História Mitw-In The End - Capítulo 13


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Categorias Felipe "Febatista" Batista, Felipe Z. "Felps", João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Pedro Afonso "RezendeEvil" Posso, Rafael "CellBit" Lange, TazerCraft
Personagens Felps, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Mike, Pac, Pedro Afonso Rezende Posso, Personagens Originais, Rafael "CellBit" Lange
Tags Cellbit, Cellps, Febatista, Felps, Fim Do Mundo, Jvnq, Mike, Mitw, Pac, Pós-apocalíptico, Rezende, Steampunk, Tazercraft, Terror
Exibições 153
Palavras 2.607
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Artes Marciais, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Lemon, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sci-Fi, Slash, Sobrenatural, Steampunk, Super Power, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Canibalismo, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Fala galera!
hoje o cap tá pegando fogo!
eu gostei de escrevê-lo,então espero que vocês gostem de lê-lo...
sem mais delongas...

boa leituraS2

Capítulo 13 - Exodus...


~~~~(POV BATISTA)~~~~

“não, não, não, não... não pode acabar assim!”-eu pensava enquanto dois guardas me arrastavam através do amplo corredor até o meu calvário...

Soldado-não acredito que você tenha feito tal coisa batista... você era um exemplo pra nós!Como pode nos trair?!-o soldado pergunta enquanto me empurra até a forca que fora montada alí próximo.

Logo a luz do dia atinge os meus olhos de maneira que quase me cega, me fazendo fechar os olhos por causa da claridade, e então lá estava ela...

A cada metro que eu chegava mais perto mais e mais meu coração acelerava, eu nunca havia temido a morte, mas então por quê eu não conseguia ficar calmo como sempre estive?!

“João...”-a resposta doeu...

Agora eu havia entendido... era ele...ele é quem me fazia querer viver,eu não estava preocupado com o meu estado,com a minha vida,mas sim com o estado dele,com a vida dele...eu apenas queria poder salvá-lo antes de morrer,se eu pudesse fazer isso eu morreria de bom grado...

Depois de mais alguns metros eu chego à plataforma montada exclusivamente pra mim, quase me sinto lisonjeado... eu começo a subir as escadas e a cada passo os palanques rangem por causa do estado da madeira...

De lá de cima eu podia ver todas as pessoas que eu conhecia, Josué, Adewalé, o pequeno Davi, todos... a resistência inteira praticamente estava alí,escondidos à vista de todos...

Por um segundo eu pensei em como seria bom ter ajudado eles a sair daqui... se a minha morte pudesse salvá-los então eu morreria de bom grado,afinal,existe melhor jeito de morrer do que morrer po algo em que se acredita?

Adewalé me olhava com calma,como se soubesse o que fazer,ele assente com a cabeça me deixando confuso enquanto outro soldado amarrava a corda em meu pescoço.

G.A Thrawn-Felipe Batista... -ele dizia enquanto lia um papel escrito própriamente para execuções-você foi acusado de alta traição contra o nosso povo e por ter cometido o crime de homossexualidade...como você se considera?-ele pergunta sem demonstrar nenhuma emoção.

“como esse maldito pode ficar calmo sabendo que executará o próprio filho?!”-eu me pergunto enquanto ele espera pela minha resposta.

Batista-me considero inocente pai... você foi quem nos traiu,foi você que enganou o nosso povo fazendo-os parecer animais...você sabia que os outros povos acham que NÓS somo animais? Eles acham que nós não pensamos, acham que nós somos monstros... e sinceramente pai,eu concordo com eles...você nos transformou no que somos hoje,você foi quem escravizou diversos povos,e você foi tão cego,tão ego narcisista que nem sequer percebeu uma revolução acontecendo bem debaixo do seu nariz! Você sempre foi cego pai... e sempre será...-eu digo enquanto ele mantém a mesma careta agora com um semblante raivoso.

G.A Thrawn-então... que seja...você foi considerado culpado por esses crimes e sentenciado a morrer pela forca...-ele diz e vários soldados aplaudem e comemoram.

“eles realmente não sabem o que fazem...”.

E então enquanto os tambores tocam o prelúdio da minha execução algo inusitado aconteceu...

Um som de trombeta rasga o clima fazendo todos olharem para o horizonte...

???-LIBERDADE AINDA QUE TARDIA!-a voz de um escravo grita ao fim da trombeta fazendo com que todos os escravos peguem em armas que estavam escondidas e comecem a atacar os soldados.

Estava começando a revolução...

