História M.o.n.s.t.e.r. - Capítulo 24


Escrita por: ~

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Categorias Originais
Tags Clichê
Exibições 131
Palavras 2.983
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Drama (Tragédia), Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Violência, Yaoi
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Drogas, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas da Autora


Aviso: Capítulo contém cenas de Masoquismo e Sadomasoquismo.

Não gosta, por favor, não leia.

Se gosta, aproveite!

Capítulo 24 - Capítulo 24


Fanfic / Fanfiction M.o.n.s.t.e.r. - Capítulo 24 - Capítulo 24

Aviso: Capítulo contém cenas de Masoquismo e Sadomasoquismo. 

Não gosta, por favor, não leia.

 As doces palavras que saíram dos lábios do moreno mexeram com o menor de uma forma que ele não espera. Todo seu corpo parecia estar em ebulição, principalmente seu rosto.  

-V-Você me ama ? Tipo amor mesmo? - Perguntou confuso fazendo o mais alto rir. 

-Não, não, eu amo tipo odiar mesmo. - Falou irônico enquanto revirava os olhos.  

-Hey, não estrague o clima! - Reclamou o mais baixo dando um beliscão no outro. - Ah não! Você estava tão fofo e romântico. - Falou emburrado olhando para o outro lado.  

-A culpa não é minha se você me vem com uma pergunta idiota que nem essa. - Falou brincalhão apertando o outro mais em seus braços. - Mas mesmo assim, todo lerdão, eu te amo sim. - Disse e beijou o pescoço do outro que se arrepiou por completo. 

Olhou hesitante para o quase namorado variando dos olhos para os lábios. Peter ao perceber isso selou seus lábios os do menor sem muita demora. Nunca enjoaria de beijar os lábios do menor, mesmo se eles se casassem e ficassem bem velhinhos. Com esse pensamento, o mais velho não se aguentou e começou a sorrir durante o beijo, o findando aos poucos? 

-O que foi? - Perguntou o mais baixo bufando. - vai estragar o clima de novo? Porque se for eu já desisto e vamos ficar aqui vendo esse filme sem nem mesmo se tocar...- Foi interrompido pelo mais velho que o beijou novamente. 

-Você fala demais. - sorriu e o beijou novamente, o puxando para se sentar em suas coxas, sem muita malícia.  

Passou a fazer uma leve carícia em suas pernas com as pontas dos dedos, sentindo toda a pele do menor se arrepiar com o contato. Rafael passou seus braços pelos ombros largos do maior e o puxou mais vara perto, fazendo com que sua cintura colasse com a dele. 

-A-Ah, me d-desculpa. - Se desculpou tentando voltar a se sentar um pouco mais para trás. 

Mas antes que concluísse tal tarefa, Peter segura em sua bunda e o aperta mais contra sim, fazendo o rosto do outro tomar uma colocarão mais avermelhada, passando a ser comparado a um tomate. 

-Não se desculpe, eu gostei. - Falou arrastando enquanto mordiscava a orelha do menor e ouvir um leve ofego. - Não se preocupa, não falei nada que não queira. - Sorriu e voltou a beija-lo. 

Sentindo mais aliviado, Rafael se deixou levar pelo embalo de Peter passando a ficar mais confortável em seu colo. Relaxou seu corpo e com isso acabou abrindo mais as pernas, dando mais acesso a sua bunda, na qual o outro adorou apertar. 

-Gostou foi?- Perguntou dentre risos enquanto findou o beijo.  

-Sim, é macia. - Falou brincalhão e apertando fraquinho em movimentos circulares, para logo dar um aperto com vontade e escutar um longo e estridente gemido do menor. - Ah, que delícia.  

-Ah! - Gemeu e olhou para o sob si com um olhar arregalado e envergonhado. - V-Você... 

Antes de terminar sua fala foi brutalmente beijado e jogado no sofá. Peter se meteu entre suas pernas, deitando sobre seu tronco e roçando levemente as semi ereções. Passou a ouvir ofegos do menor constantemente enquanto beijava e chupava seu pescoço de leve, apesar de querer, ele não podia marcar o outro.  

Queria deixar marcado que Peter esteve lá, que Rafael tinha dono e tudo mais. Porém ele não podia. Rafael era novo nisso, ainda não era assumido e ninguém sabia que ele estava namorando.  

Tentando tirar esses pensamentos da cabeça, voltou a capturar os lábios do menor de uma forma mais lenta e erótica enquanto se movimentava contra a cintura do mais novo, simulando uma penetração. 

