História Mobile (2 temporada) - Capítulo 35


Escrita por: ~ e ~ForeverEvril

Postado
Categorias Avril Lavigne, Hayley Williams, Panic! At The Disco
Personagens Avril Lavigne, Brendon Urie, Personagens Originais
Tags Avril, Brendon, Evan, Evril, Mobile, Romance, Sobrenatural, Terror
Exibições 20
Palavras 1.879
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


OOI
Mil desculpas pela demora (espero que ainda tenha alguém por aí).
Estou com a vida bem corrida ultimamente, então tá difícil parar para escrever para as minhas fics. Mas, vou tentar me organizar melhor para dar tempo fazer tudo.
Aqui está o capítulo de hoje, eu acabei de escrevê-lo e não revisei, então já sabem, relevem qualquer erro. Não irei corrigir agora porque não gosto de corrigir logo após escrever, gosto de corrigir um tempo depois.
Enfim, espero que gostem.
Beijos

~ Skinof

Capítulo 35 - Capítulo 35


Fanfic / Fanfiction Mobile (2 temporada) - Capítulo 35 - Capítulo 35

P.v. Evril

Há uma semana, eu me desliguei da Florence. De longe, eu sei que ela me observa. Os seres subordinados a ela me observam a todo momento. Ela tem medo que eu faça alguma besteira, isso é obvio. Prefiro correr o risco de fazer alguma besteira do que ficar esperando que tudo dê errado para a Avril naturalmente, até porque isso pode nunca acontecer.

Como a Avril não estava exercitando os seus poderes e não estava ajudando mais ninguém ultimamente, o escudo em volta da sua casa estava enfraquecido, pois ela estava enfraquecida. Eu ainda não podia entrar na casa, mas a barreira estava bem mais fraca do que a que já foi um dia. Uma prova disso é que posso ficar pelo jardim tranquilamente.

E é no jardim que tenho ficado ultimamente. Avril está sempre fora de casa, então é difícil ela me ver sem que eu a veja antes. Também acho muito divertido isso de estar tão perto dela sem ela ao menos saber. Não tenho tantos passatempos nessa minha eternidade.

A porta principal da casa se abriu de uma vez. Brendon saiu por ela com uma lata de cerveja em mãos. Em um movimento brusco, ele sentou no banco que havia na varanda da casa e abriu a lata se cerveja. Sua expressão era uma mistura de raiva e tristeza, era estranho vê-lo assim. Estranho, porém não ruim.

Quando eu conheci o Brendon, ele era o cara mais cheio de si que eu já tinha visto. Nada o abalava, ele sempre parecia tão forte e decidido. Agora, Brendon estava acabado. Desde que ele perdeu o emprego, ele tem decaído. Sua autoestima está claramente lá em baixo.

Brendon aproximou a lata de cerveja da boca e bebeu um longo gole. Novamente naquela semana, Brendon ficaria bêbado na varanda. Ele apenas bebia e observava a rua. Geralmente, ele fazia isso depois que a Avril chegava, mas hoje foi diferente. Aliás, já passava das nove horas da noite e nada daquela vadia que se parece comigo aparecer. Aposto o quanto vocês quiserem que ela o está fazendo de corno, e eu disse isso a ele nas últimas noites. Sinceramente, ele merece. Ele me trocou por ela e agora está colhendo o que plantou.

– Ela está com outro, essa é a única explicação. Avril só tinha Michele como amiga, e com certeza ela não foi visitar os pais nesses vários dias seguidos. Ela está com outro, você é corno! Quem a culparia por isso? Você é um nada agora, Brendon. Sem emprego, sem uma aparência apresentável há dias. Ela não tenta se aproximar de você, não deixa que você toque nela. Você está deplorável, Brendon. Ela está com outro e ele está fazendo o seu trabalho, você sabe disso. – sussurrei para ele.

Brendon apenas bebeu mais um grande gole da sua cerveja. Depois desse, mais outro e mais outro. Seu olhar estava perdido, e a cada segundo, sua expressão se tornava mais triste e tensa. Ele estava refletindo sobre o que eu disse, eu tenho certeza.

– Pai, vou a um show com os meninos, ok? – disse Evan enquanto abria a porta principal da casa.

