História Monster - Capítulo 6


Escrita por: ~

Postado
Categorias Hunter x Hunter, Naruto
Personagens Gon Freecss, Hisoka, Illumi Zoldyck, Killua Zoldyck, Kurapika, Leorio Paradinight, Naruto Uzumaki, Sakura Haruno
Tags Drama, Hunter X Hunter, Naruto, Romance, Triângulo Amoroso
Visualizações 30
Palavras 2.814
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Ecchi, Famí­lia, Fantasia, Ficção, Hentai, Luta, Mistério, Romance e Novela, Saga, Shounen, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Spoilers, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Dolorosas Lembranças


Fanfic / Fanfiction Monster - Capítulo 6 - Dolorosas Lembranças

Caminho solenemente até o Rio Naka e, para minha felicidade, encontro Illumi lá. Ele olha para trás e permanece inexpressivo assim que me vê. Me aproximo dele à passos largos e abraço-o calorosamente.

— Por que é tão carinhosa comigo?

— Porque eu gosto de você.

Ele arregala os olhos e eu logo percebo a ambiguidade em minha fala.

— Não! Não desse jeito! — Exclamo com as mãos em frente ao peito. — É só como amigo!

Ele me lança seu habitual olhar inexpressivo e nos sentamos no gramado, sem proferir uma palavra sequer. Olho para ele e suspiro, ainda indecisa. Falo ou não sobre o estranho comportamento de Hisoka?

— Posso desabafar com você? — Pergunto.

— Pode.

— Hisoka tem se comportado de forma muito estranha ultimamente.

— Como assim “de forma estranha”?

— Ele trata meus amigos com desdém e isso me irrita. Parece que não quer que eu tenha amigos.

— Isso é normal. — Ele diz após alguns instantes. — Vocês se conhecem há muito tempo e, nesse período, você nunca teve outra companhia além dele.

— Mas ele é tão egoísta! Às vezes acho que faz isso pra me irritar.

— Pois eu acredito que seja ciúmes mesmo. Não se esqueça que, apesar de ser egoísta, Hisoka ainda é um ser humano e está propenso a nutrir sentimentos por alguém. — Ele para por um instante e coloca o dedo indicador sob os finos lábios. — Mas isso não quer dizer que você tenha que abandonar seus amigos.

Sorrio e abraço-o como forma de agradecimento.

— O que foi? — Ele pergunta, confuso.

— Obrigada. — Digo ainda abraçada a ele. Após desfazer o ato, olho para seu rosto e vejo que o deixei levemente corado.

Nos levantamos e andamos sem rumo, enquanto Illumi conta sobre o quão estranho Killua está por causa de Gon.

— Eu deveria matar Gon.

— Hisoka te mataria se ouvisse isso.

— Mas é verdade. Killua mudou muito após ter conhecido esse menino.

Seu rosto não demonstra nenhum sentimento, mas o tom em sua voz exala preocupação em relação ao Zoldyck mais novo. Apesar de tudo, Illumi o ama.

— Você é amiga do Jinchuuriki da Kyuubi, não é?

— Jinchuuriki da Kyuubi? — Pergunto, assustada. Tem algum Jinchuuriki além de mim nesta Vila?

— Sim, acho que o nome dele é Naruto.

Meus olhos se arregalam diante da resposta de Illumi.

Naruto é um Jinchuuriki e nunca comentou nada sobre isso!

— Ah, sim, eu converso com ele. Mas como você sabe disso?

— Hisoka me contou.

— Ah... — Digo tentando disfarçar minha surpresa.

Passamos por Naruto, Gon e Killua, que estão sentados em um banco próximo a um restaurante de dangos. Aceno para eles, mas só Naruto devolve o gesto. Sorrio para o loiro e continuo minha trajetória com Illumi. Olho para o lado e vejo o Zoldyck encarando o banco onde Naruto está com os garotos, inexpressivo.

— Já falei para o Killua voltar para casa, mas ele não me escuta.

— Dê um tempo à ele. — Aconselho, pensativa. — É só um adolescente imaturo. E outra: Voltar para um lugar onde será torturado não é o que qualquer pessoa normal faria. — Digo com um certo receio, graças às memórias sórdidas do meu passado.

 

— Pai, olha, eu tô conseguindo! — Exclamo ao conseguir ficar de pé sob a água. Depois de dias caindo na água, finalmente consegui!

— Agora tente correr.

Faço o que ele manda e caio na água. Solto um grito, indignada, e ele diz:

— Enquanto não conseguir correr pela água, não poderá almoçar.

— Mas, pai... Já são 16h00! Eu só tomei café às 9h00.

— Problema é seu! — Ele vocifera e entra em casa.

