História Monster College - Capítulo 9


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Categorias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Colégio, Fantasia, Lilycollins, Lobisomem, Monstercollege, Taylorlautner
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Palavras 2.835
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Colegial, Comédia, Crossover, Escolar, Fantasia, Ficção, Magia, Mistério, Misticismo, Sobrenatural, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Visual Novel
Avisos: Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Mais um cap hj, espero que gostem.

Capítulo 9 - 8. Mistérios


Hailey.

— okay, ele só quer conversar..nada demais..- repeti a mim mesma criando coragem.

Jake estava na mesa de almoço com os amigos dele como sempre, nós quase não nos olhamos nas primeiras aulas, e como hoje não teria aula do Peter, achei que ele não iria me procurar.

Porém, o fato dele ter me pedido para conversarmos depois da aula estava me incomodando, e eu queria resolver isso logo para me livrar do peso na consciência.

Eu sei que nós não temos nada, também sei que é perigoso se tentarmos ter por causa das regras, mas oque me preocupava de verdade era Troian ficar no meu pé e eu não tomar uma decisão por estar presa ao que aconteceu com o Jake.

Respirei fundo e fui ate a mesa deles, parei ao seu lado e antes que eu falasse, ele olhou pra mim.

— posso falar com você? Agora.

Ele se levantou sem dizer nada, e assim que saímos pude ouvir os cochichos e risos vindo dos amigos dele.

Jake e eu fomos para o corredor fora do refeitório e paramos perto de uns armários.

— então...- ele espera que eu continue.

— bom...na verdade era você quem queria falar comigo né?- lembrei.

— ah..é.. Bom eu...é que, eu queria falar sobre oque rolou no seu quarto..- ele coça a cabeça sem jeito.

— hm..- engoli seco sentindo minhas mãos suarem.

— bem..eu...é que...eu só... Ahm...eu..

— tudo bem, eu acho que ja entendi.

Ele me olhava e parecia querer dizer mais alguma coisa.

— desculpa, é que eu não sei como falar..- confessou.

— só fala.- pedi.

Ele respirou fundo esfregando as mãos no cabelo e soltou.

— eu quero pedir desculpas por ter te beijado no seu quarto.. Nas duas vezes, ou três..- ele balança a cabeça confuso- enfim, eu sei que nós estamos indo bem agora..e não quero que isso estrague oque conseguimos. Tudo bem?

Assenti com um aceno e engoli o bolo que se formou na minha garganta.

E porque formou?

Jake desviou o olhar para as janelas do pátio e suspirou antes de continuar.

— eu sei que agi como um babaca no começo..e quero pedir desculpas por isso também. Sei que nós não somos amigos nem nada, e também sei que independente do que tenha rolado entre nossos pais, você e eu podemos viver civilizadamente agora.

— seus pais..e meus ancestrais.- corrigi. - meus pais não tiveram nada a ver com isso.

— eu sei, eu sei..só quis dizer que não vou mais acusar você de nada.

— era só isso?

— só. Amigos?

Sorri como resposta, mas posso dizer que foi o sorriso mais falso que ja dei na vida.

Ele voltou para os amigos dele e eu fiquei parada no meio do corredor com cara de idiota.

Porque eu achei que ele iria me querer?

Eu sou uma vampira, e ele um lobisomem.

Talvez sermos amigos é o melhor que vamos conseguir.

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Laila.

O último dia da semana começou cedo pra mim, matei a primeira aula e fui para a biblioteca fazer algumas pesquisas, Kirstem me encontrou depois do sinal da segunda aula e nós ficamos procurando por livros ou qualquer coisa que relacionasse a morte de Melissa Mildton ao mistério de tempo na fenda do lago.

Ficamos entretidas por horas, ate Carlos aparecer e nos interromper.

— eu só quero saber oque vocês estão aprontando? E porque não foi na aula hoje?- ele põe a cara entre os livros e Kirstem o empurra para trás.

— estamos ocupadas Carlos, por mais que eu adore a sua companhia, se não veio para ajudar, então não atrapalhe.- pedi.

Ele se juntou a nós na mesa e ficou mesmo assim, desisti de tentar dispensa-lo e então aproveitei para coloca-lo para ajudar nas pesquisas.

Depois de algumas horas, nós finalmente começamos a ter algumas respostas.

— então Melissa ficou presa na fenda e morreu afogada? Mas..isso não faz sentido, a fenda nem fica submersa.- Carlos contesta.

— alguma coisa não bate. Nós precisamos saber porque quando estramos na fenda o tempo pára..- falei.

— eu acho que o fato do tempo não passar tem a ver completamente com a morte dela..- Kirstem diz.

