando a casa, Tarik entra às pressas. 

  -Meu deus que vergonha! Porquê comigo? Eu sempre tenho que pagar algum mico! 

  Mike só ria. 

  -E você nem pra avisar! 

  -Eu também fui pego de surpresa. -Tarik fez um bico de leve, cruzando os braços. Mike se joga no sofá, puxando -o pelo braço. Este cai em seu colo, com o rosto rente ao dele. 

  -Mas eu vi como você chegou... O que tinha em mente? 

  







Notas Finais


Próximo vai ser good night ahsuhauah
Aviso:
Alguém vai trocar de posição.
Ngm merece esse maldito tabu de quem não conhece NADA sobre o universo gay que pergunta "uke ou seme" passivo ou ativo"
Miga (o) para de micão ngm dá ou fode a vida inteira


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