História Mon Cher - Capítulo 7


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Categorias Saga Crepúsculo
Personagens Alec, Alice Cullen, Aro Volturi, Caius Volturi, Carlisle Cullen, Marcus Volturi
Tags Alec Volturi, Aro Volturi, Caius Volturi, Carlisle Cullen, Cullen, Jane Volturi, Marcus Volturi, Saga Crepúsculo, Volturi
Exibições 57
Palavras 1.594
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Ficção Científica, Hentai, Lemon, Magia, Mistério, Misticismo, Orange, Romance e Novela, Sobrenatural, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Pansexualidade, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Eu voltei :3 agradeço a todos os meus preciosos favoritos e aos preciosos comentários.
Amo vocês, tenham paciência comigo!

Capítulo 7 - No meu tempo de criança


Eu estava em modo de carregamento. Imagine que seu celular chega a zero por cento de bateria, entaão, foi o que aconteceu comigo. Meu talento é baseado em minha força vital, se eu gasto demais, meu corpo se desliga. Faz muito tempo desde a última vez que "descarreguei", me lembro que foi em meados de 1980, quando me obriguei a enfrentar um clã do sul que tentou invadir e dominar a cidade de Nova York. Neste momento, posso sentir as mãos de Marcus nas minhas, ele odeia quando isso acontece, segundo ele é uma irresponsabilidade de minha parte.

Flash Back on

"- Postura, Meredith. Não deve demonstrar ao seu inimigo seus sentimentos.- Mestre Marcus intruia o manejo de espadas, ele insistia ue meu potencial deverria ser desenvolvido, mesmo eu sendo humana ainda.- Mais uma vez, e dessa vez, sem careta.

Ele me atacou em uma velocidade "humana", ou pelo menos o que ele supõe que seja humano, mas para os meus reflexos lentos e infantis, isso ainda era muito rápido. Sua espada era feita de madeira, assim como a minha, e eu era agradecida por isso. Se estivesse lidando com uma espada de verdade, com toda a certeza já estaria morta. Em dez segundos eu estava no chão, um desastre, minha melhor marca é de onze segundos e meio, pelo menos é o que ele me diz. Seus olhos exibiam sua decepção, eu não consegui agrada-lo, mais uma vez. Se afastou enquanto ordenava que eu fosse para o banho.

Dydime me esperava na pequena casa aos fundos da enorme propriedade. Meus senhores não permitiam que eu morasse com eles, porque afinal de contas, eu ainda sou a comida. Ela sorriu ao me ver, meu coração batia forte sempre que ela fazia isso, e olha que já faz dois anos desde que eles me encontraram naquela floresta.

- Marcus exagera com você. Ele se esquece que você só possui sete verões e que seu corpo ainda é de uma  criança.- Ela comentou enquanto entrava na casa. 

- Eu o decepcionei de novo- falo com lágrimas nos olhos.- Não entendo por que me pouparam. Não sou boa humana e nem boa o suficiente para ser uma vampira. 

- Não chore, minha criança- Ela toca minha cabeça e levanta meu rosto para que nossos olhos se encontrem.- Você é uma garotinha maravilhosa. Homens adultos não costumam durar nem 28 segundos, isso quando Marcus está de bom humor.

Flashback off

Nesta época eu possuia apenas sete anos solares. Os volturi, Aro e Caius, me tratavam como a um animal de estimação, e para mim não havia nenhum problema naquilo. Eu ainda era uma criança assustada, que tinha pesadelos com a floresta onde fui encontrada e com o corpo de meu irmão. Esta é a única lembrança que possuo de algum de meus familiares humanos, eles não foram uma peça importante na minha infância, em nenhum momento.  Porém me lembro de ter medo, de ter medo da floresta durante a noite, quando ia dormir sozinha, de ter medo de que meu irmão retornasse para me levar também, e de ter medo do que meus mestres poderiam fazer comigo se eu os decepcionasse demais. 

O tempo que demorei para ser exatamente aquilo que Marcus queria foi de cinco anos. A primeira vez que ele demonstrou estar verdadeiramente feliz comigo foi quando, aos nove anos, matei um feiticeiro. Lembro de ter ficado durante 30 minutos cavalgando buraco, esperando encontrá-lo 

FlashBack On

Eu estava dentro da casa grande, onde o clã passava a maior parte de seu tempo.  Dydime se sentava em um banco estofado e estava debruçada sobre uma mesa enquanto desenhava alguma coisa que ainda não era possível de identificar, já Marcus estava com os seus irmãos que discutiam sobre alguma coisa referente a um clã que ficava próximo ao Império Parto, aparentemente os vampiros estavam estabelecendo alguma espécie de tirania. O que é tirania? Pela cara deles não era algo muito bom.

Ouve-se na porta uma batida. Isso era estranho, já que ninguém nunca ousa passar nem perto destas terras. Me levanto do chão, estava sentada mexendo em alguns pergamínios que Aro com  muito custo me ensinou a ler, abro a porta e sorrio para o bem vestido senhor, porém sou surpreendida com um soco em meu  peito. O homem invade a casa e cumprimenta Caius, ele exalava confiança. Me levanto do chão e me assusto com a presença repentina de Marcus atrás de mim, segurando meu ombro e puxando-me para ele.

