História Modern Royalty (Malec) - Capítulo 11


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Categorias As Crônicas de Bane, Os Instrumentos Mortais
Personagens Alexander "Alec" Lightwood, Aline Penhallow, Asmodeus, Catarina Loss, Isabelle Lightwood, Jace Herondale (Jace Wayland), Lilith, Magnus Bane, Maryse Lightwood, Max Lightwood, Personagens Originais, Ragnor Fell, Simon Lewis
Tags Malec, Malec Longfic
Visualizações 294
Palavras 1.391
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Festa, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Universo Alternativo, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Quinze minutos de atraso no relógio, perdão. ❤️ Espero que tenha sido compensador esses dois dias de att's duplas. 💙

Enjoye. ✨

Capítulo 11 - No More Secrets


Fanfic / Fanfiction Modern Royalty (Malec) - Capítulo 11 - No More Secrets

Strangers in your head

As if you don’t remember

As if you can forget

Silhouette. Aquilo.

Paris, França.

2017 

Quarenta e oito horas. Era o exato tempo que estava sem Magnus, e seu corpo implorava por ele. Pura abstinência. Os dias seguiram em seu semelhante e nada variante modo, exceto pelo que faltava durante as madrugadas. Desejou ligar para Magnus, mas o número dele não tinha. Desejou bater na porta dele, porém coragem não possuía. Deixar um comentário nas redes sociais dele seria extremamente óbvio? Oh, sim, claro que sim. A ausência dos beijos de Magnus estava roubando-lhe a sanidade, a intensidade do que sentia por ele era quase cruel. No entanto, Magnus estava deixando claro que não desejava ver-lhe. Estava? Pois era sua segunda vez em dezenove anos, bebendo. Pedira o whisky no serviço de quarto, o mesmo que tomara com Magnus em frente a torre Eiffel, no mesmo dia em que teve seu primeiro beijo e primeira vez.

Havia falado com Isabelle, Max e Jace, poucas horas atrás, e tão destruído estava, que seus irmãos perceberam. Porque havia apaixonado-se. Havia — como todos os viventes — escutado certas vezes sobre o quão avassalador poderia ser aquele sentimento, porém, não acreditava nas palavras muitas vezes cruas e desprovidas de poesia que lhe eram ditas. Até sentir.

Decidido, vestiu o moletom largado em um ponto do quarto, e com o cartão, trancou a porta. O corredor branco com o carpete bordado em um dourado no marrom era gélido e deserto. Fogo se alastrava em suas veias, seu coração saltava. Pensou se aquilo era o que tomava Magnus ao bater em sua porta todas as madrugadas. A adrenalina em temer ser visto, o sangue sendo bombeado em mais fugir pela ansiedade. Se ele também tremia, se ele sentia, se ele desejava tanto que chegava a doer. Pois, o que antes fôra prazer, tornara-se necessidade, e o que antes era dispensável, tornou-se quase um aliado do oxigênio. Era jovem, e sentia com mais intensidade, e tudo parecia mais dramático do que realmente era, porém, se analisasse, estava ali, encenando um Romeu e Romeu. Sem o mínimo resquício de arrependimento, principalmente ao sentir o sorriso involuntário se formar em seu rosto, ao reproduzir a ação que Magnus tivera meses atrás.

Uma decisão havia sido tomada, então, comunicaria ao jovem príncipe, seu coração ansioso para que a resposta lhe fosse um sim. Que Magnus aceitasse sua proposta para que aprofundassem o que construíram, para que conhecessem-se além das quatro paredes do quarto. Suas interruptas batidas na porta foram finalmente atendidas.

E seus batimentos apenas triplicaram. Suas mãos apenas suaram mais. Sua pressão apenas despencou mais um pouco. Suas mãos, como se tivessem vida própria, tentaram toca-lo. Magnus estava em sua frente, os olhos verdes dourados agora com olheiras, e uma camisa branca surrada com um jeans, quem o olhasse, jamais pensaria: "olhe lá, aquele é um rei." E não o via daquela maneira. Para si, Magnus era um menino. Que merecia ser amado. E mesmo que apenas restassem quatro meses para eles, amaria Magnus durante esse tempo, esperando que ele amasse-o em retribuição.

— Alexander... — Magnus sussurrou, parecendo surpreso.

— Algum dia teria que ser eu. — disse-o, firmemente — Posso entrar?

Magnus cedeu espaço na porta, e não fez menção de tocar-lhe, deixando sua pele formigando pela proximidade jamais concretizada em um toque. Observando o ambiente, pelo anjo, Magnus não estava diferente. Haviam garrafas e roupas espalhadas, música ao fundo, e um jovem aparentemente devastado. Respirando fundo, tornou-se a ele.

— Dois dias... — disse-o, e Magnus fitou o teto — Porque?

Caminhando pelo cômodo, Magnus parecia deslocado. Como se aquele não fosse o lugar dele, como se algo o faltasse. E por mais egoísta que parecesse, desejava que fosse sua ausência. — Por que fomos pegos? — disse-lhe o príncipe, uma pitada de ironia que jamais passaria desapercebida — Por que eu perderia uma coroa, e você perderia muito mais que eu? Por que eu não posso passar por isso novamente, eu não suportaria?