Instantes depois, ele sai de lá com um prato cheio de sushi e sashimi e uma garrafa de saquê. Se senta no chão, próximo ao rio, e come transparecendo satisfação com o sabor da comida. Minha barriga ronca e eu saio do rio, pronta para pegar um sushi de seu prato.

— Vai treinar, sua peste! — Ele grita e me empurra com força, fazendo-me cair na água.

Por que papai me trata assim?

 

— Assassinos não têm amigos. — Illumi diz, tirando-me de meus devaneios.

— Hum... Então, nós somos o quê?

— Estamos juntos por interesses próprios.

— Por que assassinos não têm amigos? — Indago, decepcionada. Pensei que Illumi me considerava uma amiga.

— Porque um vai ser traído nessa relação, e o traidor será o assassino. É sempre assim.

Por que ele pensa assim? Será que foi induzido ou é seu pensamento mesmo?

— Enfim, acho melhor você falar com o Hisoka sobre isso. Não tenho um conselho melhor porque nunca tive uma relação íntima com ninguém, então... — Beijo seu rosto e sorrio, deixando-o sem graça.

— Obrigada!

Só preciso encontrar Hisoka. Talvez ele esteja preso ou talvez tenha fugido novamente. Acho que a segunda opção é a mais provável.

 

.   .   .

 

Estou andando tranquilamente pela Vila, em um lugar um pouco afastado, quando avisto o mágico encostado em uma árvore com os braços cruzados.

— Estava te procurando — ele afirma com um sorriso malicioso.

— Para quê?

— Me siga.

Caminhamos até um hotel e eu olho de soslaio para ele. Toda vez que vamos para algum hotel, acabamos transando ou ele fala algum plano para fugir daqui.

Entramos em um quarto enorme e eu me atiro na cama, com um sorriso estampado em minha face. Hisoka fecha a porta e tira a camisa, indo em minha direção logo em seguida. Ele se senta em cima de mim e beija meu pescoço. Me arrepio perante seu toque e beijo seus lábios intensamente, adentrando minha língua em sua boca com voracidade. Ele desliza as mãos para a minha cintura e eu me sento em seu colo. Paro de beijá-lo e acaricio seus cabelos com um sorriso de canto.

— Hisoka — chamo-o e o mesmo olha para mim. — Você sente algo por mim?

— Como assim?

— Você sabe... Sente algo a mais por mim ou é só sexo?

Ele solta um riso antes de responder:

— Mas é claro que é só sexo.

Me sinto, de certa forma, decepcionada, mas não demonstro isso; pelo contrário, apenas rio e o beijo novamente. Levanto-me de seu colo e saio da cama, enquanto tiro minha roupa.

— Por que a pergunta? — Ele indaga, agora sério.

— Só curiosidade.

— Eu te conheço, Junko. O que está acontecendo?

— Percebi que você não gostou do Naruto, por isso perguntei.

— Impressão sua — e solta um riso, esboçando seu habitual sorriso sádico.

— Que bom, porque eu não sinto nada por você — digo, mesmo sem ter certeza se é verídico ou não, e entro no banheiro.

Entro no box e deixo a água quente do chuveiro cair sob meu corpo nu. Enquanto passo shampoo em meus cabelos, reflito sobre minha relação com Hisoka. Pensei que ele sentia algo por mim, mas me esqueci de que Hisoka é uma pessoa egoísta demais para amar alguém.

Talvez tudo o que passamos juntos tenha sido em vão.

Termino de me banhar e saio do banheiro. Encontro o Morow deitado na cama e encarando o teto e pego minhas roupas que ainda estão no chão e me visto.

— Pensei que você tivesse ido pegar minhas roupas na prisão. — Falo, decepcionada.

Enrolo a toalha no meu cabelo, entro no banheiro e, enquanto penteio meus cabelos, Hisoka entra no banheiro e encosta na parede com os braços cruzados em frente ao peito.

— Posso saber aonde vai? — Ele pergunta com um sorriso maldoso.

— Resolver uma coisa. Pode me esperar aqui, se quiser.

Arrumo meu cabelo com os dedos e saio do cômodo. Vago pela Vila, à procura de Naruto, e encontro-o em frente a um restaurante com Gon e Killua. Me aproximo deles silenciosamente e abraço Naruto por trás antes de dar um grito. Naruto grita, assustado, e eu dou um cascudo em sua cabeça.

— Sou eu, idiota! — Falo e fico ao lado dele. — Oi, Gon, Killua — aceno para eles com um sorriso.

— Olá... — Eles cumprimentam com certo receio.

Caminhamos em silêncio — ou quase isso, já que Naruto fica tentando puxar assunto —, até que Gon quebra o clima pesado:

— Por que você ficou presa por tanto tempo? — Seus grandes e curiosos olhos estão vidrados em mim, assim como os de Killua e Naruto.

— Matei algumas pessoas graças à minha Besta.

— Como assim?! — Naruto exclama, perplexo.

