História Mon Cher, Annelize. - Capítulo 1


Escrita por: ~

Postado
Categorias Justin Bieber
Visualizações 5
Palavras 1.416
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Escolar, Romance e Novela, Terror e Horror
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Pansexualidade, Sexo, Suicídio, Tortura, Transsexualidade, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Olá meus amores, essa é a minha primeira fanfic, depois de várias tentativas falhas. Espero que vocês gostem, e por favor, comentem. Críticas são bem vindas.

Capítulo 1 - Capítulo I.



- Você? Babá? Isso só pode ser uma piada das grandes Annelize, vamos me mostre as câmeras. 
Dinah estava roxa de tanto sorrir do meu novo emprego, não era para menos, eu não tinha a mínima paciência com crianças, era um tanto duvidoso de como eu, logo eu, tinha conseguido aquele emprego.
- Está duvidando da minha capacidade? Você é uma amiga terrível. 
Revirei os olhos. 
- Considerando que dá última vez você pegou a criança errada na escolinha, e só percebeu quando chegou em casa... Já estou com pena dessas crianças. 
- Pare de me botar medo, você sabe que eu preciso dessa grana, cortar grama e cuidar de cachorro não está dando para pagar as contas de casa.
Suspirei pesadamente. 
- Brad está crescendo, é um ótimo garoto, sabe da nossa condição e não pede por muitas coisas, mas ele vê os amiguinhos com brinquedos novos, e ele sem... Nada. 
- Eu sei que dói Anne, mas você precisa ser forte.
- Eu só tenho 19 anos, Dinah, não tenho escolhas, tenho que ser forte, essa sou eu à quatro anos. 
- Você deveria pedir ajuda ao seu pai. 
- O máximo que ele iria fazer seria nós espancar, conheço a peça, fugi de Atlanta com o Brad por esse motivo, ele só tinha um ano quando o Callie bateu nele, um ano, você sabe como foi dolorido para mim? Ver meu irmão de um ano sendo espancado? Esse foi o ápice, peguei nossas malas, um dinheiro que eu já economizava e fugi, ir atrás de Callie novamente é como assinar um passaporte para o inferno.
- Você deveria ter ido na justiça...
- Para? Escute Dinah, a justiça é apenas para os ricos, os pobres fazem a própria justiça. 
Ela me olhou, seus olhos estavam perdidos.
- Já vou indo, mande um beijo para o meu namoradinho, te vejo amanhã, vadia. 
- Vê se não roda a bolsinha até tarde. 
Ela se levantou do sofá e caminhou até a porta, abrindo-a. 
- Boa sorte, você vai precisar. 
- Também te amo.
                               ~•~
O despertador tocava me fazendo abrir os olhos, 5:00am. Eu não havia dormido nada, hoje começaria a trabalhar, estava apreensiva por fazer algo errado e acabar no olho da rua, eu não podia cometer erros, não sabia como era os patrões por ter feito a entrevista de emprego com a governanta da casa, a mesma era extremamente assustadora. 
A casa estava cheia de pecinhas que Brad jogava pela casa. 
- Merda, Brad! 
Falei ao pisar em uma, me causando uma dor aguda. Joguei todas em um canto para Brad apanhar elas ao acordar. A casa era pequena, um cubículo para ser sincera, por um lado era bom porque eu não demorava tanto para limpar ela. 
Já era 5:45, eu precisava acordar Brad para esperar o ônibus que passava 6:30, antes disso fiz o café para comer com biscoitos, preparando também o mingau de Brad, minha maior preocupação era ele passar mal de fome, eu poderia ficar um ano sem comprar roupas para mim, contando que não faltasse comida em casa, estava ótimo. 
- Campeão, está na hora de acordar. Vamos, você não quer rever os seus amiguinhos? 
Eu tentando ao máximo fazer com que ele gostasse de ir para a escola, queria que ele tivesse um futuro melhor que o meu. 
- Eu não quero ir pra escola, mamãe. 
Brad nunca teve uma mãe, a nossa, morreu de overdose ao colocar ele no mundo, um mês depois, portanto eu era a única figura materna que ele tinha. 
- Você não quer rever o Jack? A mãe dele me falou que ele estava ansioso para te ver, que tinha aprendido umas brincadeiras novas... Mas já que você não quer ir... 
- Espera mamãe, eu vou. 
- Você precisa de ajuda? 
- Não, pode deixar comigo. 
Ele saiu da cama dando um sorrisinho que só ele conseguia, me deu um beijinho no rosto. 
- Bom dia, mamãe.
- Bom dia meu amor, agora vá se arrumar. 
Ele saiu com suas perninhas pequenas. 
