História Mon Amour - Capítulo 22


Escrita por: ~

Postado
Categorias Demi Lovato, Justin Bieber
Tags Justin Bieber, Purple_ninjas2
Exibições 1.011
Palavras 2.005
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Fluffy, Musical (Songfic), Poesias, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas da Autora


SÓ TENHO UMA COISA A DIZER: PENÚLTIMO CAPÍTULO!
CHOREM COMIGO MANAS, O ÚLTIMO CAPÍTULO SERÁ POSTADO NO DIA 19/10, exatamente a mesma data que se deu incio a Fanfic, não to nada bem, e além disso, dia 19 É MEU ANIVERSÁRIO! NOS VEMOS LÁ MEUS BEBÊS <333

Capítulo 22 - It's a surprise


Fanfic / Fanfiction Mon Amour - Capítulo 22 - It's a surprise

Às vezes a vida toma uma proporção diferente daquela que pretendíamos para ela. Tudo mudou tão depressa sem que percebêssemos, mas aquele velho amor que faz o meu estomago gelar ainda esta aqui, intacto.

...Alaska Lovato Point Of View...

— Hmm... Seis desses e quatro de chocolate — o garoto me olhou estranho, assim como Nora, sorri quando ele anotou o meu pedido. — E uma latinha de refrigerante.

— Tudo bem — seus olhos estavam arregalados e ele não fazia questão de esconder o quanto estava me achando estranha, não liguei muito.

Ao se distanciar, Nora me deu um beliscão forte no braço, fazendo com que eu me encolhesse e lhe desse um tapa.

— Quando você disse que estava com vontade de comer cupcakes eu não pensei que pudesse ser tanto assim! — gritou em um sussurro, gesticulando com as mãos de forma inquieta.

— Mas não é tanto — revirei os olhos e isso fez com que ela fechasse os lábios e inflasse o nariz, fazendo as suas bochechas ficarem vermelhas.

— Você ouviu o que acabou de dizer? Alaska você pediu dez bolinhos aquele garoto, e tenho certeza de que não vai comer nem a metade deles!

— Eu vou sim — tinha certeza de que a minha posição confiante e levemente debochada estava levando a minha melhor amiga a loucura.

— Você vai é passar mal depois disso — se jogou contra a cadeira, ainda um pouco brava pelo meu surto repentino de vontade de comer bolinhos de chocolate e morango.

— Deixa de ser chata, Nora. Estou com vontade de comer as drogas dos bolinhos desde que acordei, mas Chris não estava em casa e não tinha como suborna-lo para conseguir dinheiro.

— Você não presta — murmurou entre risos, me fazendo revirar os olhos e esperar impaciente pelo meu pedido. — Já contou a Justin sobre o estagio de verão?

Suspirei, odiava aquele assunto, e odiava ainda mais não ter conseguido contar a Justin o que tinha acontecido.

— Não, tenho certeza de que ele vai vir aqui e me convencer do contrario — dei de ombros. — Mesmo que eu o ame e esteja com saudades, não posso vacilar agora, Nora. Certo que servir cafés em uma editora não é lá grandes coisas mas, é um começo.

— Você sabe o que fazer com a sua vida — deu de ombros, fazendo uma onda de frustração passar por mim e deixar rastros devastadores. — Você sabe que vai deixa-lo arrasado, não sabe? — ergui o olhar até ela, fazendo-a suspirar e segurar em minhas mãos. — Você era o sonho dele por anos, e agora que tudo parece ser um conto de fadas para ele, surge essa oportunidade de emprego. Talvez seja arriscado, mas eu nunca vi um cara fazer tudo o que ele faz por você, desde as coisas mais difíceis as mais bestas, ele sempre esta preocupado e deixa a suas prioridades de lado por você, então pense bem no que vai fazer antes de ferrar com o coração dele okay.

As palavras de Nora me distribuíram por dentro, me fez temer tudo o que parecia certo em minha cabeça.

— Talvez ele entenda — tentei convencê-la, mas sabia que seria difícil quando nem ao menos eu acreditava naquela teoria.

Eu o conhecia, conhecia muito bem para ter essa certeza, e isso só fazia com que me sentisse ainda mais única em sua vida.

— Talvez ele não entenda, Alaska. Ele ama  você e agora que sabe disso não vai desistir assim tão fácil.