— Sou uma Jinchuuriki. — Falo como se fosse algo óbvio.

O quê?! — O loiro grita e eu o calo colocando minha mão sob sua boca.

— Sim, eu tenho uma Besta com Cauda selada em mim. Uau — digo, irônica.

— A-ah, eu não sabia... — ele diz, desconcertado.

Após alguns torturantes segundos de silêncio, Killua pergunta:

— Você e o Hisoka são namorados?

— Não, é só uma relação sem compromisso, porém bem frustrante.

— Por quê? — Gon indaga, com seus orbes curiosos me encarando.

— Às vezes ele é um pouco difícil de lidar.

Percebo que Killua e Gon trocam olhares antes de me encarar novamente, mas não me importo e subitamente me lembro de momentos antes, quando estávamos no hotel. Mordo os lábios, tentando conter o desejo, e coloco os braços atrás da cabeça, mas de nada adianta, pois logo depois, me lembro daquele maldito sem camisa. Um calor sobe pelo meu corpo e eu anuncio antes de me abanar:

— Preciso ir.

— Ah, por quê? Fica mais, Junko-san!

— Tenho que fazer uma coisa.

— O quê?

— Uma pendência — digo na esperança de não ser mais questionada. — Tchau — aceno e sorrio para eles, ao que somente Naruto devolve o gesto.

É, parece que vai demorar para eles me aceitarem.

Vou em direção ao hotel pulando pelas casas da Vila. Me deparo com o quarto em que estamos hospedados e entro pela janela aberta, assustando Hisoka, que está secando os cabelos com uma toalha enquanto está enrolado em outra.

— Sentiu minha falta? — Pergunto com um sorriso travesso. Vê-lo dessa forma é muito mais tentador do que eu pensei.

Ele sorri de forma travessa e joga a toalha que estava secando o cabelo longe. Fecho a janela e me aproximo dele, com o desejo consumindo meu corpo.

— O que foi? — Ele pergunta sem deixar o sorriso malicioso abandonar seu rosto alvo.

Seus cabelos molhados o deixam mais sexy do que costume e, para complementar, o fato de estar sem camisa me deixa excitada. Passo uma mão pelos seus cabelos, enquanto a outra passeia pela toalha que está amarrada em sua cintura. Apesar de já ter tocado seu corpo tantas vezes, nunca me cansarei de fazer isso, ainda mais agora, que estou ardendo em profundo desejo por ele. Me aproximo de seu ouvido e sussurro:

— Você me deixou assim, seu maldito.

Ele ri e aproxima seu rosto do meu, fazendo-me sentir a sua respiração.

— Agora sim você está falando a minha língua — ele diz antes de depositar um beijo caloroso em meus lábios.

Entrelaço minha perna em sua cintura e passo uma mão pela sua nuca, enquanto a outra passeia pela suas costas nuas. Ele me pega pela cintura, fazendo-me entrelaçar a outra perna em sua cintura, e me joga na cama. Antes que eu possa tirar meu cropped, ele o faz por mim, deixando meus seios à mostra. Seus lábios acariciam meu pescoço descoberto e meu corpo se arrepia devido ao prazer sentido. Ele deposita chupões pela extensão de meu pescoço e chupa meu lóbulo, na intenção de me provocar. Meus gemidos o incentivam a descer os beijos, parando em meus seios e abocanhando um deles logo em seguida. Ele passa a mão por um, enquanto chupa e lambe o outro, e meus gemidos aumentam. Logo sinto um volume roçando entre as minhas pernas e deduzo que Hisoka está excitado, o que me deixa mais eufórica ainda. Quero senti-lo dentro de mim logo!

— Enfia logo! — Eu consigo soltar como um gemido e ele solta um riso maldoso.

— Você vai esperar. Quero que sinta o que eu senti quando você saiu.

Meus olhos se arregalam e ele volta a chupar meus peitos lentamente, provocando um prazer mais intenso ainda ao meu corpo.

— Como assim? — Pergunto confusa.

— Eu estava louco pra te foder e você saiu sem dar a mínima pra mim.

— Mas eu não sabia!

— Não quero saber de desculpas. Agora, seja obediente e aguarde.

Faço o que ele pede, mas meu corpo simplesmente não aguenta, por isso entrelaço ainda mais forte minhas pernas em seu tronco, fazendo seu pau roçar na minha boceta. Mordo os lábios com o pequeno prazer sentido e Hisoka continua lambendo e chupando meus peitos tranquilamente.

Mas que maldito! Por que não me fode logo?!

Ele finalmente desce os beijos para a minha barriga, distribuindo beijos carinhosos pelo local, e desce ainda mais, parando na barra da minha calça. Olho para o teto enquanto mordo os lábios, reprimindo meu desejo incontrolável, e minhas calças finalmente são puxadas junto com minha calcinha.