Nós voltamos para os livros e eu saí pelos corredores da biblioteca para procurar mais alguma coisa relacionada, quando por sorte encontrei uns arquivos muito antigos sobre a planta da escola.

Junto deles, havia um grimório todo mofado e com uma tranca que provavelmente só abriria para o verdadeiro dono.

Levei o livro e os arquivos e joguei sobre a mesa provocando um baque.

Carlos se assustou e Kirstem olhou pra mim confusa.

— oque é isso?

— um grimório.- respondi me sentando com eles.

— que é um grimório ja percebi, quero saber porque trouxe para cá.- nós temos uma conversa por troca de olhares e ela assentiu.

— acho que você entendeu oque eu quis dizer.- pisco pra ela.

Se nós descobrissemos quem realizou o feitiço, ou qual feitiço usou, poderíamos reverter ou localizar o verdadeiro motivo por trás da fenda ser encantada.

Carlos nos olhava sem entender nada e voltou a pesquisar nos livros dele, Kirstem e eu abrimos os arquivos e começamos a folhear tudo oque era relacionado ao lago.

Por fim, depois de algumas horas, nós achamos uma papel amassado com algumas anotações.

Kirstem leu e me olhou soltando um suspiro pesado.

Estava em uma lingua que só ela estudou de nós duas, então depois de ler explicou melhor para nós sobre oque se tratava.

— a fenda é uma armadilha.. ela prende no tempo quem entra lá, e suga a energia vital do ser sobrenatural..- contou.

— como assim? Tem certeza que leu isso?- perguntei.

— absoluta.

— não faz sentido. Todos que entraram lá conseguiram sair, se fosse mesmo uma armadilha, Jake e Hailey não teriam saído mais.- contestei.

— aí é que está a dúvida, a armadilha foi criada por uma caçadora que provavelmente era uma bruxa e dona desse grimório. Ele não vai abrir, a menos que nós tenhamos o sangue de um dos descendentes dela. Então não temos como saber pra que serve ou se ainda funciona a tal armadilha. Kirstem suspira frustrada.

— eu ainda acho que algo não faz sentido..- balbucio distraída.

— e eu não entendo porque Jake e Hailey não ficaram presos. - Carlos abre mais um livro.

— talvez o feitiço tenha enfraquecido com os anos..- palpitei.

Kirstem também começou um livro novo e de repente me encarou pensativa.

— acho que ja sei oque nós estamos fazendo de errado..

— oque?- indaguei.

— nós precisamos descobrir oque aconteceu na fenda para Jake e Hailey não tenham ficado presos, depois voltamos para o feitiço e como fazemos para reverte-lo.- ela propõe.

— e eu ja sei exatamente quem pode nos responder.- Carlos fala.

— quem?- virei pra ele.

— meu pai.

Nós três fechamos os livros e saímos para falar com ele.

Carlos deu uma batida de leve na porta e o professor nos atendeu.

— podemos entrar para dar uma palavrinha com você?- Carlos põe a cabeça na porta entreaberta.

Norton deixou que ele entrasse, e nós o acompanhamos.

Nos sentamos nas três primeiras carteiras vazias e encaramos ele com rostos curiosos.

— então? - perguntou.

— nós viemos aqui em busca de aprendizado..- Carlos começa.

— tudo bem, e oque gostariam de saber?

— como a garota morreu no lago?- Kirstem nos interrompe antes de começarmos.

Olhei pra ela a repreendendo e voltei para Norton com um sorriso sem graça.

— é para um trabalho.. de história. É sobre a história... do lago...- Carlos tenta argumentar.

— mesmo?- Norton cerra os olhos e cruza os braços.- porque não me lembro de ter pedido nada do tipo..e EU sou o único professor de história por aqui.

Bati a mão na testa e bufei.

— nós só queremos saber porque o lago foi proibido, é importante pra gente. E o senhor parece ser o único  que sabe da história.- falei.

Norton respirou fundo e então assentiu, ele puxou uma cadeira e sentou próximo a nós, limpou a garganta e contou.

— Melissa Milton era uma garota linda, jovem e cheia de vida quando o acidente aconteceu. Eu me lembro como se fosse ontem, o desespero da irmã dela quando soube do acidente.- ele suspira de cabeça baixa.- Foi uma tragédia horrível, por isso a diretora Moris decidiu interditar o lago para que nunca mais se repetisse.

— nós estamos curiosos para saber sobre outra coisa também..- falei.

Carlos e eu nos olhamos e eu continuei.

— nós descobrimos recentemente.. que a fenda no lago pode ter sido enfeitiçada..e achamos que isso está relacionado a morte da Melissa..

Norton prestava atenção atento e eu continuei mais.