~~~~(POV JV)~~~~

Golias-vamos nos divertir... -ele dizia com um sorriso cínico no rosto enquanto eu via o meu reflexo na faca serrada que ele segurava...

A minha respiração acelerava conforme eu me ficava cada vez mais nervoso, tudo que eu queria era acordar daquele pesadelo...

Golias-ah, quase me esqueci... -ele diz e tira a minha mordaça de couro-quero que você grite bem alto pra todos ouvirem...-ele diz mantendo o sorriso cínico.

Jv-seu filho da puta! Me solta daqui!-eu grito enquanto ele gargalha ao ver o meu desespero.

Golias-mmm me deixa pensar... não-ele diz e volta a rir.

Então ele ergue a faca pronto para a investida quando de repente um som de trombeta corta a concentração dele.

Golias-mas que merda é essa...?-ele diz enquanto um grande tumúlto é instaurado do lado de fora do calabouço, ele se vira e sai de lá me deixando sozinho com as facas...

Eu dou um jeito de pegar a faca serrada que ele deixou em cima da mesa me arrastando até ela, eu começo a cortar as tiras de couro que, por sorte, estavam bem desgastadas por causa do tempo, elas cedem facilmente à faca enquanto continuo cortando-as, eu consigo me livrar das tiras de couro e massageio os meus punhos por causa do aperto que elas me causavam.

Ao passar pela sala eu pego um cano que estava a minha desposição perto da porta enquanto vejo Golias de costas pra mim tentando ver o que acontecia.

Jv-EI!-eu grito fazendo-o se virar, depois de se virar eu bato com o cano na cabeça dele fazendo-o cair no chão desmaiado ou morto, não sei, não tenho como verificar isso agora...

Saindo do calabouço com relativo cuidado eu vejo que vários escravos lutavam contra soldados da capital, eu de repente me imaginei no dia da revolução do tal Pedro que o batista me falou, corpos jogados nas ruas, o cheiro de morte misturado com o cheiro de pólvora, os tiros zunindo desguarnecidos de alvos, tudo me deixava apreensivo, mas um pensamento rondava a minha cabeça:

“onde caralhas está o batista?!”.

Então eu o vejo preso à forca, mas sem estar morto, meu coração relaxa ao saber que, pelo menos por enquanto, ele estava bem...

Eu corro até ele me escondendo e desviando dos guardas da capital até chegar no palanque onde ele estava.

Jv-BATISTA!-eu digo atraindo a atenção dele que abre um sorriso ao me ver.

Batista-JV!VOCÊ ESTÁ VIVO!-ele diz enquanto outro barulho de tiro corta o local.

Jv-É PRECISO MAIS DO QUE UM GOLIAS PRA ME VENCER!-eu digo fazendo-o rir enquanto corto as cordas que o prendiam com a faca serrada que eu óbviamente trouxe comigo pra emergências.

Batista-VAMOS! TEMOS QUE AJUDAR A RESISTÊNCIA!-ele dizia gritando por causa do barulho, eu assinto com a cabeça e nós descemos da plataforma caindo por cima dos guardas que tentavam nos alcançar.

Jv-O MIKE SERIA DE GRANDE AJUDA AQUI!-eu digo enquanto ataco um dos guardas por trás roubando-lhe a sua arma de fogo.

Batista-QUEM?!-ele pergunta e então eu percebo que pensei alto demais.