– Volta hoje ainda? – Brendon perguntou, mas a sua voz demonstrava total desinteresse na conversa. Era como se ele perguntasse apenas por obrigação.

– Não sei. Se acabar muito tarde, vou dormir lá no Justin. – Evan trancou a porta da casa e caminhou para a frente de seu pai. Ele fechou um pouco mais o seu casaco e encarou o pai com uma das sobrancelhas arqueadas. – Está frio aqui fora, por que o senhor não entra?

– Estou bem aqui, não se preocupe.

– Você está bem, pai? – perguntou ele com preocupação. Ele se inclinou para encarar melhor o Brendon.

– Estou sim. Eu gosto de ficar observando a rua, você sabe. – disse pouco antes de forçar um sorriso.

– Então tá... Vejo o senhor depois então.

Ainda com uma expressão de preocupação, Evan se afastou do pai devagar. Quando chegou a calçada, Evan acenou para o Brendon e passou a andar mais rápido. Brendon apenas respondeu com um aceno de cabeça e voltou a beber a sua cerveja.

Não demorou mais de dez minuto para o carro da Avril estacionar em frente a casa. Escondi-me por entre o jardim do vizinho. Como Avril estava fraca, ela não me sentiria mesmo tão perto.

– Eu encontrei com o Evan a duas quadras daqui e ele me disse que você o deixou ir para um show no centro. Como você autoriza isso sem me falar nada? O centro é perigoso a essa hora, você sabe. Aliás, a nossa rua é perigosa a essa hora. Por que você não o levou até a estação de metrô pelo menos? Eu deixei-o lá. – disse Avril um pouco alterada.

– Evan não me pediu para deixá-lo, mas quem bom que você o deixou lá. – disse Brendon com desdém. – Além disso, estou bebendo, não posso dirigir.

– Para variar, você está bebendo... – Avril disse e bufou. Mas antes que ela falasse mais alguma coisa, Brendon a cortou.

– E sim, eu o deixei ir ao show. Meus pais nunca me proibiram de nada, não sou eu que irei proibir meu filho. Eu tive uma ótima adolescência, quero que ele tenha uma também. E você não pode reclamar. Se você estivesse em casa, ele falaria com você. Mas você não estava...

– Isso não é desculpa, você poderia ter me ligado!

– Não estou tentando justificar porque não falei. Não liguei e não me arrependo. Eu estava em casa, somente eu, então a autoridade era minha e eu deixei sim ele ir.

– Não é bem assim, Brendon...

– É assim sim. Você mal aparece em casa, não tente agora impor uma autoridade.

Avril bufou e saiu batendo os pés com força. Ela entrou em casa enquanto o Brendon continuou na varanda. Ele novamente bebeu mais um gole da cerveja e ficou observando a rua. Dessa vez, ele batia o pé no ritmo de alguma música que devia estar em sua mente.

A porta principal foi aberta novamente e Avril, aparentemente com raiva, caminhou até o Brendon novamente.

– Eu sei que hoje é a folga da Shelley, mas que merda de bagunça é aquela na cozinha? – disse ela e Brendon apenas deu de ombros antes de beber o último gole da sua lata. Avril pegou a lata da sua mão com raiva e a jogou no chão. – Será que dá para parar de beber? Mas que droga, Brendon!

Brendon levantou de onde estava e se aproximou de Avril, ele parecia estar cheirando ela. Avril se esquivou dele na hora e o olhou confusa.

– Você está cheirando a um perfume masculino. – Brendon disse.

– Quê?

– Você tem um amante, Avril? – Brendon disse um pouco alterado.

– Eu comprei hoje um perfume para o Evan. Eu experimentei em mim para ver se iria gostar ou não. O que deu em você?

– O que você acha? Você só chega tarde, anda me evitando...

– Mas isso não quer dizer que eu tenha um amante.

– Não?

Brendon se aproximou novamente de Avril. Ele colocou uma das mãos por entre o cabelo dela e outra na cintura. Ele a puxou com força para junto de si e aproximou o seu rosto do dela para beijá-la. Se eu pudesse, acho que teria vomitado naquela hora. Mas, diferente do que eu esperava, Avril desviou da boca do Brendon e o empurrou com força. Brendon foi firme, ainda a segurou pela cintura, mas agora só a encarava. Já Avril, ela parecia com medo.

