História Mon Crazy Love - Gastina - Capítulo 4


Escrita por: ~

Postado
Categorias Sou Luna
Personagens Ámbar Benson, Delfina, Gaston, Jazmin, Jim, Luna Valente, Matteo, Miguel, Monica, Nico, Nina, Pedro, Personagens Originais, Ramiro, Simón
Tags Gastina, Lutteo, Simbar, Sou Luna
Exibições 147
Palavras 1.735
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Escolar, Famí­lia, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas da Autora


OOII 💙 Como estão MELHORES LEITORES DO UNIVERSO? 💜😍
Me desculpem a hora, não costumo postar a essa hora, mas não vou deixar pra amanhã o que posso fazer agora, não é? 💙
Escrevi o capítulo numa correria só, estou em semana de prova e não fica fácil, próxima semana entro de férias 🙏 Prometo me dedicar mais 💞Desculpem-me os erros, revisei o capítulo quase caindo de sono.
Boa Leitura 😍

Capítulo 4 - 3.Está linda hoje, sabia?


Fanfic / Fanfiction Mon Crazy Love - Gastina - Capítulo 4 - 3.Está linda hoje, sabia?

ANTERIORMENTE:
[...]
— Nos vemos amanhã. — Matteo logo após foi embora.


Agora só estavam Nina e Gastón. O loiro se coçava para quebrar o espaço que Matteo tinha deixado entre eles.

— Então... Quer leia um pouco pra você?


[...]

CONTINUA...


Autora(Mandy)

 

Nina quase ficou imóvel com o que Gastón perguntou, então ela apenas assentiu e o loiro se aproximou e pediu o livro que tinha emprestado pra ela.

Ele lia o começo do livro tão entusiasmado e a garota estava a prestar atenção mais nele do que na própria história que o loiro contava.

Como um pode ser tão bonito? Pensava Nina ao nem estar dando atenção a leitura, a morena estava em um transe.

Gastón estalou os dedos na frente do rosto da garota, fazendo a mesma sair de seu transe profundo.

— O que? — indagou Nina ao sair do transe que estava.

— Está prestando atenção na história? Parece que está se concentrando em algo. — disse o loiro a passar uma mecha do cabelo de Nina para trás da orelha.

— Estou sim, é que a história é muito boa e viajo totalmente nela. — ela falou um pouco envergonhada. — Pode Continuar. — ela sorriu involuntariamente.

— Quer se deitar no meu colo? — propôs o garoto deixa Nina sem graça. — É meio desconfortante ouvir uma história sentada. 

— N-n-não... Que é isso, não quero que fique incomodado, posso escutar a história atentamente sentada. 

— Tudo bem, não vou insistir, de alguma maneira não penso em ser uma pessoa chata, ainda mais com você.

Nina já havia lido o tal livro várias vezes, sabia de como se tratava a história de cor, mas mesmo assim gostava de escutar a voz do seu novo amigo, foi honestamente o melhor que já lhe fizeram.

* * *

Já havia ficado um pouco tarde. Gastón já tinha visto e "conversado" com sua mãe, então se despediu de Nina e foi embora.

A morena tinha gostado demais da companhia do filho de Clarisse, ficou um pouco triste quando o garoto foi embora, mas sabia que voltaria amanhã, então de alguma forma sentia uma pontada de felicidade em si. 

Nina acha que Clarisse deve sentir muito orgulho do filho ao fazer um gesto tão generoso de sua parte, pois nem seus próprios pais vão visitá-la, quem dera um "estranho", que nem ao menos a conhecia.


Nina Simonetti 


Eu estava cantarolando de novo enquanto pintava um desenho que tinha feito. Franzi o cenho assim que percebi o que pintava. Gastón. Deveria me preocupar com isso? É inusitado como ele aparece do nada na minha mente.

Ouço a maçaneta da porta girar e reviro os olhos ao pensar que deve ser mais uma daquelas enfermeiras, na real, não suporto elas, a não ser Anna, é a única delas que fala comigo ou que não me acha louca, bem diferente das outras que encontramos por aqui, principalmente Flora, ela é uma que rezo para não aparecer.