Jv-UM AMIGO!ESQUECE! APENAS ME SIGA!-eu digo e batista assente com a cabeça me seguindo.

Nós nos afastamos do campo de batalha enquanto batista ainda me segue.

Batista-onde estamos indo?-batista me pergunta enquanto passamos pelas vielas da capital.

Jv-ao depósito de pólvora, se explodirmos tudo eles não terão como nos atacar sem pólvora... -eu digo mostrando a ele o meu plano.

Batista-e como você sabe onde fica esse depósito?

Jv-quando estava fazendo o meu “tour” com o Golias ele passou por lá, não me mostrou, claro, mas eu pude ver que era lá...

Batista-entendi... é um bom plano...-ele diz e nós nos seguimos até lá...

Jv-é aqui... agora só precisamos estourar tudo...-eu digo enquanto entramos no depósito.

Batista-e como você planeja estourar tudo isso sem nos estourar juntos?-batista pergunta cruzando os braços.

Jv-com isso... -eu digo mostrando a arma roubada-se eu der um tiro aqui uma única faísca poderá causar uma reação em cadeia que estourará toda a pólvora...

Batista-então vamos logo com isso... -ele diz e começamos a nos afastar do depósito.

???-não tão rápido... -uma conhecida voz diz atrás de nós...

A voz se revela o Golias que agora tinha a cara manchada de sangue proveniente da porrada que ele levou de mim.

Golias-não achavam que iam escapar de mim assim tão fácil não é?-ele diz com o seu usual sorriso cínico, ele apontou uma arma na cabeça do batista-solte a arma ou o seu precioso amiguinho me ajudará a pintar o chão de vermelho... -ele diz e eu acabo não tendo escolha...

Jv-tá... você venceu...-eu digo abaixando a arma devagar sem tirar os olhos dele.

Golias-agora... vocês sentirão a minha ira!-ele diz apontando a arma pro batista.

Jv-NÃO BATISTA!-eu digo enquanto um barulho de tiro corta o ar me deixando anestesiado...

O chão estava tingido de vermelho...

Jv-não... -eu digo baixinho vendo como tudo tinha ficado,porém ao olhar pro batista eu vejo que ele estava bem,não havia sido ele a ser atingido,então...

Sim, Golias estava cambaleando pelo tiro que havia tomado no peito, era fatal...

Golias-não... não pode ser...-ele dizia tentando se agarrar a alguma coisa enquanto cai de joelhos.

Então das costas do gigante Golias um garotinho que devia ter uns treze, quatorze anos de idade aparece com a arma fumegante nas mãos.

Batista-DAVI!-batista grita enquanto abre um sorriso reconhecendo o garotinho que segurava a arma e indo até ele para abraçá-lo...

Eu vou até o Golias que agora se encontrava caído no chão agonizando de dor.

Golias-e-escravo... p-por f-favor...-ele dizia tentando organizar as palavras-s-sei que n-não m-mereço n-nada de você...p-porém...p-por favor...cumpra o m-meu último d-desejo...-ele dizia enquanto lutava para respirar...

Jv-o que você quer...?-eu pergunto frio...

Golias-acabe com o meu sofrimento... -ele diz e eu gelo mediante aquele pedido...mas o atendo...

Eu vou até a minha arma e chego perto dele enquanto ele lutava pela vida.

Jv-... que a morte lhe traga a paz que você procura Golias...Descanse em paz...-eu digo e atiro na cabeça acabando com o sofrimento dele...

E assim morre o grande Golias... implorando pelo fim de sua existência à alguém que ele odiava...

Batista-vamos jv... temos que terminar o que começamos...-ele diz colocando a mão no meu ombro e eu assinto com a cabeça.

Nós nos afastamos o suficiente até o batista efetuar o disparo que explodiu todo o depósito de pólvora, por sorte a explosão não nos machucou já que estávamos bem protegidos...

A labareda e a bola de fogo foram visíveis do campo de batalha com certeza...