— Não quero que ele desista — sussurrei. — Apesar de estar quase aceitando esse emprego, parte de mim pede para que eu pegue o primeiro avião até o Canadá e me sinta bem perto dele.

— Talvez essa seja a coisa certa a ser feita.

Nora nunca fora uma pessoa muito boa para se seguir conselhos, quem dirá de opiniões concretas, mas naquele momento ela estava me surpreendendo, e não era pouco.

Antes que pudesse me dizer algo, o atendente me trouxe o que havia pedido, olhei maravilhada para os bolinhos de chocolate, mas sentir o cheiro dos que pedi de morango, meu estomago revirou, e eu tive que sair correndo até o banheiro do local para vomitar tudo o que eu tinha comido no café da manhã.

— Alaska? — a voz de Nora soou desesperada enquanto batia contra a porta. — Esta tudo bem? Me deixe entrar — me escorei ao lado da porta, minhas pernas estavam fracas e mesmo tentando alcançar a fechadura, não conseguia, meu corpo parecia mole e me deitei no chão sentindo meus olhos se fecharem aos poucos.

Meu corpo pesava tanto que era como se um caminhão tivesse passado por cima de mim, esmagando todos os meus ossos e deixando feridas horríveis de serem cicatrizadas. Precisei de minutos de foco para finalmente erguer as pálpebras e perceber que estava no hospital, o som incomodo do medidor de batimentos cardíacos me fez revirar os olhos, desejando quebrar aquela droga antes que minha cabeça explodisse.

Senti meu braço doer, e meus olhos voltaram-se para o soro em minha veia, o tirei do meu braço sem pensar duas vezes e isso fez com que uma pequena sirene fosse acionada.

Revirei os olhos quando o quarto fora invadido por uma serie de enfermeiros e uma medica.

— Seus pais estão preocupados — comentou, mediu a minha pressão e chegou a minha febre.

— Não há motivos, estou bem, só senti vontade de vomitar e desmaiei.

— Bem, talvez não seja só isso — sentou-se ao meu lado, analisou alguns papeis, e puxou um deles. — Fizemos alguns exames de rotina em você, e como ficou bastante tempo desacordada deu tempo de rever os resultados — me entregou a folha, com alguns dados meus e o nome de cada exame. — Veja o ultimo.

Meus olhos percorreram a folha inteira até chegar ao que me disse, senti minhas bochechas corarem, mas aquele tom de constrangimento fora deixado de lado quanto li o que estava escrito ali.

— Que tipo de brincadeira é essa? — sussurrei, meus dedos tremeram e eu perdi a força nos mesmos.

— Não posso dizer que sinto muito porque é algo maravilhoso, você pode estar surpresa agora, mas vai pensar melhor — sorriu fraco, ficando de pé em seguida. — Vou fazer a sua alta, sua mãe vai vir ajuda-la a se vestir.

Ainda estava chocada com o que tinha acontecido, e minha garganta secou quando mamãe entrou naquela sala, pela sua feição eu já sabia que a medica já havia contato o que tinha acontecido. Pensei que ela brigaria comigo, me xingaria, mas tinha um sorrisinho em seus lábios que certamente me deixou confusa.

— Mãe eu...

— Eu comecei vendo o lado negativo disso tudo — me interrompeu. — Queria que você tivesse sido mais responsável — tocou as minhas mãos e deixou com que uma lagrima caísse. — Sei que vai ter que parar com a faculdade por um tempo e desistir dessa historia de estagio de verão porque bem, eu conheço o pai dessa criança como se fosse meu filho e tenho certeza de que agora mais do que nunca ele não ira permitir que você fique longe dele.

Senti seus dedos na maçã do meu rosto, e abaixei a cabeça, senti meu estomago gelar assim que voltei minha atenção para a minha barriga sem notar volume algum.

A ultima semana fora de tantos compromissos que mal tive tempo de notar que a minha menstruação estava atrasada desde o dia em que Justin fora embora.

— Papai surtou muito? — não pude esconder o meu medo.

— Ele passou os primeiros cinco minutos dizendo que ia matar Justin, mas consegui convencê-lo do contrario, e tenho certeza de que ele esta ainda mais eufórico do que qualquer outro com essa historia. — sorri, essa seria a pior parte da historia, e se o papai já estava mais calmo, seria melhor assim, evitaria com que eu me sentisse ainda pior por ter errado tão feio assim.

— Nora ficou desesperada e tiveram de arrombar a porta para tirar você do banheiro — suspirou. — O que pretende fazer agora?