Sorri ao ver a moça de cabelos negros e lisos entrar pela a porta, Anna aparecia por aqui frequentemente, mas fazia isso no período da noite, assim ninguém via.

Ela se aproximou da mesinha e observou o desenho que tinha feito.

— Que belo desenho, Nina. Quem é o tal garoto? Hum? — ela passou a olhar para mim de um jeito curioso e logo maliciosamente sorriu. 

— Obrigada... É o filho da Dona Clarisse, — sorri abobalhada. — mas foi muito sem querer, eu só... desenhei. 

— Filho da Clarisse? O tal Gastón? Se conhecem?

— É ele mesmo. Bom... Conheci ele no sábado quando veio visitá-la. Tinha saído do quarto e minha curiosidade falou mais alto. Hoje veio me visitar, não sabe o quanto eu fiquei feliz, pois você mesmo sabe que nem meus pais vêm me visitar nesse inferno. — revirei os olhos.

— Olha, muita gentileza da parte dele. É bom que esteja se relacionando com pessoas da sua idade, e também é bom que tenha ganhado um novo amigo, ou quem sabe mais lá pra frente mais que isso. — ela me olhou com malícia.

— Você e sua mente. Eu não quero namorado, Anna. Estou bem assim, ele pode até ser bem bonitinho... —  disse e ela cruzou os braços. — Ok, ok, ele pode até ser lindo pra caramba, mas eu nunca ficaria com ele, aliás, nos conhecemos sábado, e eu vivo nesse lugar que se chama inferno. Não há nenhuma probabilidades de isso acontecer, então esquece a sua ideia totalmente. 

— Poxa, tinha até me animado... — ela fez uma carinha triste me fazendo rir. — Tenho que ir meu amor, amanhã de manhã não poderei vir dar seus medicamentos, infelizmente quem vem é a Flora, mas espero que durma bem. — ela andou em direção à porta. — Sonhe com seu príncipe. — por fim fechou a porta, eu revirei os olhos e no mesmo momento sorri.


Às vezes tenho vontade de matá-la, mas é impossível, amo a Anna, é a única legal dessa turma de bruxas que trabalha aqui.

Guardei o desenho dentro de uma gaveta e fui me deitar, estava exausta do dia de hoje, mas não um exausta ruim, e sim um exausta bom, foi incrível hoje.


* * * 

 

Acordei como sempre com a luz do sol invadindo a minha janela. Isso era com toda certeza coisa da Flora, ele sempre abre a minha janela em um alvoroço só, já é rotina.

— Nina? Levante-se, você tem que se banhar para tomar os medicamentos da manhã, e olha que já está ficando tarde.— disse ela já perturbando meus ouvidos.

— Já vou, já vou. — me levantei e ela me levou para o banheiro.

Me despi e entrei dentro da banheira. Não podia demorar, então depois de um tempinho me retirei da banheira e vesti o roupão. Flora tinha deixado uma camisola limpa no meu pequeno quarto. Sim, eu chamava aquela roupa enorme de camisola.

Me vesti e logo ela entrou no quarto com uma cestinha de remédios, não entendo a necessidade disso tudo.

— Aqui está a água, tome um por um, não pode ser tudo de uma vez. — Ela me deu as pílulas e fiz de acordo com o que ela dissera. — Muito bem. A bandeja do café está em cima da cama, daqui a pouco venho te buscar para levar para o jardim, o garotinho lá marcou visita com você de novo. Parece que ele gosta muito de você. — ela disse e por fim saiu.

Senti meu estômago embrulhar com o que ela acabara de dizer. Isso é normal? Pois eu acho que não é.
Ele vem de novo. Minha vontade é de sair pulando, aí sim vão achar que eu sou louca.

Agora minha ansiedade foi lá pra cima, e não vai descer até eu vê-lo. Gastón me trazia felicidade de alguma forma, e eu gostava de me sentir feliz.

 

* * * 


Gastón Perida 

 

Eu olhava para o relógio de uma forma descontrolada, não via a hora da aula terminar para ver Nina, sem falar que eu não suporto aquela aula de álgebra e nem aquela professora.