— Hum... Olha só como você está molhada — ele comenta e passa os dedos pela minha boceta já encharcada. Solto um gemido baixo e ele acerta meu clitóris, fazendo-me gemer mais alto.

— Vai logo... — Gemo, já agoniada.

— Fique quieta! — Ele ordena e passa a língua na minha entrada. Meu corpo se contrai e ele continua me lambendo, fazendo meu corpo dar pequenos espasmos.

Enfia a língua logo, porra!

Olho para baixo e vejo seu rosto virado para a minha direção com um olhar suspeito. Ele enfia dois dedos em mim e eu grito de prazer.

— Mais... rápido! — Imploro entre um gemido e outro.

Hisoka começa devagar e aumenta a velocidade em um instante, fazendo-me ficar satisfeita. Conforme a velocidade aumenta, mais meus gemidos ecoam pelo quarto.

Já cansado dessa posição, ele para e distribui beijos pela minha boceta, que já está pulsando de tesão.

Argh! Quanto tempo mais essa tortura vai durar?!

Ele se levanta, ficando de joelhos entre as minhas pernas, e arranca a toalha que antes cobria seu membro excitado. Antes que eu pudesse implorar para ter essa parte deliciosa dentro de mim, ele a passa pela minha entrada, atiçando mais ainda meu corpo.

— Vai logo! — Minha ordem sai mais como uma reclamação, mas ele não se intimida.

— Quem dita as ordens aqui sou eu.

Reviro os olhos, já cansada de esperar tanto, e ele continua passando seu pau pela minha boceta. Mordo os lábios, tentando me conter, e, quando menos espero, ele finalmente me penetra — porém lentamente.

Solto um gemido, um pouco frustrado, e o encaro, à espera de movimentos mais rápidos.

— O.k., vou ser legal com você, mas só porque eu já estou ficando louco! — E, após dizer isso, enfia seu membro com força dentro de mim.

Solto um gemido satisfeito e ele continua com os — deliciosos — movimentos. Meu corpo se alivia mais a cada estocada e Hisoka enfia tudo dentro de mim, para a minha alegria. Agarro seus ombros e ele continua com mais voracidade, fazendo nossos gemidos ecoarem pelo cômodo. Quanto mais ele me penetra, mais meu tesão aumenta!

— Você é minha! Só minha! — Ele exclama antes de enfiar com vontade mais uma vez. Meu corpo estremece e eu reviro os olhos, deixando escapar um gemido de meus lábios.

— M-mais... — Eu imploro e ele continua com selvageria.

Logo consigo ouvir os rangidos da cama e agarro os lençóis. É, ele realmente está me fodendo com força!

— H-Hisoka...

— Geme mais!

Solto um gemido sôfrego e ele sorri ao me ver entregue desse jeito. Inverto a posição, ficando por cima dele, e antes que eu possa cavalgar em seu membro, ele pergunta:

— O que pensa que está fazendo?

— Satisfazendo meu desejo. — E começo a rebolar em seu pau, aliviada por isso estar acontecendo.

Conforme me mexo em cima dele, o mesmo solta gemidos baixos — totalmente o contrário de mim. Quando não estou mais aguentando, devido à minha pouca energia, ele para o movimento segurando-me pela cintura e me põe de quatro na cama. Olho para trás e vejo-o colocando seu membro na minha intimidade e sorrio com isso, pois logo em seguida, ele enfia com força, fazendo-me gritar de prazer. Enquanto gemo seu nome, ele pega minha cintura com as duas mãos e fode com mais força, deixando-me louca!

Olho para trás e vejo-o extasiado devido ao prazer. Fico mais excitada ainda com isso e imploro para ele continuar, ao que ele obedece sem pensar.

Após algum tempo, já cansada disso, desfaço a posição e o deito na cama. Pego seu pau e começo a masturbá-lo, deixando-o louco de prazer. Após poucos instantes, ele goza e eu engulo seu sêmen sem protesto.

— Agora é a minha vez. — Ele afirma antes de ficar por cima de mim.

Hisoka distribui beijos pela minha intimidade antes de adentrar sua língua nela. Grito de prazer e, como se não bastasse, ele começa a acariciar meu clitóris. Meus gemidos aumentam e eu passo as mãos pelos seus cabelos ruivos e gozo antes que pudesse falar algo.

Ele se deita ao meu lado e ficamos nos encarando com um sorriso pervertido.

— Ficou satisfeita?

— Claro que sim! E você?

— Sem dúvidas.

Abraço-o pela cintura e o mesmo nos cobre com um enorme edredom, apesar de o calor estar pairando sobre nossos corpos suados. Nunca pensei que uma tortura como essa seria tão deliciosa!


Notas Finais


E aí, o que acharam do capítulo?
Beijinhos <3


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...