História Monghater - O Mundo Secreto - Capítulo 8


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Floresta, Magia, Portal
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Palavras 1.593
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Ecchi, Escolar, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Hello <3
Boa leitura :3

Capítulo 8 - Monghater - Floresta


Fanfic / Fanfiction Monghater - O Mundo Secreto - Capítulo 8 - Monghater - Floresta

POV MAX

 

- Andem logo! – disse Nigell, animado e a vários metros de nós.

Tínhamos saído da escola e fomos explorar a floresta que fica na quadra ao lado, é uma das únicas partes inexploradas da cidade, dizem que algumas pessoas que adentraram nela nunca saíram, eu sinceramente, duvido, devem ter ido lá para fugir de casa ou isso é apenas uma lenda.

Angel e a Valentine eram as que estavam com mais medo, principalmente a Angie, estávamos em fila, Nigell à frente, Bryan, Sarah e eu no mesmo compasso, atrás estavam a Valen e a Angie.

- Vou ir ajudar elas – eu disse para Sarah que assentiu com a cabeça.

Pulei algumas pedras e galhos que quase me fizeram cair, mas cheguei a elas sem dificuldade.

- Max? – disse Valentine olhando-me confusa – Qual a razão de vir aqui?

- Vocês vão atrasar a gente, vou ajudar vocês – falei, pegando a mão das duas, e guiando-as.

Busquei em minha mochila alguns panos e entreguei-lhes a elas, que o olharam e o analisaram.

- É para não machucarem as mãos nas árvores – disse em tom de deboche, afinal elas passaram com medo das árvores e rochas o tempo todo.

As duas o enrolaram na mão e em pouco tempo tínhamos alcançado o resto do grupo. Passamos por vários lugares e nada passava de rochas e árvores, grama e terra. Mesmo eu insistindo em voltar o resto negou, fizeram uma ótima escola, pois no meio do caminho encontramos um lago, com uma cachoeira, além de...

- Meu Deus – disse Sarah com as mãos na boca – desde quando existem javalis aqui?

- Não tenho a mínima ideia, mas precisamos ir até ali e explorar – falou Bryan, prestes a se mover em direção à cachoeira.

Angel rapidamente o puxou pelo braço quase fazendo com que Bryan caísse para trás. O javali olhou em nossa direção, mas como estávamos atrás de um arbusto ele não nos viu.

- Bryan, javalis são agressivos – falou Valentine – quer ir lá morrer?

- Não é má ideia – debochou ele – como que passamos agora?

Planejamos acampar na floresta, já havíamos avisado nossos responsáveis e já estava tudo combinado, nunca deixaria um javali atrapalhar isso, além do mais, acabamos de encontrar um projeto de paraíso!

Vimos o javali correr para longe, rapidamente fomos até a beira do lago e armamos as barracas, estava começando a anoitecer quando acabamos de arrumar todas as coisas, fizemos uma fogueira para iluminar e manter os animais longe. Bryan levou o violão para tocar, ele começou a tocar o Closer – The Chainsmokers, acústico.

 

(Escutar The Chainsmokers - Closer (ft. Halsey) - Tyler Ward Acoustic Cover)

 

Bryan começou a cantar e passamos a ouvir a música com muita atenção e tranquilidade, olhando uns aos outros, mas meu olhar focou na Angel, que parecia usar a melodia para observar o lugar ao seu redor, o clima de floresta ajudou-a, estava desligada e seus olhos brilhavam com a luz da lua.

Em certo momento seus olhos encontraram os meus e percebi que havia a olhado demais, desviei o olhar e sorri, vi que ela riu silenciosamente e sorriu para mim.

Valentine parecia olhar para o Bryan para vê-lo cantar, mas ao mesmo tempo ela sorria para as meninas que se escoravam umas nas outras e ficavam rindo entre si, olhavam para uma rocha e riam da mesma, várias vezes, mas paravam para escutar o Bryan tocando.

Nigell olhava demais a Angel, como eu, porém parecia olhar com outras intenções, pensei em olha-lo em reprovação, sempre tive um carinho muito grande pela Angel e ele nunca teve o mesmo carinho, sou possessivo, mas com boas intenções, Angel sempre foi uma das pessoas mais especiais que eu tive e ele olhá-la dessa forma irritou-me.

O tempo passou e busquei algumas garrafas de cerveja que havia trago. Bryan em nenhum momento parou de tocar, e de cantar, enquanto todos cantavam e bebiam, terminamos uma garrafa e Sarah pronunciou-se.

- Vamos jogar verdade ou consequência, só com consequência – ela riu, parecia que tinha sido a que mais tinha bebido, ao contrário de Valentine que não tomou quase nada.

- Sarah – disse Angel em meio de risos – acho que nesse momento você não deveria jogar.

- Só porque eu estou quase namorando? – disse Sarah sorrindo.

-Ela tá sóbria? – perguntou Bryan, que tinha parado de tocar.

- Espero – disse Valen, rindo – vem Sarah, vamos dormir.

Sarah jogou-se no chão e ficou fazendo anjos na neve, mesmo que a neve fosse inexistente. Rimos e ela foi arrastada por Valentine até a barraca.

- Bom, não acho que seja mal ideia jogarmos – disse Nigell, o que será que ele quer?