Minha perna direita tremia impaciente com a hora que passava devagar. Eu batia o lápis na mesa fazendo um barulho irritante que me perturbava mais. O que aquela garota tinha feito comigo?

— Perida? Gastón Perida! — ouço a voz da professora me despertando. 

— Sim? — indaguei meio perdido.

— Estamos tendo aula, pare com o barulho desse lápis, está atrapalhando a aula. — disse ela.

Antes de eu falar algo o sino tocou. Se eu agradeci por isso? Sim, e muito, eu estava no ponto de explodir naquela sala de aula.

Sai da escola sem falar com ninguém, nem mesmo com Matteo. Eu estava apressado de um modo inexplicável, só queria vê-lá.

Peguei um táxi e segui para clínica. Chegando lá dei meus dados como sempre e fui para o jardim esperá-la.

 

Nina Simonetti


Anna entrou no meu quarto parecendo um furacão, até estranhei, pois pelo o que eu saiba, Flora que iria me levar.

— Convenci Flora de deixar eu te levar. — a enfermeira falava com um brilho nos olhos.

— Melhor, assim não preciso olha pra ela até lá. — disse e sorri.

— Então vamos logo menina, o loirinho está te esperando. Ah, pegue essa bala de menta, não diga pra ninguém que eu te dei, ok? — ela me deu a bala e eu rir. 

— Tudo bem, mas pra que isso? — indaguei diante aos risos.

— Oras, o cheiro da menta é ótima, quem sabe ele se encanta até pelo seu hálito ardoso. — disse Anna e não pude me conter, gargalhei alto e logo ela seguiu minhas gargalhadas. — Agora vamos logo. 

Anna me levou até o jardim, onde o garoto estava. Dessa vez ele estava com uma vestimenta mais arrumada, ao que parecia com uniforme escolar, quanto tempo eu não frequentava a escola, tinha aula aqui duas vezes na semana, meus pais tinham contratado um professor particular, bem que eu gostaria de voltar a escola, lá tem uma biblioteca enorme, diferente daqui que só posso ler os livros do que eu estava obviamente aprendendo.

O loiro continha um sorriso incalculável no rosto, então eu apenas retribui. Anna sai de perto de nós dois e fomos sentar no banco do dia anterior.

— Está me deixando surpresa com essas visitas. — fui a primeira a falar.

— Gosto de te ver, e também de matar a saudade da minha mãe, já que só posso vê-la aqui. — disse o loiro. 

— Realmente sua mãe é uma ótima companhia.

— Bom... Então vamos mudar de assunto. Como foi o resto do dia depois que fui embora?

— Hmm... Péssimo? Chato? Entediante? O que mais você quer? — disse num tom brincalhão.

— Nossa, eu acho que não devo mais fazer essa pergunta. 

— Não mesmo. — baixei a cabeça envergonhada.

— Está linda hoje, sabia? — ele soltou de repente me fazendo corar.

— Eu sempre visto essa roupa feia, como eu posso estar linda?

— E quem disse que eu reparo na roupa que veste? — ok! Ele achou uma ótima forma de como me deixar totalmente sem graça. — Nunca se olhou no espelho e reparou o quão bonita que é? Pra olhar o brilho que tem nos olhos, o sorriso mais belo que já vi e um rosto tão angelical igual ao seu? — vou virar um tomate. — Está vermelha. — ele deu uma risadinha e logo o olho.

— Estou sem graça, ok? — peguei nas minhas bochechas. — Bochechas malditas.

— Fica fofa toda vermelhinha. — eu não sei se aguento. — Que tal me apresentar o lugar? Ou é proibido?

— Não é, eu mostro. — me levantei. — Vamos ?

— Vamos. — ele se levantou. — Estou ansioso para conhecer o seu quarto.

 


[...]


Notas Finais


Gostaram? 💜💜 #GastinaIsLife 💙😍
Comentem 💞❤️ Me deixa MEGA FELIZ e me incentiva a Continuar escrevendo 💙
Besitoos 😚💞💞 Amo vocês ❤️😍


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...