— ..e bem, nós investigamos mais e descobrimos também que a fenda pode ter sido enfeitiçada para prender seres sobrenaturais no tempo sugando sua energia vital. Existe alguma possibilidade dela ter ficado presa lá dentro por esse motivo?

Norton fechou os olhos e respirou fundo, esfregou as têmporas e então respondeu.

— não era para ela estar no lago...não era para ninguém da espécie dela estar por lá..- ele balbucia.

— oque aconteceu com a Melissa pai?- Carlos pergunta.

Norton ergueu o olhar para nós e disse se levantando.

— ela ficou presa na fenda e ninguém nunca mais a encontrou.

— mas porque? Como assim? Ela sumiu?

— sim. Os únicos vestígios que encontramos foram peças de roupas rasgadas e uma parte da asa dela.- ele diz indo ate a porta.

Norton a abriu e esperou que nós deixassemos a sala, nós três nos levantamos e quando estávamos passando por ele, eu me intriguei com uma parte da história e me virei pra ele.

— você disse Asa?

Ele assentiu e respondeu.

— sim...Melissa era uma fada.

.......   

Nós voltamos para os alojamentos pensativos e quando estava quase chegando no quarto, percebi finalmente oque não se encaixava.

— eu ja sei!

Carlos virou pra mim e perguntou.

— ja sabe oque?

— ja sei porque Jake e Hailey não ficaram presos na fenda! a fenda não é uma armadilha...quer dizer, ela é..mas para fadas! Minha nossa tudo se encaixa agora! Melissa não desapareceu, a armadilha a sugou completamente para dentro do tempo....eu acho que se revertermos o feitiço, existe uma chance de encontrarmos ela.

— e como vai fazer isso? Nós nem sabemos quem é o dono do grimório..- Kirstem me olha esperando uma solução.

— eu vou falar com a irmã dela..- respondi.

— irmã dela? E como sabe quem é a irmã dela?- Carlos questiona.

— se a Melissa era uma fada, então só existe uma garota que pode ser irmã dela.......a Lilás.

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Lilás.

O dia terminou rápido na sexta, mas por sorte eu ainda tinha os sábados e domingos para ficar com ele.

Arth me levou ate meu quarto e como sempre fez questão de me deixar bem na porta antes de se despedir.

— boa noite..- ele beija minha mão e se despede com um sorriso no final do corredor.

Suspirei olhando a silhueta dele sumir na esquina e entrei no quarto, encontrei Laila e Kirstem e ambas me olhavam apreensivas.

— Lilás.. nós precisamos conversar.- Laila se levanta.

— tudo bem...e sobre oque seria?

— é sobre a sua irmã.- Kirstem vai direto ao assunto.

Laila olha feio pra ela e diz.

— você não sabe mesmo oque significa ser sútil?

Kirstem revirou os olhos e levantou também.

— nós descobrimos oque houve no lago..e eu acho que tem a ver com o fato dela ser sua irmã, digo, uma fada.

Meu coração se acelerou e eu me sentei lentamente preocupada com o resto da história.

— como assim? Ela se afogou e ninguém nunca a encontrou..não é isso?

— nós achamos que Melissa pode ter ficado presa na fenda por ela ser uma fada...a fenda do lago é uma armadilha.

Cobri a boca e senti meus olhos encherem de lágrimas.

Ja fazia muito tempo que eu não falava da minha irmã, ja faz quase sete anos que ela se foi e mesmo assim eu ainda a sinto comigo todos os dias.

Balancei a cabeça afastando as lágrimas e me levantei andando de um lado para o outro.

— mas porque? Quem faria isso? Porque?

Laila se aproximou e tocou meu braço para me acalmar.

— eu acho que nós podemos encontra-la..talvez dar a ela um descanso que ela merece depois de tanto tempo.- falou.

Assenti com um aceno e deixei que uma lágrima caísse.

— eu quero que me ajude a descobrir quem esta por trás desse feitiço. E se nós conseguirmos reverte-lo, então eu poderei ajudar a sua irmã a voltar pra casa.- ela propõe.

— com vida?- digo esperançosa.

Kirstem se aproximou também e as duas trocaram um olhar.

— Eu não quero que se iluda com falsas esperanças Lilás.. Mas prometo que vamos dar o melhor para ajudar você.

— ta bom..- enxuguei o rosto e ela me abraçou.

Naquela noite eu não consegui dormir, fiquei pensando no Arth e na possibilidade de voltar a ter minha irmã.

Se depois de tanto tempo existisse alguma chance de traze-la de volta, eu ajudaria no que fosse preciso.

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Arth.

Depois de deixar a Lilás, eu sempre vou dar uma volta pelo pátio da escola.

Não existe muito entretenimento para um vampiro em Monster College depois do toque de recolher, mas se você for esperto da pra se divertir sem que ninguém saiba.