Enquanto ele se arrumava eu fui fazer minhas higienes, tomei um banho ultra rápido coloquei uma roupa simples, já que nós tinhamos um uniforme. 
- Brad, seu ônibus chegou. 
Ele veio correndo e colocou sua mochila nas costas, sai até a calçada e Carter, o motorista, estava do lado de fora pronto para ajudar Brad a subir, ele era um senhor de 60 anos, amava a profissão mais que tudo, e tinha uma felicidade invejável. 
- Não volte para casa burro, Brad Manson. 
- Pode deixar mamãe. 
- Até, Carter.
- Até, senhorita. 
O ônibus sumiu da minha visão, tranquei a porta e fui para o ponto de ônibus para próximo da minha casa, precisava estar na casa dos Bieber's às 7:00. 
                              ~•~
- Você está atrasada. 
Levei um susto e coloquei a mão no peito. 
- Me desculpe senhora, tive que um imprevisto, prometo que não irá se repetir. 
- Espero, a Sra. Bieber odeia atrasos. Agora vá colocar o seu uniforme e servir a mesa, as crianças já estão descendo. 
Aquilo sim era um café da manhã dos deuses, tudo que você imaginava tinha naquela mesa, de bolos a frutas tropicais, uau. 
- Bom dia. 
A menininha que deveria ter no máximo uns oito anos me comprimentou com um sorriso enorme, se sentou a mesa e pegou um suco com pão. 
- Você precisa de ajuda para comer, querida? 
- Eu não, mas meu irmãozinho sim, ele só tem cinco aninhos. 
A maturidade daquela criança era incrível. 
- Ele já está descendo? 
- Sim, a governanta acordou ele, você é a nossa babá, não é? 
- Sou sim, querida. 
- Espero que sejamos grandes amigas... 
- Annelize, mas pode me chamar de Anne.
- Lindo nome. 
- Obrigada. 
Jaxon era um amor, definitivamente. Era bastante inteligente também, aquelas crianças eram bilionárias, deveriam ter os melhores professores. 
Depois de ter ajudado Jaxon a comer, e ter conversado bastante com Jazzy, arrumei seus matérias e coloquei-os em uma das Ranger Rovers, que levariam eles a escola. O estranho foi um carro fazendo escolta atrás dos deles. Bom, não era como se eu fosse me intrometer nos negócios de Bieber, mas era estranho e assustador vários caras fazendo a segurança da casa, com um com um fuzil.
A governanta me instruiu a ir limpar o quarto das crianças, e foi isso que eu fui fazer, e bom... Que quarto, ao terminar andei até o corredor que era grande até demais e fui olhando às fotos, eram várias. Nelas reconheci Jazzy e Jaxon, mas em outras tinham um casal um pouco mais velho, uma mulher de olhos azuis e um homem que tinha cara de mal. 
- Olha por onde você anda, garota. 
Eu estava tão distraída que nem percebi que havia esbarrado em uma pessoa, fazendo com que os produtos químicos que eu tinha na mão de espalhassem pelo chão. 
Era uma garota, extremamente bonita, tinha cara daquelas modelos da Vogue, olhos verdes, alta, cabelos pretos. Mas parecia extremamente brava. 
- Não vai falar nada? O gato comeu a sua lingua?
- Me desculpe senhora, não fiz por mal. 
Abaixei a cabeça, não era como se eu me sentisse intimidada, mas ela parecia uma pessoa importante naquela casa, não iria arriscar meu emprego enfrentando ela. 
- Não fez por mal?! Olhe só o que você fez com o meu vestido, sua empregadinha, ele custa a sua vida. Eu poderia mandar o Bizzle te demitir por isso. 
- Não senhora, por favor.
- O que está acontecendo aqui, Sara? 
Uma voz atrás de mim fez eco, olhei para trás e senhor, que homem era aquele, ele usava um terno, e possuía traços de anjo. 
- Essa inútil derramou essas merdas no meu vestido, quero que você demita ela agora! 
Eu não estava em posição de falar nada, apenas escutei tudo calada.
- Quem é o dono dessa casa? Quem manda aqui? Quem paga a merda do salário delas? Você? Ponhasse no seu lugar, o próximo xilique que você der, vamos ter graves problemas, imagino que você não queira ir para o saco, Sara. 
A garota estava com a boca aberta, como se não acreditasse que tivesse ouvido aquilo, apenas abaixou a cabeça. 
- Sim, senhor. 
E saiu, suspirei. 
- Obrigada, senhor Bieber. 
- Limpe essa merda, quando eu voltar não quero ver nenhum pingo de detergente no meu piso.
Ele passou por mim ignorando minha presença totalmente. 
Agora sim, eu estava extremamente intimidada.
 



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