– O que está acontecendo? O que eu fiz? Tem horas que eu penso que você tem nojo de mim. – disse ele.

– Me solta, Brendon! – ela tentou empurrá-lo novamente, mas ele a segurou junto a ele com as duas mãos.

– O que eu fiz, Avril? Será que eu não tenho o direito de saber? Que caralhos eu fiz para fazer você se enojar tanto quando eu te toco? Não era assim, você não era assim. – Avril nada disse, apenas tentou empurrá-lo enquanto sua expressão de medo aumentava. – Porra, responde! – gritou.

– Eu tenho medo de você, eu não quero que você me toque, eu não quero que você me olhe, eu te quero longe! – gritou ela de volta.

Brendon finalmente a soltou. Ele estava surpreso, isso era obvio.

– Medo de mim? Eu nunca te fiz nada, eu dificilmente falo alto com você.

Avril nada respondeu, apenas se afastou. Brendon aproximou-se dela novamente, mas sem tocá-la.

– Vamos, me diga o que eu fiz. – pediu ele. – Eu tenho o direito de entender o porquê de tudo isso.

– Eu sei que é você...

– Que sou eu? Que sou eu o quê?

– O assassino.

Brendon a encarou sem entender. Pouco depois, ele virou de costas e abaixou a cabeça. Parecia que ele estava tentando digerir o que ela tinha acabado de falar. Até eu fiquei em choque com a acusação dela. Brendon nunca mataria ninguém, pelo menos eu acho.

– Se você tentar me matar, eu grito. – disse ela, então Brendon voltou a encará-la.

Seus olhos estavam tristes e descentres. Ele passou a mão pelo cabelo enquanto negava repetidas vezes com a cabeça.

– Posso saber baseado em que você está me acusando? – perguntou ele.

– Eu... Eu sei que é você. Eu peguei você chegando depois do assassinato da Michely.

– Pegou o quê? Me pegou chegando tarde? Parabéns, Avril, uma ótima evidência.

– Você também estava com a camisa suja de sangue em um dos dias dos assassinatos.

– Eu realmente não lembro quando foi, mas já descarto como qualquer prova. Você verificou se o sangue era meu? Verificou se era de alguma vitima? Mas que merda, Avril! Como assim? Quando te acusaram pela morte do Aidan, eu fiquei ao seu lado. Várias evidências apontavam para você, a Kristen jurava que tinha sido você, mas eu fiquei do seu lado. Até sua mãe acreditava que era você, mas eu não. Eu nunca te pedi prova alguma sobre isso, pois eu te conhecia e isso para mim bastava. Eu acreditava em você. Eu protegi você. E agora, anos depois, por motivos infundados, você acredita que eu seja um assassino sem escrúpulos? – Brendon disse um pouco mais alterado. Sua voz estava começando a ficar embargada por causa da bebida. Só agora o efeito do álcool parecia ter chegado. – Que tipo de esposa é você, Avril?

– Eu...

– Mas – disse ele a cortando. –, já que você não acredita em mim mesmo depois de tantos anos juntos, eu te provo que não fui eu.

Brendon pegou o seu aparelho celular do bolso e começou a mexer no objeto. Alguns segundos depois, ele o entregou para Avril.

– Recebi minha conta do cartão de crédito por e-mail. Olhe no dia da morte da Michely... Paguei a conta do bar com o cartão. Se não quiser acreditar nisso, posso ligar para o Fred e para a Kristen. Eles vão confirmar que eu estava com eles.

– Kristen?

– Sim, a Kristen.

Avril analisou o celular e depois devolveu para o Brendon.

– Você quer que eu ligue? Eu posso ligar.

– Não, não precisa.

– Eu vou dormir na casa do Fred. Aqui – ele apontou com as duas mãos para o chão. – já deu por hoje.

Sem se preocupar com o quanto bebeu, Brendon pegou o seu carro e saiu em alta velocidade. Avril nem o observou sair, ela entrou em casa e por lá ficou. 



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