Ao chegarmos no campo de batalha encontramos o Josué lutando contra os soldados da capital.

Josué-BATISTA MEU IRMÃO!A VITÓRIA ESTÁ EM NOSSO ALCANCE!-ele diz ao nos encontrar.

Batista-onde está o adewalé?-ele diz enquanto Josué nos indica com a cabeça nos fazendo seguí-lo.

Ao chegarmos lá vemos o Adewalé lutando de igual pra igual com o Grande Almirante Thrawn.

Adewalé-BATISTA!-ele diz, mas é interrompido pelo Thrawn que enfia a lâmina de sua espada pelo peito de adewalé que cai ao chão.

Batista-NÃO!-ele diz enquanto corremos, Thrawn corre e escapa de nosso campo de visão.

Jv-maldito covarde... -eu digo chegando perto de adewalé que estava caído no chçao sangrando.

Josué-TIO!-Josué diz pegando a cabeça de adewalé e pousando-a no seu colo-tio o senhor não pode morrer.

Adewalé-ora meu sobrinho... não diga tolices...eu fui abençoado com essa vitória sobre os nossos cativadores...e... –ele para de falar para tossir-e eu a cada um de vocês... -ele diz com um sorriso no rosto.

Batista-mas adé, o que será da resistência sem você?!O que será de nós sem você?!-batista diz com os olhos marejados.

Adewalé-batista... vocês devem liderar a resistência agora...ganhem-nos essa vitória...tragam a liberdade para o nosso povo...josué...você agora é o grande umholi...é sua responsabilidade ajudar o nosso povo à voltar para nossa terra...façam isso por mim...libertas quae sera tamen...-ele diz e fecha os olhos sentido o abraço da morte...

Logo alguns soldados da resistência chegam perto de nós.

Soldado-senhores... o grande umholi...?-o soldado pergunta enquanto batista seca as lágrimas e se levanta pegando a espada que o adewalé estava utilizando.

Batista-senhores... o adewalé tinha um sonho...o sonho de ver o povo livre da tirania...infelizmente ele não pode ver esse sonho se tornar realidade...porém...NÓS faremos isso...NÓS lutaremos pela nossa liberdade e NÓS venceremos...façamos isso em memória dele...-e então um batalhão de soldados da capital aparece e fica em guarda a alguns metros de distância-olhem pra eles!-ele diz apontando os soldados ao fundo-eles são covardes! Se escondem atrás de seu preconceito e intolerância! Então NÃO RECUEM!-ele diz e os soldados começam a bater as espadas e armas em resposta-LUTEM POR SUA HONRA!-mais espadas e gritos-LUTEM PELO HOMEM AO SEU LADO!-mais espadas e gritos-LUTEM PELA SUA TERRA-MÃE!-mais espadas e gritos-LUTEM POR SEUS FILHOS!-mais espadas e gritos-LUTEM POR SEU FUTURO!- mais espadas e gritos-LUTEM PARA QUE SEU NOME SOBREVIVA!-mais espadas e gritos-LUTEM!-mais espadas e gritos-PELA IMORTALIDADE!-ele diz e todos os soldados levantam as espadas em respostas ao som de gritos de coragem deles-LIBERTAS QUAE SERA TAMEN!-ele diz e todos os soldados começam a correr em marcha até os soldados da capital, a formação deles se quebra quando vários soldados começam a correr de medo, o general do exército da capital gritava comandos as suas tropas para que não tivessem medo, mas era inútil, nunca houve exército que marchava com tanta vontade quanto o nosso, todos alí já sabiam o resultado daquela batalha... o exército rebelde com certeza venceria...

Depois algumas horas de batalha intensa o fim finalmente chegou...

Aqueles que foram espertos se renderam ou fugiram, aqueles que se opuseram aos rebeldes acabaram por perecer...

Agora tudo estava resolvido, eu, batista e Josué estávamos no túmulo onde enterramos o adewalé.