Aquilo tudo era muito novo, mas ele tinha que admitir, estava amando toda a atenção que Peter estava dando a si, estava amando os beijos e inclusive o que fazia na sala de sua casa. Ter o corpo do maior sobre si era enlouquecedor, sentir seu cheiro tão de perto e tão forte inebriava seus pensamentos. Cada toque ousado do outro fazia com que seu corpo inteiro se acendesse, assim como os beijos que recebia como esse. Lento e prazeroso.  

Peter segurou nas duas pernas do mais baixo e as levantou um pouco para encaixar-se melhor entre suas pernas. Voltou a beijar o pescoço alheio, nunca parando de se mover contra a cintura alheia.  

Rafael passeava com suas mão por debaixo da camisa do mais alto o arranhando e apertando a pouca carne que tinha pra lhe oferecer, seno o outro completamente sarado, mas não musculoso.  

-Ahn... - gemeu manhoso quando sentiu sua ereção ser pressionada pelo abdômen de Peter durante a simulação do que ele queria que fosse real. 

Espera, ele queria? Queria fazer sexo com Peter? Queria foder com ele em sua sala de estar agora? Se não queria, porque continuava a gemer manhoso e pedir por mais enquanto tinha o outro sobre si daquela maneira? Podia ser um erro. E se se arrependesse? E se isso não é o que ele realmente deseja e acabar terminando com uma amizade de anos por causa disso? 

Ah, como se achava idiota por pensar nisso em uma hora como essa. Era lógico que o menor queria o outro dentro de si, mesmo sem nunca ter sentido isso em toda a sua vida. Como pode querer tanto uma coisa se nunca experimentou antes? Instintos, talvez. Só sabia que queria. 

-Peter... -chamou entre outro gemido enquanto era apertado pelos grandes braços do  mais velho, que folgou os mesmos para olhar nos olhos do menor.  

-Hum? - Perguntou enquanto apoiava o queixo no peitoral enquanto sorria carinhosamente.  

-E-Eu quero... - Falou atropelado enquanto via o sorriso do mais velho morrer e suas sobrancelhas se juntarem em desentendimento. 

-Quer o que? - Perguntou. 

-Melancia. - disse sem paciência. - Você me atiça todo e ainda pergunta o que eu quero? - Peter podia negar qualquer coisa, menos que amava ver o outro estressado. Isso era demais para si. 

-Vai, amor.  - provocou. - Me diz o que você quer, não custa nada. - Brincou. - Você sabe que eu vou te dar tudo o que quizer. 

Rafael sorriu malicioso e disse baixinho e com a voz rouca: 

-Então vira pra mim. De quatro e bem exposto. - Falou e mordeu o lábio inferior vendo o rosto do mais alto avermelhar.  

Não se aguentou a caiu na gargalhada com gosto, mas parou quando Peter ficou sério, se levantou e o pegou no ombro, como se fosse um saco de batata. Sem entender nada, Rafael passou a bater descontroladamente nas costas do mais velho enquanto era levado para seu quarto e jogado sem cerimônia em sua cama. Agradeceu a qualquer Deus que estava prestando atenção e agradeceu por sua cama ainda estar de pé. 

-O que você está fazendo? - Perguntou aflito enquanto se botava sentado na cama e se apoiava nas mãos.  

-Dando o que você pediu.- Tirou sua camisa lentamente enquanto os olhos do mais novo se arregalavam e seu quixo caía. 

(Música: Major Lazer Night Riders)- Bom ouvir enquanto lê! 

Nunca tinha visto o mais alto sem camisa depois que eles brigaram, então para ele realmente foi um choque quando viu o peitoral definido e o abdômen musculoso do quase namorado. Sua boca salivava ao apreciar a cena em câmera lenta. Dele tirando a camisa, a amassando e a tacando para o lado, bem distante de si.  

-Se continuar me olhando assim eu vou ficar com vergonha, Rafa. - Falou manhoso, mas seu rosto demonstrava o completo oposto. Tinha um sorriso ladino malicioso nos lábios e um olhar transbordando luxúria. 

Rafael tinha dito aquilo, mas não era realmente o que queria. Ele queria que ele ficasse naquela posição, não o mais alto. Mas não podia negar que estava adorando o show particular. Bem, pelo menos ele achava que o maior só fazia isso para si. 

Não aguentou só assistir e chamou o maior para perto de si. 

-Vem cá, vem. -Chamou enquanto ia engatinhando para perto da beirada da grande cama. 

Peter sorriu mais ainda e veio a passos lentos até o encontro do menor, que se colocou de joelhos para ficar de sua altura. Aproximou seus rostos e encostaram os lábios para um beijo intenso e rápido. Logo Rafael parou de beijar seus lábios e passou a distribuis beijos pelos rosto, pescoço peitoral, até se encontrar se quatro na cama, desafivelando o cinto do outro com os dentes. 