Seven também estava entediado preso no quarto, então resolvi chama-lo para dar uma volta comigo.

Enquanto andávamos perguntei sobre os sumiços dele durante a semana na escola.

— por onde tem andado ultimamente? Não vejo você nas aulas quase nunca.- comentei.

— só estava dando uma olhada por aí.- deu de ombros.

— você sabe que eu posso ler sua mente né?- cutuquei.

— e você sabe que posso arrancar seu braço.- ele devolve.

Paramos de andar quando chegamos no lago Mildton e ele tirou a camisa e os sapatos para entrar, tirei os meus também e entrei na água com ele.

Ficamos sentados depois esperando o dia nascer e conversando olhando a vista.

— Hailey ainda esta andando com o lobisomem né?- ele olha pra mim.

Assenti com um aceno e ele bufou.

— não entendo porque você sente tanto ciúmes dela..se gosta dela mesmo, vai lá e diz a verdade. Vocês não são irmãos. Aposto que o papai nem vai ligar, ele não presta atenção na gente mesmo.- dei de ombros.

Seven me olhou por cima do ombro e riu sem humor.

— você acha que eu gosto dela? Aff..

— então oque é? Porque ela nunca sai com ninguém, mas sempre que alguém aparece, você surta.

— Hailey é minha irmãzinha. Eu a vi nascer! A vi crescer e vi a mãe dela ser transformada. Não é só gostar dela..eu tenho um carinho por ela, cuidado. Pra mim é como se ela fosse minha irmã. Nos últimos dezessete anos quem cuidou dela fui eu.- respondeu.

— tudo bem. Mas não precisa ficar preocupado com o lobisomem, ele gosta dela também. Eu sei, ja li a mente dele. - contei.

Ele balançou a cabeça rindo e se levantou.

— e a sua fadinha, como é com ela? Você ja leu a mente dela também?

— não preciso.. ela sempre conta tudo pra mim.- sorri convencido.

Ele revirou os olhos e saiu andando para dentro do mato.

— ei, onde você vai? Espera..- me levantei e segui ele.

Seven parou em frente a uma porta, parecia uma extensão da escola, como uma estufa ou algo assim.

Nós nos olhamos curiosos e resolvemos entrar.

A porta estava trancada, mas Seven quebrou o cadeado e nós passamos pela porta de ferro enferrujada.

Lá dentro estava escuro, e apenas um pouco da luz da lua entrava por algumas vidraças quebradas.

Seven olhou em volta e como não achou nada interessante para fazer ali, nós resolvemos voltar.

— anda..vamos voltar pra escola. To com fome, quero passar na cozinha e ver se acho sangue.- ele diz saindo na frente.

Fiquei lá dentro por mais alguns minutos e então ouvi alguma coisa.

Uma voz, seguida de uma sombra.

— me ajuda...

Esfreguei os olhos para ver se estava mesmo vendo aquilo, e então saí de lá o mais rápido que pude.

Seven estava indo na frente, corri ate alcança-lo, mas não quis mencionar oque aconteceu.

Ele provavelmente me acharia louco, ou diria que eu estou passando tempo demais com a Lilás para estar criando fantasias.

Nós voltamos para os quartos e ficamos por lá sem fazer nada ate o dia amanhecer.

Era sábado e nós tínhamos o dia livre para fazer oque quiser, mas infelizmente não adiantou muito, o dia amanheceu com sol.

.............

Ja passava das dez da manhã, Seven fechou as janelas e deitou embaixo da cama para tentar fingir um pouco de sossego.

Quando não conseguiu, desistiu e saiu para andar pela escola, eu continuei deitado lendo alguns livros e só parei quando senti o perfume da Lilás.

Ela está por perto.

Me levantei rápido e dei uma olhada no cabelo, fui ate a porta e abri antes que ela batesse.

Ela me olhou com um sorriso tímido e falou.

— você sabia que eu viria?

— senti seu perfume.- contei.

— hoje é sábado..nós podemos fazer oque quiser.. Ta afim de dar uma volta no pátio ou lá fora?- sugeriu.

— com você eu iria ate o fim do mundo, mas hoje eu não posso meu amor..- falei com um biquinho.

— ahh, mas porque?

A carinha triste dela era de cortar o coração.

Segurei a mão dela e expliquei.

— é porque esta sol. Eu não posso sabe..

— ah ta. Tudo bem. Nós podemos ficar aqui ate o sol se por então.- ela propõe.

Abri um sorriso e deixei que ela entrasse no quarto, Lilás passou deixando um rastro de perfume no ar que me fez fechar os olhos e inalar.

Se eu tivesse um coração, ele com certeza palpitaria por ela, e somente por causa dela.

Lilás faz com que eu me sinta vivo cada vez mais.

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