Meus lábios tremeram, meus olhos se encheram de lagrimas e a única certeza que eu tive era de que precisa estar com Justin.

— Quero morar com ele.

◊Ѽ◊

Chris me olhou estranho assim que chegamos em casa, seus lábios estavam reprimidos e quando papai me ajudou a sentar no sofá e de distanciou, ele se jogou ao meu lado pegou a minha mão, permanecendo em silencio.

— Ele vai ficar todo bobo — comentou, soltando uma risada, levando-me a fazer o mesmo. — Estou feliz por você, sabe. Apesar de que o Bieber é tão tapado para não usar camisinha, e você por não tomar remédios.

— Desculpe — corei, e ele suspirou, relaxando os ombros. — Como acha que ele vai reagir? — não pude esconder o meu desespero, e Chris gargalhou.

— Esta brincando? Ele vai sair contando a todo mundo que vai ser pai, depois vai acordar para a realidade e vai entrar em desespero porque não sabe nem trocar um frauda, mas isso se aprende com o tempo, certo?

— Certo! — sorri, e encostei a cabeça em seu ombro, fazendo Chris suspirar.

— Como vai contar? — suspirei, joguei a cabeça para trás no sofá e fechei os olhos.

— Acho que vou antecipar a minha viajem, quem sabe fazer uma surpresa a ele — dei de ombros.

— Você fazendo surpresas? — gargalhou de forma debochada, e eu ergui as pálpebras, e revirei os olhos.

— É, talvez seja bom, me divertir um pouco.

— Você não vai fazer só a surpresa, não é?

— Não mesmo...

◊Ѽ◊

— Todas as suas coisas estão dentro dessas malas? — papai não pode esconder a surpresa assim que terminei de fechar a segundo mala de viagens.

— Pai, eu posso ser uma garota, mas sou pratica quando quero, e a maioria das roupas não fazem mais o meu estilo, melhor me livrar delas já que não as uso faz anos — dei de ombros.

— Você esta certa. Deixe-me levar isso até o carro — suspirei quando ele fechou a porta do meu quarto, fazendo-me encarar o silencio reconfortante de um quarto irreconhecível.

Não parecia mais meu, não tinha o meu toque e não tinha todas as minhas baboseiras de antes.

Suspirei, apertei a passagem contra o peito e arfei quando meu celular começou a tocar. A foto de Justin apareceu na tela e eu deixei com que tocasse a primeira tentativa, na segunda fora completamente falho me segurar.

— Bom dia, mon amour — senti o sorriso em sua voz, aquilo foi o bastante para me fazer perceber que o que mais queria estava sempre disposto a tudo por mim.

— Bom dia...

Meu corpo pareceu ganhar vida, senti o sorrisinho crescer em meus lábios e a saudade apertar o meu peito.

Onde eu estava com a cabeça para me negar ao amor daquele garoto?

— Você já está pronta para vir pra cá?

Olhei o meu quarto vazio, e sorri sentindo as lágrimas escorreram pelas minhas bochechas. De fato ainda faltava uma semana para que nos víssemos, o único problema era esperar por isso depois que descobri sobre a gravidez.

— Nunca estive mais pronta.

Passei o voo inteiro dormindo, aquilo era normal já que segundo a médica eu precisaria de um pouco mais de cuidado por ser a primeira gravidez.

Não podia esconder o quanto eu estava ansiosa para chegar logo.

Peguei um táxi direto ao prédio onde Justin havia comprado o apartamento, e sorri assim que o porteiro me reconheceu e veio logo me ajudar com as malas.

— Senhor Bieber não esta em casa. Você quer as chaves reservas?

— Claro, obrigada — suspirei assim que adentrei o cômodo, parecia tudo da mesma forma se não fosse pelo cobertor e o travesseiro no sofá, o jornal sobre a mesa e algumas louças na pia da cozinha.

— Qualquer coisa você pode me chamar okay.

— Obrigada novamente, e ah — chamei a sua atenção antes que se virasse. — Pode não contar a Justin que eu estou aqui quando ele chegar? É uma surpresa.

— Claro.

Ele sorriu antes de deixar o apartamento e eu suspirei, fechando a porta e me deitando entre os cobertores do sofá da sala, tinha o perfume dele, e eu me aninhei ao seu travesseiro antes de pegar o telefone.

— Esta na hora de me divertir um pouco, Justin Bieber.


Notas Finais




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