- Tales Noceto, mago a serviço do clã de Partos. Eles lembram ao senhores que a dívida para com eles continua a crescer. Me contrataram para passar um aviso a vocês, caso não prestem contas a eles pelos próximos dois meses.- Ele olha para mim e seus olhos brilham em um verde esmeralda doentio.- Um bichinho. Que adorável! 

- Saia de minha casa, Tales! Nós não devemos mais a eles!- Caius estava visivelmente transtornado. Ele se aproximou do homem bruxo com os dedos em forma de garras. me escondo nas vestimentas de Marcus, com medo da reação do bruxo.

- Saiba que eu me previni antes de entrar  nesta casa. nenhuma criatura sobrenatural poderá me tocar até que eu retorne aos meus contratantes.- O sorriso dele era de deboche.- Meu trabalho está feito, tenham um bom dia.

O homem se retira, e logo o pandemônio é instaurado na sala, todos os vampiros discutiam, os nervos a flor da pele. Minha senhora já havia comentado sobre bruxos, eram seres raríssimos, e tão poderosos quanto. A realeza vampírica costumava contratar seus serviços pagando altos preços. Todos temiam a presença os bruxos. Todos com exceção de uma criança de nove anos. Me lembro de suas palavras,"nenhuma criatura sobrenatural poderá me tocar ", e bruxos não podem mentir, nem omitir nada, o que significa que EU posso feri-lo.

Saio da casa pelos fundos, não que eles fossem notar minha ausência agora, porém fui muito cuidadosa.  Corro até a área de treino, pegando uma espada de verdade para levar comigo e também um arco de curto alcance, sigo para o celeiro, pegando um garanhão negro para montar. Uso o caminho que leva ao povoado mais próximo, imaginando que este era o caminho que ele havia tomado. Nunca pensei que as aulas de estratégia fossem me servir tão rápido.

Vejo a túnica verde escuro do homem ao longe, e logo me enfio entre alguns cavalos amarrados na porta de uma venda.  O sigo até uma pousada, bem comum, sem muito conforto. Por possuir apenas um andar, foi bem fácil identificar o quarto dele, e também pelo fato de que a janela dele estava aberta. Ou ele é muito descuidado, ou é muito confiante. Acredito muito na segunda opção. A figura masculina se despia da primeira túnica, me fazendo corar. 
Armo o arco e acerto a flecha, mirando em suas costas. Solto a flecha, que o atinge no ombro. Ele urge de dor e se vira para mim, seus olhos estavam cintilando fúria.  Atiro outra flecha e descubro que ao treinar cinco anos com um vampiro, os reflexos de um bruxo não era a lá muita coisa, porém o homem era um usuário de magia e a poucos centímetros de sua face, ele a parou.  Ele avançou lançando uma rajada de fogo mágico em minha direção. Esquivo, jogando-me no chão, as labaredas destroem a maior parte da parede.
 O caminho agora até mim estava livre, saco a espada enquanto tento me levantar, porém com uma forte dor no tornozelo retorno ao chão.  Penso que agora, definitivamente era meu fim, mas por uma ajuda dos deuses um machado  atinge a cabeça do bruxo por trás fazendo com que metade de seu pescoço fosse decepado.

- E NÃO VOLTE!-  Um homem gigante gritou com o cadáver. Este aí com certeza não tem noção da força que tem.- Tudo pelos ares, anos de trabalho destruídos. Meu pai vai me matar- o gigante continuou falando. Novamente tento me levantar, dessa vez não apoio no pé ruim, o que facilita a situação. Dou pequenos saltos até o corpo.

- Obrigada por me salvar moço. Este homem tentou prejudicar minha família.- Agradeço a ele com um sorriso verdadeiro. 

- Então você é a causa de todo esta baderna? alguém terá de pagar!- Ele diz irritado.

- Minha família pode te pagar. Eu só preciso levar o corpo para eles. O senhor poderia me ajudar?- O máximo que poderia acontecer é que ele ficasse para o jantar, então não tinha muito a perder.- Posso saber qual é o seu nome?

- Sou Félix Razzatt

Trotando à cavalo para minha casa e carregando um corpo demorou em média uma hora, já estava escuro quando chegamos à propriedade.  Dydime estava na porta da grande casa, aparentemente escrevendo alguma coisa. Seu olhar rapidamente encontra com os meus, e vejo confusão em seus olhos, afinal, eu trazia um homem gigante eu cadáver com um pouco de sangue. Peço para que Félix fique a uma certa distância a da casa.  

-Senhora, o bruxo não é mais uma ameaça. Ele está morto.- Sorrio ao dizer a última parte. Não desmonto do cavalo por conta do machucado em minha perna.

- O que aconteceu, Meredith? Porque saiu sem nos avisar?

- Porque nós a impediríamos. Muito bem feito, Meredith. desça desse cavalo e venha aquicontar como isso aconteceu e quem é este jovem guerreiro."

Flashback Off

Sinto novamente a consciência tomar conta de meu corpo, e abro os olhos com dificuldade. Meu pai se encontrava segurando as minhas mãos enquanto olhava para meu rosto.

- Bom dia, pai.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


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:3


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