Peter, sem saber o que fazer, levou as duas mãos até seus próprios cabelos e mordeu o lábio inferior enquanto aproveitava a bela visão que lhe era oferecida.  

Os olhos azuis de Rafa não desgrudaram nos negros de Peter por um segundo. Ao terminar com o sinto o tirou e disse: 

-Segura isso pra mim. - Entregou para o mais alto que fez o que lhe foi mandado, isso mesmo, mandado.  

O menor não sabia de onde vinha toda essa excitação e essa sua personalidade, mas sabia que estava enlouquecendo o maior. De tinha uma coisa que Rafael não admitia era ser passado pra trás em alguma coisa, ou ser ruim no que fazia. Se fosse para fazer, faria da melhor forma, para ser lembrado. 

Abriu o botão e o zíper da calça do outro, mas antes que pudesse fazer qualquer outra coisa o mais velho o afastou e o empurrou na cama.  

-Apressado. - Gozou da cara do mais novo e logo foi engatinhando por cima do mesmo. - Ainda temos muito tempo, quero que seja especial. -Falou com um pingo de carinho em uma jarra de malícia. Sem perder tempo, Rafael inverteu as posições, ficando em cima do outro.  

-Ah, mas será. - Falou seguro de si enquanto segurava as mãos do mais alto em cima da cabeça do mesmo e o beijar com volúpia.  

Rebolou no membro do outro tirando gemidos do mesmo que queria se mover, mas suas mãos eram seguradas pelas do menor.  

Rafael, para se certificar que o maior ainda segurava o cinto em suas mãos, levantou o olhar e o viu segurando, sorrindo abertamente.  

Se sentou no membro do outro, sem parar com os movimentos obscenos feitos com sua bunda e tirou sua blusa lentamente, o torturando assim como foi torturado. Assim que a tirou chegou perto do ouvido do outro e disse: 

-Fique de pé.  

Dito e feito. Rafael saiu de cima do outro e tirou sua calça, ficando apenas com uma cueca box branca. Se debruçou na cama, mantendo sua bunda me empinada para o outro. Pegou a parte debaixo de sua cueca e puxou para deixar sua pele bem amostra para o outro, dessa forma enfiando o pano dentre as pandas. Apertou cadá nádega e falou: 

-Me bate.  

Se tivesse como Peter ficar mais duro, ele explodiria. Depois de ouvir o que o mais velho falou teve que fechar os olhos, morder o lábio inferior e segurar um gemido que estava prestes a deixar sua garganta.  

-Rafa, não faz isso... - Pediu mesmo querendo que tivesse a permissão para fazer. 

Não que ele quisesse ferir o mais baixo, ele não teria coragem, mas dada as circunstancias, era tudo muito excitante.  

-Estou pedindo, Peter... - falou com uma voz manhosa enquanto o olhava com uma cara fofa. - Me bate, vai. Só uma vez... - Pediu novamente, mas dessa vez abrindo suas nádegas as puxando e soltando depois.  

Peter não aguento. Ajeitou o sinto em sua mão  e foi só o barulho. 

Slap! 

Para ouvir um longo doloroso e prazeroso gemido ser ouvido do mais baixo que teve que se segurar nos lençóis da cama para não enlouquecer. Peter espirou fundo tentando se conter para não bater novamente. 

Gradativamente uma marca vermelha passava a pintar a bunda empinada do mais novo que disse: 

-De novo. -Pediu, mas o mais velho disse: 

-Rapa, já está bom... 

-De novo. - Ordenou e assim foi feito. Mais duas cintadas foram escutadas e sentidas pelo mais baixo que gemeu longamente enquanto arqueava as costas.  

Peter jogou o cinto para o outro lado do quarto e se colocou perto do outro. Segurou sua bunda com as duas mãos as apertou enquanto mordia uma delas com desespero. Pegou o tecido que estava socado entre a fenda e o afastou passando a lamber e a chupar a pequena entrada rosada do mais novo.  

-Ah! Ah...ahmmm - Rafael gemia de forma provocante e satisfeita enquanto sentia beliscões e chupadas em um lugar secreto de seu corpo, no qual só o mais alto tinha acesso além de si. 

O menor levou uma de suas mãos até o cabelo do outro o puxando mais contra si, foi então que sentiu a língua do outro lhe adentrar o canal.  

-Ah! -Gritou quando foi surpreendido com um dedo do menor que entrava em si sem ao menos uma lubrificação adequada, só a que já estava no local, deixada pela língua.  

Peter se afastou o rosto da bunda do outro e se colocou por cima dele, passando a beijar o pescoço e lamber a orelha alheia. O mais alto meteu mais dois dedos dentro do outro e passou a fode-lo com os mesmos. Os gemidos soltos pelo mais baixo eram capazes de ensurdecer os vizinhos mais próximos. Evitando que isso acontecesse e sobrasse para ele se explicar mais tarde, Peter enfiou seus dedos da outra mão na boca do menor. 