- É... – murmurou Angel – pode ser.

Sorri e coloquei a garrafa vazia no chão e esperamos Valentine, quando chegou sentou ao lado de Angel, que estava ao lado de Nigell, que estava ao lado do Bryan e eu ao lado dele.

- Jogo da garrafa? – perguntou Valentine com um sorriso malicioso.

- OK – disse Bryan sorrindo.

- Bem claro, tem que beijar, não pode a menina fazer frescura, ou o menino ok? - eu disse e todos assentiram.

Valentine girou a garrafa e parou nela e no Bryan. Dei espaço aos dois que se beijaram, pareciam um casalzinho apaixonado e não queriam se largar.

- A barraca tá ali do lado - debochou Nigell, fazendo eu e a Angel rirmos.

Valentine e Bryan se separaram e sorriram.

- Tava tão bom - murmurou Valentine girando a garrafa - Estraga-Prazeres.

A garrafa parou entre mim e a Valentine, como estávamos um ao lado do outro acabamos não tendo dificuldade para chegarmos um ao outro. Valentine aproximou-se de mim e me beijou. Agora entendo o motivo de Bryan não querer largá-la, pois ela tinha um beijo muito bom, demos continuidade ao beijo, nos separávamos com selinhos e voltávamos a nos beijar, pressionava seu corpo contra o meu cada vez mais para intensificar o beijo, e enfim nos separamos.

Nos acomodamos e Valentine girou a garrafa, caindo no Nigell e na Angel. Fiquei meio inquieto, mas não demonstrei, assim como eu e Valentine, os dois estavam lado a lado, sem problemas de chegar um ao outro. Angel parecia desconfortável, pois ao que eu saiba, nunca havia beijado alguém na frente de muitas pessoas, só na frente da Sarah e da Valentine. Nigell pôs a mão em seu queixo e levantou sua cabeça, os dois se aproximaram e beijaram-se. Diferente dos outros beijos, que eram mais safados e excitantes, o deles era calmo e parecia ter romance no beijo, mas pensei em desviar os pensamentos deles dois. Depois deles se afastarem, Valentine girou a garrafa e parou no Bryan e na Angel, eles beijaram-se, Bryan pareceu convencê-la de dar beijos menos calmos e românticos, ele sempre se diz um garoto com olhar sedutor, e que o usa em todos os beijos, pareceu usar essa técnica para convencê-la. Eles demoraram mais que a Angel e o Nigell, mas se separaram depois de um tempo.

- Como não pode repetir beijos - Bryan disse - irei dormir, Boa noite.

- Como assim, tem eu aqui ainda gostoso - disse Nigell em tom de deboche.

Bryan sorriu maliciosamente mandou beijinhos sarcásticos para Nigell.

Valentine beijou Nigell que era o único que ela não havia beijado e caminhou até a sua barraca.

- Vai dormir agora Angel? - ela perguntou olhando para trás.

- Vou apenas arrumar as coisas e já vou - Angel falou sorrindo, juntando as garrafas.

Valentine assentiu e entrou dentro da barraca. Vi Angel passar para buscar água no escuro e fui até ela. Angel caminhava com cuidado para não derrubar as coisas que tinha nas mãos. Segui-a e cautelosamente coloquei a minha mão em seu ombro, fazendo com que se assustasse, mas não ao ponto de gritar.

- Max, que susto.

- Desculpe - falei sorrindo - quer ajuda?

- Obrigada - ela disse me dando metade das coisas.

- Não é nada - disse sorrindo -  Angel...

Ela olhou-me esperando minha pergunta, mas imagino que já a esperava.

- Espera, vamos guardar essas coisas primeiro. - eu falei meio desajeitado, Max seu amarelão.

Guardamos as coisas e eu respirei fundo e dirigi minhas palavras a ela, sussurrando para que os outros não ouvissem e acordassem.

- Foi muito bom te ver hoje - falei me aproximando dela, o jogo para mim não havia terminado.

- Igualmente - ela sorriu - estava com saudades de você.

Sua franja estava quase na frente dos seus olhos, os coloquei para trás e beijei-a, um beijo calmo e apaixonante, que foi se intensificando, minhas mãos estavam na sua cintura, mas não arrisquei abaixa-las, pelo menos naquele momento eu queria que ela visse como a compreendia, pois o que queria mesmo era nunca terminar aquele beijo. Nos separamos e colamos as nossas testas, sua respiração estava perto da minha e voltei a beijá-la, ficamos juntos por um longo tempo, trocávamos carícias e beijos intermináveis. O beijo da Valentine era bom, mas a Angel, não me prendia apenas com o beijo, seu cheiro me viciava e seu toque era delicado e me fazia sentir algo que eu nunca havia sentido antes. Estávamos, penso eu, meia hora juntos, com tudo aquilo, quando arrisquei abaixar as minhas mãos da cintura. Ela soltou-me e estava vermelha.

- Desculpa Max - ela disse - Boa Noite.  

Rapidamente ela foi até a sua barraca junto com as meninas e me deixou ali, ao lado da fogueira, apagada. Enquanto tentava compreender o que havia feito, dirigi-me até a minha barraca e deitei, até adormecer. 


Notas Finais


Até :3


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