Seus olhos pesavam em lágrimas, pois se aquele era o fim, Magnus poderia ser menos cruel? — Eu não sei, porém, quando dormimos juntos, você me fez uma promessa. — respondeu-o de modo rouco pelo choro preso — Você me prometeu seis meses. E eu estou aqui, pois me restam quatro, Magnus. — Magnus encarou-lhe perplexo, quase como se o questionasse com o olhar — Pois você me prometeu.

— Você é insano. — murmurou Magnus, uma descrença visível, um desespero quase imperceptível — Você tem noção do que está arriscando por um caso? Por um homem que você não conhece? — sua expressão ruiu, e Magnus ainda o olhava com aqueles olhos que iniciariam guerras e derrubariam poderosos — Pois eu vi a maneira que me olhou quando aquela mulher se foi. Completamente distinto olhar dos que me ofertou enquanto beijavamos. O que é uma droga, Alexander, pois tudo que tentei foi nos proteger. Existe outro lado, e se você não está pronto para ele, eu não quero me machucar fazendo isso durar a toa.

Desviando seu olhar, indagava-se como o diria. Os segredos que possuía, que não era o poço de ingenuidade que Magnus projetou. Que Magnus também possuía uma imagem idealizada, que Magnus também estava perdido, que Magnus... Também estava apaixonado. Pois ele estava, no entanto, orgulhoso era para assumir. Não desejava uma briga, uma guerra. Apenas desejava entrar. Magnus poderia vencer, tudo que desejava era ficar. Sem máscaras, segredos ou visões irreais. De quem eram, do que fariam, até onde iriam. Magnus os chamava de caso, porém, em seu íntimo afoito desejava mais.

— Eu quero conhecer o homem atrás da coroa, Magnus. — disse-o, semelhante modo disse-lhe o príncipe ao conhecer-lhe — Eu quero conhecer você. — a expressão atônita não abandonava o rosto do rapaz, e aproximando-se, tocou a pele dele, sentindo seus dedos arderem ao toque — Seus segredos, as histórias de seu país que não são contadas, seus temores e algo além. Assim como mostrarei a ti, quem eu sou. — Magnus parecia perdido, então, agarrou-lhe pela cintura, a camada grossa do tecido do moletom impedindo o real e desejado contato. Pele a pele. — O que me diz?

— Alexander... — existia algo em especial na maneira em que Magnus chamava-lhe. Algo na sonoridade que era emitida, um sotaque especial, ou apenas por ser ele — O que estamos fazendo?

Suspirando, entregou-se por completo. — Estamos arriscando tudo por nós. — então Magnus aproximou-se por inteiro, e sentiam a respiração descompassada um do outro — E eu estou fazendo isso pois estou apaixonado por ti. — seus olhos estavam fechados com força, aço em seus pulsos. Pois estava louco, insano, e aquela era a maior prova. Havia dito em voz alta o que relutava para aceitar.

E Magnus, ele parecia simplesmente compartilhar sua loucura. Não afastou-lhe, não espantou-se, não fez alarde. Apenas, sorrira e lhe tomara os lábios nos dele. — Eu estou apaixonado por você, Alexander Lightwood. — sussurrou Magnus entre um dos beijos — Estou perdidamente apaixonado por você...

— ... Desde a primeira vez que te vi. — completou, pois em seu ser sabia que Magnus diria aquilo. Não sabia como, apenas...

Era chegada a mais difícil hora. Como todo homem em seu lugar, tinha segredos, compromissos. Seu coração saltou de forma dolorosa, pois o momento estava tão perfeito. Magnus havia perdoado-lhe por quase desistir, ele havia cedido perdão ao jovem rei por quase fugir. E agora, após ver quão ruim Magnus lidava com grandes notícias, não sabia como transmitiria aquela. E o príncipe alicantês tentava conduzir-lhe a cama dele, ansioso com as mãos macias em sua pele coberta, beijando-lhe o pescoço. Seu corpo queimava por aquilo, nada mais era almejado que aquele prazer em ser um com Magnus, no entanto, sentia agora que se desaprovaram de máscaras, que não poderia deitar-se com ele, enquanto não o falasse aquela verdade. De inúmeras outras, aquela em especial.

— Magnus, eu preciso dizer-te uma coisa. — comunicou, enquanto mantinha os olhos fechados — E por favor, prometa-me que não me deixara até que entenda toda a verdade.

Magnus largou-lhe bruscamente, uma expressão cerrada na face. — Diga-me. — disse-lhe, e sentiu como uma ordem.

— Preciso que conheça alguém importante na minha vida. — replicou, e Magnus se alardeou — Preciso que conheça minha noiva. 


Notas Finais


O plot de fato está começando, ops. 👀

Comentem para que eu saiba se vocês gostaram amores, e até qualquer dia. 💙

Xoxo, V. ✨


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