-Humm... -Rafael nunca pensou que estaria em tal situação antes. Ele nunca fez isso na vida e logo na primeira vez ele conseguia ser fodido pela frente e por trás. Estava a ponto de enlouquecer. - P-Peter. - chamou assim que se viu sem a mão do outro em sua boca. O menor era movimentado para frente e para trás pelos intensos movimentos feitos pelos dedos do outro em seu interior. - Me fode logo, eu não aguento mais.  

Sem dizer nada, Peter retira seus dedos de dentro do outro, que solta um resmungo com o ato, e passa a tirar suas calças, que até agora permaneciam eu seu corpo. Jogou a peça longe junto com sua cueca.  

Virou o namorado de barriga para cima e se colocou entre suas pernas.  

-Você pode gostar de violência, mas ainda é sua primeira vez. Quero que olhe dentro de meus olhos enquanto te faço meu. - Disse de forma amorosa, para logo depois beijar a ponta do nariz do mais novo. 

Rafael só soube sorrir e concordar com a cabeça. 

-Sim, eu olho em seus olhos. Mas anda logo que eu não vou aguentar mais. - Pediu e o mais venho assentiu. 

-Sim, senhor. - Falou enquanto segurava em seu membro e o direcionava até a entrava do menor, mas não antes de cuspir em sua mão e lubrifica-lo. 

Foi entrando com calma e vendo as expressões do Rafael que variavam de prazer e dor. Não precisou esperar muito para continuas, já que o outro quase o esganou por esperar tanto e o fazer esperar. 

Sem mais delongas, passou a meter rápido e com força dentro do outro que gemia alto e pedia inúmeras vezes por mais. Peter segurou debaixo de suas coxas as levantando um pouco para que pudesse se encaixar melhor entre suas pernas. 

-P-Peter! - Gemeu manhoso quando sentiu um tapa ser desferido em sua bunda branca, que passou a ser machada pela marca dos dedos do mais velho. - Mais. 

Pedia incessantemente para que o outro fosse mais rápido e mais fundo em si. Não aguentando por muito tempo, o menor se desfez sem nem mesmo se tocar. Peter não parou, continuou até atingir o próprio prazer, que não tardou a chegar já que o outro contraia ao redor de seu pênis.  

No fim de tudo, os dois caíram um do lado do outro ofegantes.  

-i-Isso foi... - Rafael tentava falar mas não conseguiu terminar a frase. 

-Você é maluco. - Peter falou entre risadas enquanto regulava seus batimentos cardíacos.  

-Não gosotu?- Perguntou ofendido, já pensando em uma segunda rodada para provar que poderia ser melhor. 

-Claro que eu gostei! Depois de passar anos imaginando essa noite eu não consigo acreditar que foi maravilhosa. - Falou. - Melhor ainda em saber que você é ousado. - gargalhou gostando deixando o outro com um sorriso alegre nos olhos. 

"Pelo menos eu me saí bem então." - pensou consigo. 

-Rafael, nunca pensei que você era o tipo de pessoa que gostava de apanhar na hora do sexo. - Falou rindo ainda.  

-A-Algum problema?- Rafael gaguejou achando que quando falava dessa forma realmente parecia algo estranho. O que na verdade era. 

-Não, eu até gostei. -sorriu enquanto chegava mais perto do outro e o aconchegava em seu peito. - Mas agora falando sério, eu amei essa noite. - Disse sorrindo contra os fios de cabelo do mais baixo. - Pode ter sido só sexo pra você, mas eu me senti fazendo amor com quem amo. Fazendo um amor bastante violento eu diria. - sorriu no final, mas não mudando o valor das palavras antes ditas.  

-Peter?- Rafael o chamou depois de um tempo em silêncio. 

-Diga. - falou enquanto passava a acariciar a cabeça do outro. 

-Eu acho que eu te amo. - Falou envergonhado enquanto conseguia sentir o sorriso do outro contra sua cabeça.  

-Isso é bom. - Peter falou enquanto sorria abertamente. -Vamos dormir? - Propos e o outro apenas acenou positivamente. - Amanhã nos lavamos, estou um caco.- Disse se levantando para apagar a luz. 

Escutou uma risada do menor que o chamou a atenção. Se virou e o encarou. 

-O que foi?  

-Você está todo esfolado nas costas. - disse divertido enquanto parava para analisar o outro.  

-Creio que você não está diferente em outro lugar.- Falou perverso antes de desligfar a luz e seguir para a cama.  

Os cobriu e disse: 

-Boa noite, Rafa. 

-Boa noite, Peter. 



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