Josué-tio, depois de muito tempo nós conseguimos... finalmente somos um povo livre...tudo isso graças ao senhor...-ele dizia enquanto encarava o túmulo-obrigado por não me fazer desistir tio...-ele diz e saímos do túmulo,mas batista volta e crava a espada no túmulo um última vez.

Batista-descanse em paz meu velho amigo... ukuthi ukufa ngeke ngikusize ukuphumula kwaphakade... (N/A: que a morte o guie para o descanso eterno...).

Depois de sairmos de lá nós chegamos até a porta da frente daquele lugar horrível, todo o povo estava pronto para partir...

Josué-e agora batista...?Como faremos pra chegar em casa...?Sem meu tio... e-eu não sei se consigo...-ele diz e batista coloca as mãos no ombro dele.

Batista-lidere-os... só você pode fazer isso,afinal,você agora é o grande umholi...é seu dever...seu sei que você consegue...-ele diz e josué o abraça.

Josué-obrigado batista... obrigado por tudo...-ele diz apertando o abraço-mas e você,para onde vai?-ele pergunta se separando do abraço.

Batista-... eu não sei...fiquei tanto tempo aqui que não sei mais para onde ir...

Josué-sabe que sempre será bem vindo conosco não é?Você é e sempre será um de nós...

Batista-obrigado, mas eu devo seguir o meu próprio caminho... -ele diz e o josué assente subindo no seu cavalo.

Josué-batista, João Vitor, kudedelwe imimoya inhlanhla ukukuqondisa ohambweni lwakho... (N/A-que os ventos da boa sorte guiem vocês em sua jornada)-ele diz e acelera com o cavalo nos deixando alí...sozinhos...

Batista-bem... acho que isso é um adeus...-ele diz com um suspiro.

Jv-é... talvez...-eu digo no mesmo tom.

Batista-vou sentir sua falta jv... -ele diz com lágrimas nos olhos.

Jv-é, eu também...

Batista-pra onde você vai...?

Jv-de volta pra base alpha... tenho que reencontrar o meu povo...e você?

Batista-eu não sei... não tenho pra onde ir...-depois disso uma ideia surgiu na minha cabeça.

Jv-venha comigo então!-eu digo com um sorriso.

Batista-tem certeza?Não quero atrapalhar o seu povo...

Jv-não vai!Meu povo é hospitaleiro, procuramos sobreviventes o tempo todo, então é óbvio que você poderá ficar!-eu digo com um sorriso estampado no rosto.

Batista-então tá... acho que irei com você...-ele diz respondendo o sorriso e eu por instinto o abraço apertado...

Ficamos nesse abraço por um bom tempo até sermos interrompidos por uma vozinha particular.

???-interrompo alguma coisa?-ela pergunta nos olhando.

Jv-JÚLIA!ONDE VOCÊ ESTAVA ESSE TEMPO TODO?!-eu pergunto abraçando-a.

Julia-ora, eu estava escondida durante a batalha, eu sei que sou corajosa, mas sou só uma criança jotinha... preferi esperar a briga toda acabar pra sair do meu esconderijo...

Jv-ora, mas você é ou não é uma ratinha astuta... -eu digo bagunçando os cabelos dela.

Julia-não, eu não sou uma ratinha...

Jv-e o seu pai batista...?

Batista-ele sumiu durante a batalha... ele já deve estar longe a essa hora...

 

Jv-entendi... bem,acho melhor irmos embora desse lugar...quero chegar logo na base alpha...creio que tenho muitas coisas pra ver ainda...


Notas Finais


então foi isso,espero que tenham gostado!Se gostaram não se esqueçam de favoritar!É de graça!

esse cap foi loko,mandando aquele né não?
enfim...
beijo pra vocês ( ^3^)

Dúvidas,sugestões,elogios,críticas,dúvidas sobre o autor e a fic perguntem aqui nos comentários
Bjs com sabor se brigadeiro <3


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